Mosqueiro

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Caboco.jpg Bem-vindo à selva!

Este artigo é sobre algo ou alguém localizado no meio do mato e vai te levar para o Lado Verde Escuro da Força. Se vandalizares, Rambo vai descarregar a metralhadora no meio da tua fuça!

Bandeirapara.jpeg Égua, mano!!

Este artigo foi escrito por um cabôco nativo paraense que toma açaí na cuia! Aproveita pra tomar um tacacá enquanto estás lendo, sumano, agora, ai de ti se tu esculhambares ele, ou o pau te acha, meu preto!

Família(ou farofeiros) curtindo férias em Mosqueiro
Entrada da praia do Paraíso em Mosqueiro
Mike, Famoso cantor, compositor e poeta filosofal de Mosqueiro

Cquote1.png Você quis dizer: enxame de moscas Cquote2.png
Google sobre Mosqueiro

Cquote1.png É minha! Toda minha!! E ninguém toca!! Cquote2.png
Jáder Barbalho sobre os cabarés de Mosqueiro e tudo que estiver no Pará

Cquote1.png Isso e muito mais você só vai encontrar em Belém do Parááááá Cquote2.png
Joelma do Calypso sobre Mosqueiro

Cquote1.png Cooorageee Cquote2.png
Christian Pior sobre Mosqueiro

Cquote1.png A solução é a matar todo mundo Cquote2.png
Cristovam Buarque sobre povo de Mosqueiro

Cquote1.png Isto non ecziste! Cquote2.png
Padre Quevedo sobre abastecimento de água em Mosqueiro

Cquote1.png Eu tenho medo!!! Cquote2.png
Regina Duarte sobre Mergulhar na praia de Mosqueiro

Cquote1.png É uma cilada, Bino! Cquote2.png
Pedro sobre Tomar banho na praia de Mosqueiro

Cquote1.png Ú cão foi quem butô pá nois bebê! Cquote2.png
Jeremias sobre água da Saaeb em Mosqueiro

Cquote1.png Nu meu Guverno, criarei a bolsa farofa! Cquote2.png
Ana Júlia Carepa sobre pessoas de baixa renda que vão à Mosqueiro

Mosqueiro, Moscou ou Moscredo é uma ilha para onde os cabocos lisos e as elites de Belém costumam ir durante as férias, feriados ou quando(no caso dos farofeiros) fazer uma bagunça deixando os nativos muito putos com as porcarias(farofa e frango) e cocôs (vulgo: cago, merda, toletão) que fazem tanto na rua como na praia e que deixam por lá costumes cabocalicos que se tornou frequente depois que o prefeito criança e caboco-por-opção Edmílson Rodrigues barateou o preço da passagem de ônibus. Os nativos cabocos não ficam atrás com seus costumes, voce nçao pode nem dar um peido que talvez isso possa virar o assunto do dia, porque lá não acontece porra nenhuma de importante, então os nativos ficam falando da vida dos outros e coçando o saco pra passar o tempo.

Como chegar em Mosqueiro[editar]

Ela fica da uma distancia de uma hora e meia do centro de Belém (se você for de carro!), mas os cabocos costumam ir pra lá pro terminal pegar o buzão, uns pagam 7,70 num ônibus dos cabocos-abastardos que se dizem dazelite só porque pagaram um pouco mais caro, outros vão naquele amarelão de 5,00 paus que é o buzão dos semi-caboco, se você for no buzão dos semi cabocos, corres o risco de se emputecer com alguns caboquinhos do sítio que gostam de ficar abrindo a janela pra ver o que tem lá fora, ou simplesmente (pra quem estiver fora), ver que ele está lá dentro, é eu sei que é esquisito mas é caboquice dos piquenos mesmo e ainda tem os que gostam de colocar musicas com volume alto pra todo mundo ouvir as porcarias que eles colocam como a música da periquita. Também há uma outra opção de transporte onde toda a cabocada, farofada, lisos, estudantes lisos, velhos chatos, emos e o caralho a quatro vão, é o buzão de $ 2,80 que agora é de $ 3,50 mas também é conhecido como Genérico, Chegue-vara, Buzão das tormentas, Ônibus negreiro, Popsom, A caminho do Inferno, Sauna móvel, Beira lenta, Rainha da sucata, uó do borogodó, ou simplesmente Mosqueiro - São Braz, se você ir vais ter a vantagem de pagar mais barato, porém a vantagem é só essa mano, porque durante a viagem se tu ñ conseguires pegar um lugar numa cadeira você está fudidaço, o motorista vai colocando qualquer “coisa” que aparecer fazendo sinal, até um cachorro vira lata se ele tiver $3,50 pra pagar, e a diversão dos cabocos é de cantar pagode no fundo do ônibus. Lembrando que não devemos sentar na cadeira do corredor pois quem fica ao lado pode usar você como travesseiro e se ficares quieto podem babar, isso não ocorre no dos cabocos abastardos que podem pagar 7,70, mas pra você que é um fudido então carregue a sua cruz se quiser chegar lá, a viagem é um , da próxima, você caboco que não tem carro, vai preferir ir de bicicleta a pagar $ 3,50 pra ir nessa porcaria.

