Mayo (Yukon)

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Mayo é uma cidade canadense monótona, sem graça, caindo aos pedaços, abandonada, falida, tomada pelos insetos, localizada longe de qualquer coisa... Enfim, é uma cidade bem atrativa, caso você esteja fugindo da polícia, e precise de um lugarzinho bem fudido e discreto para se esconder.

Mayo também é um excelente lugar para esconder reféns e desovar corpos. Se jogar suas vítimas naquelas terras, pode ter certeza que ninguém mais vai encontrá-las (provavelmente nem mesmo você, já que lá todos os pontos são iguais).

Esse curral é tão insignificante que nem fez parte da corrida do ouro no Klondike. Ou seja, nem merecia um artigo na Desciclopédia. Mas como é legal zoar inutilidades, eu resolvi fazer esse artigo.

História[editar]

A privada do pioneiros. Acredite ou não, isso ai é a coisa mais interessante para se ver em Mayo.

A cidade foi afundada em 1750, por uns caras que precisavam de um lugarzinho escondido, que não aparecesse no mapa, distante de tudo, para esconder suas peles de animais dos fiscais do Ibama. Como o plano deu muito certo, pois conseguiram exportar 100% das peles para a Ásia, e não tiveram que enfrentar apreensões ou coisas do tipo, eles continuaram usando Mayo como esconderijo por mais de 140 anos.

Em 1825, um desocupado por aí, famoso por estudar pinguins, ursos polares e idiotices similares, resolveu ir para o Alasca, onde finalmente poderia estudar esses animais em seu ambiente natural. Porém, na metade do caminho, ele sentiu uma forte vontade de dar uma bela duma cagada, pois tinha exagerado na feijoada do almoço. Então, ele foi em um matagal ali próximo, para soltar a rajada.

Como o lugar é deserto, já que ninguém em sã consciência tem coragem de morar no Yukon, ele pensou que estava em completa privacidade, mas não contava que, logo ali atrás, a menos de 100 metros, estava o galpão de Mayo, onde estavam escondidas todas as peles de animais. Como era um cagão, em todos os sentidos, o sujeito não denunciou os meliantes para a Polícia Montada. Pelo contrário, ele fez amizade com os criminosos, e financiou a construção de um banheiro público na região, afinal, ele pretendia ir milhares de vezes mais para o Alasca, e um banheiro no meio do caminho iria facilitar muito a descarregada.

20 anos depois, alguns indigentes, que se perderam no caminho para o Québec, chegaram em Mayo, e resolveram expandir o banheiro público, até aquilo se transformar em um alojamento. Mesmo não querendo curiosos na área, os bandidos nem falaram nada, pois já estavam muito velhos, e não aguentavam mais levantar as carabinas.

70 anos mais tarde, quando todo mundo da região já tinha morrido das mais diversas causas, e Mayo tinha se tornado um grande deserto, alguns garimpeiros iludidos chegaram na região, e acharam que iriam conseguir encontrar toneladas de minérios valiosos, já que o solo de Mayo era virgem. Após muitos anos de escavação, eles encontraram algumas gramas de prata, o suficiente para dar um viagra para Mayo, e transformar aquela bostinha abandonada em uma perfeita cidadezinha interiorana canadense, ou seja, com algumas casinhas frágeis e sem nenhum habitante.

Atualmente, apenas alguns historiadores fanáticos moram em Mayo, crentes que algum dia irão conseguir descobrir porque causa, motivo, razão ou circusntância fundaram essa cidade, que nada acrescenta à geografia do Canadá.

Turismo[editar]

Por incrível que pareça, alguns doidos sem nada melhor para fazer vão até Mayo, e ficam contentes em ver um monte de construções caindo aos pedaços, e com pouco (ou nenhum) valor histórico.

Para tentar atrair mais turistas, já que os poucos que iam para ver as construções não gastavam nem um tostão furado na cidade, os poucos habitantes de Mayo construíram um casebre de madeira, colaram nas paredes algumas fotos tiradas da internet, e disseram que aquilo é um museu. Sim, tem gente que acredita nessa baboseira, e paga algumas moedas para entrar lá.

v d e h
YUKON
Bandeira de Yukon.png