Middle-earth: Shadow of War

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Virtualgame.jpg Middle-earth: Shadow of War é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, Kyo queima a rosca de alguém.


Middle-earth: Shadow of War
Middle-earth Shadow of War cover.png

Capa do jogo

Informações
Desenvolvedor Monolith
Publicador Warner Bros. Interactive Entertainment
Ano 2017
Gênero Batman / Asssassins Creed, extermínio de ratos, genocídio de crackudos
Plataformas XBOX ONE e PlayStation 4, com versões bugadas para PC
Avaliação 7/10
Idade para jogar Livre

Middle-earth: Shadow of War, lançado aportugueisadamente como Terra-merda: Sobras da Guerra, é um jogo do gênero Batman: Arkham mas com skin de Senhor dos Anéis contendo elementos de simulação de controle de infestação de ratos, simulação de pegar um ônibus para a crackolândia e simulação de extermínio de leprosos, sendo o terceiro jogo da saga Shadow, iniciada por Shadow of the Colossus e depois seguida por Shadow of Mordor.

Desenvolvimento[editar]

Com a morte de J. R. R. Tolkien e seu filho Christopher Tolkien, o livro O Senhor dos Aneis e seus derivados ficou sem dono e algo deveria ser feito para arruinar essa obra. Coube à Warner Bros. Interactive Entertainment arruinar completamente esse clássico da literatura mundial ao descaracterizar personagens como Celebrimbor, Laracna, Isildur, Galadriel, Sauron, Balrog e tantos outros, além de outros absurdos como criar uma sociedade de orcs, e não apenas isso, mas também tornar essas coisas que Tolkien jamais aprovaria como sendo cânone de sua obra.

A ideia nessa estratégia de marketing é basicamente afastar aquele nerd chato e virjão e atrair um público mais casual com um GTA genérico no mundo do Senhor dos Anéis e assim garantir maiores vendas.

Jogabilidade[editar]

Talion pegando uma baldeação para o metrô no centro. O realismo desse jogo é incrível.

Mantendo a pegada do jogo anterior, Middle-earth: Shadow of War ainda é uma bizarra mistura de Assassin's Creed com Batman: Arkham, diferenciando-se desses dois apenas pela quantidade de inimigos que acabam se juntando na tela. O jogo simula com uma perfeição poucas vezes antes vista a sensação exata de estar pegando um metrô ou um ônibus no centro de São Paulo no horário de pico, cabendo ao jogador não apenas livrar-se de ser encoxado por 50 malandros, mas dar o troco e espancar todos esses 50 tarados até a morte.

No mais, trata-se de um excelente simulador de extermínio de crackudos onde o jogador controla um herói solitário que decide sozinho exterminar a crackolândia de sua cidade da maneira mais radical possível, que é matando os drogados todos sem dó nem piedade. É claro que os drogados vão lutar de volta, muitos inclusive vão querer te roubar.

Eventualmente o jogador ganhará a opção de reabilitar esses pobres coitados ao realizar exorcismos nas vítimas das drogas e então dar para eles um emprego mais digno, fazendo-os trabalhar para você numa ONG de crentes caracterizada pela cor azul. No meio desses drogados todos sempre vai ter o traficante (capitão), cada um comandando uma boca de fumo e esses são sempre os mais fortes e resistentes da área, mas são também os únicos que são possíveis contratar.

Como é um simulador de crackolândia, várias situações esperadas de um ambiente desses vão estar presentes nesse jogo, tais como traições, emboscadas, lugares imundos, batidões, festas de funk, etc.

Fora isso há as atividades secundárias, como subir em torres, encontrar pichações élficas e coletar bugigangas.

Inimigos[editar]

  • Orc comum - Os mais abundantes em todo mapa, são aqueles que vem correndo em linha reta rodando a espada e morrem em duas ou três porradas. Apesar de serem burros, são conhecidos como matadores de noobs porque quando juntam-se aos 50 fazem pipocar tanto na tela o ícone de contra-ataque que morrer para eles acaba sendo a única opção para os noobs.
  • Orc caçador - Os mais filha da puta, porque são os camper e ninguém gosta de camper, ficam de longe atirando lanças. Quase sempre quando você estiver enfrentando aquele capitão difícil, quando você finalmente encaixa o seu combo ele será invariavelmente interrompido por uma flechada que veio de sei lá onde. Nas missões de defender/invadir fortalezas então, quando juntam num círculo 50 drogados, você toma essas flechadas nem sabe d eonde vieram.
  • Orc selvagem - Outro adversário chatíssimo, principalmente quando você está naquela missão de pegar uma baldeação de ônibus para metrô ambos lotados e no meio da pancadaria sua espadada vai num desses que corta seu combo com uma cabeçada.
  • Orc defensor - Estão sempre com um escudo, mas como são lentos não oferecem tanta dificuldade assim. Os piores dessa classe são aqueles que tem a habilidade anti-pirueta.
  • Olog-hai - Tudo o que conhecemos dos trolls da Terra Média pode ser descartado após esse jogo que transformou aquelas criaturas bestiais e irracionais em ursos grandes, carrancudos e mansos.
  • Caragorn - Espécie de chupa-cabra que pode ser domado e montado, mas quando é montado por você fica burro e não dá aqueles fatalities que normalmente dá em você quando está como inimigo.
  • Graug - Monstro de 5 metros de altura que mais gera medo do que realmente dano. Devido ao seu tamanho exagerado ele é naturalmente o inimigo mais bugado do jogo. Pode vir nos sabores limão, groselha e framboesa.
  • Ghûl - Um dos inimigos mais chatos, embora morram com um golpe, são muitos e ficam vomitando sem parar te deixando lento.

