Movimento Passe Livre

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Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Movimento Passe Livre.

Cquote1.png Você quis dizer: Movimento Punheta Livre Cquote2.png
Google sobre MPL
Cquote1.png Os precursores do mimimitivismo. Cquote2.png
Capitão Óbvio sobre o MPL
Cquote1.png Na União Soviética, a catraca pula VOCÊ!! Cquote2.png
Reversal Russa sobre MPL

O Movimento Passe Livre é um movimento social-ativista-estudantil-fashion que quer instituir o passe livre no transporte público, pois alegam que a meia tarifa é muito cara, causando uma futura falta de dinheiro do papai para o estudante gastar em outras coisas, como cultura, ou seja, encher a cara numa festinha qualquer que seja regada a muito álcool e maconha.

Composição[editar]

Integrantes do MPL sendo ameaçados por catracas reacionárias.

O movimento afirma que todos os seus membros tem o mesmo nível de importância, mas é possível perceber os diversos grupos que o compõem:

  • Azarado: É o manifestante que acaba se dando mal nas manifestações badernas pelo direito ao transporte. Em geral, ele vai pra manifestações para sentir um pouco de pimenta nos olhos para refrescar reclamar da vida e acaba apanhando da polícia e levando chumbo. Este manifestante ainda é bem descrito pelas páginas da Folha, da Zero Hora e outros jornais, como um "sangunário terrorista que agride cacetete da polícia".
  • Ativista fashion: Há dois visuais: o pós-punk neogótico preto e o alternativo colorido hipster. Os primeiros são mais depressivos e revoltados, enquanto os segundos estão sempre chapados. O ativista fashion é o jovem que é contra o sistema porque isso é descolado.
  • Animador de torcida: Pessoa animada acha que a tarifa cair depende do grito dela. Sempre disposto a participar de qualquer manifestação contra o capitalismo, a Globo, FMI, a eliminação do Corinthians da Libertadores... Essas pessoas consideram o protesto uma forma de descontar o sofrimento do dia a dia.
  • Ativista "entelequetual": Estudante da USP, PUC ou alguma outra universidade elitizada. Munido de seu discurso pseudo-acadêmico, o entelequetual vai usar dados de fontes não ortodoxas para argumentar sobre como a Tarifa Zero é possível. Acha que é o centro do Universo, está sempre certo e qualquer um que pense diferente está errado e teve sua opinião deturpada pela Globo e pela Veja.
  • Revoltado com a vida: É o Tiozão que vai no protesto para reclamar de todas as coisas que acontecem na sua vida, como o Corinthians que perdeu, feijão por cima do arroz, corrupção, pizza de strogonnof, entre outras coisas

Princípios[editar]

Apoio aos trabalhadores[editar]

Os integrantes do MPL são muito solidários com os trabalhadores, pois os tais trabalhadores pagam não apenas a sua tarifa, mas também pagam a gratuidade destinada a maioria dos integrantes do MPL, que como estão matriculados em algum colégio ou universidade, pagam, em muitas cidades, apenas 50% do valor da tarifa.

Autonomia[editar]

O movimento é uma seita terrorista e sectária autonomamente independente. As ações terroristas incluem revirar lixos e dar cabeçadas em cacetetes da polícia. Sua alta periculosidade levou uma aliança estratégica entre PT e PSDB, que controlavam a prefeitura e Estado de São Paulo em 2013. O prefeito e o governador foram vistos cantando "Trem das 11" para comemorar a repressão a união da classe política contra a população os badernistas.


Apesar de surgir da sociedade, a proposta de Tarifa Zero passou a ser mais usada no repertório da classe política e o próprio prefeito João Dória (PSDB) assegurou o Passe Livre como um direito a todos os moradores de rua feios e fedidos que quiserem deixar o centro de São Paulo.


No meio da guerra civil entre petralhas e coxinhas, o MPL acabou perdendo espaço diferentemente do seu primo mais novo que tentou copiar o nome, o MBL e só aparece no começo do ano, quando os aumentos das tarifas acontecem.

Apartidarismo[editar]

O movimento não é ligado a nenhum partido político, mas não é antipartidário. Isso significa que não seguem a agenda de nenhum partido, mas não impedem a entrada de pessoas filiadas. Na prática, isso significa que todo mundo pode pular a catraca e querer Tarifa Zero: pessoas, ET de Varginha, anarquistas, filiados a partidos,Cauboy, Tiozão, Você e Zeca Pagodinho.

Manifestações em 2013[editar]

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Protestos no Brasil em 2013

O MPL ganhou na loteria em junho de 2013 uma série de coincidências grotescas fez os revolucionários de Facebook levantar a bunda de seus sofás e engrossar o coro das manifestações contra o aumento das passagens de ônibus e metrô na cidade de São Paulo, ainda que com palavras-de-ordem-gritos-de-torcida e cantando o Hino Nacional[1]. Logo, conseguiram ganhar visibilidade, conseguindo baixar a passagem em mais de 8000 cidades e ainda ganhar um autógrafo do Dilmão.

Referências

  1. ANAUÊ!!!
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Uma torta para Jaiminho.JPG