Mass Effect: Andromeda

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Virtualgame.jpg Mass Effect: Andromeda é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, Um Creeper explode mais uma casa de um Noob


Mass Defect: Andrógenos
Mass Effect Andromeda & Knuckles.png

Além das edições Standart, Deluxe, Recruit, Super Deluxe, Standart Plus e Super Deluxe Prime Alpha Early Access, há também a versão de Mass Effect Andromeda Uganda

Informações
Desenvolvedor SJWare
Publicador Electronic $$$
Ano 2017
Gênero Simulador de conversa fiada
Plataformas XBOX One; PlayStation 4
Avaliação 30/100 (necessário jogar de olhos fechados pra gostar)
Idade para jogar Conteúdo adulto (sexo com aliens bugados)

Mass Effect: Andromeda é um grande bug de animação facial adaptado como jogo de videogame, desenvolvido pela SJWare e distribuído pela Electronic $$$ em aproximadamente 15 tipos de pacotes diferentes, do Standart ao Hyper-Super-Deluxe, um mais extorsivo que o outro. O jogo nos traz uma história a parte da trilogia inicial, focando em menos sexo e em mais inexpressividade facial. A ideia de criação desse jogo foi para salvar o final confuso e decepcionante de Mass Effect 3, trazendo uma história nova que trouxesse alegria para os inúmeros fãs de Shepard... Infelizmente Shepard não está nessa sequência.

O jogo só pode ser produzido graças ao trabalho escravo de dezenas de funcionários, os quais visivelmente descontaram suas frustrações criando um jogo todo cagado nas animações.

Recepção[editar]

Mass Effect: Andromeda foi desenvolvido tendo em mente um público muito bem definido: A galera do SJW. Por isso não existem mais personagens imensamente belos, nenhuma mulher é gostosa e peituda, há cotas raciais, há cotas LGBT, há cotas para idosos e toda baboseira imaginável que possa estragar qualquer boa experiência de videogame.

A recepção foi obviamente péssima porque nenhum militante SJW tem videogame em casa, todos eles estão ocupados demais escrevendo merda na internet, falando da bunda da Cammy ou da Tracer, pedindo mais protagonistas negros, mais mulheres empoderadas e mais personagens gays (sem nunca depois efetivamente jogarem esses jogos). As pessoas normais (os gamers homens brancos cis e hetero que tem emprego e sustentam toda a indústria) obviamente odiaram tudo isso e praticaram faliram a Bioware.

Para piorar a situação da aceitação do jogo, todos os personagens sofrem de fortes cãibras faciais, algo que pode até ser relevado num jogo de plataforma ou similar onde o que importa é a jogabilidade, mas não num jogo onde mais da metade do tempo estamos em diálogos nos quais há um close enorme no rosto feio cheio de botox dos personagens.

Jogabilidade[editar]

Você precisando matar o mesmo bicho depois de encontrá-lo em cinco planetas diferentes.

Mass Effect: Andromeda é um excelente jogo de simulador de conversa fiada, desviando bastante do tipo da jogabilidade conhecida da trilogia inicial da série que era mais focada no dating sim. Em Mass Effect: Andromeda transar não é mais o objetivo inicial, tanto que as opções para isso são bem poucas (e todas ruins, nenhuma mulher gostosa ou homem delicioso, só umas feministas e uns aliens esquisitos).

Além de conseguir aturar até 20 horas de diálogos gravados o jogador tem ainda a chance de fazer side-quests explorando planetas de milhões de quilômetros quadrados que mais parecem ter apenas o tamanho de Sergipe no máximo, afinal todos os amigos, aliados, animais e situações a serem resolvidas no planeta inteiro estão todos amontoados naquele pequeno espaço predeterminado.

Enredo[editar]

Aventura com pai[editar]

Acompanhamos a história de um travesti (um ser de gênero não-binário e pansexual) chamado Ryder que viajou com o pai para a Galáxia de Andrômeda procurando a melhor boate gay do universo. A empreitada desta ousada colonização teve seu início no ano de 2185, mas como as naves foram construídas por uma parceria entre Odebrecht, OAS, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez tudo ficou pronto apenas em 2819, de modo que os exploradores originais tiveram que ser criogenizados para dormir 634 anos para esperar suas naves chegarem em Andromeda. Viajaram para Andromeda apenas as principais raças da Via Láctea: Humanos, Asaris, Turianos, Salarianos, Krogans e Qunaris (esses últimos nem apareceram, sem sombra de dúvidas havia algum DLC para eles, mas o fracasso do jogo não permitiu sua aparição).

