Naturezza

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Futebolista chaves22.JPG Este artigo é sobre um futebolista

Ele é caneleiro, vive levando cacetadas e é melhor que o Busquets!
Se você torce pra esse perna de pau analfabeto, o problema é seu.

Veja outros futebolistas aqui.

Pele33.jpg
P ronaldinho.jpg CRIME OCORE NADA ACOTECE FEIJOADA

Aí, mermão, este artigo aqui, ó, é brasileiro, tá ligado? Só fala de futebol, come feijoada, exporta diplomatas, puxa o saco dos EUA, paga imposto pra caralho e põe a culpa no governo pela dificuldade de atendimento médico.


Emíllio Naturezza Castigliore Nonato
Nacionalidade Bandeira do Brasil Brasil
Altura 175 cm
Peso 65 kg oficialmente, mas varia de acordo com a noitada.
Clubes Palmapolense, XV de Jaú, River Plate, Real Madrid, Milan, Inter de Milão, Juventus de Turim, Cesare Pisa e Palmeiras.
Estilo de Jogo Criativo, cheio de malemolencia.
Gols 1034 oficiais.



Cquote1.png Ainda prefiro o Rico Salamar Cquote2.png
Pelé sobre Naturezza
Cquote1.png Porra, o Pelé é chato pra caralho! Cquote2.png
Rico Salamar sobre Pelé
Cquote1.png É um baaaita jogador! Cquote2.png
Neto sobre Naturezza
Cquote1.png Perto de mim, o Adriano é juvenil! Cquote2.png
Naturezza sobre ser cachaceiro e putanheiro
Cquote1.png Talentoso. Mas futebol não se joga sozinho! Cquote2.png
Oliver Tsubasa sobre Naturezza
Cquote1.png O etérno "Boêmio da Bola"! Eterno camisa 10 do XV de Jaú! Cquote2.png
Milton Neves sobre Naturezza
Cquote1.png O pentágono mágico marcou época! Cquote2.png
Allejo sobre pentágono mágico
Cquote1.png Eu até dava pra ele... Cquote2.png
Você sobre Naturezza
Cquote1.png Se Janco Tianno e Allejo o citaram na seleção de todos os tempos, o rapaz deve ter qualidade! Cquote2.png
Galvão Bueno sobre Naturezza
Cquote1.png Sou mais eu! Cquote2.png
Carlos Santana sobre Naturezza

O ídolo Naturezza[editar]

Naturezza ficou conhecido por atuar na seleção brasileira na época do campeonato Supercampeões, ou Captain Tsubasa para os gringos. Foi o camisa 10 da grandiosa seleção sub-16, que na época era formada por Carlos Santana (rival de Oliver Tsubasa) e mais um monte de jogadores com nomes parecidíssimos com os do jogadores da seleção de 94, tais como Márcio, Jorzi, Branko (esse, bem descarado), Senardo e etc., além de nomes simplesmente copiados, como Casagrande e Zagalo, o que mais uma vez comprova o conhecimento dos japoneses para com nomes tipicamente brasileiros. Quem não conhece um Naturezza, com dois Z's, um Jorzi, um Allejo ou um Pardilla?

Seleção Sub-16[editar]

Na época era considerado o melhor jogador brasileiro, mas por indisciplina acabou no banco da seleção, dirigida por Roberto Hongo. Entrou na final, marcou gol, mas pouco pode fazer para evitar a derrota para a seleção do Japão de Tsubasa, já que a série era também japonesa. Uma pena. Essa foi a época marcada por esse memorável campeonato sub-16, no qual todo o mundo parou para assistir e os japoneses comemoraram (e ainda comemoram) como se fosse uma copa do mundo. Vale lembrar que durante o campeonato todos os jogadores aprenderam a falar japonês, único idioma falado durante a competição, inclusive entre compatriotas. Naturezza, rapaz talentoso, talvez o melhor jogador do campeonato, foi injustiçado pelos japoneses puxa-saco do Tsubasa e hoje é pouco lembrado pelos espectadores da série.

