Matias Barbosa

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Fugitivos de Matias Barbosa, correndo antes que notem sua falta.

Matias Barbosa é uma cidade em Minas Gerais com o nome do capitão André Matias, aquele que estragou o enterro do Baiano. Matias Barbosa é uma cidade minúscula que só não é tão minúscula pois foi distrito da grande Juiz de Fora. A cidade de Matias Barbosa tem alguma, se não nenhuma, importância histórica para o Brasil.

História[editar]

A história de Matias começa oficialmente no dia 01 de abril de 1500, quando a caravela “Pinta” (ou Pinto, não sei bem) se desgarrou da frota do navegador português Pedro Alvarez Cabrito, ao passar numa tempestade tropical no oceano Atlântico, próxima a Rio-Bahia e penetrou nas franjas de nossas terras. A nau desgarrada comandada pelo fidalgo Dom Pitolé Felisbino Cabrito passou pela Baia da Guanabara, desceu o rio Piabanha e chegou em Três Rios. Lá ela se deparou com os três rios: o Cagado, o Pênislonga e o Paraibunda do Sul, e como ele não sabia qual seguir preferiu ir para o sul, já que os outros dois não lhe pareceram muito nobres. Sendo assim optou por entrar detrás da curva do Paraibunda, sentido sul. Seguindo este curso chegou a um mar interior conhecido como Mar de Espanha. Lá ele deu uma rezinha (apesar de não ser de Santos Dumont), caindo em Picas e veio a ter nas terras (ou seria nas águas???) de Matias Barbosa. O local na época não se chamava Matias Barbosa, que nem tinha nascido ainda, mas o porto onde o navio atracou ficou conhecido como Morro do Cabrito, em homenagem ao português que descobriu o Brasil (veja a história mais a frente). No porto o almirante português percebeu que estava perdido e que não havia chegado às Índias, como era seu intento. Como ele não tinha GPS e nem google maps, resolveu pedir informações para ver com saía do buraco para encontrar seus colegas perdidos, e, juntos, encontrarem o buraco das índias. Como na localidade não se falava português de Portugal e ninguém estava entendendo nada do que o que gajo queria falar encaminharam o ilustre perdidão para conversar com o conde Ronronye Febyyann, o Eterno, pessoa mais ilustre do país na época, historiador poliglota com fama internacional, que falava os 17 dialetos da região, mas que não entendeu patavinas da lábia do gajo. Ao tentar interpretar o que o visitante estava querendo dizer, o confuso representante cultural entendeu “caminho para as Índias” como sendo “com a minha nas índias” e encaminhou a trupe lusitana para as ermas terras habitadas pelos mais terríveis e agressivos canibais da cidade, os ferozes índios moonn t’allegres, já que lá havia uma colônia de índias libertinas que promoviam intenso escambo: primeiro os visitantes as comiam e depois eram comidos pelos seus irmãos glutões. Os nossos irmãos lusitanos, que são conhecidos pela sua pouca habilidade intelectual, não perceberam que algo estava esquisito, e tentaram subir o morrão indicado puxando seus navios com cordas, acreditando que iriam encontrar o mar das Índias do outro lado, mas só encontraram um monte de canibais, que dizimaram a todos. Ao saber do ocorrido o capo del capi local, coronel Charlye Lop Sepol I, senhor feudal da época, tentou colocar panos quentes na situação, temendo criar um conflito internacional sobre a comida dos gajos. Para apagar todos os vestígios da comilança internacional, mandou enterrar o navio. Dizem as más línguas que era mais fácil queimar a nau, mas resolveram cobrí-lo de terra, formando um imenso morro (depois dizem que os portugueses é que são burros). Outra medida administrativa foi criar o primeiro cemitério internacional no local onde os lusitanos foram papados, enterrando seus ossos aí. No local do “enterro do navio” se formou um morro tão alto que recebeu o nome de Morro do Cabrito, em homenagem ao comandante Cabrito. Para não chamar muito a atenção foram soltos lá um monte de cabritos nordestinos, para parecer que o nome do local vinha dos caprinos, mas esta é uma grande mentira. Todo este triste e importante capítulo da história internacional não é muito conhecido e nem pode ser replicada devido à grave repercussão que poderia ter para a cidade, já que comer visitantes não é um gesto muito nobre e o município poderia ser processado por incesto múltiplo. Mas a prova viva de que a estória é verdadeira é que até hoje se encontram no local os famosos túneis do Roney, que cortam a região subterrânea (tipo o metrô das cidades grandes), que nada mais são que as entranhas do navio enterrado. É possível transitar dentro dele, entrando pelo “buraco do Roney”, quando ele se encontra aberto para entradas e saídas. Outro fato histórico que os nativos locais se orgulham, mas que pela sua imensa modéstia não procuram alardear, é que se a nau portuguesa aportou aqui em primeiro de abril de 1500, conforme noticiado no MB Notícias do dia (uma espécie de “O Globo” da época), o local exato do descobrimento do Brasil foi a promissora e bela Matias Barbosa, já que o restante do país só foi descoberto no dia 21 de abril, segundo o que se aprende nos livros escolares. Mas isto é um fato para não se alardear, para não ter que mudar todos os compêndios de história do Brasil. Só não existe certeza se a primeira missa do Brasil foi rezada na Igrejinha do Rosário local, já que o padre Antônio já se encontrava na cidade na ocasião. Mas isto não é muito importante porque temos que deixar um pouco de mérito para Porto Seguro na Bahia (se tudo isto é verdade, como diz o Chicó, “não sei, só sei que foi assim”)