O problema é que a Galáxia de Andrômeda está tomada por uma matéria misteriosa chamada Miasma, algo que nem Stephen Hawkings e nem Neil de Grace Tyson previram a existência. E se você quer entender a origem desse tal Miasma e o que ele realmente é, vai ficar sem resposta, porque como tudo feito pela parceria Bioware-EA, várias coisas sempre são deixadas em aberto para serem respondidas só nas sequências (que nunca virão).

O pai do(a)(x) protagonisto(a)(x) é o Achador (Pathfinder) humano, o cara que deve procurar essa tal melhor boate gay da galáxia, mas logo em sua primeira aventura morre burramente porque foi atacado por um grupo de leprosos denominados de "kett", seres que querem disseminar a lepra por toda galáxia, contaminando todas as raças. E nem se preocupe em saber mais desses seres, o jogo deixará praticamente 95% de todas motivações e origens dos kett sem resposta, como se pudesse existir um Mass Effect Andromeda 2, só esqueceram de fazer um jogo bom para isso ser possível. O protagonista se torna então o novo Achador e vai começar a explorar os planetas por aí.

A base central é uma nave em formato gigante de pênis chamada Nexus, que é a Citadel dessa versão só que com muito menos lugares a se visitar. Em uma nave de milhares de quilômetros você só pode praticamente visitar quatro cubículos.

Eos[editar]

A primeira cidade a ser explorada é Abadia de Goiás, um local tomado por altos índices de radioatividade, tudo devido ao graveacidente radiológico de Goiânia, uma situação causada por um bando de peões desinformados. Cabe a você restaurar o planeta ao encontrar ruínas de tecnologia ultra-avançada e desconhecida, as Relíquias (Renmants). Mas se você ficou curioso sobre o que são aqueles monólitos negros e de onde vem aqueles robôs que protegem essas ruínas você vai ficar sem saber, porque absolutamente nada é revelado, talvez porque havia uma vã esperança na Bioware de que haveria continuação desse jogo.

O que Ryder descobre é que essas relíquias são mágicas e transformam qualquer planeta inóspito em maravilhosas boates LGBT. Como sabemos, nosso protagonisto(a) é um pansexual tarado que vai foder pelo menos uns 10 personagens de todos os tipos e raças durante sua jornada, então é óbvio que seu novo objetivo de vida será ascender todos planetas que descobrir para 100% de Viabilidade Bissexual.

É nesse momento também que Ryder descobre o planeta de Uganda (Aya), onde vivem uns Knuckles bombados chamados de Angara. Eles estão perdidos, até porque aparentemente em seu planeta-refúgio Aya só há um espaço de uns poucos metros quadrados para perambular, tem só um mercado, um bar e um museu furreca, e isso é atormentante mesmo.

Voeld[editar]

Uma próxima cidade a ser explorada é Curitiba em Voeld, um lugar isolado, gelado e inóspito, habitado por pessoas frias e mal educadas e geral. Existe lá uma guerra civil interminável entre apoiadores do Sérgio Moro e apoiadores do Lula e cabe ao jogador ajudar o lado do bem, ou seja, aliar-se aos Knuckles bombados para dizimar os leprosos kett da região.

Havarl[editar]

O próximo destino é a cidade de Manaus, um local tomado pela floresta amazônica e infestado de dinossauros, insetos gigantes e lobos-guará invisíveis. Destaca-se na paisagem criaturas em formato de buceta gigante que ficam voando sem parar na estratosfera do planeta. Ali há uma facção radical de Knuckles bombados que não querem conversa com outros aliens, os Roekars, que vão insistentemente spawnar nos mesmos lugares.

Kadara[editar]

A bela cidade do Rio de Janeiro não poderia ficar de fora das explorações do Achador, aquele local decadente mas aprazível, com suas favelas repletas de malandros, golpistas, sacaneadores e trambiqueiros. O problema na região é a Baía de Guanabara que se encontra em estado lastimável de poluição, tão alrmante que não é possível passar mais do que 5 segundos dentro da água sem morrer de todas doenças imagináveis instantaneamente. É ali que obviamente se escondem todos os bandidos e traficantes da galáxia e há duas pessoas procurando o controle da boca de fumo local que são Sloane e Reyes, dois desgraçados sem carisma.

Elaaden[editar]

Por último mas não menos importante Ryder visita Palmas-TO em Elaaden, um local quente pra caralho onde se auto-exilaram um grupo de tartarugas-ninjas chamadas Krogans. Como esperado de um local inóspito como Tocantins só tem deserto ao ponto que faz 40º na sombra fresca.

