Marinha

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Qual cisne branco que em noite de Lua, vai deslizando em um lago azul
Hino da Marinha

Minha jangada vai sair pro mar, vou trabalhar, meu bem querer
Hino da Marinha Mercante
"Onda ,Onda ,olha onda!!!!
Tchackabum sobre Marinha
Eu sou o marinheiro Popeye
Hino do Marinheiro Popeye
Minha marinha vai dominar a Austrália agora
Jogador de War sobre Marinha
Tchibuummm!
Batalha naval sobre Marinha
Odoiá, minha iemanjá
Guma de porto dos milagres
Yvan Eht Nioj !
Simpsons sobre a marinha
In the navy... Yes, you can sail the seven seas
Village People sobre Marinha

O último dos encouraçados
O último dos encouraçados
Tipico navio de guerra brasileiro
Tipico navio de guerra brasileiro

A Marinha é a parte das forças armadas que abrange as armas navais, ou seja, do mar. Para os países que não tem litoral, as forças aquáticas são conhecidas como Lagoinha, por atuarem nos lagos ao invés do mar. Os veículos envolvidos na Marinha são os navios, submarinos, jet-skis de guerra, lanchas de guerra, barco a remo com fuzis, canoas armadas e botes-bombas.

Tabela de conteúdo

[editar] História

O primeiro barco de guerra (sim, esta coisa já foi um barco)
O primeiro barco de guerra (sim, esta coisa já foi um barco)

A história da Marinha começou na Pré-História, mas a Marinha de Guerra começou no ano 3000, mais ou menos, segundo escavações de garimpeiros da Serra Pelada. Antes disto, a marinha era usada apenas em pescas e competições de corridas de barcos. Os primeiros barcos de guerra eram suicidas. Eles eram jogados em direção a outros barcos, que se acidentavam e voava madeira para todos os lados. Nesta época ocorreram os primeiros acidentes do trânsito marinho.

[editar] Primórdios das conquistas marinhas

Durante muito tempo, as várias marinhas do mundo ficaram fazendo batalhas navais. Várias marinhas tiveram suas ascensões e quedas, algumas caíram definitivamente e nunca mais levantaram submergiram. O objetivo de todas as briguinhas era a conquista do mar.

[editar] Primeiros conquistadores

O poderoso navio dos Argonautas
O poderoso navio dos Argonautas

Teriam sido os fenícios os primeiros marinheiros da história humana. Eles surpreendiam seus inimigos com barcos equipados com lançadores de pedras e lanças. Como usar barco como arma naquela época ainda era uma novidade, os fenícios eram imbatíveis no mar, por isto eram conhecidos como Os Reis do Oceano, apesar de nunca terem feito batalhas navais, além de serem absolutamente ruins em batalhas terrestres.

E o poderoso navio de Ulisses
E o poderoso navio de Ulisses

Os primeiros adversários dos fenícios foram surgindo aos poucos. Os gregos iniciaram a construção de barcos flecheiros, para disputar com os fenícios o controle marítimo. Quando o Tsunami do ano 2781 atingiu a Feniciolândia, todos os barcos de guerra fenícios foram destruídos e os gregos dominaram facilmente os oceanos.

[editar] Domínio grego

Com o fim da dominação fenícia dos mares, os gregos monopolizaram os oceanos. Foram os argonautas os primeiros grandes fuzileiros navais da história da Marinha. Os gregos tinham a ajuda dos monstros marinhos, sereias, Caribde, Cila e das artimanhas de Poseidon.

Por milhares de anos, os gregos não tinham nenhum adversário a altura, pois os deuses do Olimpo estavam trapaceando para a Marinha Grega. Assim, durante todos estes anos, os gregos poderiam se gabar de serem os reis do mar. Mas este domínio estava para acabar, pois os egípcios se aproximavam.

[editar] Domínio egípcio

Moderno navio de guerra egípcio
Moderno navio de guerra egípcio

Os gregos não contavam com o surgimento da Marinha Egípcia, que também tinha alguns deuses ajudando. O ataque surpresa egípcio acabou com os barcos gregos. Era o fim do domínio grego dos mares. Os decadentes deuses gregos nada puderam fazer contra os ataques molhados de Atum, o deus egípcio da pesca com cabeça de atum. Tendo a marinha super poderosa, ninguém pôde fazer nada e os egípcios dominaram todo o Oriente.

[editar] Domínio persa

Como já haviam dominado todos os pingos de água do planeta Terra, os egípcios achavam que não precisariam mais investir na marinha, pois ninguém se atreveria a atacar seus barcos. Ledo engano. Enquanto os egípcios comemoravam todas as vitórias sobre os gregos, os persas preparavam sua guerra relâmpago - A Persizkrieg.

Usando componentes de metal em suas canoas, os persas, em pouco tempo, já haviam construído milhares de canoas metalizadas, armadas com estilingues e batatas. Aproveitando a bebedeira dos egípcios, os persas meteram milhares de canoas para cima da Marinha Egípcia. Como nenhum marinheiro egípcio estava disponível, foi bem fácil para os persas conquistarem o domínio do mar. Mas isto não durou muito tempo.

[editar] Domínio grego parte 2

Abalados com a primeira derrota, os gregos filosofaram bastante e se prepararam mais uma vez para a conquista do mar.

Mas qual é a graça em conquistar um pedaço gigante de água? Ah, já sei, a graça de conquistar um pedaço gigante de água é mostrar aos outros povos que a gente pode conquistar um grande pedaço de água
Filósofo grego sobre conquistas marítimas

Os gregos não tiveram mais a ajude dos deuses do Olimpo, pois nesta época eles já não acreditavam mais na existência de Poseidon e outros deuses, mas eles tiveram a ajuda de Leônidas e de ESPARTAAAAAA!!!!! Enquanto tentavam dominar as cidades-estados da Grécia, os fuzileiros navais persas tiveram uma desagradável surpresa e entraram em conflito com os gregos. Os persas, liderados pelo almirante Xerxes, com milhares de canoas, perderam a batalha para os gregos, com pouco mais de 299 barcos (300 barcos, para ser mais exato). A última frase que os marinheiros persas ouviram foi This is SPARTAAAAA, mas em grego, claro.