Depois deste infeliz episódio gastronômico e de quase envolver o país em um conflito armado internacional, a localidade entrou num período de latência, onde não se via mais nenhum visitante. A má fama de comedor de gente dos locais se espalhou e todos evitavam passar por nossas majestosas terras. Numa época em que o e-mail, facebook e whatsapp ainda não estavam disponíveis, as notícias sobre o triste fim de nossos irmãos lusitanos se espalharam através dos sinais de fumaças e do correio dos macacos, sendo retransmitidos do Iapoque ao Juí. A boataria grasnou e ninguém mais quis passar ou morar no local, onde podiam ser comidos pelos glutões macunaímas. De próspero centro cultural da humanidade o local se transformou num lugar amaldiçoado e sem esperanças. A cidade que foi o primeiro nucleamento urbano do país, foi vendo desaparecer (literalmente) todos os visitantes e passageiros. Primeiro sumiram os gringos; depois os turistas nacionais; e com eles foram-se os migrantes internos. Até que os próprios moradores locais começaram a sumir. Os habitantes que eram cerca de 50.000 habitantes em 1500 (sem contar os índios bravos, já que os recenseadores do IBGE não os entrevistaram, por motivos óbvios), foram reduzidos para 500, 30 anos depois. Em 1570 D.C. o último tabaréu local deixou a cidade, desconfiado do destino tomado por seus últimos conterrâneos. Da localidade que teve cerca de 10.000 casas de alvenaria, só sobraram escombros, que logo foram engolidos pela mata atlântica espessa e sombria, que tomou conta de tudo e de todos. Até o promissor cemitério, que era a única coisa que se expandia já que sempre tinha novos habitantes, teve seu fim com a era das trevas que reinou, onde até os índios canibais passaram a comer uns aos outros. E assim foi, por cerca de 100 anos, quando a coroa portuguesa ficou muito endividada e exigiu do governador geral do Brasil, MENTE DE SAL, a exploração dos rios e minas das Gerais atrás de ouro e diamantes. Matias não tinha ouro nem pedras preciosas (exceto muita pedra comum) para abastecer a gastança de Portugal, mas era o caminho mais curto para se penetrar nas entranhas do estado. O maior empecilho eram os canibais moonn t’allegres, que nesta época já tinham aportuguesado o nome para índios monte alegre, que comiam (e eram comidos) qualquer um que por aqui passava. O que ninguém sabia é que de tanto comer uns aos outros os aborígenes locais tinham diminuído muito a sua população e já não eram os mesmos de 1500, pois a carne tinha ficado fraca e o sangue ralo. Além disto, para aumentar sua população através da procriação, resolveram importar alguns varões machos de tribos vizinhas de Santos Dumont (imigrantes que vieram de Pelotas RS), também conhecidos como peles rosas das alterosas. Esta pavoneante tribo tinha um fraco caráter e uma baixa masculinidade, contribuindo para a pacificação dos canibais locais, que passaram a ser conhecido como turma do Morrão Alegre (ou turma do arco-irís resplancescente). Mas a coroa não sabia que os índios locais agora só andavam de ré, e enviou uma tropa de elite para tomar as terras à força e apaziguar a região. O comando da devastidão seria do capitão Nascimento, mas como ele foi indicado para chefe do IBOPE, a honraria coube ao tenente coronel português Mathias Barbosa da Silva, que viria a ser o afundador mor da cidade e seu primeiro dono. A tropa chegou preparada para o combate, com muitos fuzis e canhões, mas só precisaram de suas pistolas e presentes para conquistar os índios locais. O esperto português logo sentiu o drama da turma e conquistou a todos com espelhinhos coloridos, colares floridos, escovas de cabelos da Barbie, perfumes da Avon, batons florescentes e outras armas poderosas de domínio gay. E assim, a pacificação da região foi concluída, e o feito ficou conhecido como combate do caixeiro mascate. A via de penetração dos matienses foi aberta aos cariocas e o local perdeu a fama de lugar de gente brava, para se tornar uma terra ordeira e sempre aberta para os de fora. Em homenagem ao intrépido conquistador as terras foram concedidas a ele e o local recebeu o nome oficial de Rossas de Mathias Barbosa. Começa aqui a 2ª revolução urbana de nossa próspera cidade.

O português, que de burro não tinha nada, aproveitou para ganhar bastante bufunfa aqui. Ele reconstruiu a Igrejinha do Rosário (marco histórico nacional) e cobrou dízimo de 10% dos fervorosos católicos matienses (alguns dizem que a família do bispo Edir Macedo, que é natural da vizinha Simão Poeira, são descendentes do Mathias Barbosa original, herdando e aprimorando o hábito eclesiástico de correr a sacolinha); construiu a ponte sobre o rio Paraibunda, cobrando pedágio dos pescadores de cumbaca que pescavam em cima da ponte; criou a usina da Paciência e vendeu a energia elétrica para a Light no Rio de Janeiro, deixando os locais no escuro, à luz de vagalumes; ampliou os túneis criados com o enterro do navio português, criando o 1º metrô de gente do mundo, com 56 km de extensão, que não servia para nada, mas ajudava a ouvir as fofocas e mexericos de quem estava na superfície; entre diversas outras benfeitorias, que lhe renderam muita grana. Com o burro na sombra e a guaiaca cheia de dinheiro, em 1750 o afamado português vendeu a cidade para o Coronel Manoel do Vale Amado e se mudou para a Riviera Francesa, onde terminou seus dias tostando ao sol de tanguinha de crochê, degustando camarão no espetinho e se embriagando com as bolhinhas da legítima champagne francesa.

O coronel do Vale Amado (avô do famoso coronel Odorico Paraguassu, dito o Bem Amado), assumiu sua grande fazenda, digo cidade, já notando um imenso problema fecal: nenhuma das casas de taipa ou ocas tinham banheiro. O pessoal se aliviava direto no Paraibunda, que adquiriu nesta época cor amarronzada que o caracteriza até hoje, devido ao fato de soltarem o barro com vontade. Percebendo neste fato uma grande oportunidade, ele criou na fazenda com um grande banheiro, instalando aqui um dos poucos vasos sanitários do Brasil-colônia na época. Por ser considerado um luxo e ter folhas de banana nanica (para não machucar muito) o coronel do banheiro passou a cobrar imposto dos caipiras que decidissem usar aquele luxo. Como era uma novidade para a época, ele fez uma boa graninha com aquilo. Assim ele transformou merda em ouro, se tornando uma espécie de alquimista moderno.

Em 1800 quando o imperador D. João veio em Minas Gerais para se encontrar com a Xica da Silva em Sabará, ele teve uma grande dor de barriga no meio da viagem (ele tinha entrado em território mineiro e provou nossa culinária, sendo essa foi a causa da dor de barriga), e pediu para descer da carruagem e achar um banheiro para dar vazão aos seus instintos fecais. Como só havia um banheiro em uma fazenda perto de Juiz de Fora (que devia ter outro nome na época) ele pediu para a carruagem ir para lá. Este local era nossa cidade. Como o rei era muito fresco e precisava de um assento, demorou dois dias evacuando até as tripas. Depois de atender tão ilustre figura, o fazendeiro aumentou o imposto da cagada para 10 moedas de ouro, mesmo valor que o rei pagou quando se aliviou lá dentro. Como todos queriam sentar no “trono do rei”, o fazendeiro pagou pinga para todos durante 2 meses. Como a inflação do Brasil ainda era baixa naquela época, nunca uma grande cagada custou tão pouca. Posteriormente, vários peregrinos começaram a cultuar e morar perto do banheiro real, pois o consideraram algo muito luxuoso, e uma bairro começou a crescer em volta do dele. O banheiro foi tão importante para a cidade que foi criado um bairro em sua homenagem: o bairro chamado Banheirinho (os mais novos o conhecem pelo seu novo nome de Nossa Senhora da Penha). e os moradores locais são conhecidos até hoje como merdas reais ou cocôs da penha.

