Morrinhos (Goiás)

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Morrinhos é uma cidade do sul goiano que é praticamente uma lenda, porque não teve a sua existência comprovada cientificamente.

É o paraíso dos goianienses pobres, que não tem dinheiro pra ficar em Caldas Novas e por isso acabam ficando por Morrinhos mesmo. Geograficamente situa-se entre o lugar onde Judas perdeu as meias (pois as botas ele já tinha perdido há muito tempo) e a curva do vento.

Clima[editar]

O clima morrinhense é bem previsível e comparado ao inferno que é Faina, sendo que o ano é divido em:

  • De Janeiro a Maio: Sol e calor
  • De Junho a Dezembro: Sol e calor

Afinal em Morrinhos só tem duas estações, o verão e o Inferno, e bota inferno nisso![1] (porque la sempre tem esse tal de tanto faz).

Economia[editar]

A economia de Morrinhos é baseada principalmente no comércio de X-salada, cerveja, forrós, cabeças de gado, exportação de meninas para "istudar na capitar" para depois voltarem para cidade chacoalhando seu diplominha de puta paga e se achando a última bolacha do pacote.

Se alguém não trabalha em um desses comércios, é porque provavelmente conseguiu uma "peixada" na prefeitura.

Recentemente tem se desenvolvido uma nova modalidade econômica em Morrinhos, são as Festas Com Nomes Cabulosos Regadas a Músicas Tocadas Por um Sujeito que se Diz DJ. Em tais eventos são comercializados toda sorte de bagulhos, dependendo do poder aquisitivo do freguês.

Não há índice de renda per capita, porque nem teoricamente a classe predominante permite a divisão.

População[editar]

Basicamente formada por caipiras. Os homens são geralmente iletrados e podem ser sentidos de longe dado seu cheiro de almíscar. Os homens cheirosos e inteligentes não existem (mesmo mudando para Pari... Goiânia, eles continuam catetos. Até porque os cheirosos e inteligentes foram embora para "istudar" nas outras cidardes e nunca mais voltam).

As mulheres são geralmente tribufus que precisam usar quilos de maquiagem para ficarem mais ou menos aceitáveis. Moça bonita não existe em Morrinhos, as poucas lindas já foram "trabalhar" no Real Privê em Aparecida de Goiânia.

Não existem ateus, góticos, punks e afins, senão estes seriam queimados como bruxos na praça pela população super tolerante.

Cultura[editar]

Diz a história que já foi uma espécie de Atenas de Goiás, mas pelo que se vê hoje, tudo que sobrou foi um presente de grego, uma cidade falida e várias ruínas esquecidas, exatamente como a Atenas de atualmente.

Na música Morrinhos é berço de Cristian e Ralf, que por vergonha dizem que são de Goiânia, e também de Odair José que contribuiu e muito para o crescimento da população brasileira nos anos 70 com sua música "Deixe de Tomar a Pílula".

Na literatura, ocupam as cadeiras da Academia Morrinhense de Letras imortais (que não tem onde cair mortos) com "auta" capacidade literária, diversos escritores de renome, alguns deles até tomam os remedinhos tarja preta diariamente (exceto quando estão escrevendo).

Qualquer novidade que ouse quebrar a rotina pacata e besta da cidade não sobrevive nem uma semana: tudo é motivo de reclamação para uma parte da população que acha que a cidade ainda é uma vilinha e se recusa a aceitar qualquer mudança, o que fazem alegremente entoando o chavão "Cruz-credo, Ave Maria cum esses trem!", típico da cidade. Por mais que cresça em tamanho e população uma coisa que Morrinhos nunca perde é a mentalidade de cidadezinha de curral.

A cidade de Morrinhos teve uma parada gay, no ano de 1900 e bolinha, puxada pelos principais viados assumidos da cidade: um cabelereiro, um vagabundo e um projeto de travesti (hoje atuante em filmes eróticos na Espanha). Desde então a cidade vive um dilema, não consegue fazer outra parada gay, pois se teme não haver público para assisti-la, afinal a população inteira estaria participando.