Aproveitando o sucesso das conquistas marinhas, Alexandre, o Grande partiu para mais conquistas navais. Grande parte da África, Ásia e Europa foi conquistada, e Alexandre tornou-se o maior conquistador da história, mas morreu no mar mesmo, quando escorregou no quiabo em plena tempestade. Graças a esta derrota individual, os gregos ficaram novamente vulneráveis. Seria o fim das conquistas gregas. Depois disso, os gregos seriam reduzidos a um paiseco sem nenhuma moral no mundo, servindo apenas como registro em livros de História.

[editar] Domínio cartaginês

Com a turma do A (Aníbal, Asdrúbal e Amílcar), os cartagineses derrotaram facilmente os emotivos gregos. Com uma marinha meia-boca, mas com uma tropa viril e guerreira, os cartagineses passaram a ser os reis dos 6 mares (naquela época o sétimo mar ainda não havia sido descoberto). No entanto, a marinha cartaginesa era fraca mesmo, e só ganharam dos gregos porque estes estavam chorando a morte de Alexandre, o Grande. Logo a família Barca seria derrotada pelos romanos, que eram piores ainda na marinha.

[editar] Pequeno domínio romano

Os marujos romanos aproveitaram as derrotas cartaginesas nas Guerras Púnicas e dominaram o mar. Este domínio durou 3 horas e 46 minutos. Logo eles seriam engolidos pelos chineses.

[editar] Domínio chinês

Aproveitando a fraqueza dos romanos, os chineses, com seus bilhões de barcos falsificados, dominaram todo o Oriente e pedaços do Mar Mediterrâneo. O almirante Bruce Lee foi o responsável pela grande invasão chinesa nos mares. Aproveitaram o sucesso da marinha chinesa, com seus zilhões de juncos, para vender pastéis nas feiras e brinquedos de plásticos aos camelôs. Mas o interesse em dominar o mercado de quinquilharias era tão grande que esqueceram de falsificar outros barcos. Acabaram perdendo o posto de maior marinha da Terra, mas conseguiram o tão sonhado prêmio de maior camelódromo da Terra.

[editar] Domínio bárbaro

Os bárbaros não derrotaram os chineses, pois nunca houve uma batalha entre a China e os bárbaros. Os chineses estavam mais preocupados em falsificar aquele novo tênis da Nike e aquele novo CD da Shakira do que fortalecer a marinha. Assim, como não havia nenhuma outra marinha disponível no mundo (todas haviam sido derrotadas ou aposentadas), os bárbaros (godos e vândalos) conquistaram também o poder naval. No fim da Era Antiga da Humanidade, a dupla dinâmica Alarico & Gunderico conquistou pedaços que antes pertenciam ao Império Romano, tal como Espanha e Portugal. A força naval bárbara estava indo de vento em popa, mas eles tiveram o mesmo destino dos egípcios, e foram derrotados pela manguaça.

[editar] Grande salto da marinha

A batalha pela conquista do mar se espalhou por todo o mundo quando os povos descobriram que usar a marinha para atacar outras marinhas poderia ser divertido como uma competição na batalha naval. Assim, cada região tinha uma marinha dominante.

[editar] Os Vikings

Os grandes heróis do mar, com a Marinha mais poderosa de toda a Europa, conhecidos como vikings (Vi = mar, em noruegues arcaico, Kings = reis; Vikings = Reis do mar), não estavam interessados em conquistar a Europa. Usando frotas de Drakkars e chalupas, os vikings partiram para o extremo norte, lá onde o Sol não bate, gelado, para dominar o gelo. Para os vikings, bebedores oficiais de uísque, era mais interessante conquistar o gelo para o Uísque do que conquistar pedaço de terra que não tinha tanto valor assim. Erik, o Vermelho, com seu barco Hgyllkresger, com seus marinheiros vikings armados com lanças, arcos e flechas, alcançavam e alvejavam alvos (Aliteração viking) bem distantes. Por isso foi tão fácil conquistar a Groenlândia, já que o exército urso polar não contava com a astúcia do Erik, o Vermelhinho. Seu filho Leif era do bem e não usava armas. Foi o primeiro homem europeu a pisar em terreno americano.

[editar] Os Mongóis

Típicos conquistadores de terra, os mongóis possuiam, até então, a marinha mais forte de toda a Ásia. Porém não foi suficiente para derrotar os tsunamis e kamikazes japoneses. Kublai Khan, o responsável em tentar dominar o Japão, tomou 2 paus e teve que pedir pra sair.

[editar] Conquistadores na África

Os conquistadores da África foram os árabes, que cercaram todo o norte do continente. Por isso, hoje em dia, toda esta região fala árabe. Nesta época, a África não conhecia o poder da marinha.

[editar] Conquistadores na Europa

Os conquistadores da Europa também foram os árabes. Se aproveitaram da bebedeira dos dominadores da época, os bárbaros, e conquistaram facilmente o continente europeu. A marinha árabe não era tão poderosa, mas era o suficiente para meter bala nos godos e vândalos alcoolizados.

[editar] Conquistadores na Ásia

Por incrível que pareça, não foram os árabes. Eles estavam tão ocupados dominando outros continentes que esqueceram de dominar o próprio continente. Ficou fácil para os chineses (novamente), japoneses e indianos conquistarem os demais. Enquanto os chineses e japoneses ficavam se matando, os indianos puderam conquistar pedaços das regiões facilmente. Os indianos, em busca de mais especiarias, estavam procurando o caminho mais rápido para chegar às Índias, quando lembraram que já moravam nas Índias; esta falta de percepção fez com que outros países procurassem especiarias também, principalmente os europeus, o que motivou a incrível era das Grandes Navegações.

