Ministério dos Direitos Humanos

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Ministério do Direitos prus Mano
Setor Comercial Sul - B, Quadra 9, Lote C, Edifício Parque Cidade Corporate, Torre "A", 10º andar, Brasília, Distrito Federal, Brasil 70308-200
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Criado em 2 de outubro de 2015
Anterior Ministério da Desigualdade Racial
Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos
Secretaria dos Direitos Humanos
Extinto em 12 de maio de 2016
Orçamento R$ 213 milhões (cartilhas)
Subordinado Partido Central Corinthiano
® Desciclopédia

O Ministério dos Direitos Humanos (MDH, sigla proveniente de MerDaH), é um ministério brasileiro responsável por ser o ministério dos pobres e oprimidos e situado em uma das áreas mais nobres da Capital Federal. Foi criado no derradeiro fim do desgoverno Dilma Rousseff, depois renomeado pelo presidente Temeroso e novamente promovido à ministério pelo mesmo impróbido.

História[editar]

O Ministério do Mimimi surgiu ainda em 2003 como Ministério da Igualdade Racial, quando o ex-presidente molusco teve de pagar promessas que ele mesmo fez a alguns movimentos sociais, onde prometeu-lhes cargos e um governo literalmente só deles, o que acabou se tornando meia verdade. O então presidente criou um ministério para agradar a cena do rap nacional, que bateu muito no FHC, mas que tratou Lula como um THC. Com a criação da secretaria com status de ministério, até o grupo Racionais MCs parou de fazer rap e foi fazer funk ostentação (o que já era ruim, piorou...) e isso perdurou até o fim de 2015.

Logo Gov Brazil 2014.PNG

Em 2013, com o fim da mamata estatal acabando, alguns grupos viram seu ganha-pão diminuir, a ponto de forçar o governo federal a fazer uma auditoria (mesmo que de fachada) nos seus principais programas de governo. Com isso, liderados pela revolucionária de apartamento Elisa Quadros, vários movimentos anti-sociais começaram a depredar monumentos públicos e pichá-los com os dizeres #NãoVaiTerCopa, quando na verdade #JáTeve, para mostrar contrariedade nas únicas medidas minimamente corretas realizadas pelo governo Dilma, como a promessa não cumprida de cortes no número de ministérios.

Terminada a peleja futebolística da FIFA, era chegada a vez das piadas olímpicas do Rio 2016, mas um ano antes da realização do evento ser concretizado, é enviada a casa dos horrores o tal pedido de impedimento, validado e homologado pelo José Roberto Wright e Arnaldo Cezar Coelho. Com a aprovação mais baixa que suspensão de carro de pobre, a então presidente passou a recorrer aos universitários digo, aos movimentos sociais, majoritariamente compostos pelas três categorias as quais o nome do ministério se refere.

Como ministério putas emponderadas, racialista e dos direito dus mano[editar]

Além de oferecer um carguinho extra aos coleguinhas do executivo, esse cabide ministerial também teve a função de financiar blogs pró-governo e movimentos anti-sociais, além de criar proteções especiais aos grupos que compõe a maioria absoluta da população, mas que por algum motivo são chamados de minorias. Proteções estas, que vão desde uma delegacia e um tipo de crime especificado só a eles até reserva de cargos em locais, empresas, órgãos, concursos e o escambau, reservas estas chamadas de cotas e que por incrível que pareça, hoje não é exclusividade só dos negros.

Fim e Consequências[editar]

Desde que o ministério foi rebaixado pelo então presidente da república em exercício, Michel Temer, vários movimentos sociais passaram a fazer vomitaços, bundaços, cagaços e outras vagabundices com os dizeres #ForaTemer. O grupo que antes mamava nas tetas do Estado passou a exigir a saída do sucessor da ex-govern anta mediante protestos tímidos, porém feitos em lugares bastante inoportunos como nas olim-piadas do Rio onde o ingresso mais barato não custava menos de R$ 100,00 a meia, lojas do Starbucks, tapete de Cannes, onde chegam a comparar o impeachment à série de violência ocorridas no DOPS no período da dita dura.

Depois de muito choro, o então presidente beheroso resolve re-criar o cabide como uma secretaria e incorporá-la ao então ministério da injustiça e da falta de cidadania, sob o nome de secretaria dos Direitos Humanos

Retorno como ministério[editar]

Em fevereiro de 2017, o então presidente Michel Temer resolve restaurar essa merda, após uma série de canibalismos em presídios nacionais, onde os presos tricotavam seus próprios parcêro di profissaum e os vendiam a R$ 3,80/kg. Para coibir a venda dessas carnes pobres acima da inflação, o governo resolveu criar um ministério só deles, passando a se chamar promotô dus direitu dus manu ou Ministério dos Direitos Humanos, em dialeto manês.

Ver também[editar]