A partir do momento que foi abençoado pelas fezes reais, o local de desenvolveu como se tivesse sido adubado com um poderoso elixir do crescimento. O imperador se sentiu tão satisfeito com o alívio estomacal que o local lhe proporcionou, que permitiu aqui a instalação do registro do caminho novo, que servia como alfândega para a cobrança de taxas e impostos. Junto com o posto da receita se instalaram vendas, biroscas, pousadas, motéis, casas de banhos, cachoeiras. As terras da fazenda original foram loteadas, se formando vários sítios menores (Santa Helena, Belmonte, Monte Alegre, Santa Paula, Soledade, entre outros). Ruas foram rasgadas e a nucleação urbana foi acentuada. Os poucos índios restantes foram confinados na reserva indígena do Monte Alegre, onde permanecem até hoje (ver sobre os bairros). A prosperidade era tanta que a vizinha Santo Antônio do Paraibunda, que viria a se tornar a afamada Juiz de Fora, pertencia à Matias e era o local onde nossos barões tabocas tinham suas casa de campo de descanso (uma espécie de Petrópolis em Minas). O pessoal tinha tanto dinheiro que não queria mais trabalhar, só queria tomar a fresca (ou na fresca, não sei), e inovaram, importando imigrantes italianos, alemães, suíços, franceses, portugueses, japoneses, e tantos outros mais, que o local se tornou uma filial da torre de Babel da Bíblia. Este clima poliglota anárquico que marcava a sociedade matiense da época foi determinante para a segunda derrocada urbana da cidade. Como os locais não queriam trabalhar, nenhuma riqueza mais era produzida, somente gasta; os imigrantes queriam produzir, mas não sabiam com quem falar, já que não falavam brasileiro; ninguém mais passava pela registro/alfândega pois era mais fácil enviar por sedex. Sendo assim, como não se entrava mais grana, o local foi definhando e quase fechou as portas. Um fato foi determinante para Matias Barbosa ser suplantada pela vizinha Santo Antônio do Paraibunda: a não instalação na cidade do fórum estadual da Comarca do Paraibunda. Em 1860 o Governo Central decidiu instalar a justiça nesta parte do Estado e determinou que fosse edificado em nossas terras o fórum estadual, sob o comando do juiz acreano Armando Halfeld. Os poderosos locais da época implicaram com o fato dele ser de fora e não nativo, e não permitiram a sua instalação. Com a desfeita feita, o juiz se impirulitou para o Santo do Antônio do Paraibunda, edificando lá a Comarca de Juiz de fora, que viria a se tornar a Manchester Mineira, também conhecida como Juiz de Fora, numa modesta homenagem ao juiz que a criou. Por vingança o Juiz de Fora de fora determinou que quem não falasse matiense caipira, dessem o fora de Matias. Desta forma, todos os imigrantes que não foram aculturados se mandaram. Os japoneses foram enviados para Sampa; os franceses para Santos Dumont; os suíços seguiram para Nova Friburgo; os alemães, que eram mais ricos, inteligentes e trabalhadores, foram trazidos para o bairro Borboleta em Juiz de Fora; aos portugas coube fundar padarias em todas as cidades do Brasil. Em nossa cidade só ficaram os italianos, que se esconderam no Jardim do Mina, cultivando terras e fundando uma espécie de jardim do Éden caboclo. O juiz decretou também que os caipiras locais que tivessem casa de campo em Juiz de Fora deveriam transferir seu domicílio eleitoral, financeiro, fiscal, territorial, municipal, etc... para lá, sob o risco de ser deportado para Barbacena e ter seus bens espoliados. E assim todos o fizeram, levando os últimos tostões de nossas riquezas. A pá de cal derradeira foi o rebaixamento da cidade para a condição de distrito de terceira categoria, sendo incorporado como um bairro de Juiz de Fora, situação que foi mantida até 1923.

Antes de ter nada, a cidade era uma fazenda com um banheiro, um dos poucos vasos sanitários do Brasil-colônia na época. Por ser considerado um luxo e ter folhas o dono do banheiro passou a cobrar imposto para o caipira que decidi-se usar aquele luxo. Então ele fez uma boa graninha com aquilo.

Quando o imperador teve uma dor de barriga no meio da viagem (ele tinha entrado em território mineiro, essa foi a causa da dor de barriga), ele pediu para descer da carruagem e achar um banheiro. Como só havia um banheiro em uma fazenda perto de Juiz de Fora (que devia ter outro nome na época) ele pediu para a carruagem ir para lá.

Você sabe que rei é tudo fresco, precisa de um assento. O fazendeiro aumento o imposto para 10 moedas de ouro e meia, o rei deu as moedas e se aliviou lá dentro. Com aquelas moedas, o fazendeiro pagou pinga o bastante para 2 meses, a inflação do Brasil ainda era baixa naquela época, por isso custou tão "barato".

Posteriormente, vários peregrinos começaram a morar perto do banheiro pois o consideraram algo muito luxuoso, e uma vilazinha começou a crescer em volta do banheiro. O banheiro foi tão importante para cidade que foi criado um bairro em sua homenagem: o bairro chamado Banheirinho (os mais novos o conhecem pelo seu novo nome de Nossa Senhora da Penha).

Emancipação[editar]

