Mary Shelley

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Lord Göthar Tenebrian
.

Vamos desejar e admirar o Profeta Tenebrian!

Cquote1.png Louvem-me, aceitem o Goticismo!!! Cquote2.png

Night creature.JPG Mary Shelley surgiu das trevas!!

E adora assustar criancinhas!

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Quadro de Mary na terceira idade, pintado por Conde Drácula.

Cquote1.png Você quis dizer: Rainha Akasha Cquote2.png
Google sobre Mary Shelley
Cquote1.png Minha primeira e única paixão. Cquote2.png
Lord Byron sobre Mary Shelley
Cquote1.png Todas as noites tenho pesadelos sonho com ela... Cquote2.png
Gótico sobre Mary Shelley
Cquote1.png Apesar de ter criado um de meus maiores concorrentes, ela é digna de meu respeito. Cquote2.png
Conde Drácula sobre Mary Shelley
Cquote1.png ESTÁ VIVO! Cquote2.png
Mary Shelley sobre sua criatura

Mary Shelley pegando um ar de manhã cedo, aproveitando que o Sol não está presente para queimar seus olhos.

Mary Wollstonecraftenstein Shelley, conhecida também como Mary das Trevas, Mrs. Dark ou Lady Byron, foi a primeira mulher gótica da história a pôr seus pé na Terra, sendo considerada hoje uma divindade pelos góticos. Nascida na Inglaterra, vizinha de Sherlock Holmes e de Agatha Christie, Mary era filha de um desempregado que achava que era filósofo chamado William Godwin e de uma feiticeira também chamada de Mary. Casou-se com um pseudo-poeta conhecido como Percy Jackson Percy Banshee Chile, com quem teve inúmeros vampirinhos, fantasminhas, lobisomenzinhos e zumbizinhos que eram referidos pelo casal como "filhos". Jamais chegou a conhecer sua mãe, Mary Wollstonecraft, uma das primeiras mulheres da história a meter porrada nos homens, carinhosamente apelidada pelos amigos da família como Sindel.

Apresentação[editar]

Mary ao lado de sua medonha criatura.

Mary Shelley foi escritora, biógrafa, ensaísta, crítica literária, admiradora de Ópera, tomadora de chá das 17:00h e autora de inúmeras obras, das quais a única verdadeiramente conhecida e de que se tem notícia é o famoso Frankenstein, obra que até hoje inspira muitos malucos que dedicam sua vida à Literatura do Lado Negro da Força, como Stephen King, Clive Barker e Anne Rice.

Sua mãe , que morreu quando Shelley tinha apenas 10 dias de vida, foi assassinada como vítima de uma punição do chefe do emprego onde ela trabalhava, conhecido como Shao Kahn, irritado com os atrasos na preparação de feitiços e macumbas em vista de ela constantemente gazear o trabalho para sair pelas ruas descendo o porrete nos machistas da época. Quando ela tinha 4 anos, seu pai, cansado de tanto tempo na carência, se casou com uma vizinha conhecida como Mary Jane Watson Clairmont.

Seu pai nas horas vagas exercia o ofício de ladrão político, e era conhecido por conseguir mais adeptos do que Enéas devido ao seu sobre-humano poder de mentira persuasão. Um desses adeptos era Percy Banshee Chile, por quem Mary se apaixonara e iniciara um romance acinzentado e lúgubre. Como Percy era casado, Mary se encontrava com ele escondida no cemitério da cidade, no qual passavam a madrugada inteira se abraçando e se beijando em meio aos milhares de defuntos e caveiras que ilustravam a sombria paisagem do lugar.

História[editar]

Mary, a doce garotinha.

Mary Shelley nasceu e cresceu em uma cidade esquecida por Deus e o mundo na Inglaterra, filha da já mencionada escritora, feminista, filósofa e bruxa Sindel. Foi a segunda filha de Sindel, sendo a irmã mais nova de Kitana, porém, a primeira filha do desconhecido filósofo já mencionado. Sua mãe teria morrido 10 dias após o nascimento da filha por meio de uma marretada que levara na órbita craniana pelo seu patrão e ex-marido, ocasionando morte instantânea. Quando criança, Mary, apesar de viver feliz, nunca teve muitos amigos. Suas vestimentas escabrosas e seu olhar penetrante de fantasma costumava espantar todas as demais crianças em sua volta, que saíam correndo de pavor só com a chegada de Mary. Porém, nem todos se assustavam. Naquela mesma rua, morava um filho de um barbeiro local, Sweeney Todd, com quem se dava muito bem, uma vez que compartilhavam dos mesmos gostos e da mesma esquisitice. Tornaram-se amigos inseparáveis e companheiros de escuridão, sempre assustando juntos as pessoas que os rodeavam. Posteriormente Sweeney Todd teria se mudado para aprender o ofício de barbeiro com seu pai, Mestre Madruga, muito conhecido dentro de seu ramo.