[editar] As Grandes Navegações

Caravela portuguesa (esquerda), Caravela britânica (direita)
Caravela portuguesa (esquerda), Caravela britânica (direita)
Motivados em descobrir outros continentes, cortar o planeta, provar que a Terra era redonda e buscar especiarias, os europeus lançaram-se ao mar. Mas este assunto não cabe aqui, porque não havia guerrinhas de barquinhos. Para saber mais sobre isto, leia Cristovão Colombo, Diogo Cão, Fernão de Magalhães, Vice da Gama, Henrique, o Navegador, Pedro Álvares Cabral, entre outros.

[editar] Marinha inglesa

Foi nesta época das grandes navegações que a poderosa Marinha Real Inglesa desabrocha e se torna a maior força marítima dos 7 mares (agora sim o sétimo mar havia sido descoberto). A frota inglesa contava com milhares de canoas motorizadas, centenas de caravelas bombardeadoras, dezenas de caravelas voadoras e 1 porta-aviões, que não servia para muita coisa já que os aviões ainda não haviam sido inventados por Alberto Santos-Dumont. Durante muito tempo, conquistou diversos territórios, venceu diversas batalhas e pescou muito peixe. Ela existe ainda hoje, mas não é mais a número 1 dos mares.

[editar] Marinha espanhola

Nesta época surgiu também a poderosa Marinha Real Espanhola, que conquistou, entre outras coisas, 90% da América Latina. Não era tão poderosa quanto a Marinha Real Inglesa, mas dava um certo trabalho aos ingleses. Sua frota era formada exclusivamente por caravelas, pilotadas por portugueses. A Marinha Real Portuguesa era um Navy Puppet da Marinha Real Espanhola e todas as caravelas portuguesas, que causavam queimaduras nos inimigos, eram pertence à Marinha da Espanha.

[editar] Marinha japonesa

A Marinha Imperial Japonesa, a marinha mais forte da Ásia, já havia dominado grandes pedaços do Sudeste Asiático e do Pacífico. Com frotas de navios kamikazes e bombardeiros de sushis e tofu, os japoneses rapidamente conquistaram os paisecos asiáticos, porém levou um pau dos navios blindados coreanos do almirante Yi Sun Shin.

[editar] Pirataria

A Marinha Pirata Mundial também tinha barcos poderosos. Ela tocou o terror pelo mundo todo durante 300 anos. Nem as marinhas da Inglaterra e Espanha juntas conseguiu impedir o avanço das frotas piratas. No início do século XIX, os piratas abandonaram a carreira de navegadores e se aliaram aos chineses na produção de produtos genéricos.

[editar] Batalhas navais na América Latrina

[editar] A Guerra do Paraguai

Ironicamente, as batalhas mais importantes da Guerra do Paraguai foram batalhas navais. Talvez achem irônico, já que Paraguai não tem saída para o mar. Porém foram nos rios Paraná, Uruguai e Paraguai onde aconteceu o choque das marinhas (na verdade o certo seria riorinhas). A batalha de Riachuelo foi fundamental para o fim da guerra, onde o Duque de Caxias conseguiu comprar três camisas e duas calças numa sensacional promoção por apenas 500 mil réis.

[editar] A Guerra do Pacífico

A Guerra do Pacífico foi a mais covarde batalha naval de todos os tempos, por ter acontecido entre um país com mar, o Chile, e um país sem mar, a Bolívia. Obviamente percebe-se quem foi o ganhador.

[editar] Marinha Contemporânea

Na metade do século XIX, os barcos de madeira e papel foram substituídos pelos poderosos navios de aço, com armas de pólvora. Vários conflitos aconteceram, e vários barcos foram afundados.

[editar] Batalha Japão X Rússia

A primeira grande batalha naval do século XX mostrou que a marinha russa era realmente um excelente saco de pancadas. Até então desconhecida do mundo, a Marinha Czarista Russa mostrou que deveria ter continuado desconhecida. Quando entraram na guerra contra a Marinha Imperial Japonesa, liderada pelo Almirante Togo, os russos achavam que enfrentaria barcos do tamanho do bilau japonês, mas caíram do cavalo, ou melhor, do navio. Com a mesma tecnologia usada pelos digivices, os navios japoneses afundaram todos os navios movidos a vodca da marinha da Rússia. Por causa desta derrota, os russos ficaram vermelhos de raiva e viraram comunistas.

[editar] Primeira Guerra Mundial

A grande batalha entre a veterana Marinha Real da Inglaterra contra a recente Marinha Germânica do recente estado da Alemanha. Enquanto as duas marinhas ficavam se matando, os repórteres preferiam anunciar o sorteio da Tele Sena. Um monte de navios foram afundados, mas ninguém estava dando importância. Resolveram cessar a guerra e deixaram para resolver isto na prorrogação, conhecida como Segunda Guerra Mundial.

[editar] Segunda Guerra Mundial

Alemães e ingleses voltaram a se atacar, mas desta vez eles eram coadjuvantes (mas na Primeira Guerra Mundial eles também não era grandes coisas). A verdadeira batalha naval ficou por conta da Marinha Imperial Japonesa e da Marinha dos Estados Unidos da América. A guerra teve início quando os kamikazes ficaram com vontade de explodir Pearl Harbor. Os Estados Unidos entraram na guerra e meteram chumbinho nos japoneses. Foi uma derrota desanimadora para os japoneses, que resolveram virar otakus. Já os americanos, dominaram o mundo.

[editar] Guerra das Malvinas

Na verdade, isto não foi uma guerra. Foi uma brincadeira de criança para os ingleses, afinal, eles iriam enfrentar a ..... Argentina. Na batalha, os encouraçados, destróiers, cruzadores, porta-aviões e tudo mais que a Inglaterra tinha enfrentou a poderosa frota de barcos de papel da Argentina. A resultado foi surpreendente. A Argentina resistiu mais de 1 hora de batalha. Mais detalhes da batalha no artigo Guerra das Malvinas.