Em 1900 falece o Coronel Amado, desgostoso do miserê local. Para ele só podia ter cabeça de burro enterrada no cemitério, já que nada ia para frente aqui. Disposto a encontrar a estupenda cavalgadura de má sorte e desenterrar sua cabeça, mandou cavucar todo o terreno sagrado, mas, por mais que cavassem, só encontravam portuga enterrado (os famosos navegantes originais). O coronel na sua miopia não conseguia enxergar o óbvio: ele estava tropeçando nos próprios asnos e não sabia quem eram. No mesmo ano em que ele morre, falece em também em Juiz de Fora o nosso poderoso arquiinimigo o Juiz Halfeld, que foi o verdadeiro Judas da nossa decadência. Com a morte dos dois, Matias passa a experimentar uma pequena melhora, embora em segunda marcha, mesmo que sem muito futuro. Em 1906 o distrito de Matias Barbosa foi emancipado de Juiz de Fora. As más línguas dizem que o município não se emancipou. Na realidade foi Juiz de Fora que o desmembrou, já que a única coisa que puxava o município para trás eram seus distritos insignificantes. Após emanciparem Matias Barbosa - que ganhou esse nome por porque é costume de cidades pequenas terem nomes de pessoas que existiram. Mas, o sonho de consumo dos locais continuava: - todas as pessoas queriam um o banheiro para si. No ano de 1909 foi inaugurado o primeiro Grupo Escolar pelo Cônego Joaquim Monteiro, que foi contratado para ser professor de história, geografia, matemática, ciências, português, educação física e religião. Como a cidade só tinha anãofabelto, ele só precisava dar aulas para os dois coroinhas e podia ser professor de tudo. Em 1913, cansado de nada ensinar, o Cônego construiu a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, para poder rezar algumas missas e ganhar uns trocados. Como desgraça pouca é bobagem, abriu também a Assembléia de Deus na subida do Monte Alegre, para apaziguar um pouco os ânimos do morrão. Devido à questão ambiental e trabalhista levantada pelo Marechal Rondon em 1913, relativa aos maus tratos de animais, em 1914 é inaugurada a luz elétrica, aposentando de vez a iluminação dos vagalumes que reinava na cidade. Como não se tinha dinheiro para toda a fiação, a luz ficou restrita à Avenida Cardoso Saraiva, começando na Lanchonete (antiga rodoviária) e indo até a fábrica de estopas (atual associação de reciclagem). Mas, que não se pense ser demérito este fato, já que a cidade só tinha duas ruas na época. Então se pode dizer que 50% da cidade era atendida pela CEMIG, o que demonstra o progresso crescente. Em 07 de setembro de 1923 enfim a grande virada: Matias Barbosa é elevada à condição de cidade das Minas Gerais pela terceira vez na sua história, tendo sido eleito como prefeito o Dr. Demente Pinto no Rego, notório morador local, o único que sabia ler, escrever e rubricar seu nome nos doumentos. Como meta de sua administração o prefeito resolveu que ia intercalar o uso do banheiro real até que os outros moradores fizessem seus os próprios banheiros. Foi aí que se iniciou um projeto para criar banheiros públicos na cidade, já que as pessoas tinham muita diarreia por lá, devia ser a comida. Em cima da casinha do lendário banheiro do imperador surgiu um museu em homenagem à bosta da cidade, que na entrada dizia: "Aqui sentou a bunda do rei Dom João, não deixa de ser um trono apesar de ser uma privada...". Com uma meta tão promissora, não é surpresa que a cidade até hoje seja um local de merda, onde viceja a adubação orgânica e humana. Um local tão bem nutrido de fossas e vasos sanitários, mas com administradores cheios de bosta na cabeça, devido a influência do fator climático (ou cheirático). E como nunca deram a descarga por lá, até hoje o município é economicamente dependente de Juiz de Fora.


Casa do prefeito de Matias.

O município não se emancipou, na realidade foi Juiz de fora que o desmembrou já que a única coisa que puxava o município para trás eram seus distritos insignificantes, após emanciparem Matias Barbosa - que ganhou esse nome por motivo nenhum, só porque é costume de cidades pequenas terem nomes de pessoas que nunca existiram - todas as pessoas queriam o banheiro para si.

Então se elegeu um prefeito que ia intercalar o banheiro até que os outros fizessem os próprios banheiros. Foi aí que iniciou-se um projeto para criar banheiros públicos na cidade, já que as pessoas têm muita diarreia por lá, deve ser a comida. Em cima da casinha do lendário banheiro do imperador surgiu um museu.

Na entrada: "Aqui sentou a bunda do rei Dom João, não deixa de ser um trono apesar de ser uma privada...".

E nunca deram a descarga por lá. Hoje o município é economicamente dependente de Juiz de Fora.

Urbanização[editar]

A cidade conta com inúmeros bairros característicos onde a seleta população,predominantemente descendentes de noruegueses, suecos e afins, exigem estrutura semelhantes aos seus países de origem, encontrando então em Matias Barbosa o lugar prefeito para suas moradas; no bairro Monte Alegre há um predomínio maior da alta casta da sociedade, pois não poderia ser para menos,já que com uma urbanização invejável a qualquer outra cidade metropolitana europeia, o bairro ainda conta com um exuberante esgoto a céu aberto riachinho lotados de bostas lindos exemplares da fauna aquática. Há ainda bairros onde a fofocaiada sociabilidade é vísívil e atraente a todos os moradores, sendo até indispensável certos recursos tecnológicos como telefone, facebook, rádio, tv, pois é só o felizardo morador desse espetáculo de cidade ir a algum lugar público, como padaria, supermercado..., já no caminho ele já é entupido por uma avalanche de notícias de abrangência global, como: a mulher do fulana está dando pro fulano, não sei quem foi preso ontem, o fulano brigou com a mulher, o cachorro do fulano fica solto na rua..... economia do grupo dos oito, as novas missões da ONU ....

Roteiros dos bairros

O CENTRO é o local mais importante da cidade, concentrando toda a atividade comercial, administrativa, política e religiosa do município. Apesar de toda esta imponência, o local é tão desimportante quanto a cidade, já que é formado por somente uma grande rua de calçadas esburacadas e sujas (avenida) que antigamente servia de passagem para quem ia para o Rio de Janeiro, mas agora só passa ônibus da Fernando Turismo, caminhões velhos, carruagens e o Xangay, além dos jegues, mulas e burros da cidade.

Um dos bairros mais antigos da cidade e com uma história muito curiosa é o PENDURA SAIA / SANTA TEREZINHA. Este bairro, que é a porta de passagem para se chegar às vibrantes cidades de Sossego e Santana do Deserto, têm seu nome originado numa lenda ou ficção que se baseou em uma história verdadeira, ou numa ficção verdadeira que se baseou numa estória falsa, ou algo assim. O fato é que não se sabe se a famosa Dona Teresinha, ressaltada por todos os viajantes pela libidinosa mania de pendurar suas saias (e abrir as portas) sempre que via um passante incauto, realmente existiu, ou se são várias Teresinhas no mesmo bairro (como nomes diferentes e costumes iguais). Mas, como diz o velho deitado, “onde há fumaça, há fogo”.

(Defendendo a honra das moçoilas do local, ouvi uma versão de que o nome “Pendura Saia” vem do fato de existirem muitas lavadeiras linguarudas no bairro, que falam da vida alheia enquanto lavam roupas. No final do processo, penduram as vestimentas (saias) lavadas ao longo da avenida principal do bairro.

Considerada a Niterói de Matias, o bairro NOSSA SENHORA DA PENHA, mantém sua vocação para o isolamento ao fechar sua entrada com um controle sonoro na ponte sobre o rio Paraibunda que avisa quando qualquer outro habitante da cidade adentra em suas terras. Conhecido popularmente como BANHEIRINHO, o bairro não tem este nome por causa do banheiro real construído lá na época colonail, como faz crer a na história oficial. Na realidade o nome foi herdado devido aos curtumes que havia na entrada do bairro e que espalhavam o fedor dos seus habitantes para o resto da cidade. Quem chegava ao bairro sentia como se estivesse num banheiro onde alguém fez suas necessidades fisiológicas depois de uma feijoada, mas esqueceu de se limpar e dar descarga. Outro fator que contribui para aumentar sua fama é que todas as casas do bairro são banhadas pelo rio Paraibunda (seu maior orgulho), mas, como lá não tem rede de esgoto, todos os dejetos humanos resultantes da defecação dos habitantes são lançados direto nas águas límpidas do rio. Mas, como a natureza não é de ferro, de tempos em tempos o rio se revolta e inunda as casas locais, devolvendo toda a imundície para seus habitantes, o que produz o cheiro bem característico dos nativos locais. Como se diz na Bíblia, “do pó viemos, ao pó retornaremos”.

