Mickey Mouse
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Trocadilho infame
Mickey Mouse(Rato Chavemicrofone, no português) é o nome artístico usado por Edmundo Freitas, um camundongo afroamericano, nascido na cidade de Três Lagoas - MT no dia 14 de agosto de 1952. Morreu no dia 19 de dezembro de 1990, quando o avião que o levava aos EUA caiu.
Tabela de conteúdo |
[editar] Infância
Filho de Sâncio Diogo Freitas, humano, pedreiro e Maria Santana Telles Freitas, camundonga, costureira. O pequeno rato, tendo vida difícil, aprendeu a trabalhar desde pequeno: aos doze já era aprendiz de mecânico (daí herdou o seu traje reconhecido mundialmente, o macacão). Sempre teve temperamento ácido e revoltado, como recohecia a sociedade da época, e diz-se que deve-se ao fato de sua mãe ter sido estuprada pelo seu pai, sendo o pequeno camundongo fruto de tal aberração. Casamentos entre homens e camundongas não era bem visto na época, ainda mais no caso de seu pai, negro descendendo diretamente de escravos.
Aos vinte e cinco anos de idade, após a morte de sua mãe por um exterminador de pragas da cidade, Belarmino Viscenzo Alighieri, Mickey fugiu em direção à fronteira MT-SP. Pegando carona foi parar na cidade de Ribeirão Preto - SP, daí se dirigiu à Juiz de Fora - MG. Numa das lojas especializadas em venda de pranchas de 'surf' e artigos de praia, Mickey encontrou com um senhor, John Belle Tree, um francês, produtor de filmes, que o levou a Hollywood para fazer algumas participações. Cada vez mais conhecido como ator, Edmundo adotou o nome de Mickey Mouse. Depois de ganhar muito dinheiro com seus filmes, Mickey voltou ao Brasil para rever seu pai que estava no leito de morte.
Em homenagem a seu pai, resolveu fundar uma cidade para enterrar o recém-falecido nela. Buscando inspiração no nome de um amigo de infância, Waldisnei(lê-se Valdisnei), fundou a cidade de Disney - MT. Em metade da área do novo município, construiu um parque temático chamado Disney World. Seu parque foi sucesso durante a década de 80. Tomado por uma angústia de ser um camundongo preto e branco, decidiu ir novamente aos EUA, fazer uma cirurgia de risco e ganhar cores.
[editar] De mecânico a dono de um mundo
Mickey comprou um bom lote de seis mil hectares numa cidade chamada Siqueirópolis do Norte - MT, logo após a sua volta dos EUA por conta da morte de seu pai. Esse lote abrangia a área de toda a cidade mais algumas regiões vizinhas. Então Mickey fez um pequeno cemitério particular para toda a sua família ao noroeste da cidade. Logo depois decidiu mudar o nome da cidade para Disney, por ter boas lembranças de um amigo de infância, Waldisnei, que lhe servira de companheiro de brincadeiras e de colega de trabalho na mecânica em qual o camundongo atuou como mecânico chefe por sete anos, desde os quatorze, tendo sido aprendiz de mecânico dos doze aos quatorze. Entediado, durante as férias de julho de 1981, resolveu construir um parque de diversões com as próprias mãos. Sua ideia foi frustrada por um golpe do destino: foi assolado pela Leptospirose que lhe tomou a boa saúde, fazendo-o gastar muito dinheiro. Durante esse período, recebeu a visita de muitos colegas de atuação dos EUA, entre eles o Pato Donald e o Pateta, que permaneceram ao lado do camundongo enfermo até que este se recuperasse totalmente, num período de exatamente um ano. Quando recebeu alta, junto com os seus amigos, resolveu montar o seu tão sonhado parque temático. Ele construiu com as próprias mãos e seu saber de mecânico, todas as atrações e brinquedos do parque. Donald ficou responsável por cuidar de uma tenda de alimentação, Pateta cuidava da manutenção, juntamente com Mickey, e da limpeza do parque. Ao passo que o parque foi se tornando cada vez mais visitado, Mickey foi se afastando de seus amigos e dos seus afazeres mais simples, contratando centenas de funcionários para essas tarefas, preferindo ficar no seu escritório apenas administrando o seu próspero negócio. Era já o dono de um mundo
