Minha Casa, Minha Vida

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O Minha Casa, Minha Vida é um programa semi-assistêncialista brasileiro normalmente parodiado como forma de referir a alguma coisa de forma jocosa. O programa é um oferecimento da Lula Empreendimentos™ em parceria com a Caixa, uma estatal usada para fins de caixa 2, distribuição indiscriminada de dinheiro e outros fins escusos. O programa é conhecido por oferecer lotes para as cooperativas[1] amiguinhas dos governos fereral, estadual e municipal, em troca de uma boa grana. O programa também é conhecido por oferecer apartamentos a pessoas que já tenham um (ou vários) lote(s) registrados na região onde esses cubículos são oferecidos[2].

Origens[editar]

Marca do Programa

A ideia de criar esse Programa de Subsídio a Empreiteiras que Financiaram Nossa Campanha surgiu do ex-presidente e futuro papudense Luis Inácio Lula da Silva. O então presidente do País do Jeitinho precisava dar satisfação a seus patrões acionistas, as empreiteiras, liderados pelo Carlinhos Cachoeira. Ao mesmo tempo, ele precisava garantir votos suficientes para o seu sucessor, pois o risco era grande de acontecer o mesmo que aconteceu no fim do desgoverno Fernando Henrique que queria passar a faixa para seu sucessor favorito, o vampiro Serra e acabou dando ruim.

Para unir o (in)útil ao (des)agradável, o governo lançou um programa onde vários pobretões que moravam (e moram até hoje) de aluguel com os olhos marejados e ludibriados com a promessa da casa própria e ao mesmo tempo garantiria a grandes empreiteiras a fonte de renda que elas tanto precisam.

Para a criação dos casebres não são necessários materiais de boa qualidade, são como castelos de carta, basta pô-los em pé para que o serviço seja considerado feito. O que vier depois é um "simples e mero infortúnio, uma fatalidade"[3] (MWAHAHAHAHAHA!).

O programa[editar]

Na prática quem detém os lotes são os maiores (senhores do feudo regional, donos de cooperativas, etc[4]), estes se quiser, podem optar por vender[5] ou não para os menores (você, seu amigo e toda a arvore genealógica dos bolsa familia).

Depois de adquirido o imóvel, a caixa vai querer cobrar dos locatários o que ela nunca teve até hoje, compromisso e pontualidade nos pagamentos. Como as casas seguem o modelo Sérgio Naya, o (in)felizardo vai ter de arcar com todo e qualquer tipo de reparo que toda a casa assim necessita. Como as empreiteiras usam areia de praia e água como materiais de obra, é altamente recomendado ao dono do imóvel refazer a casa do zero.

Não são todos que podem participar do programa. Como tem que criar uma dívida permanente com o banco estatal, apenas a crásçe mehdia pode participar do programa.

Assim como o FIES, esse é outro programa de investimento do governo, já que ele investe o dinheiro dele afim de receber o dobro com juros e correção monetária. É como se fosse uma forma de agiotagem, só que estatal.

Conjuntos Habitacionais[editar]

São lançados casas nos terrões semi-inalgurados.

Os barros bairros criados pelo programa seguem orientação do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil e por isso são bairros mal localizados e construídos de forma precária. Como nossos engenheiros são formados aos montes nas piores Uniesquina do país, as casas são mal projetadas, ruas muito mal pensadas — para eles, carros só vão trafegar nas vias internas dos condomínios, foda-se as vias marginais. O governo tem por habito fazer as obras o mais parecido com a cara de seu gestor, por isso costumam ser feias que doi, além de muito frágeis, e com os residenciais do Minha Casa Minha Vida não é diferente.

Os governos dos municípios onde são construídas as barracas normalmente escolhem os piores lugares possíveis para a construção do bairro estatal, locais onde normalmente não passam ônibus, não tem segurança, o mais longe possível da civilização. Não é atoa que os moradores desses locais se sentem como se tivessem sido contaminados com material radioativo ou como goianos.

Por fim, o governo faz grandes gatos na rede de água, na rede elétrica e da fossa de esgoto — isso quando existe tratamento de esgoto na região onde serão criadas essas novas favelas. Por isso o normal é ver esgoto transbordando, água barrenta e falta de luz em locais próximos a esses bairros estatais.

Arquitetura das Casas[editar]

Note a variedade arquitetônica dos empreendimentos...

As casas do Minha Casa Minha Vida são projetos premiados no mundo todo. As casas seguem o padrão caixa de sapatos com um telhado de barro. No cubículo com aproximadamente 10m² cabem uma TV pra não perder o ishquetah e o Jornal Nacional, uma cama de solteiro, um sofá surrado, um cachorro e uma penca de filhos, a maioria menores de 12 anos e que passam o dia todo vadiando fora de casa.

Em 2013, a equipe brasileira responsável pelo projeto arquitetônico foi homenageado no prêmio anual de arquitetura e paisagismo, celebrado anualmente no Museu de Arquitetura de Frankfurt. No dia 13 agosto de 2015 o bairro estatal em Salvador foi tombado pela UNESCO como patrimônio mundial da humanidade.

Ver também[editar]

Referências