Mr. Catra

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Mr. Catra é Judeu.

Enquanto você lê isto, o dono deste artigo deve estar cuidando da lujinha e tomando um ar...

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Este artigo é negro AFRO-DESCENDENTE!!

Nem pense em dizer que são todos parecidos...

Cquote1.png A escravidão doeu mais nos brancos do que nos negros... Cquote2.png
Pelo menos foi o que o Bush disse.

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Você sabia que...
  • ...quando o Mr. Catra morrer todos os seus filhos vão ganhar R$ 5,00 e só a metade vai ganhar um ingresso pro parque de diversões

Cquote1.png MWAHAHAHAHAHA! Cquote2.png
Mr. Catra sobre sua biografia na Desciclopédia

Catra em entrevista à BBC em um documentário sobre como se senti ao cantar merda de funk carioca.

Mr. Catra, nome artístico de sir Wagner Domingues Catracando da Costa III, CBEGCCSOMC, (Rio de Janeiro, 5 de novembro de 1968) é um maestro, compositor, dramaturgo, filósofo, sociólogo e ensaísta judaico-brasileiro. É aclamado como um dos maiores nomes do movimento cultural de vanguarda chamado funk carioca, e conhecido pelo epíteto de "Patrono das Artes, Ciências e Identidade Nacional". Catra destaca-se por ser o principal responsável pela descoberta e desenvolvimento de uma linguagem peculiarmente brasileira da música, com obras extensas e complexas que exaltam os atributos típicos de seu povo, sua cultura e espírito nacionalista, incorporando elementos do folclore, natureza e costumes cotidianos cariocas.

Tabela de conteúdo

[editar] Biografia

Mr. Catra e seu lema de vida.

Wagner nasceu numa manhã ensolarada de primavera, ao quinto dia do mês de novembro do milésimo noningentésimo sexagésimo oitavo ano de Nosso Senhor, no presidio de São Sebastião do Rio de Janeiro, filho do traficante Manoel Domingues Catracando da Costa Filho e da travesti Elza Francisca Carolina Josefa Fernanda Eugênia Gonzaga de Bragança e Bourbon (nome de solteira), linguista diplomada em Língua e Civilização Francesa e Germânica em Paris e Munique, bisneta da Princesa Isabel. Desde cedo é fortemente incentivado aos estudos, pois o pai queria vê-lo diplomata. A escolha do nome, Wagner, foi uma homenagem da mãe a um finado fudido traficante Waguinho catraqueiro da maconha, que serviria de inspiração para a trajetória de Catra nas primeira, quinta e sexta artes. Em 1976, aos sete anos de idade, o jovem Catra muda-se para cadeia, em Bamgu, onde o pai assume o posto ex-ladrão do banco do Brasil, itau e Bradesco, e onde Catra recebe a educação fundamental.

Só os mais chegados

Em 1985, a dias de completar dezessete anos, é admitido na Academia de Artes da Rússia, partindo para Moscou no ano seguinte, onde estudou música e teatro. Formou-se com louvor em 1990, sendo convidado a integrar o programa de mestrado em arte contemporânea da Universidade de Oxford, na Inglaterra. Foi lá que Wagner recebe passa a ser chamado "Catra", e posteriormente "Mr. Catra", enquanto lecionava flauta doce aos príncipes William e Harry de Gales, para bancar os estudos. Foi ainda na Inglaterra que Mr. Catra aprimorou seus interesses por filosofia, tendo extenso contato com obras de Alexandre de Gales, Francis Bacon e G. K. Chesterton, nos acervos da Real Biblioteca Britânica. É na Biblioteca Real que Catra se descobre e se assume judeu, por parte de pai.[1]

Também à essa época recebe o título de sir com a comenda de Commander of Order of the British Empire (CBE — Comandante da Ordem do Império Britânico). De volta ao Brasil, Mr. Catra, até então um rapaz solteiro, passa a ser cobiçado pelas ladies residentes na periferia do eixo Rio-São Paulo. Catra, fascinado pelo belo sexo, se vê impossibilitado de escolher apenas uma entre suas 20 amadas, e, em um ato representante da defesa do amor livre, casa-se com todas elas. Nos anos seguintes, Catra viu nascer sua prole de 969 filhos, os quais Catra fez questão de educar do mesmo modo em que foi ensinado, visando apenas melhorar o futuro do país.

[editar] Carreira musical

Mr. Catra volta ao Brasil em meados da década de 1990 e em 1996 tenta parceria com o músico paraense Chimbinha. A parceria tem vida curtíssima devido às divergências filosóficas e estéticas de ambos em relação à música. Chimbinha, um guitarrista agressivo e controverso, tende a levar sua música para um lado mais político, de protesto e subversão; enquanto Catra enxerga o aspecto artístico da música sobrepondo-se a qualquer outra faceta que ela possa assumir. A parceria não dura nem três meses, e o álbum gestado nesse período não chega a ser lançado.

Fez parcerias ainda com diversos artistas da cena underground nacional dos anos 80 e 90, como Menudos, Polegar, Molekada e Os Mulheres Negras, mas foi já na década de 2000 que Mr. Catra consolida parceria de sucesso com Valesca Popozuda, novo expoente da MPB. Com Valesca, Catra emplaca grandes sucessos (como o hit "Mama", vencedor de dois Grammys em 2012) que aos poucos tornaram-se hinos e pérolas do cancioneiro popular, com letras de grande apelo poético e denso viés estético, pelo que é fortemente criticado por setores mais politizados do meio artístico.

Letras como Adultério (posteriormente plagiada pelo Biquini Cavadão na canção Tédio), Boladão, Capô de Fusca, Ela Dá pra Nóis, Vuco Vuco, Vem Kikando e Vida na Cadeia retratam em sua essência a vida cotidiana de uma elite cultural e intelectual muito contestada pela esquerda cultural brasileira, mas que mostra-se, na obra de Mr. Catra, complexa e viva, um caldo cultural muito menos insípido do que pintam seus opositores. Recebeu em 20 de agosto de 2014 as medalhas da Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul e da Ordem do Mérito Cultural em solenidade na Câmara de Deputados do Brasil.[carece de fontes]

[editar] Ver também

Referências


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