Mark van Bommel

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Keane-Haaland.jpg CUIDADO! Mark van Bommel É UM JOGADOR AGRESSIVO


E arruma briga todo jogo!

Veja outros Cavalos jogadores desse mesmo feitio aqui.

PokeRyu.PNG Este artigo é sobre um(a) lutador(a)!
Se você ofender este fodão estragando este artigo, ele te enche de porrada!
Knux Smash.jpg
Mark van Bommel
Tesouralateralcarpada.jpg
Puyol agredindo claramente van Bommel, prejudicando a execução da tesoura lateral carpada dele
Apelidos Caçador de Canela, Carniceiro do Meio-Campo
Nacionalidade Bandeira dos Países Baixos Países Baixos
Posição Volante truculento, Açougueiro
Quebrou um monte
Clubes Fortuna Sittard, PSV, Barcelona, Bayern de Munique, Milan
Estilo de Jogo Não jogar, bater
Gols van Bommel não sabe o que significa isso. Ele só compreende os comandos "BATER" e "MARCAR"
Prêmios "Carniceiro do Ano", por 12 temporadas seguidas
Vícios Matar os adversários


Cquote1.png Ainda bem que nunca lutei contra ele, senão eu tava fudido Cquote2.png
Conor McGregor
Cquote1.png Fair play? Não conheço, mas já devo ter dado um carrinho nele Cquote2.png
van Bommel

Mark van Bommel é um lutador de UFC aposentado que os treinadores de futebol botavam pra ficar parado no meio do campo, defendendo território como um cachorro com raiva.

Era o preferido de 10 em 10 técnicos ultrapassados, por fazer com excelência tudo que um 1° volante deve fazer, ou seja, marcar, bater e intimidar adversários e juízes.

Em sua carteira de trabalho dizia que ele era futebolista, mas isso ele com certeza nunca foi, sua profissão consistia em quebrar a perna de qualquer um que cruzasse seu caminho, até mesmo a de seus companheiros de equipe durante os treinos.

Nos raros momentos em que não tava batendo, van Bommel estava fazendo cera, parando o jogo para descansar a perna, e assim poder voltar a bater quando a bola rolasse novamente.

Carreira[editar]

Fortuna Sittard

Engana-se quem pensa que van Bommel sempre foi o cavalo brucutu quebrador de pernas que foi em toda a sua carreira, na verdade na infância ele era bem calmo, ainda não dava coice. Ele apenas foi mudar de comportamento nas categorias de base do Fortuna Sittard, uma equipe de várzea bem bosta lá da Holanda que disputa as partidas valendo uma coca-cola. Não podendo deixar escapar a premiação, foi neste período que van Bommel virou aquele que todos conhecemos, que deixa a bola passar, mas o adversário não, e que entra em todas as divididas com a sola lá no alto.

Percebendo a disposição daquele jovem que em apenas dois meses tinha enchido os departamentos médicos de todas as equipes, inclusive a própria, por não amaciar nem nos treinos, os olheiros do PSV Eindhoven recomendaram o jovem cavalo para a diretoria da equipe, afirmando que ele era aquele jogador que, mesmo sendo nulo nas partidas por não possuir habilidade alguma com a bola, poderia ajudar nas brigas nas partidas contra o Ajax. Vendo esta oportunidade, o presidente do PSV formalizou a contratação de van Bommel, oferecendo para ele o sangue de doze virgens e sete corpos de moleques da geração ~meu barça~, oferta esta que foi aceita imediatamente.

PSV

Ao chegar no PSV, van Bommel não ficou muito feliz com o que viu, a volância da equipe era composta por frouxos que passavam partidas inteiras sem dar nenhum pontapé desleal nos adversários, algo que ele jamais compreendeu. Para dar um novo gás no meio-campo da equipe, o holandês intimou o treinador a botá-lo como titular, jurando que sua equipe não mais levaria gols com ele em campo. A estrategia é simples, van Bommel daria no meio de todos os adversários, pois jogadores sem pernas não podem fazer gols.

Após um período de terror, cometendo alguns genocídios pessoais nas partidas que participava, van Bommel virou titular absoluto e capitão da sua equipe, o único que nunca era substituído, pois o treinador tinha medo de levar um carrinho lateral de duas pernas. Esta disposição como carniceiro despertou o interesse de algumas equipes internacionais, que estavam precisando de um carrasco para botar no meio-campo e botar medo nos adversários. E assim, após várias ofertas, o Barcelona levou o matador que não é atacante, e van Bommel estava pronto para iniciar um período de trevas na Espanha.

