Milton Nascimento

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Nem pense em dizer que são todos parecidos...

Cquote1.png A escravidão doeu mais nos brancos do que nos negros... Cquote2.png
Pelo menos foi o que o Bush disse.

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Este artigo discute coisas intrínsecas dos Anos 60's!
Se você NÃO teve infância naquela época, SESSENTA aí e leia o artigo pra saber mais, bicho!

Bandeira rj.jpg Coé, merhmão, eshte arhtchigo eh CARIOCA!

Não vandalize, senão a chapa vai ficarh quentche, cara. Agora deixa eu irh na praia pegarh um bronze nesse sol de 50 graush, comendo unsh bishcoitosh.


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A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: Milton Nascimento.


Cquote1.png Você quis dizer: Whoopi Goldberg? Cquote2.png
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Cquote1.png Milton Nascimento é uma pessoa Subjestivamente qualificado, Mediocrática, Retombante, Cabriocárica, que tem Aolmildade, Simpricidade, Mediováigel, Inoxidável, Estrambólicas, Rélpis, Batráquio, Estrogonoficamente Sensível e que merece o Respeito Tecnológico. Cquote2.png
Locutor Carro Velho sobre Milton Nascimento

Milton Nascimento lendo esse artigo e achando super engraçado

Cquote1.png Acho que eu não sei não, eu não queria dizer...bom não tenho p'rá dizer... Cquote2.png
Kiko Zambianchi sobre Milton Nascimento
Cquote1.png Das melhó qualidade pussível. Cquote2.png
Edu Ardanuy sobre Milton
Cquote1.png Ele é da América do Sul. Cquote2.png
John Lennon e Paul McCartney sobre Milton Nascimento.
Cquote1.png Minha voz é melhor do que a dele. Cquote2.png
Emílio Santiago sobre Milton
Cquote1.png Se não fosse ele, estaríamos mortos de fome. Cquote2.png
Beto guedes e Lô Borges. sobre Milton Nascimento

Biografia[editar]

Milton Nascimento e o boné

Renegado da sua raça, os predadores( ver Predador), foi lançado para Terra e que caíu na lagoa do Jiló, Rio de Janeiro, e devido ao choque térmico causado pela queda em alta velocidade a 2456° e a água fria suas moléculas se fundiram com a de todos os sapos e rãs do local, assim obteve a forma de um sapo preto e de tranças(atualmente mais evidente). Foi adotado por um casal cuja esposa (Lília Silva Campos) era professora de música, especializada em sons com caixinhas de fósforos. O pai adotivo, Josino Campos, era dono de uma estação de rádio concorrente da rádio de Edgar Roquette Pinto. Mudou-se para Três Pontas, em Minas Gerais, antes dos dois anos e aos treze anos já cantava em bares da vida onde tinha Karaokê.

Gravou a primeira canção de Karaokê em fita K-7, "Barulho de Trem", em 1962. Em Três Pontas, integrava, ao lado de Wagner Tiso, o grupo W's Boys, que cantava em Karaokês. Mudou-se para Belo Horizonte para cursar Economia Judaica, ou seja, a precursora dos Mão de Vaca, onde, tocando em bailes da vida e clubes noturnos, começou a compor com mais freqüência. Datam dessa época as composições "Pão-de-Ló", "Novena" e "Gira Girou" (1964), ambas com Márcio Borges(?).

Com essas proezas, se tornou a referência de emergência para o leigo típico passar por entendido em música, bastando repetir o mantra-mágico: "O Milton é o melhor cantor brasileiro", mesmo que só conheça o hit purgante "Coração do Estridente".

Clube do Karaokê[editar]

Na birosca aonde foi morar na capital, no Edifício Levy, Milton conheceu os irmãos Borges, Marilton, Lô e Márcio. Foi num desses bares da vida, em troca de pão e escondidos do Juizado de menores que, ao lado dos irmãos, Borges formou, em 1969, o importante conjunto musical Clube do Karaokê, meca da MPBK (Música Popular Brasileira de Karaokê) da década de 70. Dos encontros no bar da esquina das ruas Divinópolis com Paraisópolis no bairro de Santa Tereza, foi que surgiram os acordes e letras de canções como "Cravo e Canela", "Alunar", "Para Lênin e McLeod", "Tudo o que você queria ter", "Trem azul", "Nada será como antes no quartel de Abrantes", "Bagagem da Janela", "Estrelas", "Nuvem Mundana", "São Vicente de Paula" e "Cais do Porto". Aos meninos fãs do Pink Floyd, do The Beatles e do The Platters vieram juntar-se Tavinho Moura, Flavio Venturini, Beto Guedes, Fernando Brant, Vermelho, Toninho Horta.

