Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços

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Brasão do Brasil.png
Ministério do Subdesenvolvimento e Exportação da Soja
Esplanada dos Ministérios, Bloco J – Brasília
Portal do subdesenvolvimento nacional
Criado em 22 de julho de 196012 de abril de 1990
19 de novembro de 1992atual.
Orçamento R$ 3,3 bilhões (2019)
Ministro Pastor Marcos Pereira
Subordinados BNDES
INPI
INMETRO
Suframa
® Desciclopédia

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) é um ministério cuja a função é administrar a exportação da soja, da laranja e da carne bovina brasileiras. O ministério também é o grande responsável por direcionar e priorizar a distribuição dos recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, ou o famoso BNDES, banco que ficou conhecido nacionalmente depois das pedaladas para a conclusão das obras da copa (a.k.a. Elefantes Brancos) e também pelos excessivos casos de corrupção envolvendo repasses financeiros da instituição à pessoas que não possuíam indústrias, não tinham projeto de benefício a comunidade, mas que conseguiam uma gorda quantia com incidência de juros menores do que aquelas que você paga no banco. O ministro dessa pasta tinha participação direta nos esquemas, apesar de sempre saírem impunes.

O ministério tem importância para os partidos de menor expressão (leia-se os parasitas dos maiores) que compõem a base aliada do governo brasileiro, pois ela lida com o BNDES, uma ferramenta bastante útil para se conseguir apoio dos outros partidos do governo, incluindo aqueles maiores (PMDB, PSDB, PT, PP, DEM). Além do mais, o ministério trabalha diretamente com os grandes intocáveis do campo, como o ex.mo senador, Ronaldo Calado, muitos desses grandes latifundiários participam de alguma forma da rotina do Congresso Nacional, ou seja, outra forma de obter apoio político é assumindo esse maldito ministério.

Atribuições[editar]

Logo Gov Brazil 2014.PNG

O ministério deveria de assuntos relacionados à indústria e ao comércio nacional, incluindo a prestação de serviços. O cadastro do SIMPLES ou melhor, COMPLICADO, é parte das atribuições do ministério, ficando a receita apenas a parte contábil da coisa. Ainda sobre as pequenas Burro de Carga S.A., tamanha a carga tributária, o ministério deveria ser aquele como aquele treinador que fica do lado de um atleta gritando e batendo palmas, um "incentivador" da prática de geração de empregos, mas com o país quebrado não é bem isso que pode-se observar. Na verdade, o governo ainda quer criar mais uma pequena carga pro Burro do microempresário levar na cela.

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior também deveria ser incumbido de transferir tecnologias brasileiras mundo afora, mas o país até agora só criou mesmo um combustível feito de óleo de mamona e mesmo assim o país sequer usa isso. Passados dez anos dessa "brilhante descoberta", o brasileiro só fez ficar cada vez mais dependente da gasosa.

Ministros notáveis[editar]

Fora o dotôr Ulysses, o ministério não teve mais nenhum ministro conhecido da política ou figura carimbadíssima do diversificado folclore brasileiro, apenas alguns aspirantes a políticos que vieram a confirmar a aspiração alguns anos depois de terem assumido o ministério, como o caloteiro do Banco "Econômico", Ângelo Calmon de Sá, o cara que seria vasco-governador do Rio de Janeiro, Francisco Dornelles, um outro lavador de grana que seria eleito prefeito pelas minas, Fernando Pimentel e agora o cargo é comandado por um bispo do Banco Universal que coincidentemente tem o mesmo nome de um outro pastor-estuprador, o nome dele também é Marcos Pereira.

Ver também[editar]