[editar] Atualidade

Como a Marinha faz seus exercícios de guerra
Como a Marinha faz seus exercícios de guerra
Atualmente, a marinha só serve de enfeite para alguns países. Alguns países tentam até levar a sério, como o Brasil, mas não adianta muito levar a sério se não pode construir.

[editar] Organização

A Marinha, assim como as demais forças armadas, possui sua organização interna e externa, suas regras e deveres, o hino e outras coisas. Além disto, a Marinha tem seu próprio estilo para treinar as unidades.

[editar] Hierarquia

A hierarquia da Marinha possui as mesmas divisões do Exército e da Força Aérea, mudando apenas a patente, mas como todos usam a cor branca, fica difícil reconhecer cada um, apenas os soldados, das gravatinhas e chapéuzinho estranho, os capitães, com quepes brancos, e os almirantes, com os mesmos quepes brancos, porém mais velhos, trêmulos e caducos.

[editar] Patentes da Marinha

Popeye, por sua culpa centenas de milhares de garotos potencialmente produtivos para a sociedade entraram para a Marinha
Popeye, por sua culpa centenas de milhares de garotos potencialmente produtivos para a sociedade entraram para a Marinha
  • Marinheiro: É comparável ao soldado do Exército, ou seja, o zé-ninguém. A patente mais baixa da Marinha, que em épocas de guerra não pode usar barco, afinal, governo nenhum gastaria dinheiro com o marinheiro. O marinheiro precisa nadar até o navio inimigo e normalmente é comido por algum tubarão. Pode ser chamado também de marujo ou grumete. O marinheiro de primeira viagem é aquele que na primeira vez que anda de barco fica enjoado e vomita.
  • Cabo: O cabo é o marinheiro melhorado, mas ainda sim um ninguém perante aos demais. Ele já pode usar uma canoa para atacar o inimigo. Recebe este nome por servir como suporte dos quepes dos almirantes.
  • Sargento: O chefe dos marinheiros. Acha que é importante, mas no fundo é mais um ninguém na Marinha. Ele pode usar um barco a vela para atacar os inimigos, mas normalmente o sargento prefere mandar os soldados fazer estes serviços.
  • Tenente: O meio-termo da Marinha. O tenente pode ser um guarda-marinha (ou seja, um ninguém melhorado) ou alguém importante na Marinha. A primeira opção é a mais encontrada, sendo a segunda raramente encontrada.
  • Capitão: O quase-almirante. Como na Marinha não existe majores ou coronéis, o capitão se torna alguém importante, ao contrário do Exército e Força Aérea, onde ele é apenas mais um. Ainda não é um almirante, mas já é alguma coisa.
  • Almirante: A classe mais alta da Marinha. O almirante manda em todos. Somente quando a pessoa chega aos 69 anos consegue ser almirante, por isto os almirantes nos filmes são sempre caquéticos.

[editar] Regras

As regras da Marinha são mais rígidas que as do Exército, mas praticamente são aplicadas apenas ao mar. Fuzileiros navais seguem as mesmas regras do exército, já o treinamento dos marinheiros é árduo e molhado.

[editar] Principais regras para marinheiros

  • O marinheiro deve sempre usar o seu colete salva-vida e carregar consigo uma bússola, uma vara de pesca e minhocas.
  • O marinheiro deve gostar de peixes e frutos-do-mar (Afinal, é somente isto que ele comerá durante anos).
  • O marinheiro deve saber nadar (Isto é um pouco óbvio).
  • O marinheiro deve assistir Bob Esponja e Popeye sempre que possível.
  • O marinheiro deve saber 30 tipos diferentes de nós (Jamais descobriram o porquê disto).
  • O marinheiro deve torcer para o Clube Náutico Capibaribe, para o Clube de Regatas Vasco da Gama ou para o Corinthians.
  • O marinheiro deve saber tocar corneta.
  • O marinheiro deve ser fã do Aquaman e do Namor.
  • O marinheiro deve se vestir de branco sempre. Sempre!
  • O marinheiro deve saber pescar.

[editar] Treinamento

Mesmo passado cinco séculos depois de Fernão de Magalhães, este é o terror secreto de todo marinheiro
Mesmo passado cinco séculos depois de Fernão de Magalhães, este é o terror secreto de todo marinheiro
O treinamento da Marinha consiste em horas de natação, treinamento com varas de pescar, aulas de corneta, mais natação, aprendizado de nós, mais natação, treinamento de saltos, mergulhos e polo aquático, mais natação, aulas de biologia marinha, aprendizado de formas de natação (cachorrinho, borboleta, boi e arraia), treinamento de apnéia, mais natação e culinária de frutos-do-mar. Depois de todo o treinamento, o marinheiro pode finalmente descansar, na água, claro.

[editar] Treinamento de nós

Na Marinha, grande parte do treinamento dos marinheiros é feito em cima de nós (nós de marinheiro, sem trocadilho ou duplo-sentido, por favor). O marinheiro treina durante horas os vários nós, para no futuro trabalhar como amarrador de sapatos. Alguns nós importantes, como os nós cegos, os nós de cabeleireiro, os nós de laçar boi, os nós moscadas e o nós de cola são os mais treinados pelo marinheiros.

[editar] Natação e mergulho

O marinheiro fica nadando durante 8 horas por dia.

E o que este marinheiro faz aqui, senhor Almirante?
Capitão perguntando para almirante sobre o marinheiro Zé
Ele? Nada!
Almirante respondendo a pergunta do capitão, com um certo trocadilho

A vida de marinheiro raso é molhada. Além das 8 horas de natação, o marinheiro ainda precisa aprender algumas formas de natação, aprender a sar mergulhos, treinar a apnéia (prender a respiração embaixo da água para quando der enchente poder aguentar mais alguns minutos antes de morrer), fazer bolhinhas debaixo da água e fazer nós, debaixo da água. Além disso, o marinheiro precisa ver alguns filmes de ação marítima, como Titanic e Pescando Confusão. É tanta água que o marinheiro chega a vomitar quando bebe este líquido, de tão enjoado que fica.