Área freqüentada pela elite e seus comportamentos[editar]

Visitado pelas classes a, A, A+, no entanto habitados por nativos com nenhum puto no bolso, o paraíso é a única praia viável ao banho, mas quem só vai pra lá quem tem grana, tem um hotel de elite que freqüentemente encontramos playboys cabocos que ficam fazendo pose na frente fingindo que estão a passeio no hotel, mas teve que roçar quintal em Belém pra pagar a passagem pra chegar lá, fica com fome o dia inteiro porque a comida é caríssima, e volta com peito tufado dizendo que estava no paraíso. Enquanto que nas praias mais badaladas como farol e murubira, você só encontra carros populares com sons altos decibéis, cabocos posando de barões e muitos dragões de biquíni fio dental com seus buchos pegando sol, no paraíso você só vai encontrar aqueles barões de verdade com SUV’s e carros de luxo fazendo pouco de sua cara e com suas famílias em um ambiente bem tranqüilo que para os farofeiros isso só é um grande saco porque não tem o paredão pra coloca o bregão pros cabocos dançarem.

Área freqüentada por cabocos, pivetes e afins e seus comportamentos.[editar]

Hoje com o barateamento da passagem de ônibus que o prefeito criança e caboco por opção colocou em sua gestão fez com que a cabocada, lisos de Belém e até falidos com famílias inteiras de lá do interior do nordeste (que antes definhavam nos bairros pobretões de Belém), muito fãs de um bregão potentão e cervejão baratão se infiltrassem nas zonas das baixadas como aeroporto, área da rua da variante(que ninguém sabe o nome daquele bairro ali), bom fim(nome pomposo pra fim de mundo), Pantanal(onde os traficantes vem passar as férias) e as demais áreas invadidas por cabocos e pilantras do MST freqüentassem praias e áreas que antes era visitada pela civilização, por isso hoje vemos a esculhambação que ficou. Durante os meses de férias a civilização que insiste em morar nas praias como Farol, Chapéu-virado e Murubira ficam com medo de sair porque é pivete brincando de pira, um monte de gente bêbada que não tem onde parar e um policial pra cada praia (isso quando os policiais de Belém dão uma força, os de Mosqueiro só ficam sentados e coçando). Nas praias do Farol, Chapel-virado e Murubira, você encontra farofeiros, playboys pobres, pivetões e demais cabocos que só vão encher a cara, mijar no muro das casas próximas, colocar o som das pick-up’s de altos decibéis e twiti potentão pra que os cabocos façam a festa, jogar farofa e frango na rua, cagar na praia sem deixar um tostão pros nativos que se emputecem e que ainda tem que agüentar a roubalheira dos pivetes quem não tem dinheiro pra voltar pra Belém. Alguns nativos afetados pelos costumes cabocalicos também vão com freqüência a essas praias citadas acima, durante o período de férias para ver o comportamento e se aprimorar com os costumes dos cabocos que vem de fora, por isso encontramos hoje muitos cabocos estilo playboy-pobre que quer falar como pivete e andar como presidiário se vestindo como cantores de hip-hop com cordão de latão que dizem ser de prata e que por cima ainda é roubado, se sentem superiores e experientes com isso. Também há os dançarinos playboys ou dançarinos de playmobil ou dançarinos de dance que ficam ali na praça da matriz, é só chegar um cabocão colocando seu som com alto decibéis potentão, que logo eles aparecem fazendo seus passinhos podres e ridículos que até a minha avó sabe melhor, e logo ocorre o efeito caboquice, todo mundo sem nada pra fazer para e fica olhando em pé que nem um pateta.