Matipó

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Pão-de-queijo... hum... bão dimais...
Minas
Uai sô, ocê num intendeu?
Esse artigo é de humor mineiro uai! E foi feito por arguém que tava comeno um queijim... Pra entender, só comeno um pãozim de queijim com um copo de leitche! Ooooô trem baum de mais da conta, sô!


E mais um corno surge em Matipó...

Matipó, mais conhecido como terra do nunca, é uma vila que milhares de pessoas certamente já ouviu falar. No entanto não conhecem, duvidam da sua existência e dos 'causos que de lá correm todo o planeta.

O humilde vilarejo tem o impressionante número de 863,5 habitantes (dados do cenço local) - o meio é por conta de um caso de gêmeos siameses ligados do joelho até o pâncreas onde o cenço (o nome da fonte) não contabiliza nem 1 nem 2 pessoas e sim uma pessoa e meia.

Esse grande número de habitantes é dividido em duas ruas, e extraordinários "ziares de hectare de terra com denominam a própria população.

Tudo começou no início do ano bisexto de 137 a.C. quando o grande desbravador continental Louis Fernandes Coutinho saíra da bela, escultural e turística cidade de Matchupitcho no Peru para mostrar ao mundo as belezas das terras brasilenhas e apreciar o melhor Carnaval do mundo (pornografia explícita sem vergonha e sem preconceito) numa tal cidade chamada Rio de Janeiro - cidade na qual os habitantes eram tão pacíficos que a cidade ganharia de presente em um futuro próximo, um Cristo de braços abertos. Graças a Louis a terra é batizada com o tal nome e conhecida também como Matipas. Seus moradores como matipoenses, ops matipenses.

Eis que no caminho, às margens do Rio Galego, Louis ou Louisinho, como era chamado por sua comitiva de dezessete pessoas, avista três cavernas indígenas, onde Louisinho e seu rebanho passariam uma noite de descanso no estupendo local rodeado por grandes montanhas e muita moita verde. Loius é muito bem recebido por uma bela índia chamada Babinha Mafra. Todos foram convidados a beber um vinho bem pisado pelo seus belos pés de poucos cravos e que nunca vira uma lambreta antes. Pois que foram três noite e dois dias de pura farra que ninguém de peru... ops, nenhum peruano não esqueceria mais, tanto que nunca mais quiseram 'arredar' o pé do local.


Alguns séculos depois a cidade que não tem pressa pra crescer guarda curiosidades...[editar]

Existem duas ruas no vilarejo, a rua de cima e a rua de baixo. Ninguém da rua de cima gosta das pessoas da rua de baixo, e todo mundo da rua de baixo odeia as pessoas da rua de cima, tudo por poucos motivos, um deles é por causa da política, que devido a falta de serviço no lugarejo fez-se criar duas monstruosas siglas políticas: a bitela 'Cacunda de Gato' e a dura 'Canela Riscada', uma em cada uma das ruas. Qualquer outra pessoa que visite o lugar é logo indagado a respeito do partido que tem maior simpatia, se der mancada na rua errada é linchado, ops apedrejado, ops foiçado, ops inchadado, ops facãonhado e torturado com todos estes aparelhos modernos que existem naquela cidade, ops lugarejo, ops vilazinha.

Mulheres[editar]

As 'beldades' do local são famosas por escalarem pé de goiaba, pé de manga, pé de jabuticaba, pé de laranja, pé de carambola, pé de pinho ops, pé de qualquer coisa. Quanto mais difícil melhor, e quanto mais alto a dama subir mais prendada é a danada e os mané fica tudebaixo dos pé de qualquer coisa espiando os casco duro dos pé das moçoilas subindo com desenvoltura os troncos mais tortuosos.

Mas o melhor é sábado à noite, quando as damas passam a baba sebosa do boi nas madeixas, para que elas fiquem brilhantes, macias,ops volumosos e um aroma característico de cachorro velho molhado.

O único problema do sebo é que sua durabilidade é somente de três horas e a prenda tem que retirar a coisa antes ou então a coisa endurece e só sai com a raspagem do cabelo (dizem até que no lugar já é moda também as damas andarem careca). Arrumadas, elas dão uma voltinha na pracinha que é localizada na curva entre as duas ruas onde os rapagões estão de calças jeans curtas, desfiadas, desbotadas, ops apertadas. O chique para os machões lá é manter sempre o bigode ralo.

Atividades[editar]

A subsistência é feita do plantio de arroz, feijão, café, algodão, almeirão, cebolinha, ops alfafa, plantio de cenoura, beterraba, batata, acelga, ops espinhafre, plantio de cana, manjericão, abóbora, repolho, plantio d uff... plantio de tudo vai um pouco de tudo. Os rapazes no cabo da inchada e as dama na colheita. Se for ao contrário a sexualidade do indivíduo é radicalmente contestada, ou é florzinha ou é Maria João.

Os habitantes de Matipas estão presentes em todas capitais do Brasil, isso pela persuasão e vontade do pessoal de se sentirem importantes, mais bonitos, mais inteligentes, ops modernos por estarem em algum lugar do Brasil com coisas diferentes de lá que eles acham que é o máximo, e é chique. Depois de juntar dinheiro pra passagem e conseguirem ir para outro lugar eles até voltam s pra tirar maior onda contando suas proesas e das maravilhas que é o mundo fora dali.

Muitos jovens com mania de grandeza ao sair daquele lugar querem fazer tudo em excesso, ou mentira, ou sexo ou extorsão ou trabalho ou tombo em homens ricos ou chifres nos parceiros.

Causos pra boi nenhum dormir[editar]

A cidade é conhecida por ter os maiores contadores de causos' do mundão. E todos os jovens se orgulham por ter algum tio na família premiado por causos e acausos e seu causos e descausos. São os grandes animadores de festas.

O mais premiado e desinibido, ops famoso é o tio Titojim (kkkkkk só o nome já é engraçado, imagina os causos).

Hospital[editar]

Não é provido nem de Posto de Saúde o local, quem cuida dos doentes e dos duentes é a curandeira 'Terezinha Quebra-tudo, que tem garrafada pra tudo, ops pra rim, pra figo, pra dor de junta, reumatismo e todos males do homem e das muié como diz no cartaz na porta do barracão.

Monopólio[editar]

Tudo na cidade hoje é controlada por um tal de Galdim que brotou das colinas ao redor da matchupitcha brasilenha, sabe-se lá como. Mas isso é assunto pro próximo capítulo... aguardem