[editar] Hino

O principal hino da Marinha tem como personagem principal um animal de lagos, e não dos mares:

Qual cisne branco que em noite de Lua
Vai deslizando num lago azul...

O hino da Marinha modificado tem como personagem principal o bacalhau:

Qual bacalhau que em noite de Lua
Vai navegando num mar azul...

Um novo hino pode ser oficializado ainda este ano:

Lá vai o meu amor, lá vai meu amorzinho
Lá vai o meu amor, lá vai meu amorzinho
Remando, remando... Remando no barquinho...
Remando, remando... Remando no barquinho...

[editar] Letra e música

Música, no site da Marinha do Brasil

[editar] Unidades

As principais unidades da Marinha, as mais conhecidas, as mais úteis ou as mais inúteis, além dos equipamentos utilizados freqüentemente pelos marinheiros de plantão e jogadores de War.

[editar] Veículos marinhos

Os veículos da Marinha, encontrados na batalha naval, são os navios, barcos e submarinos. Aviões e helicópteros fazem parte dos veículos aéreos que só estão na Marinha para preencher um buraco ou outro.

[editar] Porta-aviões

O maior veículo naval, inventado por um piloto de caça que queria entrar na Marinha, mas não tinha as qualidades necessárias para isto (Ele não sabia nadar nem fazer nós). Assim, ele inventou uma plataforma móvel para guardar seu aviãozinho e levá-lo até o local da guerra. É também a unidade com mais espaço no jogo de batalha naval. O porta-aviões pode ser uma unidade poderosa se estiver guardando vários aviões. Alguns porta-aviões podem suportar até 42 aviões, praticamente um aeroporto-hangar móvel. Para unidades suicidas, como terroristas e kamikazes, o porta-aviões é bastante útil. Se o porta-aviões não estiver com nenhum avião em sua superfície, ele é praticamente inútil em uma guerra, sendo alvo fácil de canoas, caiaques e mergulhadores-bomba.

[editar] Cruzador

Um dos maiores navios da Marinha, também conhecidos como Os Seguranças da Marinha. Robustos e poderosos, mas com ataques lentos, servindo apenas para proteger o porta-aviões dos ataques dos mergulhadores assassinos. Depois dos encouraçados, os cruzadores são os maiores navios de guerra, portanto, os segundo mais lentos da frota. Deverá ser substituído por navios pequenos, rápidos e mais poderosos.

[editar] Fragata

Um navio que pode ter vários tamanhos, muito usado pela Marinha do Brasil. Serve para proteger os cruzadores (que por sua vez, servem para proteger os porta-aviões) do ataque dos mergulhadores terroristas. Navio especialista em destruir aviões inimigos e lançar torpedos nos navios inimigos.

[editar] Corveta

Um navio de pequeno tamanho, especialista em destruir os submarinos. Serve para fazer a segurança da fragata, que faz a segurança do cruzador, que faz a segurança do porta-aviões, que atira aviõzinhos nos postos inimigos.

[editar] Torpedeiro

Um navio pequeno, especial para atirar torpedos nos inimigos, rápidos, ótimo para destruir porta-aviões e cruzadores. É altamente frágil e presa fácil para os aviões inimigos. Há um tipo de navio, o destróier, que além de lançar torpedos, também atiram nos aviões inimigos, assim fica um pouco mais difícil de ser destruído, que basicamente, é um torpedeiro com umas arminhas a mais.

[editar] Destróier

Um navio pequeno e rápido, que nada mais é do que um torpedeiro menos fraco. O destróier serve para fazer a segurança da coverta, que faz a segurança da fragata, que faz a segurança do cruzador, que faz a segurança do porta-aviões, que atira aviõzinhos nos postos inimigos.

[editar] Encouraçado

Era o navio mais poderoso das Marinhas do mundo e também era o navio mais frágil. Comparável a uma grande base marinha, o encouraçado era um navio colossal, super-poderoso, capaz de destruir qualquer coisa pela frente, mas alvo fácil de mergulhadores assassinos e terroristas tarados que atacavam por trás. Por ser um alvo fácil, o encouraçado foi logo substituído pelo cruzador, que tem as mesmas características do encouraçado (forte, lento, fácil de ser abatido e caro), que deverá ser substituído por outro navio lento e frágil no futuro.

[editar] Submarino

Uma espécie de pepino metálico, armado com lança-torpedos. Um veículo chato de ser combatido, pois fica atacando debaixo d'água. Porém, apesar da dificuldade em ser localizado, um único tiro pode fazer um submarino voar pelos ares. Atualmente já existem radares especiais para a localização de submarinos, que se assemelha com um jogo de campo minado. Acoplado às corvetas, o capitão vai chutando as coordenadas, até acertar o infeliz. A cada 1000 tiros, o capitão da corveta acerta 1 submarino inimigos, 17 tubarões, 6 surfistas, 3 mergulhadores inimigos, 17 mergulhadores aliados, 69 mergulhadores da própria tropa e 4 sereias.

[editar] Unidades humanas

[editar] Fuzileiros navais

A principal unidade humana da Marinha é também a unidade menos marinha da Marinha. Os fuzileiros navais são soldados comuns, com um treinamento duro, que conhecem o poder da luta corpo-a-corpo, que se utilizam de rifles, facas especiais, mas que possuem um medo desgraçado de água. Combatem em terra, mas andam de barco. Esta unidade é tão terrestre que nos Estados Unidos da América, apesar do nome, eles não fazem parte da Marinha, mas também não fazem parte do Exército. Os fuzileiros navais estadunidenses são integrantes de uma força própria. No Brasil, os fuzileiros navais fazem o trabalho dos soldados em locais alagados, como o Pantanal, além de resgatar gatos em árvores.