Pai de Mary depois de sofrer com as influências da filha.

Porém, aquele jeito trevoso e medonho de sua filha, assustava seu pai, o pobre Godwin, piorando seu estado de loucura suprema, que já vinha sendo agravado por constantes visões do fantasma de sua esposa, a qual ele jurava que vinha conversar com ele todas as noites. Com medo de ficar sozinho no mesmo lugar com sua filha, Godwin procurou uma segunda esposa, e foi então que se casou com Mary Jane, que apesar de linda, metia mais medo que os pactos demoníacos realizados por Fausto um século antes. Porém, aquilo não adiantou muito, pois sua nova esposa era odiada por todos os amigos de Godwin, descrita como violenta e temperamental, não deixando de ser uma verdade. Em muitas ocasiões, dada a natureza extremamente agressiva de Mary Jane, William ia dormir de noite sentindo-se na presença de um homem. Acabou se acostumando com tamanha esquisitice tanto de sua filha, como de sua nova esposa e dos seus dois novos enteados, Charles e Claire, que eram o retrato falado de sua mãe maluca, e devido a extrema carência sentimental, era um devoto a sua nova família, constituindo um verdadeiro sucesso no casamento, ainda mais porque sua sogra já era morta e o sortudo nem teve chances de conhecê-la.

Mary assombrando a população.

É claro, para o azar da madrasta, a jovem Mary Shelley a detestava, a ela e a sua filhinha mimada Claire. Ambas evitavam trombar com Mary de noite pelos corredores da casa em que moravam, com medo de que Mary se revelasse na verdade como um espectro ou um espírito atormentado sedento por almas para levar, o que não seria uma surpresa, bastando olhar para sua aparência pálida e seus olhares penetrantes que se assemelhavam muito ao de corvos diante de uma carcaça sem vida. Para completar, não eram raras as vezes em que acordavam de noite com a jovem Shelley tocando músicas sombrias de Mozart no piano que existia na casa.

Mary após fazer mais uma vítima.

Após o casamento, William e Mary Jane resolveram abrir uma papelaria empresa especializada em vender livros infantis, mapas do tesouro falsos e tabuleiros Ouija. Porém, o negócio ia de mal à pior, pois sua filha Mary o acompanhava na loja, e espantava os clientes, que evitavam a todo custo pisar naquele local com medo da jovem. Isso somado ao fato de que ninguém se prontificava a cuidar de Mary devido ao medo; fez com que em menos de uma semana com a loja aberta, a mesma fosse à falência. A família foi salva das dívidas devido aos amigos de Godwin, que sempre emprestavam dinheiro ao mesmo temendo que se não o fizessem, sua filha viesse puxar seus pés de noite.

Apesar de nunca ter sido educada formalmente feito uma criança mimada, Godwin fazia o possível para educar sua filha de acordo com a personalidade da mesma, levando-a para visitar cemitérios, mansões mal-assombradas e centros de bruxaria. Mary aprendeu a admirar a poesia gótica e a Literatura de sua época, e aos 15 anos, era a primeira aluna da classe em todas as disciplinas. Uma das principais características de Mary fora a sua enorme sede por sangue reconhecimento, sempre dando o melhor de si para alcançar tal meta. Posteriormente seu pai teria se livrado dela a enviado para a Escócia, onde ela poderia sentar-se embaixo de árvores enevoadas e ficar durante horas e mais horas comungando e apreciando a natureza morta ao lado do Monstro do Lago Ness.

A Paixão[editar]

A linda e majestosa Mary tentando se aproximar mais de sua admirável criação.