Transporte[editar]

A nova sensação desportiva de Morrinhos é o rally, sendo o "Rally Morrinho, o primeiro Rally on-road off-road do mundo". Isso mesmo! Um emocionante percurso pelas ruas esburacadas da cidade oferece um grande desafio aos mais diversos pilotos durante todo o ano.

Cquote1.png Visitei recentemente cidade para estudar os percursos e fiquei impressionado. Será uma disputa que reunirá técnica e perícia, dado a quantidade de crateras, desníveis de asfalto, bicos de concreto, locas, poças de água e outras degradações das principais ruas e avenidas dessa emocionante cidade. Estou ansioso e realmente preocupado se conseguirei com minha Mitsubishi ultra-reforçada terminar o percurso. Cquote2.png
Tri-campeão do Rally Dakar, analisando Morrinhos

Lazer[editar]

A única opção verdadeira de lazer é encher a cara e ir para a beira do lago. Vez por outra, um desses bêbados não volta. Morre por lá mesmo. A outra opção é encher a cara, ao som de uma bela música sertaneja, não raro tocadas por três ou quatro carros, querendo ver quem "bate" o som do outro. Aliás, se você encheu a cara, já se divertiu em Morrinhos.

Turismo[editar]

Os morrinhenses dizem que a cidade tem potencial turístico, entretanto, devido à aliança que se deu lá no início dos tempos, a cidade sempre ficou só no potencial. Nunca se fez nada para criar qualquer estrutura para turistas. Os turistas que acabam por Morrinhos é porque erraram o caminho indo para Caldas Novas. Ninguém realmente quer ir para Morrinhos.

Pontos turísticos[editar]

Uma imitação barata do Cristo Redentor em Morrinhos.
  • Estátua do Cristo - Atrativo turístico da cidade há mais de 2014 anos. É cópia daquele do Rio de Janeiro, mas devido às restrições orçamentárias é uma cópia bem reduzida, o que combina bem com a cultura da cidade.
  • Estádio João Vilela - A casa do todo poderoso Morrinhos Futebol Clube, o grande "vice-campeão goiano da 3ª Divisão de 2007".
  • Praça W.A. - Também conhecida como Sapolândia, pois trata-se de um projeto de praça com um projeto de laguinho horroroso, que acaba funcionando como um brejo cheio de sapos. Se o número de sapos diminuiu é por que o barzinho que tem por aquelas quebradas está vendendo bastante "aperitivos".
  • Lago Municipal - Ponto turístico mais emocionante da cidade: quando não está transbordando porque choveu demais ou seco porque choveu de menos a ponte está caindo, a estrada está desabando por causa da erosão ou o local foi tomado pelos maconheiros de costume. É também onde se realizam todos os fantásticos eventos tradicionais: o Carnaval Bagunça da Cachaça, o Réveillon Dos Que Não Querem Gastar e uma outra Festa do Playboy da Sucata Sonorizada.

Festas[editar]

  • Pecuária - Festa/Exposição onde a cidade mostra sua verdadeira vocação: é chifre, vaca e outros animais menos quotados para todo lado.
  • Barraquinhas - Evento onde a população se junta para comprar produtos importados diretamente do Paraguai e beber bastante
  • Festa do Hawaii - Evento onde a população se junta para dançar forró ao som de cantores importados do "areia" e beber muito...
  • Pagode do Macale - Evento onde a população se reúne para dançar (putas e os cortadores de cana da usina).

Esportes[editar]

Além dos rotineiros campeonatinhos de truco valendo o toba, a grande tradição da cidade, Morrinhos também conta com uma representatividade no futebol. O poderoso Morrinhos Futebol Clube, conhecido por sempre emocionar seus quatro torcedores no campeonato goiano enquanto luta para não ser rebaixado de novo.

Referências

  1. Para a mulherada da cidade não tem tempo ruim!