Mosteiro de San Millán de Yuso

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¿¿¿Porque no te callas???
No robe los picassos de Mosteiro de San Millán de Yuso o la Santissíma Inquisición lo mandará para el colo del capeta!!!

O Mosteiro de San Millán de Yuso (yuso significa descer pra baixo em espanhol) é um monastério espanhol. Junto com o Mosteiro de San Millán de Suso, forma um grupo de mosteiros que se tornaram patrimônio mundial.

História[editar]

O monastério novo, mais maior e mais melhor do que o antigo.

O monastério foi construído a mando do rei local, mas ninguém sabe o motivo da realeza ter tomado essa decisão. Na época já existiaum mosteiro na região, o de Suso. Segundo a lenda, o mosteiro de Suso estava velho demais e ficando em ruínas. Em Suso estava enterrado um pobre desconhecido que todo mundo achava que era santo, inclusive o rei.

Esse rei então quis fazer uma nova cova para o ermitão, e com ele era muito fã, não quis construir uma simples cova, mas sim um outro monastério. Outra hipótese diz que o Mosteiro de Suso, por estar no alto de uma montanha, era inacessível para seus fiéis.

Assim, Yuso foi feito para que os otários fiéis possam visitar o cadáver apodrecido do ermitão. Outra hipótese é queo rei decidiu construir o mosteiro para poder colocar em prática um esquema de corrupção, em que ele roubaria uma grana arrecadada dos impostos do governo e daria a desculpa de que o dinheiro foi gasto para fazer o mosteiro.

De qualquer forma, o trambolho foi feito e pronto. Os monges que viviam fazendo nada (apenas orando e vendo o tempo passar) se mudaram de Yuso para Suso Suso para Yuso, pois não queriam viver num monastério velho caindo aos pedaços.

Durante séculos, a rotina no mosteiro foi normal, sem porcaria nenhuma de interessante. Até que chega ao poder um homem que não gostava de veros monges fazendo praticamente nada que preste e os expulsaram de Yuso, os obrigando a trabalhar.

Os monges retornam ao mosteiro escondidos, mas os agentes do governo percebem a fuga e capturam todo mundo novamente. Por vários ânus anos, Yuso fica abandonado, habitado apenas pelo cadáver do tal santo/ermitão/mendigo, enterrado em algum lugar no meio do mosteiro. Quando a lei que obriga os monges a trabalharem para se sustentarem acaba, eles voltam ao monastério viverem a vida sem trabalho.

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