Existe também o SANTA CLARA, pequena porção de terra localizada entre as duas pontes que levam para o Banheirinho (é a sua sala de visitas). O local faz parte da sesmaria dos Ciprianis (oligarquia local), sendo famoso pelo seu frango sem osso recheado, que na verdade é feito de (e por) galinhas locais.

Resultado da expansão imobiliária que incendiou a cidade e fez com que o Banheirinho se tornasse ainda mais grandioso, nasceu o bairro da CATITA, que ainda não tem como ser avaliado porque não tem nada lá. Neste momento a principal função do bairro é ser a ligação com a BR040, que pode ser acessada por uma trilha de terra e mato, no meio de carrapichos, cascavéis e caramujos africanos. A rota pode ser vencida em três dias no lombo de jegues vindos diretamente do Banheirinho (moradores locais) e serve para escoar a escassa produção do bairro vizinho. Existe uma promessa de campanha do prefeito de se construir uma moderna rodovia no trajeto, mas por enquanto tem que se utilizar o jumentódromo mesmo.

O bairro BEIRA DA LINHA nasceu com uma tendência antiga e ultrapassada de criação de povoações ao redor da linha férrea e do rio, padrão vigente nos anos 1700 AC. Seu assentamento habitacional foi bancado pela MRS (antiga Rede Ferroviária), preocupada com os constantes roubos de mourões e trilhos, mas neste momento se vê num impasse de expansão, já que o bairro está espremido entre o pontilhão, o Banheirinho (êta bairro com mania de grandeza) e a Catita (filhote adestrado do Banheirinho). Acossados pela frente e por trás, os moradores já tem uma solução bombástica para o problema: ocupar o leito do rio Paraibunda, se tornando a Atlândida Matiense (só falta a permissão do príncipe submarino, o Namor).

Um bairro pouco conhecido de nome, mas bastante reconhecido pelo cheiro, é o MORRO DO URUBU. O local recebeu este nome devido ao lixão a céu aberto que empesteia o local, sendo famoso pela grande população de urubus, ratos, gambás, vira-latas, baratas e outros indesejáveis, que constituem a fauna local. Com o fechamento do lixão a tendência é que o bairro desapareça, sendo transferido (ou doado) para Juiz de Fora, junto com o lixo que para lá, Sua enorme população volátil que sobrevive do aproveitamento do lixo doméstico produzido pela urbanização deve ser extinta junto com o lixo.

O MONTE ALEGRE é o bairro mais famoso (todo mundo já ouviu falar), mais populoso (concentra metade da população da cidade), com maior número de moradias (majoritariamente ocas), tem o maior número de bares (937 na última contagem), maior número de população transsexual e suas variações (não tem como contar todos), com maior índice de criminalidade (83% das ocorrências municipais), de pessoas satisfeitas com si mesmas (100%). Fundado no alto de uma montanha a 2.300 metros de altitude, em seus primórdios as terras eram o lar da aguerrida tribo indígena tokocru nofogo. Os moradores originais foram exterminados na guerra contra os montealegrenses, que passaram a ser os dominantes locais e formaram a atual casta habitacional.

O bairro CIDADE NOVA é um filhote do Monte Alegre, nascido de uma ocupação desorganizada dos fundos das suas terras, onde foram despejadas diversas famílias do bairro original. Com o crescimento populacional dos montealegrenses (que aspiram a se separar da cidade de Matias Barbosa), o Nova Cidade se tornou uma pequena fronteira a ser vencida para se unir ao bairro Pendura Saia e formar a república independente do Monte Saia Nova (junção dos três bairros).

Outro bairro curioso da cidade é o BAIRRO MIRIM, que devido ao seu complexo de inferioridade tenta crescer e agora aspira a virar bairro Infantil, depois Juvenil, Júnior, e por último Profissional (ou Adulto, talvez). Devido à infantilidade dos seus moradores, todos acreditam ser uma aspiração impossível, mas, como se sabe, Deus é brasileiro, e brasileiro significar acreditar sempre!

A VILA SÃO DAMIÃO é uma bucólica e empoeirada comunidade rural urbana, consistindo em apenas uma rua de terra esburacada, que serve de estrada de fuga para quem assalta no Monte Alegre e foge pela BR040. Depois que o Cosme fugiu de lá, ninguém mais sabe que o Damião existe. O local tem buscado se reinventar (ou brilhar) fabricando camisinhas (de látex) que contribuem para a diminuição populacional dos cidadãos matienses.

O MARIA CÉLIA, mais conhecido como MORRO DOS CABRITOS, devido a imensa densidade populacional de cabritos, cabras, bodes, cabrodes, chupa-cabras e agregados, moradores dos morros locais desde o início do povoamento. O bairro já foi uma referência muito importante no comércio interestadual, exportando uma quantidade imensa de jegues e bodes para povoamento dos estados nordestinos, mas hoje vê sua exportação declinar, o que explica a enorme quantidade de caprinos transitando pelas suas ruas.

Primo irmão mais pobre do Morro dos Cabritos temos o ESQUENTA-SOL (também conhecido como LAGARTOS ESQUENTANDO SOL), um bairro muito agradável e calmo, caracterizado por ser iluminado 24 horas ao dia pelos raios solares, tem vista privilegiada para o negro amarelado das torrenciais águas do rio Paraibunda e por ser vizinho do cemitério municipal, lugar onde não existe problema de poluição sonora (vizinhança mais calma não existe).

Um bairro menos conhecido da cidade é a VILA DO SAPO, situada às margens da estrada que liga Matias Barbosa a Cotegipe, rota de fuga para quem não quer pagar o pedágio da BR 040. A vila é um pujante centro gastronômico piscoso, referência para a região devido aos seus 69 bares e restaurantes de venda de peixes, pescados diretamente nos quintais banhados pelo rio Paraibunda.