[editar] Mergulhadores

Fazem a mesma coisa que os submarinos, ou seja, atacam covardemente um navio por baixo. Eles se aproveitam da nobreza dos navios, e atiram nos tanques dos navios pequenos, que fazem a proteção dos navios grandes, que fazem a proteção dos porta-aviões. Os mergulhadores atacam em grupo e normalmente são difíceis de ser localizados quando estão sob a água, mas podem ser comidos por tubarões.

[editar] Pilotos

Apenas pilotos comuns de caças que trabalham para a Marinha. Em guerra, eles ficam esperando nos porta-aviões até a hora de serem atingidos por mísseis anti-aéreos das fragatas. Como este não é o artigo da Aeronáutica, nenhuma informação aqui sobre pilotos e aviões será válida para seus trabalhos escolares.

[editar] Homens-torpedos

A unidade dos homens-torpedos conta com homens preparados para se matarem em caso de guerra. Eles entram na água com a cueca cheia de bombas e se explodem perto de um navio. Em 99% dos casos, eles erram o alvo.

[editar] Equipamentos e armas

[editar] Torpedo

Conhecido também como SMS (Submarine Strike), o torpedo é um míssil usado para explodir os navios. Um simples torpedo pode fazer um porta-aviões virar fumaça em poucos segundos. Teria sido um torpedo o causador do acidente do navio Titanic, que deveria ter alcançado um outro alvo, mas acabou acertando o navio comercial ao invés do navio de guerra. O governo americano, para camuflar o erro matemático, colocou a culpa em um iceberg e tudo ficou bem.

[editar] Mina naval

É aquela bola espinhenta que pode ser vista em desenhos animados. Uma grande bolota explosiva, que possui a mesma função da mina terrestre - ficar parada esperando algum navio atingir. É a maior causa de acidentes com navios pescadores. Pode ser confundida com um ouriço-do-mar obeso, por isto é muito perigosa.

[editar] Arpão

Usado pelos fuzileiros navais para acertar os mergulhadores. Bastante útil na pesca de mergulhadores inimigos.

[editar] Bússola

Aparelho usado pelos capitães e almirantes para não se perderem e errar o percurso. Falha em 100% dos casos. Foi substituída pelo radar.

[editar] Radar

Aparelho usado pelos capitães e almirantes para não se perderem e para a localização dos veículos inimigos. Costuma falhar em 120% dos casos e deverá ser substituído pela bússola em breve.

[editar] Armas aéreas

Aviões, helicópteros e torpedos voadores, mas este não é o artigo da Força Aérea.

[editar] Missões

A Marinha de todos os países, além de batalhar e proteger o país, também possui algumas outras tarefas, afinal, nem só de guerra vive um país, como exceção os Estados Unidos da América.

[editar] Missões de combate

A tarefa usual da Marinha. Enquanto não está em combate, a Marinha faz a guarda marítima dos países, ou a guarda lagoítima, se for o caso. Em uma guerra, conflito, batalha ou qualquer outra coisa, que na prática é a mesma coisa, mas que na teoria é diferente (ou seria o contrário?), a Marinha é acionada para fazer a ronda marítima. Se o país inimigo fizer fronteira e não possuir um litoral, então a Marinha não tem lá muita utilidade. Exemplo: Se o Paraguai atacar o Brasil, a Marinha, nesse caso, ficará boiando.

Se o país inimigo não fizer fronteira, mas estiver em outro continente, a Marinha é acionada para ser encaminhada ao continente onde o país inimigo se localiza. O porta-aviões vai carregando os aviõzinhos e o resto dos navios faz a escolta. Exemplo: Se a Rússia declarar guerra ao Brasil, em primeiro lugar a gente estaria ferrado, depois a Marinha do Brasil seria acionada para a missão suicida de atacar os milhares de navios russos. Mas também poderia ser acionada para fazer a proteção e esperar a frota russa com seus milhares de navios atacar nosso litoral. Mas isto é só uma suposição e nós não seremos atacados, ainda.

Caso o país inimigo faça fronteira e tenha um litoral, a Marinha pode ser acionada para fazer a proteção do litoral enquando o Exército e a Força Aérea fazem o ataque. Exemplo: Se o Uruguai resolver, por algum motivo misterioso (provavelmente futebolístico, afinal, o Uruguai não tem mais nada que sirva como motivo de guerra), resolver atacar o Brasil, a Marinha é acionada para fazer a proteção do litoral-sul enquanto o Exército e a Força Aérea atacam o Uruguai.

[editar] Missões de policiamento

A tarefa básica da Marinha, quando o país não está perto de uma guerra. A Marinha faz a ronda pelo litoral, pelo alto-mar e nas proximidades das fronteiras marinhas com algum outro país. A Marinha fica rodando pra lá e pra cá, esperando alguém atacar. Uma missão entediante esta.

Em países que não possuem uma guarda costeira, como o Brasil, a Marinha faz o serviço de policiamento dos pescadores, barcos e navios cargueiros, iates do governo, barcos e navios de transporte, sereias perdidas, surfistas chapados, baleias encalhadas e outras coisas marinhas. Também faz o serviço da polícia marítima, prendendo traficantes de pérolas, jet-ski-boys que ultrapassam o sinal vermelho, motoristas de lancha embriagados e outros infratores.

[editar] Missões de resgate e salvamento

Quando alguém se perde próximo ao litoral, a Marinha é acionada para tentar localizar a pessoa. Em acidentes com aviões que acontecem próximo ao litoral, a Marinha faz a patrulha no Oceano, para tentar localizar as vítimas. Padres que se arriscam a voar com bexigas, por exemplo, são pessoas que podem se perder também, e quando isto acontece, a Marinha faz as buscas pelo indíviduo maluco.

