Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário

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Brasão do Brasil.png
Ministério do Subdesenvolvimento Agrário
Esplanada dos Ministérios, Bloco A – Brasília
Site do caipiras.com.br
Criado em 25 de novembro de 1999
Anterior Ministério da Agricultura
Ministério do Desenvolvimento Agrário
Extinto em 12 de maio de 2016
Sucedido por Casa Civil
Orçamento R$ 5,6 bilhões (2018)
Subordinado INCRA
® Desciclopédia

A Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário, antigo Ministério do Desenvolvimento Agrário, foi um cabide ministerial brasileiro responsável pelo financiamento de sindicatos campais e pelo famigerado "Plano Safra", coisa que a ex-presidente tanto usou como argumento de defesa contra o processo da impedimento sofrido por ela.

Volta e meia o prédio do ministério na Esplanada dos Ministérios anda sendo invadido pelos ditos agricultores, mas que no fundo todo mundo sabe que são apenas crias do próprio ministério e que volta e meia se rebelam contra o pai por falta de ração. Além de causar um generoso dano nas dependências do edifício e consequentemente, no bolso do contribuinte brasileiro que tem de arcar do a reparação do dano causado (e com juros), os invasores ainda conseguem torrar com a paciência de quem usa das vias paralelas ao órgão, causando uma puta dor de cabeça a quem não faz parte desse circo promovido por esses "agricultores".

Atribuições[editar]

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O ministério era responsável pelo "Bolsa Família" dos roceiros (vulgo caipiras), também chamado de Plano Safra, pelos mais íntimos. As demais atribuições da antiga pasta estavam sob comando do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, uma salada mista de tarefas e atribuições criadas pelos ex-presidentes FHC e Lula, afim de burocratizar ainda mais o Estado brasileiro, já que para um ministério fazer alguma coisa, ele precisaria consultar o outro e vice-versa. E no meio desse vai e vem corre muito, mas muito dinheiro.

Apesar do nome parecer relacionado somente aos Agricultores, o ministério na prática cuida mais dos não-produtores do que dos produtores de verdade, já que é o órgão quem define o destino de imensos pedaços de terra Brejil afora, se vão para as mãos do ditos "quilombolas" ou se vão para a mão de grandes latifundiários parceiros do governo sob o pretexto de estarem cadastrando o número de famílias que tem direito, quando na verdade fazem uma lista dos que estão pagando a caixinha do sindicato rural e pela lista decidem quem poderá ter acesso a 1% daquelas terras, 1% que será utilizado para fins de loteamento e construção de alguma invasão próxima a alguma área de preservação ambiental.

A grande mostra de eficácia da atuação desse ministério está no número de agricultores do nordeste sem conseguir plantar nem erva daninha, dirá uma mandioca daquelas gordas, do jeito que tu gosta.

Ministros[editar]

Alguns dos ministros minimamente conhecidos do público em geral e que já assumiram esse cabidério são o Raul Jegueman, Miguel Rossetto e o Patrão Analnias.

Ver também[editar]