COTEGIPE é outro distrito de Matias, famoso pela sua dubiedade populacional, dividida entre: ser mineira (de Matias Barbosa) ou carioca (pertencer a Simão Poeira); tomar água do rio do Peixe ou do rio Paraibunda; frequentar as praias de Juiz de Fora (MG) ou de Levy Gasparian (RJ); transitar pela União Indústria ou pela BR040; ser macho ou não ser; morar do lado de cá ou de lá da ferrovia; entre outros aspectos. Muitos estudiosos creditam estas dúvidas existenciais ao fato do local ser dividido em duas partes, pertencendo a duas cidades ao mesmo tempo, nunca se encontrando como uno e indivisível.

Área residencial destinada à construção de granjas dos endinheirados de Juiz de Fora, o bairro PITANGUEIRAS tem sofrido uma deturpação de sua finalidade ao ser invadida por construções fora do padrão e de gosto duvidoso dos novos ricos de Matias. A favelização do local tem seu ápice no dia da Exposição Agropecuária local, com a concentração de todo tipo de habitante urbano, com seus carros de som ligados no mais alto volume, suas brigas e bebedeiras, seus funks e dancinhas na boquinha da garrafa.

Conhecido como a Faixa de Gaza Matiense o bairro de CEDOFEITA é a grande esperança da cidade para conter os planos bélicos expansionistas dos povos vizinhos da Vila Ideal, Retiro, Bethel, Buraco do Olavo e Vila Ozanan, tribos bárbaras que habitam a periferia de Juiz de Fora e lançam ataques sistemáticos contra civilizações mais evoluídas. Habitado por cabras e cabros violentos e guerreiros, o bairro vive de brigar entre si e contra todos, na sua luta pela sobrevivência. O local é famoso também pela produção de peixes e frutos do mar, retirados diretamente da sua porção do rio Paraibunda, que os aborígenes locais controlam com mão de ferro.

Conhecido como a capital campestre da cidade o JARDIM DO MINA é um Éden do campesinato, local perfeito para a criação (e moradia) de cavalos, vacas, burros, pernilongos, carrapatos e outros animais da fauna que se adaptarem ao estilo de vida e às terras férteis e verdejantes (o capim é a base da alimentação local). Famoso pelas inúmeras minas d’água que brotam lá, a comunidade está pensando em trocar de nome devido à escassez hídrica do país, que secou as nascentes. Num ato extremamente imaginativo, vai passar a se chamar JARDIM DAS MINA (em paulitês), para não perder sua identidade cultural e valorizar a enorme quantidade de meninas (minas) em idade de se casar, que residem no local.

E quase esquecendo do esquecido bairro SOLEDADE que se encontra depois do barro Nossa Senhora Da Penha, é um bairro tão esquecido que quem conhece é por que mora lá ou ja morou. Unica coisa interessante por lá é o BAR DO EVALDO, mais conhecido como "BAR DO ROBALDO" pelo simples fato ja informaro no apelido, ele vende as mercadorias com alto lucro e se for para "anotar" ele aumenta de R$1,00 a R$2,00. Parece que a tinta da caneta ta cara. Alem do mais ele impõe varios preços na hora da venda, alterando de acordo com o consumidor que adquire a mercadoria... Fora isso não há mais nada no bairro além da fofoca que é comum na cidade.

Educação[editar]

Matias Barbosa oferece aos índios moradores um aparato educacional invejável a qualquer outra metrópole nacional ou internacional, sendo inquestionável a atuação do colégio cônego, onde dezenas, centenas, milhares de discentes tem acesso a magníficas aulas de artes marciais na saída das aulas, onde todos os dias de aula, na saída, podem se ver exibicionismo puro da mais alta qualidade de MMA realizada sem frescura na praça em frente ao colégio e nas ruas circunvizinhas.Em todas as famílias, pelo menos 3 gerações estudaram na (acabada e centenária) instituição, onde o aluno sai sabendo menos do que quando entrou.

Matias Barbosa oferece aos moradores um aparato educacional invejável a qualquer outra metrópole nacional ou internacional, com indicadores educacionais de primeiro mundo, embalados por creches, maternais, escolas de ensino fundamental e médio, cursos profissionalizantes e universidades. O sucesso intelectual dos nossos inúmeros cidadãos deve ser creditado à imponente base educacional proporcionada pelos capacitados docentes de nossas escolas municipais, baluartes da mais fina flor do nosso ensino básico, com relevantes notas no IDEB Mineiro (Índice De Estupidez e Burrice - MG), o que lhes garantem papel preponderante no cenário nacional. A moderna metodologia educacional implementada pelo órgão de educação municipal, comandado há 43 anos pelo Professor Doutor Bráulio Nuku Pintado, garante a todas as crianças dos 4 aos 12 anos educação em horário integral, trilíngue (português, matiense e dialetos nativos), café da manhã, almoço e lanche, além de acessos a Kombis, fuscas e carroças para transporte escolar. As escolas municipais estão estrategicamente localizadas nos bairros mais importantes, garantindo amplo acesso e mobilidade para os cerca de 8.000 alunos atendidos, da creche ao 6º ano do Ensino Fundamental. As nossas Escolas Municipais são: E.M. Anália Moreira Campos que atende os bairros Vila São Damião, Barraco do Monte Alegre, BR-040 concentrando sua formação nas práticas pseudocientíficas de formação de cidadãos laborais produtivos. E a E.M. José Maria Amâncio baluarte da ignorância e formação cívica dos moradores de Cedofeita, Joazal, Vale do Sol, Jardim do Mina e demais roças circunvizinhas. E. M. Lucy de Castro Brandão, que fica no Centro da cidade é especializado na formação dos playbois e playvacas, filhos dos membros influentes da sociedade rupestre local. Atende aos bairros Centro, Pindura Saia, Esquenta Sol, Pitangueiras, Cemitério e Morro do Urubu. A E.M. Marieta Miranda Couto, plantada em pleno pasto do histórico e cheiroso do Banheirinho, atendendo à população dos bairros Nossa Senhora da Penha, Paciência, Soledade, Catita e Beira da Linha. E.M. Orlinda de Albuquerque Castro cujo forte é a formação na cultura indígena e no ensino da língua tupi-guarani, ofertada aos residentes nos bairros Monte Alegre, Vista Alegre, Moça Alegre, Pé Alegre e demais aldeias alegres da região.

Contribuindo para a formação retumbante do Ensino Básico, temos também as escolas particulares, com destaque para as difamadas Pingulinho na Gente, Inatividades e Recobrar, dentre as mais de 27 outras que oferecem ensino especializado para os filhos da elite endinheirada matiense e os filhos dos sem dinheiro, mas com muita “goela furada” para fingir que está bem de vida e não precisa de ensino público.