Em acidentes com navios e barcos, a Marinha é acionada para fazer o resgate e salvamento das vítimas. Em acidentes com lanchas em alto-mar, a Marinha é acionada para resgatar as vítimas (fazendo o serviço do Corpo de Bombeiros Navais) e multar os culpados (fazendo o serviço da Polícia Marítima). Em acidentes com baleias, a Marinha é acionada para fazer o resgate das baleias acidentadas e multar a baleia que andou bebendo demais. Baleias encalhadas também são um caso para a Marinha.

[editar] Marinha pelo mundo

Todos os países com litoral possuem uma Marinha, algumas servem apenas para a defesa, outras poderão atacar algum dia e outras são apenas mercantes. A Marinha também está presente em países que não possuem litoral, ficando estabelecida em lagos, rios ou pântanos. Em países que não possuem rios, lagos, cachoeiras, poças d'água nem nada, a Marinha pode ficar em piscinas. Alguns países sem vista para o mar preferem não gastar dinheiro com Marinha, arrumando melhor o exército e a aeronáutica.

[editar] Marinha do Brasil

A Marinha do Brasil serve como enfeite, apesar de ser a Marinha mais poderosa da América do Sul (Grande trunfo). Possui alguns navios grandes, alguns pequenos, uns submarinos, suficiente para assustar o Uruguai. É uma das poucas Marinha do mundo que possuem a tecnologia para conserto de submarinos (mesmo tendo uma frota de 2 submarinos e meio) e que usam helicópteros de ataque (que servem, atualmente, para localizar padres voadores). A Marinha do Brasil possui uma contigente de fuzileiros navais obesos que fazem treinamento no Pantanal,junto aos jacarés, varrem muito chão, limpam privadas e bosta dos cães de "guerra" e depois de dispensados viram mão-de-obra qualificada para o tráfico de drogas e teêm como patrono o almirante Tamandaré.

[editar] Marinha dos Estados Unidos

Considerada a Marinha mais poderosa, junto com a Marinha da Rússia, a Marinha da Inglaterra e a Marinha da França, a Marinha dos Estados Unidos da América é considerada nova ainda, mas teve a sorte de estar entre as primeiras, atualmente, aproveitando o fato que a Marinha dos outros países foram repelidas. Conta, atualmente, com um monte de porta-aviões, bastante submarinos e outros veículos, inclusive alguns veículos anfíbios. A tropa dos Marines (fuzileiros navais dos Estados Unidos) é bastante treinada. O patrono da Marinha estadunidense é John Paul Jones (antes de ser o baixista do Led Zeppelin, ele era um comandante).

[editar] Marinha da Bolívia

Digamos que a marinha boliviana teve de aprender a se adaptar...
Digamos que a marinha boliviana teve de aprender a se adaptar...
Depois de ter sido derrotada na Guerra do Pacífico, a gloriosa Marinha da Bolívia hoje está restrita ao Lago Titicaca. A vida da marinha boliviana é bem tranqüila, por mais estranho que possa parecer, porque como o Lago Titicaca é totalmente cercado de Bolívia, a Bolívia nunca invadirá a Bolívia, o que faz a vida da armada boliviana extrememente recompensadora.

[editar] Marinha da Alemanha

Depois que saiu derrotada da Segunda Guerra Mundial, a Alemanha assinou um acordo de Arma Zero, impedindo-a de ter forças armadas, portanto, a Marinha da Alemanha, hoje em dia, serve apenas para proteger o litoral. Possui uns barquinhos armados, mas nada muito ofensivo. O patrono da Marinha da Alemanha é o almirante Alfred von Tirpitz, que foi homenageado na Segunda Guerra Mundial com um encouraçado com seu nome, que foi destruído rapidamente. Ele teria adorado esta homenagem.

[editar] Marinha do Japão

Depois que saiu derrotado da Segunda Guerra Mundial, o Japão assinou um acordo de Arma Zero, impedindo-o de ter forças armadas, portanto, a Marinha do Japão, hoje em dia, serve apenas para proteger o litoral. Possui uns barquinhos armados, mas nada muito ofensivo (notou a semelhança deste texto com o texto acima?). O patrono da Marinha do Japão é o Almirante Togo, que disputou a Copa do Mundo de 2006, mas saiu derrotado, eliminado logo na primeira fase.

[editar] Marinha da Itália

Depois que pediram pra sair da Segunda Guerra Mundial, os italianos assinaram um acordo de Arma Zero (um pouco menos restritivo que o da Alemanha e Japão), impedindo-os de terem forças armadas, portanto, a Marinha da Itália, hoje em dia, serve apenas para proteger o litoral. Possui uns barquinhos armados, mas nada muito ofensivo. O patrono da Marinha da Itália é Marco Polo, e ninguém entendeu o porquê da Itália colocar um navegador como patrono, e a padroeira da Marinha da Itália é a Santa Bárbara.

[editar] Marinha do Canadá

A Marinha do Canadá é uma marionete da Marinha dos Estados Unidos da América e da Marinha do Reino Unido. Toda a Marinha canadense são pertence à Marinha dos EUA e da Inglaterra. Tem como patrono o almirante Kingsmill, que era uma espécie de marionete da Marinha Real Inglesa.

[editar] Marinha da Espanha

A Marinha da Espanha já foi a Marinha mais poderosa de todo o Universo, superando inclusive a Marinha de Naboo, mas hoje não pode nem ser chamada de Marinha. Os conservadores espanhóis usam, ainda hoje, caravelas e catamarãs, por isso a Marinha da Espanha não pode nem pensar em entrar em guerra com a França, caso contrário seriam reduzidos a paella. O patrono da Espanha não é o, e sim a. Nossa Senhora do Carmo é a padroeira, madrinha, protetora, defensora e salvadora da Marinha da Espanha. A Espanha poderia ter colocado um almirante como vice-patrono, mas a Espanha nunca teve um grande navegador ou almirante. Todos os almirantes e navegadores que trabalhavam pela Espanha eram portugueses ou italianos.

