Melgaço

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Município de Melgaço
"Me arregaço"
Bandeira de Melgaço.png
Bandeira
Aniversário 30 de dezembro
Fundação Não disponível
Gentílico melganos
Lema Melaço
Prefeito(a) Desconhecido
Localização
Localização de Melgaço
Estado link={{{3}}} Pará
Mesorregião Ilha dos Búfalos
Microrregião Porcaria
Municípios limítrofes Sei lá!
Distância até a capital Não disponível
Características geográficas
Área 2000000000000000 km km²
População 1000 pessoas hab. 2072
Idioma indioês
Densidade 0,2 hab./km²
Altitude 1 m metros
Clima Infernal IF
Indicadores
IDH 0, -000 2012
PIB R$ 6.000 2012
PIB per capita R$ 1 real 2012

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Qualquer pessoa que não more lá sobre Melgaço
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Melgacense sobre o nome da sua cidade

Melgaço, mas também conhecida como Melaço por fonologia mais do que óbvia, é mais uma das trocentas cidadezinhas-ilhas presentes no Pará, mais precisamente na menos importante maior ilha pluvial do mundo (ou pelo menos do Brasil, já que, provavelmente, devem haver Ilhas maiores no mundo como a Ilha de Lost), a Ilha do Marajó, como se isso fizesse alguma diferença no final, é mais um status inútil do que um título para se ter orgulho.

Localizada bem no meinho da Ilha do Marajó, até hoje ainda buscam alguma utilização para a Ilha, alguma funcionalidade para que não haja um degredo da cidade para com todo o Estado. Não é a toa que o governo do Estado do Pará não dá nenhuma assistência à cidade e seus arredores, que tem que custear com tudo o que precisa através do próprio esforço, se bem que eles não são os únicos municípios da Ilha segregados pela sede do Estado, que fica na bem e boa cidade de Belém onde Jesus nasceu.

História[editar]

A sede da cidade de Melgaço. Típica cidade do interior.

A origem do município de Melgaço se deu como muitos outros municípios do Estado do Pará, principalmente aqueles surgidos na Ilha do Marajó. De um modo muito inútil curioso, para tais cidades temos dois caminhos para as suas origens, nenhum mais que esses. Sempre que qualquer cidadezinha, vila ou mesmo um povoado surge em um desses modos, é quase que exclusivos que estamos falando do povo do Norte do Brasil, já que sua colonização nunca mudou em mais de 500 anos. Os tipos são os seguintes:

  1. Município que nasceu a partir de uma aldeia indígena, já que poucos são os que nascem de uma sociedade já totalmente definida;
  2. Município que nasceu a partir de uma migração de nordestinos para a localidade em questão, já que nordestinos estão em todos os lugares;

Levando em consideração esses dois fatores, o município de Melgaço surgiu do primeiro, através de uma aldeia instaurada por um jesuíta (ou seja, dedo do homem branco no meio, senão, ela continuaria só mais uma aldeia). Depois da expulsão dos mesmos, a antiga aldeia virou uma vila, já com o nome de Melgaço, que sabe-se lá o que significa. Com o tempo passando, Malgaço englobou Portel em seu território, pegando um pedacinho de Breves e ficando com mais de oito mil quilômetros de extensão, tornando-se a toda foderosa do Marajó.

Mas como muito poder começou a dar medo a muita gente, começaram a dividir a cidade em pequenas partes, deixando somente um pedacinho de nada para Melgaço, que é somente o que se tem hoje dele. Em uma suruba na Ilha acontecida há muito tempo, Melgaço já pertenceu a Portel, Breves e teve Curralinho em seu interior (ui!), mas também já foi dona de todos esses territórios que, com o tempo, acabou perdendo tudo também, tal qual um mercenário. Hoje ninguém sequer lembra que ela já mandou em quase meio Marajó.

Geografia[editar]

Pode acreditar, a cidade toda está nessa pequena fotinha ou não.

Melgaço tem atualmente quase 18.000 segregados espaciais habitantes, espalhados por toda a ilha, mas, claro, a sua maioria está centralizada na sede da localidade (afinal, já basta ficar nesse interior para ficar no interior do interior, como no caso da Vila de Areias, seu outro distrito, que ninguém sabe onde fica). Tal município faz fronteira com Portel, Breves, Bagre, Gurupá e Porto de Moz, outras cidades tão segregadas quando esta, sem falar que ainda foram algumas de suas partes no passado.

O hino da cidade (sim, lá tem um hino) foi composto no tempo em que o Diabo era menino e retrata a época em que a cidade passou pela sua pior fase histórica, que foi quando ela perdeu grande parte de seus habitantes que migraram para locais que realmente valiam a pena de se viver (hoje as pessoas que migraram dão Graças por ter se livrado de tal fim de mundo). O clima da localidade é considerado superúmido pelo óbvio, é uma ilha e, como tal, o que não falta é água por ali.