Mary Shelley teve seu primeiro encontro com quem seria seu futuro esposo durante sua estadia na Escócia. Conheceu o mesmo na madrugada de uma sexta-feira 13 enquanto passeava pelas margens do Lago Ness, tendo Nessie como seu guarda-costas. Percy estava com uma máscara esquisita e totalmente branca, e segurava uma faca de açougueiro ensaguentada. Foi amor à primeira vista. O mesmo aconteceu com Percy ao ver aquele belíssimo vulto sombrio vagando pela enevoada paisagem da Escócia como se fosse uma alma penada. Perto daquele lugar, havia uma Igreja abandonada e caindo aos pedaços, que se localizava próxima a um cemitério. Lá aconteceu seu primeiro encontro oficial, onde entre uma taça de sangue vinho e outra, apaixonaram-se perdidamente um pelo outro.

Mary e Percy durante sua estadia na Suíça.
Mary, Percy e sua linda família.

Porém, seu pai não aprovava o relacionamento, pois queria que sua linda e assustadora filha permanecesse virgem para o resto da vida, como aliás, todo pai deseja. Foi então que Mary e Percy fugiram para França, onde visitavam igrejas de arquitetura gótica e comiam caramujos em frente aos portões dos cemitérios. Da França viajaram para a Suiça, onde se alimentavam diariamente de queijo mofado e chocolate amargo. Da Suíça foram para Holanda, e devido a falta de dinheiro para pagar o buzão e voltar pra casa, se instalaram por ali mesmo, para sua infelicidade, já que o país era conhecido por cultivar flores coloridas e bonitas ao invés de rosas negras e espinheiros. Era muito comum Mary Shelley sair com alguns indivíduos de lá e Percy arrastar as asas para algumas mulheres aleatórias, já que ambos eram adeptos de uma doutrina anarquista conhecida como amor livre. Apesar disso, eles em prática, continuavam a amar uns aos outros, uma vez que não existiam pessoas esquisitas o bastante para completá-los fora os dois mesmo. Inclusive, durante esse período, Mary ficou grávida de Percy, e eles estavam a 9 meses de trazer ao mundo uma linda monstruosidade que sem sombra de dúvidas se assemelharia aos pais. Seu filho teria nascido prematuro de 2 meses, mesma idade na qual as crianças são colocadas em vidros de conserva e postas como enfeites em laboratórios de cientistas loucos. A causa da morte foi evidente: Mary estava morando em um barraco perdido num pântano escabroso, e como não existiam pessoas perto das quais tragar o sangue e colocar em uma mamadeira para dar para a criança, o jovem monstrinho acabou morrendo de fome.

Mary entrou em depressão pós-parto pela perca da criança, ficando tremendamente triste por perder sua pobre criatura, há quem pretendia ensinar tudo que ela sabia sobre as artes das trevas. Sua depressão era tanta que tinha visões da criança durante todas as noites antes de dormir. Porém, simplesmente se esqueceu desse seu filho depois de ter engravidado pela segunda vez. Nessa época, Percy e Mary alugaram, um chalé na Transilvânia, e não se sabe muito sobre sua vida durante esse período.

Está Vivo![editar]

O momento em que Byron teve a brilhante ideia.

Durante o verão do ano seguinte, Mary, Percy, seu filho monstruoso e Claire (que passou a agir de forma semelhante a Shelley depois de tanto tempo de convivência), foram visitar seu companheiro de pavor Lord Byron, que conheceram durante uma viagem aos pântanos assombrados da Suíça. Lá, Byron levara consigo um médico conhecido como Dr. Jekyll, uma pessoa que atendia perfeitamente ao perfil necessário para participar daquele seleto grupo de pessoas. Esta foi a primeira grande reunião de góticos da história que se tem notícia. Eles passaram o tempo juntos escrevendo sobre vampiro, caçando lobisomens, invadindo cemitérios, passeando de barco em lagos sombrios, assombrando as ruas de Genebra e tomando vinho do lado de catedrais abandonadas.

Mary dando vida à sua hedionda criação.

Certa noite, alugaram um castelo assombrado que ficava localizado no meio de uma plantação de espinheiros e passaram escrevendo e conversando sobre assombrações. Para completar, o tempo permaneceu chuvoso o tempo todo, contribuindo para aquele espétaculo da escuridão. Sentados em volta de uma fogueira e envolvidos numa longa conversa nerd sobre as descobertas do bisavô de Charles Darwin, um velho caduco que acreditava ter o dom de reviver matéria orgânica morta, o grupo de espectros amigos começaram a ler histórias sobre fantasmas, uma vez que tudo conspirava à favor disso. Foi então que Lord Byron sugeriu que cada um deles escrevesse uma história de Terror, dando vida a alguma aberração sobrenatural com seu nome assinado embaixo. É claro, nenhuma surpresa vindo de um grupo de escritores góticos.