No Ensino Fundamental do 6º ao 9º ano e Ensino Médio a primazia de educar é da (má)afamada Escola Estadual Cônego Joaquim Monteiro, supertradicional escola mineira, com 177 anos de existência, onde estudam 99,9% dos alunos da cidade deste segmento escolar. Pelo menos três gerações das famílias matienses estudaram na acabada e centenária instituição, onde o aluno sai sabendo menos do que quando entrou. Um tradicional divertimento de milhares de aborrecentes ao final das aulas é assistirem ao mais puro exibicionismo de pugilato e MMA, realizado sem frescura na praça em frente ao colégio e nas ruas circunvizinhas. A escola tem tanto destaque que aprova nas Universidades cerca de 76% dos seus alunos concluintes do Ensino Médio. O número de aprovados dos nossos inteligentes compatriotas é tão alto que a Universidade Federal da vizinha Juiz de Fora decidiu reservar 45% das vagas de seus cursos para os brilhantes alunos oriundos de Matias Barbosa. Tal medida foi necessária para evitar que nossos acadêmicos ocupassem todas as vagas do processo seletivo e a UFJF não se torne a UFMB (Universidade Fuderal de Matias Barbosa). O sucesso de nossos alunos do ensino médio é tão grande que os quatro cursinhos pré-vestibulares que existiam na cidade fecharam as portas por falta de interessados. Em compensação aqui já existem o Campus Atrasado da UFJF, uma unidade básica da Universidade Ignácio de Sal e está sendo construído o moderno Campus da Academia Matiense de Letras e Escritas.

Outro ponto alto de nossa ofuscante e brilhante cidade são os diversos cursos técnicos profissionalizantes oferecidos, que servem para capacitar milhares de matienses e moradores das redondezas. A oferta de cursos engloba capacitações superespecializadas que atendem a demanda de especificidades locais. Além de suprir os empregadores da indústria local, o excedente da mão de obra formada é exportada para os diversos recantos do país. As formações mais requisitadas são: - Curso de preparação de motorista / Carteira F: prepara para a condução profissional de caminhões, ônibus, carroças, carros de boi e carrinhos de mão; - Curso de formação e manutenção de sapateiro e sapatão: curso que só aceita moiçolas e moiçolos bem alegres; - Os tradicionais cursos da FUMAI (Fundação Matiense Indígena) – que preservam e perpetuam as antigas técnicas silvícolas e arborígenes de subsistência na selva, sendo mais procuradas as de “Plantação rudimentar de sementes nativas”; “Caça com zarabatana e pesca com arco e flecha”; “Construção de ocas e tabas”; “Danças e coreografias indígenas do passado”. - Cursos na área de tecnologia atrasada, nos quais os mais importantes são os de “Construção e manutenção de máquina de escrever e de telex” e “Datilografia e catilografia (catar a cátia). - Além dos ofertados pela Escola Normal de Formação em Pedaburria, em consonância com os mais avançados estudos nas áreas da moderna “pedagorgia nas vertentes funkeira e periguete” e “construção do pensamento ilógico da moderna playboiagem”.

DIVERSÃO Por se localizar muito próximo a Juiz de Fora (um dos grandes pólos turísticos do Brasil) a cidade não precisa se preocupar em criar espaços de lazer e diversão, já que para se distrair é só pegar o primeiro catajegue que passar e ir para a nigth brega de JF (dá até para ir a pé), aprontar todas e voltar correndo para se esconder acá. Mesmo com toda esta facilidade, alguns espaços são muitos tradicionais no município. Entre eles destacamos: - Os bailes superconcorridos da Associação Atlética (funkyou e dispeteca), Matias Várzea (sertanojo e pederesta) e Cine Club (forrobodozão dos bravos). - Passeios campestres no Haras Morena (onde só rico pode ir). - Jogos nos campos de futebol da cidade (Matiense, Sempre Unidos, Belmonte, Palmerinhas e Cotegipe), onde todos os domingos milhares de espectadores se acotovelam para assistir sensacionais derbys futebolísticos dos craques locais contra equipes tradicionais da região e do Brasil. - Jogos da equipe local de futebol americano Peidatas (apelido Cheirosinhos), que disputa a liga nacional na sua categoria principal. Os eventos são sempre animados por sua fanática torcida e pelas dancinhas cafonas de suas macaquetes peidosinhas. - Visitar a tradicional Praça Central do Brasil e seus containers de última geração, onde se desenvolve o famoso tour gastronômico matiense. Entre diversas iguarias é possível completar o circuito comendo-se o pastel do Nilson, o hamburcão do Saulo, o macarrão na chapa e os caldos do Delson, o queijinho na chapa da Sangra, as pipocas de sabores variados dos cerca de 23 pipoqueiros locais, os churros do Biel, o cachorro-quente da Tida, entre outros deliciosos petiscos engordurantes. Tudo isto embalado pela vibrante voz da dupla de dois, Pirilampo e Paralama, acompanhados pelas dancinhas típicas do bailarino jeca Lucius JhonJhon. Comendo tudo isto, se o visitante não matar sua fome, vai adquirir uma grande diarréia (e pança). - Outro passeio relevante é ir comer churrasco de gato na afamada Praça dos Podres, reduto da decaída boêmia suburbana. - Para quem tem carro existe o circuito do peixe na Estrada Royal, sentido Cotegipe, onde existem dezessete bares intitulados DO PEIXE (Bar do Peixe, Rei do Peixe, Príncipe do Peixe, Barão do peixe, Filho do Peixe, Peixe do Peixe, etc....), onde são servidos as mais variadas espécies piscosas pescadas diretamente do caudaloso Rio Paraibunda. É tanto pescador que o nível do rio até diminuiu, de tanto peixe pescado. - Além disto temos 13 pizzarias, 10 pastelarias, 7 restaurantes de comida japonesa, 5 de comida árabe, 9 locais para ser comido (existem gostos variados), 21 padarias, barracas de minisalgados e cachorro-quente, 29 restaurantes de comida mineira e brasileira, e 666 butecos diversos, desde os de degustação de vinhos e uísquezito, até os mais pé-sujos, onde se toma pinga comendo feijão com pele. - Como divertimentos mais comezinhos e baratos temos alguns que são de preferência nacional: falar mal da vida dos outros; bisbilhotar a vizinhança; passar trote por telefone; roubar fruta e galinha do vizinho; chifrar o marido alheio; sentar na praça para ver o tempo passar; malhar o prefeito e vereadores; jogar damas e dominó; entre outros. Como se vê, divertimento não falta por estas terras. É só vir e se desbundar com algumas das nossas opções.

