Meitnério

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Meitnério (em homenagem a Lise Meitner, física e empregada doméstica austríaca) é um elemento químico de número atômico 109 que é pouco estudado pelo fato de não conseguir ser pronunciado.

História[editar]

Gravura grega da deusa Atena, precursora da descoberta do meitnério.

O visionário alquimista Dmitri Mendeleev já previa a existência do meitnério e chamava aquele espacinho tosco de eka-irídio.

O meitnério foi sintetizado pela primeira vez em 1982 por uma equipe de pesquisadores liderada por Peter Crouch num laboratório qualquer da Alemanha que pouco importa. O elemento foi novamente por meio de um bombardeamento que ninguém pediu e ninguém esperava, entre o bismuto-209 com ferro de passar-58 por meio da utilização de um acerelador de partículas da Suíça que tudo vê e tudo sabe.

A criação do elemento demonstrou que as técnicas de fusão nuclear podem ser utilizadas para produzir novos elementos pesados e inúteis, que possuem apenas a utilidade de preencher as lacunas da tabelinha nefasta, já que nem para tornarem seus descobridores mais famosos eles servem.

Esse nome idiota e impronunciável foi lançado por um idiota, retardado e anta em homenagem a Lise Meitner, uma física austríaca que inventou a fissão nuclear embora todo mundo só conheça Otto Hahn, o assistente dela. Tudo porque Hahn roubou as descobertas dela e ganhou o Prêmio Nobel em seu lugar, porém ela se contentou em ganhar duas medalhinhas e ser considerada a mulher do ano de 1946. Por esse motivo os cientistas punheteiros da IUPAC resolveram homenagear uma madame que não fosse a Marie Curie, apesar da persistência do pobre Otto que continua empenhado na tentativa de dar seu nome a algum elemento.

Características[editar]

Metal de transição do grupo 9 da tabela periódica, provavelmente sólido em temperatura ambiente, inexistente na crosta terrestre e sem nenhuma aplicação conhecida. Provavelmente ainda tem apenas o uso de ferrar todo estudante de química que mal consegue pronunciar o nome do elemento e menos ainda pode decorá-lo.