Início de tudo[editar]

Emíllio Naturezza Castigliore Nonato nasceu em Cipolândia do Norte, TO, terra também de Sergio Minjos. Filho bastardo de um marinheiro italiano e de uma lavadeira pernambucana de descendência asiática. Aos cinco anos, atraiu atenção de todos durante um torneio infantil, ao marcar 35 gols em uma única partida. Foi contratado pelo Palmapolense, integrando a equipe junior. Anos depois, aos 17 anos, disputou a copa São Paulo de futebol junior sendo o artilheiro absoluto com 100 gols. Atraiu a atenção de vários times, mas apenas o XV de Jaú lhe propôs um contrato. Disputou o Paulistão no ano seguinte, sendo mais uma vez artilheiro, mas não pode livrar o fraco time do XV do rebaixamento. Com o destaque, acabou indo para o River Plate, da Argentina, onde foi artilheiro por quatro anos, tirando o time de uma fila que chegava a 10 anos sem títulos, virando ídolo ao marcar 122 vezes contra o rival Boca Juniors, e levou o time à conquista de 5 taças Libertadores, ainda marcando o gol que eliminou o Corinthians em seis edições do torneio continental, sendo que na última, causou polêmica ao marcar cinco gols e mostar os órgão genital para a Fiel em pleno o Pacaembu lotado. Após o episódio, teve que ser resgatado de helicóptero às pressas, diante de uma massa de corinthianos enfurecidos que queriam linchá-lo.

Na Europa[editar]

Naturezza e seu elegante cabelo com dreads.
O craque marcou época atuando com a camisa 0 dos Merengues.
Naturezza dividindo a bola com Tsubasa, em um El Clásico da fase áurea.

Real Madrid[editar]

Após o fatídico episódio no estádio do Pacaembu, Naturezza não pode mais pisar em solo brasileiro, perante as varias ameaças corinthianas. Naturezza pediu desculpas, que de nada adiantaram, não deixando opção ao craque da camisa 10. Com várias propostas de times europeus, acabou por assinar com o poderoso Real Madrid, que montava um dos melhores times do mundo. Atuando ao lado de compatriotas, como Pardilla e Marco Pitzos, o craque búlgaro Valentin Dimilev, o marrento atacante argentino Trappa Cèro e o matador espanhol Roberto Idas, Naturezza vestiu a camisa 0 merengue e, nos 3 anos que passou na capital espanhola, conquistou 4 vezes o campeonato espanhol, 4 vezes a Copa Del Rey, além de ter sido decisivo na conquista de 2 Champions League's, inclusive na ultima marcando 5 gols e dando 37 assistências. Ganhou 2 vezes o prêmio de melhor jogador da FIFA atuando pelo Real Madrid e foi artilheiro absoluto na Espanha nos 3 anos em que vestiu a camisa merengue, ganhando inclusive uma estátua na porta do estádio Santiago Bernabéu. Estátua que reproduziu fielmente seus dreads, visual que veio a ser copiado por Oséas e Vágner Love, posteriormente.

Foram realizados grandes jogos entre o Real Madrid de Naturezza e o Barcelona (Catalunha na época, por questões legais) que contava com Oliver Tsubasa, Rivaldo (Rivaul na época, também por questões legais) e o atacante português Tó Madeira. Foi registrado nessa época o primeiro jogo oficial terminado empatado em 3x2 entre os dois super-times.

A.C. Milan[editar]

Com a genialidade exibida nos gramados espanhóis, foi levado à Itália após uma negociação que bateu todos os recordes. Em Milão, vestindo a característica camisa 0, comandou o time do Milan por duas temporadas, mas sem o mesmo brilho exibido no Real Madrid. Nessa época, suas constantes bebedeiras e orgias realizadas em noites anteriores aos jogos começavam a ganhar destaque na mídia, com ajuda do também brasileiro Tito Mancuso, que não recusava uma boa festa ao lado do colega de time. Foram divulgados inúmeros vídeos e fotos de Naturezza, Tito Mancuso e Silvio Berlusconi esbanjando suas fortunas com belas mulheres e muito álcool.

Internazionale de Milão[editar]

Após uma negociação polêmica, sendo chamado de traidor pelos torcedores do Milan, foi para a Inter, aonde chegou à marca dos 400 gols e 750 passes, sendo aclamado como o maior ídolo da história recente do time. No seu último ano pelo clube, Naturezza fez grande amizade com um jovem garoto de futuro promissor, contratado pelas categorias de base da equipe. O craque levava o jovem, que era muito tímido e solitário, para festas e baladas, ensinando-o as artimanhas da bola. O jovem, que se chamava Adriano, sofreu muito com a saída do mentor e ídolo, que fora transferido para a Juventus de Turim por US$560,00 + 3 bilhetes de metrô, resultado de seu temperamento difícil e destrutivo, considerado como uma possível má influência à promessa contratada.

Juventus[editar]

Pela Juventus, levando o time à conquista da importante Segunda Divisão pela primeira vez. O craque optou por não renovar o contrato com a equipe de Turim após o término.