Economia[editar]

Tudo o que se produz em Matias Barbosa vai para Juiz de Fora, praticamente é lei de cidades pequenas pra cacete que ficam perto de cidades enormes. Matias Barbosa já foi confundida até com um bairro de Juiz de Fora. A principal fonte de renda do município é um Centro Empresarial "park sul" que está em portuglês (inglês mais mineirês, onde várias partes do dia se veem levas e mais levas de moradores enchendo robustos ônibus fretados para atuarem de forma ininterrupta, principalmente na Natura, onde depois de anos e anos acordando cedo, colando nas provas, ficando de recuperação, matando aula, se alcança o resultado próspero como trabalhar na Natura. Contudo o mais intrigante, nem talvez o mais graduado físico possa explicar, é o fato de que os ônibus fretados com a massa trabalhadora ao deslocar para o início do seus turnos encontram os funcionários embebecidos de tudo quanto é cheiro de perfumes natura, e seja onde eles vão, mesmo se passando horas e mais horas, trocando a roupa, tomando banho, todos percebem que são trabalhadores da Natura; já teve caso, isso é o que se comenta em Matias Barbosa, de que um funcionário da Natura ao ser abordado por policiais na cidade, como não se encontrava com os documentos disse aos policiais que era trabalhador da Natura, sendo imediatamente liberado pelo cheiro característico dos sublimes perfumes que estava pelo corpo. Outro ponto bem interessante da cidade é a heterogeneidade social da população, onde dos homens, 60% são caminhoneiros, 15% pretendem ser caminhoneiros e 95% do total que restam vão ser caminhoneiros ( independente da vontade); e mais: 60% são homossexuais, 30% são viados mesmo , 70% usam algum tipo de droga ( não se esqueçam de que "bailes" na associação matiense podem ser considerados droga)e 75% unem todas as características apresentadas. Outro detalhe pitoresco da cidade, que lógico não condiz coma realidade, é a fama de que a vasta legião de trabalhadores no ramo de caminhoneiros da cidade, carrega na cabeça, além de trabalho árduo e vontade de prosperar cada vez mais, um lindo e brilhante par de chifres chapeu de palha, pois segundo as más línguas, que não é verdade de forma alguma,tais caminhoneiros deixam suas esposas por dias, semanas, sem seus contatos, vindo dessa forma a cidade de matias barbosa ficar recheadas de "visitantes", turistas a procura de quitutes preparados por essas "caridosas" mulheres.

A principal fonte de divisas do município vem do Distrito Industrial “Porco Cul”, nome em matienglês (matiense + inglês), batizado assim em homenagem ao grande lixão que existia no local e que foi aterrado para ser constituído o empreendimento, restando agora somente o lixo que ficou em cima. O local sempre fede devido à herança porcalina deixada pelos ilustres edis de Juiz de Fora (o lixo lançado lá era da vizinha cidade). Um rumor antigo que circula é que a construção do empreendimento só seria liberada pelo Ministério do Meio Ambiente se uma empresa especializada em perfume fosse instalada lá. Como a Avion e a Cristhian Pior declinaram da missão, a Fatura foi convencida a misturar seus cheiros aos fluidos locais, para evitar que todos tivessem quem usar máscara anti-gás. Como contrapartida para a instalação de sua fábrica a Fatura fechou acordo com a justiça estadual para que sua fábrica funcionasse 24 horas por dia, num regime de trabalho escravo, e seus trabalhadores pudessem cumprir turnos de 18 horas de trabalho por 6 de descanso, para conseguir dar conta do mal cheiro reinante. Muitos dizem que é um trabalho desumano e escravo, mas a empresa diz que é uma questão ambiental, para fortalecer a natureza e restaurar o equilíbrio cósmico-funcional-naturalístico da nossa resplancedente urbe humanus. Ninguém entendeu nada da explicação, mas como as palavras eram muito bonitas, ficou aceita a desculpa. Mesmo 82% da renda da cidade sendo oriunda das empresas situadas no distrito industrial existem outras atividades produtivas da cidade que geram recursos e empregos. Dentre os principais produtores temos: - Caminhões – durante muitos anos a atividade de transporte via caminhão foi a principal da cidade, sendo responsável pelo dinheiro circulante e por inúmeros casos extraconjugais dentro e fora da cidade, sendo que nessa época ela ficou conhecida como Cidade dos Cornos devido ao grande número de caminhoneiros galhudos residentes, que contribuíam com o dinheiro em casa mas deixavam a patroa ser cuidada por outros. - Fábricas de calçados – já foram atividades de relevância no município, mas agora as poucas que tem só produzem rasteirinhas que dão tombos nas pessoas. - ECONOMIA Um dos setores de maiores destaques no cenário econômico matiense é o agrícola. Embora a produção seja de subsistência, voltada para o consumo local, os produtos produzidos são destaque. Podemos evidenciar: Produção de capim e alfafa, que constituem a base alimentar dos nativos locais; cultivo de milho para alimentar a porcaiada da região; carne de cabrito seco, fonte importante de proteína; plantação de urtiga para uso como papel higiênico; pesca de camarão, lulas e lagostas na região de Zedofeita; produção de marafa (cachaça) batizada do Malatesta. Ainda no setor produtivo agropecuário temos a criação de jegues, jumentos e asnos para fomentar a cultura local e aumentar o valor oriundo do FUNDEB recebido pela Prefeitura Municipal; retirada de saibro, argila e sapé pela prefeitura para construção de casas de pau a pique para o programa de construção de habitação populares “Minha Casa, Minha Pocilga” e, numa atividade mais recente, mas bem promissora, a produção de adubo orgânico oriundo do Forno Crematório local.

Como a cidade não presta para muita coisa, o maior empregador é a Prefeitura Municipal que gera cerca de 60% dos postos laborais do município. A prefeitura só não emprega 100% porque não tem mesa, cadeira e enxada para todos eles e sendo assim fica difícil enganar que estão todos trabalhando. A saída seria instituir o turno da noite mas como a prefeitura não tem dinheiro para pagar a energia elétrica, só seria possível se trabalhassem à luz de vagalumes. Do enorme contingente de trabalhadores municipais, uns 5.300 são utilizados nos serviços de varreção, capina, poda, limpeza de fossa e similares. Apesar de tanta gente neste setor a cidade é a maior sujeira, o que levanta o questionamento de porque isto é assim? Será que todos trabalham? Questionado o prefeito disse que é “intriga da oposição”, mas não consegue explicar porque que todos estão lá e o que fazem. Outros dois setores municipais que tem muita gente agregada é a educação (já citada e de primeiro mundo) e a saúde (de sétimo mundo). A saúde merece o destaque negativo porque é considerada pela população uma porcaria, muito pior que o SUS. A área conta com 25 funcionários para cada médico/enfermeiro. É tanta gente que enquanto um fica sentado, quatro fica tomando cafezinho, esperando sua vez de sentar (afinal ninguém é de ferro). Durante o dia eles fazem o clássico revezamento de cadeira, isto quando não vão fazer nada em casa, cansados de tanto ficar à toa e sem trabalhar. NUNCA VI FAZEREM UMA PESQUISA TÃO RUIM NESSE SITE ...!