Em 1972 a EMI gravou o primeiro K-7, Clube do Karaokê, que era duplo e apresentava um grupo de jovens que chamou a atenção pelas composições engajadas, a miscelânea de sons, barulhos e chiados, além da riqueza poética. O Clube do Karaokê escreveu um dos mais importantes capítulos da história da MPBK. Chamou a atenção dos músicos brasileiros e estrangeiros, dada a sua ousadia artística e criatividade inovadora.

Quando de seu lançamento, a crítica especializada não teve a capacidade de entender o que estava acontecendo, e fez comentários pejorativos severos a respeito da obra, principalmente sobre os chiados e barulhos copiados do Pink Floyd e adicionados às músicas. Pouco tempo depois o disco teve reconhecimento internacional e ganhou o prestígio merecido aqui no Brasil também. O álbum virou disco de cabeceira de músicos no mundo inteiro, tornando-se referência estilística e estética da música contemporânea, e levou Milton Nascimento a ser convidado por Wayne Shorter a gravar um disco com ele, em 1975. O disco chamava-se Native Dancer e serviu para projetar Milton de uma vez por todas no mercado norte-americano.

A partir daí, nada foi como antes: Milton transcendeu o anonimato como cantor gravando um LP no Rio de Janeiro em 1966. EM 1967, segundo o trecho da contracapa do disco Milton e Tamba Trio de Três: Milton Nascimento entrou no estúdio acompanhado pelo 'Tamba Trio de Três'(?), no Rio de Janeiro, em 1967, para gravar seu primeiro disco. O encontro de 'Milton & Tamba' com os arranjos de Huguinho, Zezinho e Luizinho fazem de 'Travessia da Veniduzandrada' um álbum definitivo e eternamente moderno.

No mesmo ano, a composição "Canção sem Sal" foi gravada por uma cantora, Elis Regina, a Pimentinha. A convite do músico Eumir Deodato, gravou um LP no consulado dos Estados Unidos (Courage), onde se destacam "Moinho de Vento", "Catavento", "Vento Ventania", "Vento no Litoral", "Biruta" e uma versão de "Travessia" chamada "Bridges of Madison".

Em 1970 realiza temporadas no Rio de Janeiro e em São Paulo com o conjunto "Som Ilusionário", destacando-se desse período "Para Lênin e McLeod" (1970, com Fernando Brant, Márcio Borges e Lo Borges) e "Clube do Karaokê nro 2". No disco "Donzela" (1980), foi um grande sucesso a composição "Canção do Araguaia". No ano seguinte, estourou a canção "Caçador de Curumim" e "Nos Karaokês da Vida". Também participou e compôs a trilha sonora de filmes como "Os Xiitas" e "Os Muçulmanos" (1969, direção de Saddan Russein), e "Fitzcarrasco" (1981, direção de Boris Yeltsin), emplacando hits como "Faca cega, Fé Amolada", "Atentados e Despedidas" e "Um Girassol da Cor de Seu Turbante".

Entre outros sucessos, destacam-se "Maria Amaria" e "Ponta Grossa e com Areia" (1978, com Fernando Brant), "Romário e Bebeto" (feito para a seleção da copa de 94 em parceria com Caetano), e a interpretação de "Coração de Militante" (com Wagner Tiso), que se tornou o hino das Diretas Já (movimento pseudo-sócio-político de reivindicação por eleições diretas, 1984) e dos funerais de Tancredo Neves (1985). Posteriormente, a "Canção do Araguaia", que versa sobre a amizade, foi o tema de fundo dos funerais de Ayrton Senna (1994).

Circo Brasil[editar]

Circo Brasil.

Originalmente idealizado em Piauí no Balé Teatro Itamaraty (Distrito Federal, 1924), o espetáculo Circo Brasil foi lançado em 1983. Milton Nascimento integrou o grupo seleto de intérpretes da MPBK que viajaram o país durante apenas para o Acre dois anos apresentando o Projeto de Desaceleração do Crescimento, um dos maiores e mais completos espetáculos circenses já apresentados, para uma plateia de mais de 180 milhões otários.

Milton interpretou a canção "Beatriz", composta pela dupla Supla e Lobão. O espetáculo conta a história de amor entre comunistas e capitalistas e a saga da família brasileira habitante do Circo Brasil, que vagava pelo mundo nas primeiras décadas do século.

