Motor de combustão externa

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Night creature.JPG Motor de combustão externa surgiu das trevas!!

Vamos mergulhar o mundo nas trevas!!

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Um tipico Motor de Combustão Externa em uso . Note a combustão de qualidade superior.

O Motor de Combustão Externa é uma variante mais eficiente do Motor de Combustão Interna.

Historia[editar]

O Motor de Combustão Externa foi inicialmente desenvolvido durante o início da década de 1920. Devido ao fato do mesmo ter sido introduzido após a popularização do motor de combustão interna, o Motor de Combustão Externa foi largamente ignorado durante grande parte do século XX. Em 1993, o Dr. Timothy McVeigh da Universidade de Oklahoma ficou intrigado com o aparelho e resolveu aperfeiçoa-lo e patenteá-lo. Em Abril de 1995, McVeigh testou o seu protótipo no laboratório de Oklahoma City. Logo após o incrível sucesso da invenção de McVeigh no teste no mundo real, ele fundou uma companhia e começou a fabricar os motores em larga escala. Sua companhia foi posteriormente vendida para Ralph Nader, que aumentou a produção e começou a instalar os Motores de Combustão Externa como motor padrão de todos os automóveis fabricados pela Ford.

Funcionamento[editar]

Energizados pela mesma tecnologia que as suas contrapartes de combustão interna, o Motor de Combustão Externa usa uma quantidade semelhante de energia e é similar em quase todas as características. Sua eficiência vem do que é feito com tal energia, o que na pratica consiste em liberar uma faisca dentro do tanque de combustível do veículo, e dessa forma causando uma combustão radicalmente superior. Como uma quantidade maior de energia potencial é convertida em energia cinética utilizando a mesma quantidade de combustível, o Motor de Combustão Externa é teoricamente mais eficiente.
O Motor de Combustão Externa pode ser usado em dois carros ao mesmo tempo.

O Fracasso Comercial[editar]

Motor antes da Combustão

Frequentemente considerado como um fracasso comercial , o Motor de Combustão Externa possui uma falta de popularidade semelhante a dos teclados Dvorak. Analistas industriais acreditam que mesmo com a clara superioridade do Motor de Combustão Externa, as pessoas preferem optar pelo motor com o qual elas já se acostumaram. Outros argumentam sobre a superioridade do Motor de Combustão Externa, alegando que "Si num tá quebradu, num perdi seu tempu consertandu". Tais pessoas são idiotas que não possuem as mais básicas noções de gramática.

Embora as razões da falta de popularidade desse genial invento ainda sejam incertas, uma pequena minoria acredita que a industria petrolífera é a culpada. Devido ao melhor desempenho do Motor de Combustão Externa, uma menor quantidade de combustível seria utilizada, o que causaria uma queda na demanda por petróleo e consequentemente dos lucros dessa industria.

Recententemente, o Motor de Combustão Externa ganhou bastante popularidade em países em estado de guerra devido a sua incrível eficiência em termos de combustão. Ele também foi largamente adotado por adolescentes muçulmanos em Paris.

Durante a década de 1970 ocorreram pesquisas sobre motores hibridos que combinassem a alta eficiencia do Motor de Combustão Externa com o seu mais popular e mais aceito adversário. Esses motores foram utilizados em vários veiculos da Ford, entre eles o Ford Pinto e no Volkswagen Brasília.

Inacreditavelmente, a Fiat, no final da década de 90, deu um passo à frente na indústria automobilística nacional, lançando o motor de combustão externa. Trata-se do incrível motor "FIRE" equipado de série no Tempra, Elba, 147 e [[|FIAT Uno|Uno]]. Eles tinham a capacidade de pegar fogo numa viagem, ou mesmo estacionados.

Futuro[editar]

Embora os Motores de Combustão Externa, no momento, controlarem apenas 3% do mercado de motores a combustão, a sua popularidade está aumentando. Ambientalistas em particular expressaram interesse no Motor de Combustão Externa devido a sua economia de combustíveis, e um numero crescente de consumidores estão adquirindo veículos equipados com tais motores como forma de economizar na compra de gasolina, diesel ou álcool.

De acordo com especialistas e consultores, essa inovadora tecnologia pode ser futuramente adotada para uso militar, criando o que eventualmente se chamará de "explosivo".