Naquela mesma noite, Mary Shelley teve um pesadelo, onde um morto-vivo amarelado (apesar de a mídia comumente descrever a criatura na coloração verde, provando que jamais leram o livro original), que havia sido criado em laboratório por um nerd virgem viciado em Química e Física, vinha puxar seu pé enquanto dormia. Assustada (e ao mesmo tempo fascinada, dada a sua personalidade) com aquilo, Mary resolvia pôr aquilo no papel. Nascia assim Frankenstein, um dos maiores ícones da atualidade, venerado pelas culturas nerds e góticas dada a sua natureza científica-amaldiçoada até hoje, e fonte de inspiração de grandes nerds escritores e cienastas da atualidade, como Wes Craven, Stephen KIng, George A. Romero, Clive Barker e uma porrada de escritores e diretores que boa parte das pessoas jamais assistiu um filme ou leu um livro mas se julga fã.

O fim[editar]

Mary Shelley, que só é conhecida mesmo por ter criado o Frankenstein, sendo que em muitas ocasiões, nem seu nome é lembrado.

Quando Mary e seu amante Percy retornaram para a Inglaterra, a esposa de Percy se suicidou ao descobrir que seu marido estava lhe corneando com uma gótica. Isso deixou o caminho livre para que Percy e Mary se casassem em paz sem ninguém ao lado para perturbar.

Porém, como todo o casamento, no início era um mar de rosas, mas depois de um tempo os problemas na relação começaram vir à tona. Mary começou a exigir que Percy enviasse-lhe uma carta à cada minuto (uma vez que não existia celular na época para que ela ficasse ligando o tempo todo) dizendo onde estava, com quem estava e o que estava fazendo. Percy não gostou nem um pouco daquilo, e começou a pular a cerca. Posteriormente teria tentado fugir das garras de Mary com um barco a vela e chegar até a casa de sua amante através do mar mesmo. Naquele mesmo dia aconteceu uma tempestade terrível, e em meio a mesma, o barco de Percy fora atacado por um cachalote gigante de cor branca, conhecido como Moby Dick, que inclusive tinha acabado de devorar a perna de um infeliz azarado. Seu corpo apareceu no dia seguinte na praia, completamente mordiscado por tubarões que o confundiram com focas.

Após um tempo, Mary viveu com seu filho e sua nora, atuando como sogra assustadora e frequentemente metendo medo em seus netos, que tinha medo das histórinhas amedrontadoras de Terror que Shelley contava para eles antes de dormir, fazendo-os ter pesadelos toda santa noite.

Mary morreu de infarto após acordar de noite e se deparar com seu filho lendo um romance meloso ao invés de uma história de vampiros, ocasionando morte imediata.

O Legado[editar]

Mary Shelley, levando à loucura nerds e góticos do mundo inteiro com todo seu charme e explendor.

Mary Shelley até hoje é uma das escritoras mais adoradas pelos góticos ou pelos adeptos do Terror. Frankenstein foi um verdadeiro marco histórico, gerando pavor e metendo medo em gerações e mais gerações de pessoas. Esse papo de "cadáver apodreciddo reanimado pelas mãos de um nerd" foi o que inspirou todos os filmes e livros clichês de zumbis presentes na cultura popular até hoje. Em homenagem à ela, considerada uma deusa , muitos góticos oferecem sacríficios semanais em altares improvisados no quintal de suas casas.

Mary Shelley também tornou-se uma lenda entre os nerds. Isso pelo fato de ela ter sido a primeira escritora de Ficção Científica da história, dada a forma de criação de Frankenstein. Tanto é que o Dr. Victor Frankenstein, é o estereótipo do nerd típico: um virgem solitário e intelectual especialista em Física e Química que passa 24 horas por dia preso dentro de um laboratório mexendo com poções e com cálculos complexos e que terminou o resto de seus dias na mais completa solidão. Sem contar que a mistura de passado com tecnologia foi provavelmente o primeiro indício do que hoje conhecemos como Steampunk, uma das vertentes da Ficção Científica mais adorada pelos nerds.

Ver também[editar]


v d e h
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