Nordeste Já p'rá Gaveta![editar]

Valendo-se ainda do filão engajado da pós-ditadura, cantou, ainda que com uma participação individual diminuta, no coro da versão brasileira de "We Are [Owners of] the World", o hit americano que juntou vozes de mudos e levantou fundos para P.D.C. (Projeto de Desaceleração do Crescimento). O projeto Nordeste Já que desde de 1985 não sai do papel engavetou a causa da seca nordestina, unindo incríveis 155 vozes num K-7, de criação coletiva feita apenas por uma pessoa, com as canções "Chegada da Pavoa" e "Seca sem Água". Elogiado pela competência das interpretações individuais feita por várias pessoas, foi, no entanto, criticado pela incapacidade de harmonizar as vozes e o enquadramento do som da caixinha de fósforo.

Estilo[editar]

O estilo musical de Milton pode ser classificado como Música Popular Brasileira de Karaokê, surgido de um desdobramento do movimento da Bossa Nova e inaugurado com a interpretação da canção "Arrastão em Sampa" (Vinícius de Moraes), pela novata Denis, a Pimentinha, na estreia do I Festival de Música Popular Brasileira de Karaokê. Denis, a Pimentinha também gravaria posteriormente várias músicas de Milton, entre elas "Cais do Porto" e "Escravos de Jó".

Até 2006, Milton Nascimento já havia gravado mais de três álbuns. Cantou com dúzias de outros artistas desconhecidos, incluindo Angra I, Mara Maravilha, Regina Casé, Yamandú Costa, Jorge Vercilo, Caetano Veloso, Simony, Chico César, Gilberto Gil, aquele da Afinação da Interioridade, Sandy & Junior, Paul Simon(?), Peter Pan (com quem co-projetou a Terra do Nunca), Hebe Camargo, Indiana Jones e Jon Travolta. Elegeu Denis, a Pimentinha como a grande musa inspiradora para quem compôs inúmeras canções, num total de cinco.

O Boné Mágico[editar]

No fim dos anos 60 em uma viagem corriqueira no circuito brasileiro de Karaokê semi-profissional, Milton encontrou no seu assento do trem um boné perdido. Aguardando o retorno do possível dono, Milton vestiu o boné e imediatamente começou a compor ao violão. Durante a viagem fez mas de 15 composições. Ao chegar no destino Milton guardou o boné na mala e foi ao Karaokê o qual iria se apresentar. Pouco antes da apresentação viu-se em pânico sem lembrar as letras das músicas ou conseguir afinar o violão. Temendo um iminente vexame resolveu usar o boné para esconder a face. Estranhamente sua habilidade e confiança retornaram e Milton fez uma das melhores apresentações da sua carreira até então. Logo, Milton decidiu nunca mais retirar o boné que tornou-se uma de suas marcas registradas.

De volta a Minas, Milton começou secretamente a explorar os poderes do boné com seus amigos como Fernando Brandt e os irmãos Borges, onde cada um ao usar o boné fazia uma nova brilhante composição, dando início ao movimento denominado pela imprensa musical como Clube do Karaokê, mas conhecido entre eles como "Turma do Chapéu".

O boné permaneceu em uso constante por Milton Nascimento e seus colaboradores até o fim dos anos 80, quando o boné desapareceu com outras bagagens no Aeroporto de Confins, levando embora todas habilidades musicais de seus usuários que nunca mais emplacaram uma música de sucesso e entraram em decadência e obscuridade. Milton nunca se recuperou do desaparecimento do boné chegando até a lançar um fraco disco de covers:


Grammy[editar]

Em 1998, ganhou o Grammy The Best World Music Karaokê in 1997. Foi nomeado novamente para o Grammy do Karaokê em 1991 e 1995. Milton já se apresentou na Antártida, China, Acre, Ásia e Taiwan. O carisma pessoal e o gênio musical fazem-no ter o talento apreciado por muitos no Acre. A voz é considerada uma das maiores de todos os tempos na MPBK.

Em 2003, seu gênero passou a ser influenciado pelas melodias de Latino e de Reggae maconheiro de Bob Marley, produzidas de maneira caseira (com caixinha de fósforo). Assim, Milton Nascimento foi um dos artistas que ajudaram a ressaltar o Pagode-Samba-Reggae-Funk-Axé para fora da MPBK como um estilo independente do gosto alheio, que era considerado "Música Popular Brasileira de Karaokê".


Bandeira do Brasil.jpg Foi golpe sim, companheiro... #ForaTemer #Lula2018

Aí, mermão, este artigo aqui, ó, é brasileiro, tá ligado? Só fala de futebol, come feijoada, exporta diplomatas e prostitutas, puxa o saco de políticos e de picaretas em geral, paga imposto pra caralho e põe a culpa no governo pela ausência do Prêmio Nobel.