Ministério da Integração Nacional

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Brasão do Brasil.png
Ministério da Desintegração Nacional
Esplanada dos Ministérios, Bloco E – Brasília
http://www.integração.gov.br/
Criado em 29 de julho de 1999
Orçamento R$ 6 bilhões (2019)
Ministro Helder Barbalho (Jader feelings?)
Subordinados SUDENE
SUDAM
SUDECO
DNOCS
CODEVAISEFODER
® Desciclopédia

Ministério do Chega-Mais Brasil ou Integração Nacional é um ministério criado para unir todo o território nacional em prol de uma ordem afim de buscar o progresso, mas que faz absolutamente o contrário. Foi criado em 1999 em um momento de ociosidade (mais um...) do ex-desgovernante da ditadura democrática brasileira, Fernando eu ri que Cardoso.

Histórico[editar]

Paisdetolos.jpg

O ministério, que até 2001 investia somente no centro-sul do brasil, passou desde então a dar atenção exclusiva ao nordeste, causando uma ciumeira generalizada nos habitantes do centro-sul brasileiro, com exceção, claro, do pantanal (não é a novela, seu bronha), e na terra que o capim é feito de piroca, lá não sabem até hoje quem é o presidente do brasil. Este fenômeno, inexistente durante toda a independência brasileira até então, pôde ser explicado por duas palavras que por incrível que pareça, continuam influenciando até hoje os desinvestimentos governamentais: o medo do apagão e a busca por voto.

Atualmente[editar]

Ministério da Integração em ação.

O ministério até hoje é criticado por não intensificar o investimento no norte, já que até os japoneses estão mais próximos de descobrir evidências relacionados a existência do Acre do que qualquer ditador que tenha desgovernado o Brasil, que teoricamente deveria ser o maior interessado no descobrimento, por causa da suposta existência de nióbio acreano.

Durante as pelejas eleitorais de 2014, o então governo petista foi acusado (com certa razão) de dar o cu a todo o nordeste em troca de votos. Valeu de tudo, segundo os críticos, desde bolsa família a grandes coronéis do semiárido (estes por si só já garantiam uma boa gama de votos) até comícios eleitorais em grandes bolsões da ignorância, onde o povo fica maravilhado quando alguma coisa que eles só viram pela televisão, aparecem lá no curralzinho deles.

Ver também[editar]