Enredo[editar]

O jogo continua a saga de Shadow of Mordor estragando a dedicação da vida de Tolkien em trazer uma história que o famoso autor jamais aprovaria. Nessa nova saga o elfo Celebrimbor cria um anel (porra, mais anel), a Laracna vira uma morena gostosa e sensual, os Nazgul são só uns patetas (essa parte o Tolkien aprovaria, aqueles idiotas foram enganados por Hobbuts), os orcs criam sociedades organizadas, o Balrog aparece ressuscitado, o Isildur vira um Nazgul, enfim.

Ato I[editar]

Senhor Brilhante observando a crackolândia do alto.

O jogo começa com o protagonista Talion indo defender Minas Ithil da invasão orc. Ao contrário do Tokien que era um racista e machista assim como seu público-alvo de nerds incel, a sua obra foi adequadamente corrigida pela Warner que trouxe uma maior representatividade e adicionou como co-protagonistas uma mulher (Idril), um negro (Baranor), e uma travesti (Eltariel). Quem leu os livros já tem spoiler de que Minas Ithil é conquistada, o que fica esclarecido é a burrice dos humanos em não saber defender a cidade direito.

Posteriormente, Talion visita a cidade dos orcs, Cirith Ungol, onde do nada encontra Gollum apenas para ter ali um fanservice forçado antes de conversar com ninguém menos que a Laracna para ainda mais fanservice. Aliás, a cada novo fanservice desse jogo ele estraga a obra original de O Senhor dos Aneis, como se gradativamente queimasse página por página, com fósforos, o livro original do Tolkien, transformando do nada a Laracna numa gostosa, e também numa gostosa biscate que gosta de ficar se esfregando no primeiro desconhecido que visita sua toca. Laracna, aliás, rouba o novo Um Anel (sim, outro) de Talion e ganha o poder de prever o futuro.

Tudo isso para no final Laracna simplesmente devolver o anel de bom grado, após tanto cu doce... e ainda aparecer do nada um travesti todo glamouroso chamado Eltariel que tá ali apenas para fazer número, pois sua importância no enredo é desprezível. Talion luta contra alguns Nazgul e adquire o Corpo do Benito, mas o jogo nem explica pra que serve aquela porra, tem que ler os livros, mas jamais vou ler um livro de 600 páginas só pra descobrir a utilidade daquela bola.

Ato II[editar]

Agora com o anel de controlar mente de orcs o jogo realmente começa, pois só agora Talion tem a liberdade de visitar várias crackolândias e criar sua história, se será um nazista genocida de mendigos ou se será integrante de uma ONG que distribui marmitas para esses mendigos ficando ambas opções inteiramente sob decisão moral do jogador. Assim Talion primeiro conquista a Ilha de Núrnen onde ajuda um marombado a largar o vício de anabolizantes, um grandalhão chamado Brûz, que aliás, em determinado momento tem uma recaída e trai Talion, mas isso tanto faz, todos aqueles mendigos uma hora sempre acabam traindo você.

Depois Talion visita mapas reciclados de Núrnem que apenas possuem suas paletas de cores alteradas, e vai conquistar Seregost (Núrnen com cor azul), Gorgoroth (Núrnen com cor vermelha) e Minas Morghul (Núrnen com cor verde).

Talion começa por Seregost, onde a Warner ao perceber que estava modificando demais a obra original, decidiu pelo menos manter a tradição de romances bem merda, trazendo um romance tão raso quanto uma piscina de 1000 litros sobre Idril e Baranor, onde após traição do pai, Idril virou uma feminista que não deseja ser cuidada por mais nenhum homem.

O mapa seguinte, Gorgoroth, faltou criatividade, porque mesmo com um O Silmarillion com 500 páginas de conteúdo e um Contos Inacabados com mais 600 páginas de conteúdo, sem contar os glossários e anotações anexas feitas pelo Tolkien, os roteiristas da Monolith não souberam o que colocar ali, fizeram apenas uma "fase da lava".

E por último Talion conquista Minas Morghul, onde encontra uma elfa marrenta que depois se revela um travesti a mando de uma drag queen chamada Galadriel.

Ato III[editar]

Com o exército formato, o terceiro ato do jogo na verdade é só uma fase de "survival" no qual você vai para uma ponte gigante e fica enfrentando hordas e mais hordas de crackudos e leprosos, com a intenção de invadir a torre de Sauron que acredita ser a moradia do grande traficante que sustenta a crackolândia. Celebrimbor, entretanto, se demonstra um elfo traidor e abandona Talion para se juntar a uma travesti e ir enfrentar Sauron numa luta tão emocionante quanto dançar com a irmã, causando o último estrago na obra de Tolkien ao dizer que aquele olho vermelho do Sauron foi Celebrimbor quem fez.

Ato IV[editar]

Talion, após tanto tempo exposto ao ambiente insalubre da crackolândia, acaba sucumbindo e vira ele próprio um crackudo. Bota capuz, tatua o olho e começa a falar com voz de diabo. Nesse epílogo o jogador deve fazer todas missões genéricas do jogo até fechá-lo 100%.

De acordo com o final, Talion vira um gótico trevoso e cria uma banda de depressive suicidal black metal junto com outros 8 amigos e vão fazer uma turnê no Condado, onde conhecem um garotinho chamado Frodo que detém um anel muito cobiçado, mas isso é história pra quem quer ler o livro.