[editar] Desafinidades e desentendimentos
Após ter se afastado tanto de seus amigos, Mickey passou a apresentar sintomas de depressão profunda. Resolveu abandonar temporariamente os seus afazeres no escritório para passar férias na Ilha de Java. Para tomar conta de seus negócios, que além do parque já incluiam ações em empresas de mineração e siderurgia, Mickey contratou um administrador, Antoine Baptiste Sinatra, que foi batizado em Disney World como Walt Disney. Tendo encontrado na Ilha de Java um pouco de paz interior, Mickey retornou ao Brasil. Logo que chegou recebeu um baque: Donald havia espalhado tendas de alimentação pelo parque, e espalhava ideias sobre um termo inaugurado por ele, Globalização. Mickey não concordou com a ocupação do parque com o ramo alimentício e exigiu que o amigo desfizesse seu negócio e retornasse a operar com uma única tenda. Sem aceitar a atitude do camundongo, Donald inaugurou várias tendas fora do parque, depois uma em cada cidade da região, depois em outros estados. Com o advento do crescimento do negócio do próspero pato, a tenda do parque passou a ter cada vez menos prioridade, e por negligência de um funcionário, uma criança de cinco anos morreu de infecção intestinal após uma visita ao Disney World. Mickey, nada contente com a situação, exigiu que o amigo abandonasse a lanchonete do parque e mudasse o nome de seus 'points' de alimentação, que eram chamadas Disney World Food. Foi então que o pato, encurralado judicialmente, decidiu denominar a sua rede de lanchonetes de Mc Donalds. O novo negócio foi próspero, o que irritou demais o camundongo. Meses depois, novamente abatido pela depressão, cometeu algumas erros de administração que lhe custaram um montante grande. Para recuperar-se do baque econômico, despediu 150 funcionários, entre eles Pateta, que trabalhava como gari no parque, e do qual não se sabe mais nada a partir desse momento a não ser o fato de que se tornou viciado em heroína.
[editar] O trágico fim
Após recuperar financeiramente o parque, Mickey foi tomado pela solidão e, percebendo que os anos levavam a sua juventude, resolveu fazer algumas cirurgias plásticas que ainda estavam em fase de teste nos EUA. Além dessas cirurgias que eram consideradas de risco médio, optou por fazer também uma cirurgia de alto risco para adquirir cores, já que nunca se conformou com o fato de ser um camundongo em preto-e-branco. Tomou o avião para Nova Iorque, às sete horas da noite, no Aeroporto de Cumbica - SP, que caiu duas horas após a decolagem sobre uma área de Mata Atlântica ainda preservada no nordeste brasileiro. Seu corpo nunca foi recuperado para ser enterrado em seu cemitério particular, como era do seu desejo.
[editar] A conspiração
Quando soube da morte de Mickey Mouse, seu administrador, Walt Disney, decidiu abafar o fato. Ele tinha ideias de que a notícia da morte do camundongo poderia afetar a visitação do parque, já que muitas crianças iam até lá apenas para verem seu camundongo preferido. Foi então que Walt contratou um camundongo que era mendigo numa estação ferroviária do interior de Minas Gerais, Genésio Casimiro Albuquerque, para tomar o lugar de Mickey. Após alguns cursos de atuação, Genésio assumiu perfeitamente o lugar de Mickey, e as pequenas diferenças físicas eram justificadas pelas cirurgias plásticas que o camundongo faria nos EUA. No entanto, um dos funcionários do parque, que sabia de tudo, pois participara do processo de escolha de um camundongo para representar Mickey, deixou vazar a informação de que o presente Mickey era um impostor. Genésio foi preso por falsidade ideológica e Walt por ser seu cúmplice.
[editar] A verdade sobre Mickey

