Mulher dinamarquesa

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Estava procurando o filme biográfico sobre traveco transsexual "A Garota Dinamarquesa"? Se fodeu! Ele não estão aqui!


Cross of st legolas.JPG Denne artikel er dansk!!

Este artigo é relacionado ao primo menor da Escandinávia! Apesar de já ter dominado os dois no passado, quer muito ser como a Noruega quando crescer e odeia suecos.

Recomenda-se que você desligue o computador e vá brincar com Lego.

Viking.JPG Ek est årtikkel Vikingen!

Este artigo veio das frias terras dinamarquesas! Ele gosta de remar, louva Odin e o Deus Metal, não tem nenhum senso de privacidade ou de educação e seu autor chegou ao Valhalla. Não vandalize ou envolva a Finlândia neste artigo!


Lésbicas dinamarquesas.

Mulher dinamarquesa é aquele exemplar de ser humano do sexo feminino oriundo da Dinamarca, país famoso pela Pequena Sereia, pela cerveja Carlsberg e por sua única celebridade de renome internacional ser o escritor pedófilo de contos infantis, Hans Christian Andersen.

Aparência[editar]

Elas são as primas feias das Suecas.

A Dinamarca é um dos países pertencentes aos vikings, lá na Escandinávia, o Pólo Norte da Europa, mas reza a lenda que as dinamarquesas são as primas feias das Suecas, e foram votadas as mulheres mais barangas da região. Outrora o país funcionava como o depósito das vikings feias, com as quais os grandes guerreiros não queriam transar, deixando-as para os caras de profissões menores. Mas como também esses caras não eram galãs, tudo o mundo vivia feliz no seu reino de barangice, o que se mantém até aos dias de hoje, já que os dinamarqueses são considerados o povo mais feliz da União Europeia.

Em Copenhaga, com a emigração de suecos mas também de outros povos, foi-se dando uma mistura nos genes das dinamarquesas da capital, produzindo mulher bonita, ainda que poucas e todas famosas (mas até muitas dinamarquesas exportadas e famosas são barangas). Frequentemente albinas, de olho azul e cabelo loiro oxigenado, tendem a ser magras e atléticas, com um corpo muito masculino, de ombros largos e sem bunda. Em relação ao vestuário, essa mulherada se veste completamente de preto, talvez a mando do Deus Metal, mas com tênis bem coloridos: as dinamarquesas parecem ser alérgicas a saltos altos e a qualquer outro tipo de sapato que não seja tênis. As mais vaidosas estão na capital, pois Copenhaga se anda tentando promover na internet como "capital não-oficial da moda de rua", exibindo modelitos curtos no frio, e, ainda assim, no final da sessão fotográfica aquelas gurias não dão entrada no hospital com uma pneumonia.

Comportamento[editar]

Dinamarquesas felizes por terem ido a um país onde existe sol.
Típico quotidiano de uma dinamarquesa.

A Dinamarca é a Holanda da Escandinávia, mas com um clima mais glacial, já que neva lá o ano inteiro e às 4 da tarde já é de noite. As dinamarquesas são descendentes orgulhosas das vikings feias mas guerreiras, e por isso elas são duras como o aço: essa mulherada nada em água com temperatura igual aonde se afundou o Titanic e não morre de hipotermia, correm na chuva e no gelo e anda de bicicleta na neve, e nunca usam capacete, mas fazem questão de cantar bem alto (se andassem de carro podiam ouvir rádio e cantar lá dentro sem encher o saco dos outros) e de tocar o sininho da bicicleta a toda a hora.

As dinamarquesas têm as festas mais aborrecidas de sempre: ninguém dança, ninguém se beija, cada um está no seu canto conversando e tomando porre sentado com seu próprio grupo. Elas não são socialites nem gostam de falar com estranhos e detestam que caras que não conhecem falem com elas, nem mesmo sobre o tempo, especialmente em locais públicos, e são do gênero que bota a bolsa no lugar vago ao lado do seu no ónibus para que ninguém se sente do lado dela, em resumo, são umas antissociais da pior espécie que nunca sorriem para você. São um povo muito tolerante face a emigrantes, mas detestam as gentes da Groenlândia, talvez por inveja de haver mais gelo por lá.

Espécimen raro de uma dinamarquesa gostosa.

Suas ideias de como passar um serão agradável são muito bizarras lá na Dinamarca: por exemplo, passear pelo cemitério bebendo cerveja é considerado algo completamente aceitável e normal, e nada psicopata.

Esse é um país cheio de feministas, que carregam seus próprios pesos e bagagens: aliás, tentar carregar a bagagem de uma mulher em qualquer país da Escandinávia (Dinamarca, Suécia, Noruega e Finlândia) é considerada uma afronta social e uma falta de respeito, porque para esse povo a igualdade de gêneros é sagrada. Sagrados são também os cachorros quentes: sério, esse povo come essa porra a toda a hora, assim como pizzas, quantidades absurdas de carne de porco e comem cenoura crua como se fosse chocolate.

Vida Sexual[editar]

Quando o assunto é sexo, essa mulherada da Dinamarca gosta de tomar a iniciativa e de pagar bebidas ao cara em quem ela está interessada, e de dividir a conta, já que ela não gosta que seja o homem a pagar pela refeição inteira sozinho. Mas se for para lhe pagar uma cerveja, ela acha charmoso. Mas a típica dinamarquesa só fará isso quando estiver cachaceira: reza a lenda que se o álcool deixasse de existir, acabava o sexo na Dinamarca. Os dinamarqueses são tão nerds em questões de sexo que isso só resulta de estiverem bêbados. É bem conhecida a sua prática de transar no escuro, de olhos fechados e modo mecânico.

Para conquistar uma dinamarquesa, não se gabe de seu dinheiro, seja sedutor e charmoso (coisa que os dinamarqueses não são, nem você) e mostre que seu trabalho tem relevância social.

Dinamarquesas Famosas[editar]

Outra mulherada da Escandinávia[editar]