[editar] Marinha da Argentina

Em poucos anos de história, a Marinha da Argentina já perdeu tantas batalhas quanto a Marinha Chinesa, que tem milhares de anos. A Marinha argentina pode se orgulhar de ter sido uma das Marinhas mais derrotadas que já foram criadas. A Marinha da Argentina é tão inútil que seu patrono, William Brown, nem argentino é. William Brown nasceu na Irlanda, mas sabia que na Argentina ele poderia sair como herói, mesmo sem fazer grandes coisas.

[editar] Marinha do México

A Marinha Mexicana é quase tão importante quanto a Marinha do Uzbequistão. A Marinha do México pode se orgulhar de ter derrotado a Marinha da Espanha, formada por caravelas. O patrono da Marinha do México é o comandante Pedro Sainz de Baranda, um grande herói mexicano, que expulsou os espanhóis de sua terra, na base da pedrada.

[editar] Marinha de Portugal, ora pois

A Marinha de Portugal tem lugar em destaque no Hall da Fama das Marinhas, mas em batalhas a Marinha de Portugal é quase tão poderosa quanto a Marinha do Liechtenstein. Especialista em navegações, os portugueses criavam barcos exclusivamente para cruzar os oceanos, mas nunca se preocuparam com guerras. A preocupação em guerra naval de Portugal é tanta que o patrono nomeado foi Henrique, o Navegador, que nunca deve ter visto uma arma em toda a sua vida.

[editar] Marinha da Inglaterra

Já foi a Marinha mais poderosa (faz muito tempo, muito mesmo), mas hoje divide o topo com outras marinhas. A Marinha da Inglaterra, desde o início de sua criação, sempre esteve no topo do Ranking Oficial do Poderio Naval. A Marinha Imperial, apelido da Marinha da Inglaterra, teve seus altos e baixos durante centena de anos, e sempre ameaçou entrar em aposentadoria, mas nunca conseguiu. Normalmente, a Marinha da Inglaterra é sempre a vice-líder em poder. Na época das Grandes Navegações era a mais poderosa... depois da Marinha da Espanha. Na Primeira Guerra Mundial era a mais poderosa... depois da Marinha da Alemanha. Na Segunda Guerra Mundial era a mais poderosa... depois da Marinha do Japão. Atualmente é a mais poderosa... depois da Marinha dos Estados Unidos. Disputa atualmente com a França a vice-liderança. O patrono da Marinha da Inglaterra é Robert Blake, que é o maior herói naval inglês... depois do Almirante Nelson. Até nisto a Marinha da Inglaterra tem um vice. Compete com Vasco da Gama (o time, não o navegador) o título de Grande Colecionador de Vice, e, provavelmente, terminará na vice-liderança.

[editar] Marinha da França

Hoje é uma das mais fortes (pois todas as outras foram destruídas no século XX), mas antes dos anos de guerra, a Marinha da França sempre foi a derrotada ou a invisível. Nunca teve um grande participação na história naval. Nunca teve um grande herói e nunca esteve em uma grande guerra. Nem na época de Napoleão a França teve uma Marinha considerável. A Marinha da França não tem um patrono, porque nunca teve um grande herói, nunca teve um grande navegador e nem teve um grande pescador. Atualmente, o poder da Marinha da França é grande, na teoria, porque ao entrar em uma guerra, os franceses logo correm, principalmente se o inimigo for inglês ou alemão.

[editar] Marinha da China

No passado bem passado, a Marinha da China era a mais poderosa, pois tinha bilhões de capitães ao seu dispor, mas atualmente, depois que os chineses descobriram a falsificação, nem a Marinha foi perdoada. Vários navios saiam de fábrica com peças genéricas, e muitos quebravam antes de sair do cais. Assim, apesar da enorme quantidade de unidades, a Marinha da China não consegue nem fazer cócegas na Marinha da Coréia do Norte. O patrono da Marinha da China é o almirante Zheng He, conhecido no Ocidente como O Primeiro Pirata Pirateador da História.

[editar] Marinha das Coréias

A Coréia do Sul conta com uma Marinha razoável, que pode fazer um pequeno estrago em alguns países. Eles precisam urgente criar armas para a proteção contra os coreanos do Norte. A Coréia do Norte gasta 99,99% do seu PIB em armas, portanto, a Marinha da Coréia do Norte é incrivelmente poderosa e pode causar um grande estrago na Coréia do Sul. O patrono da Marinha da Coréia do Sul é o herói nacional Yi Sun Shin. Por ele ter nascido na Coréia do Sul, os norte-coreanos detestam ele e preferiam que o Japão conquistasse a Coréia ao invés da vitória do almirante Yi Sun Shin. O patrono da Marinha da Coréia do Norte é o 3 vezes adorado presidente Kim Jong Il.

[editar] Marinha da Rússia

A Marinha da Rússia pode ser considerada a Portuguesa do mundo militar. Nunca fez mal pra ninguém. Perdeu várias guerras importantes do cenário mundial, tal como a Guerra da Criméia, a Guerra contra o Japão, a Guerra contra a Alemanha, a Guerra contra o Império Otomano, a Guerra contra os Vikings, a Guerra contra os Mongóis... Se for listar todas as guerras que a Marinha Russa perdeu, não sobrar mais nenhum espaço no servidor da Desciclopédia para outros artigos. Atualmente, a Marinha Russa é bem poderosa, mas se for atacada pela Marinha do Turcomenistão, por exemplo, é bem capaz de perder também. Seu patrono é o derrotado almirante Pavel Nakhimov, que perdeu várias batalhas contra os otomanos na Guerra da Criméia.

A marinha rusa é reconhecida pelos seus poderosos submarinos atômicos que afundam em intervalos de 5 em 5 anos, além da especialidade de vigília do Oceano Ártico, o mais sem importância dentre os oceanos.

[editar] Ver também