Meridian[editar]

A famosa Esfera de Dyson e último destino de Ryder. Ali se encontra a resposta para todas as dúvidas e mistérios deixados pelo jogo, é um planeta 100% artificial criado por máquinas misteriosas de objetivos misteriosos que reproduziram a Terra oca. Dezenas de mistérios são introduzidos sem resolução nessa aventura final, como se os desenvolvedores realmente acreditassem que haveria uma continuação dessa bosta. Apenas mate o chefão leproso no final e comemore conseguir ter jogado essa porcaria até o fim. Meus pêsames se você gastou 200 reais a mais comprando o pacote Ultimate Deluxe Premiun pra nada, pois o multiplayer se encontra deserto.

Personagens[editar]

Todas as faces horríveis disponíveis para ser a protagonista. Um jogo que combate a ditadura da beleza.
  • Ryder - O(A) protagonista(o) pansexual que jamais terá um mesmo carisma, charme e pegada de um Shepard, pode vir em versão feminina (Sara) ou masculina (Scott), ambos com designs completamente genéricos, mais parecendo NPCs do que protagonistas que irão um dia salvar a galáxia. Ao longo de sua jornada ela poderá exibir quatro tipos de personalidades que são representadas em respostas que podem ser emotivas, práticas, bem-humoradas ou sérias. O seu objetivo de vida é transar com feministas, gays, alienígenas ou todos, separadamente ou ao mesmo tempo.
  • SAM - Como o(a) protagonista(o) é um completo idiota ele(a)(x) precisa de uma inteligência artificial para resolver absolutamente todos os problemas em que ele se encontrar. O próprio vilão, o leproso Arconte, percebe isso, por isso vai fazer o plano para conseguir roubar essa inteligência artificial de Ryder.
  • Liam Costa - Sabemos porque está ali, a sua funlção na equipe é ser um merdeiro, sempre fazendo merda e tendo péssimos planos para as coisas. Na nave gosta de morar num canto sujo onde está frequentemente sem camisa. Conversar com este personagem é a coisa mais perigosa a se fazer, um escorregão no analógico do controle e uma escolha errada de diálogo você já está beijando e transando com ele.
  • Cora Ryder - Uma feminista que viveu anos num esquadrão de lésbicas mas que apesar de toda sua vontade de também se tornar uma lésbica no final das contas é uma sedenta por rola. Ela possui o mesmo carisma de um cacto no deserto, talvez por isso seu sonho secreto é tornar-se uma jardineira.
  • Vetra Nyx - Turian fêmea que não possui nem 10% do carisma do Garrus, é metida a trambiqueira e malandra mas só exibe essas habilidades em sua cena de introdução, porque a partir de então não passa de um personagem que nem sabemos porque está ali exceto que tem uma irmã mais nova que cuida.
  • Pelessaria B'Sayle (Peebee) - Asari feminista que não se compara à Liara em nenhum aspecto, após três jogos permitindo que os fãs da série cultuassem essa raça de seres azuis unicamente femininos, a Bioware nos traz Peebee.
  • Nakmor Drack - Um Krogan idoso que não possui mais pinto e por isso está constantemente ranzinza e não é opção de romance por motivos óbvios. Talvez o único personagem quase-legal de toda tripulação, muito provavelmente porque é um dos poucos que não dá para começar nenhum romance então ele termina o jogo como amigo. É o clássico personagem idoso que a todo momento não para de falar como é idoso.
  • Jaal Ama Darav - Integrante da nova raça alienígena de Andrômeda, os Angara, a sua personalidade doce mas forte faria dele um personagem masculino ideal para se ter um romance caso ele não fosse um Knuckles bombado sem nariz feio de doer.
  • Dr. Suvi Anwar - Uma lésbica que acredita em Deus (não no Deus cristão) que é a cientista da nave. Como existe o SAM para solucionar todos os problemas a única utilidade real de Suvi é poder ser fodida por uma Ryder lésbica e falar "saindo da atmosfera" toda vez que você vai sair do maldito planeta.
  • Kallo Jath - O salariano que é o piloto da nave. Após três jogos desenvolvendo os salarianos como uma raça de seres engenhosos, inteligentes e criativos, o salariano desse jogo é só um fofoqueiro chiliquento.
  • Dr. Lexi T'Perro - Mais um dos tantos absurdos revoltantes trazidos pela Bioware, uma Asari assexuada, algo que até Mass Effect 3 era impensável. Como ela não pensa em sexo ela pode se preocupar em dedicar-se à sua profissão de doutora médica da nave. O problema é que não importa o quando você e seus amigos são fuzilados, a regeneração ocorre por mágica, deixando Lexi num trabalho bem inútil.
  • Gil Brodie - O engenheiro gay da nave mas que passa por um processo de cura gay e acaba engravidando uma amiga. Além de ser só mais um personagem sem graça da nave é um especialista em poker.
Mirror2.jpg Conheça também a versão oposta de Mass Effect: Andromeda no Mundo do Contra:

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