Mazda
Made in Japan
Este é um artigo com tecnologia do sol nascente né.
E tem um Nissan, Toyota, Honda ou Mitsubishi que fazem drift.
Prepare-se para um milhão de Bankais se quiser vandalizar
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Gostou?! Comprei em Paris...
Vamos, meu bem... Preciso ir a minha aula de rugby! |
Você quis dizer: Patrocinadora do Carp![]()
Google sobre Mazda
Eu já vi esse carro no Playstation!! ![]()
Nerd sobre Mazda
Nunca vi nem comi eu só ouço falar... ![]()
Pobre sobre carros da Mazda
Junto com Akira, a Mazda é um dos dois fabricantes de automóveis japoneses adorados pelos antigos persas. Embora hoje em dia esses tais sedãs importados parecem muito antiquados(e são), imagine o quão impressionante toda a linha de carros teria sido há 3000 anos atrás?
[editar] Império Mazda
A religião persa antiga, conhecida como Mazdaismo, foi praticada no Segundo Império Mazda. Dirigindo, um Mazda e um Akira eram vistos como o símbolo absoluto de alegria e felicidade. Para estes Mazdaistas hoje em dia(ou Zoroastrianos, como eles preferem a sensação de ser empurrados para trás em seus assentos pela força de um trabalho de um motor potente, com a sensação de um corpo de mulher por perto). Essas pessoas são consideradas Mazdaligans, e consideram ter e conduzir um Mazda uma das muitas alegrias e honras da vida.
Toda a luta entre a Mazda e a Acura é melhor descrita em uma série de mini-épico da década de 1980.
[editar] Locais de culto do Mazdaísmo
Atualmente, os deuses Acura e Mazda são cultuados em instituições conhecidas popularmente como "concessionárias". O grande número(grande número?) de concessionárias de Acura e da Mazda hoje atesta o legado dos antigos persas, e que realmente ninguém nem fazia ideia que o Brasil existia, porque concessionária da Acura e da Mazada por aqui...). A cerimônia de Acura e da Mazda é pensada para ser um dos primeiros exemplos de uma economia de escambo; uma vez que peregrinos vinham para a concessionária com a moeda, ou então com uma arma de alta qualidade, que dariam aos sacerdotes, que eram conhecidos como " Vendedores ", que sempre estavam acessíveis e eram comunicativos, e que pediam sempre autorização ao bispo, mais conhecido como o Gerente, para dar aos peregrinos o que seria uma lembrança premiada da peregrinação, bem como uma maneira de voltar para casa. Estes sacerdotes finalmente se renderam para a ganância, e nomeou um carro que além de seus atributos de simpatia e que também fosse confortável, para os tais sacerdotes poderem dizer com todas as letras: é uma obra do grande deus Mazda!, mas quando um de seus carros que foi vendido veio com diversos problemas técnicos, notou-se uma grande queda de seguidores da religião Maza, e que todos se converteram ao Volvoísmo, principalmente. No Brasil, a religião já chegou enfraquecida, e ainda por cima, encarando a força do Volkswagenísmo e o Fiatismo.
[editar] Atualmente
Pouco tempo depois, nas terras orientais, onde surgiu, o Mazdaísmo começou a sofrer diversos problemas com um ser que se virou contra a política Mazdaísta, um ser chamado Martinho Toyotero. Este reuniu diversos outros seres em volta de seus pregamentos e os converteu ao Toyotismo que você hoje ouve falar quando estuda geografia. A religião Toyotista também já sofreu com a conversão de pessoas ao Hondismo, ao Hyundaísmo, entre outros, todos surgindo da seu campo oriental. Por isso hoje os poucos Mazdaístas acabam tendo outros escambos de outras religiões, geralmente um Ford ou então um Fiat, seguindo ambas as religiões, especialmente devido à esse declínio Mazdaísta.