Barcelona

Apesar de chegar em um dos considerados melhores times do mundo na época e de ganhar mais em um mês do que você vai ganhar na vida inteira, van Bommel não estava muito feliz de fazer parte de um time de moleques, que preferem ficar tocando e tabelando como os negros maravilhosos do Luís Roberto ao invés de jogar futebol de verdade. Por não concordar com esse estilo de jogo infantil, van Bommel foi ficando insatisfeito, e assistia com indignação aquele jogo enfadonho do ~meu barça~ do banco de reservas. Nas vezes em que entrava, era pra fazer uma cera da porra, arte na qual se especializou e usou até o fim da carreira, tornando-se mestre nisso.

Notando que o carniceiro holandês não estava sendo bem aproveitado nessa equipe firulenta, os dirigentes do Bayern de Munique, que sempre admiraram volantes truculentos que trancam o jogo, fizeram uma proposta para contar com o maior carniceiro de todos os tempos em seu plantel na temporada 2006-2007. E o Barcelona, que prefere futebol com criancisses, não se opôs a isso, vendendo seu principal jogador, indo ladeira abaixo após isso.

Bayern de Munique

van Bommel no Bayern, se preparando para a lut... partida.

No Bayern, van Bommel finalmente encontrou seu clube perfeito, um lugar pra ficar quase a carreira inteira feliz. Num time que jogava e até hoje joga com 11 volantes de marcação, 3 de origem e 8 não assumidos, numa formação onde até o goleiro marca, van Bommel tinha liberdade pra liderar aquele esquadrão de volantes no Campeonato Alemão, o mais retrancado do mundo. Assim, cometendo 2 genocídios por semana e sempre saindo limpo, van Bommel pegou a camisa 5 e a faixa de capitão da equipe alemã, e conduziu o clube a vários títulos importantes.

Teoricamente, sua função seria a de 2° volante, a de organizar o jogo. Mas na prática, ele jogava como sempre jogou, de 1° volante recuado pra caralho, quase como um 3° zagueiro-zagueiro mesmo, batendo em qualquer um que chegasse perto demais da grande área. As partidas eram quase que uma luta de UFC, só que com porrada de verdade e sangue não forjado.

van Bommel demonstrando seu fair play, coçando as costas de um colega de profissão.

Após milhares de temporadas no Bayern, van Bommel recebeu uma proposta do Milan, que precisava de assassinos urgentemente pra proteger o meio-campo e o nome do testa, Berlusconi. Seduzido pela fama do futebol italiano, que ganhou até Copa do Mundo com 11 marcadores e que idolatrava o maior animal de todos os tempos, Marco Materazzi, van Bommel não hesitou, e foi para a equipe milanesa por empréstimo, ajudar os volantes que tavam lá a marcar de verdade.

Milan

Já sendo um ex-jogador em atividade e usando uma bengala pra andar e pra bater nos adversários, van Bommel foi fazer uma figuração na volância do Milan, apenas passando seus conhecimentos porradeiros para os mais jovens. Assim, com os volantes batendo e deixando o futebol de verdade pra Kaká e Ronaldinho Gaúcho, van Bommel assistiu o clube ganhar a Serie A de 2010-11.

PSV, de novo

... e Robinho nunca mais foi visto.

van Bommel encerrou a carreira no PSV, uma carreira que se encerrou do mesmo jeito que começou, com ele sendo expulso por uma entrada desleal em um pobre coitado que até hoje tá na cadeira de rodas. Bravo!

Seleção Holandesa

van Bommel jogou na Copa do Mundo de 2010, atuando em todas as partidas como titular, ao lado de seu melhor aprendiz e companheiro de genocídios, de Jong. Ele estava presente no jogo que eliminou o Brasil, e se assustou com o nível de agressividade e violência de Felipe Melo, que pisa nos adversários na cara dura mesmo. van Bommel sempre fez isso, mas sempre discretamente.

Ele e sua seleção chegaram na final, mas mesmo os carrinhos não foram o bastante pra eliminar o karma de vice da Holanda.