Matrinchã

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Matrinchã é uma cidadezinha isolada na Mesorregião do Pantanal Goiano. Sua economia é baseada na agricultura e pecuária, grande novidade, e também não é desenvolvida, você não deve acreditar no que a Wikipeida diz.

História[editar]

Curso de inglês de Matrinchã.

Cidadezinha criada nos anos 60, ao som do Elvis Presley, quando o fazendeiro Abelírio Claro Feitosa montou um comércio de pequi na beira da estrada. O amplo movimento de brasilienses que se perdiam tentando achar o caminho para o rio Vermelho fez com que surgissem famílias de nordestinos no local, que queriam tomar banho de rio, dormiram e perderam o ponto.

Como aquele povo se considerava um povoado, foi construída a primeira escola, depois o primeiro bar, a primeira capela e etc. Com isso os fazendeiros Abelírio e um tal de Jofre (não confunda com Éder Jofre) doaram uma parte do seu quintal para os pobres moradores. Assim surgiu o povoado de Santa Luzia de Matrinchã, não se sabe o porquê desse nome, Luzia era o nome da amante do fundador, e Matrinchã era o nome do córrego poluído onde os cidadãos idosos pescavam tainha.

Após o município se desenvolver no cultivo de soja e milho, se tornou um distrito de Aruanã, de quem conseguiu sua independência em 1987, pois estavam na época do césio e esta última cidade queria cada vez menos moradores para tratar.

Geografia[editar]

Matrinchã é cortada pelo rio Vermelho, onde só há umas praias de brinquedo e um monte de peixes contaminados para pescar. Vale lembrar que este rio passa por Goiás Velho, o que aumenta apenas 1% em sua importância real. Tem também um tal de Lago Azul, mas ninguém se importa (pois todo lago é azul).

Economia[editar]

A economia de Matrinchã se baseia na agricultura e pecuária, afinal o que mais você esperava de uma cidade do interior?

Turismo[editar]

Matrinchã tem várias atrações turísticas inúteis. Confira:

  • Festinchã - Cópia barata do Fica, é um ótimo atrativo para humoristas do Zorra Total fazer o povo rir, ou morrer tentando. Um tal baiano com o nome de José Nilton é uma lenda desse festival por ter popularizado o acarajé na cidade.
  • Festa do Peão - Festa que mobiliza um monte de otários que tentam ficar em cima de um touro bravo por 8 segundos. Coisa muito comum no interior de Goiás.