Cesare Pisa[editar]

Naturezza jogou ainda pelo modesto Cesare Pisa, levando o time não só à primeira divisão italiana, mas à conquista da inédita tríplice coroa (Liga Italiana, Copa da Itália e Champions League), que acabou revogada após o 4º escândalo da arbitragem italiana. Muitos afirmam que a motivação que o craque reencontrara para jogar se perdeu após a decepção de ver suas conquistas tomadas.


Em sua trajetória pela Europa, Naturezza foi aclamado como a maior meia de todos os tempos, comparado a Platini, Pelé e Rico Salamar constantemente. Conquistou cinco vezes a Champions League, foi seis vezes melhor jogador FIFA, ganhou quatro vezes o premio da revista France Football e ainda concorreu ao Oscar por uma participação no filme do Pelé.

Seleção Brasileira[editar]

Fora chamado diversas vezes para defender a seleção da Itália, mas sempre negou os convites, convicto de uma chance na esquadra canarinha. Após 2 anos de espera e pressão da mídia esportiva, finalmente foi convocado à seleção em 1992, por Carlos Alberto Parreira. Não teve muitas chances, ficando a reserva. Em 1994, foi convocado por Alex Ferguson e integrou a mais incrível Seleção Brasileira que o Brasil já teve. Foi artilheiro das eliminatórias no ano anterior, e chegou à copa badalado. Incumbido de ser o "garçom" do incrível ataque formado pelas duas maiores bestas do futebol mundial Janco Tianno e Allejo, ele não decepcionou. Além de ter sido autor de 90% dos passes do time, marcou dois gols. Foi considerado o melhor passador da copa, e tido como o grande cérebro do time.

No primeiro jogo da copa, Naturezza marcou dois golaços do meio de campo, e ainda deu um passe de gênio para o conterrâneo Sergio Minjos marcar o terceiro. No segundo jogo, contra Israel, Naturezza mostrava desenvoltura, driblando adversários com extrema facilidade. Deu três passes para os três gols de Allejo na partida, acertou dois chutes no travessão, e driblou o time inteiro após uma cobrança de escanteio por parte dos israelitas.

Contra a Holanda, com o Brasil já classificado, o treinador optou por poupar alguns jogadores, deixando Naturezza no banco. Dizem que, sabendo que seria poupado, Naturezza fugiu da concentração e partiu para a noitada, levando junto um jovem garoto de futuro promissor que acompanhava o grupo profissional para amadurecimento pessoal, chamado Adriano. No dia seguinte, o Brasil venceu no sufoco, e para muitos o que faltou forma os belos passes do meia, que assistia o jogo do banco de reservas.

Contra os EUA, Naturezza sentiu uma contusão logo no primeiro minuto de jogo, quando uma entrada dura por trás de Bryan DeBruce fez com que tivesse que ser substituído, deixando-o de fora também do jogo contra a Inglaterra (que foi derrotada com 3 gols de Janco Tianno, todos no ângulo, sem chances para o goleiro).

Contra a Argentina, Naturezza voltava ao time titular. Com o chamado Pentágono Mágico, composto pelo próprio Naturezza, o "endiabrado" Allejo, Rico Salamar, Beranco e Janco Tianno, a imprensa mundial esperava um massacre sobre uma Argentina decadente. Porém, o que ninguém esperava era que os Argentinos jogariam sujo. Após uma paralização graças a uma encenação do zagueiro argentino Julio Cabrón, os jogadores argentinos distribuíram garrafas de água batizadas aos jogadores brasileiros. Salamar, Allejo, Janco Tianno e, sobretudo Naturezza (que teria tomado três garrafas do Boa Noite Cinderela argentino) foram os que mais sofreram com o truque. Com seu quinteto completamente dopado (Rico Salamar chegou a desmaiar em campo) o Brasil sofreu para levar o jogo aos pênaltis, mas com uma atuação brilhante de Ricardo Santana (que pegou os seis pênaltis batidos pelos argentinos) o Brasil consegue avançar para a final, eliminando os "hermanos" por 6x0 nas cobranças de pênalti. Aquele jogo pode ser considerado um momento fatídico na carreira de Naturezza, pois os danos causados pela água batizada em seu cérebro o perseguiriam por toda a vida, causando dores e convulsões que atrapalhariam seu futebol nos anos seguintes.

Na final, contra a forte Alemanha do centroavante Kevin Pinkel, Naturezza, sofrendo fortes dores e uma diarréia nível 7, ambas causadas pela trapaça argentina no jogo anterior, não entrou em campo e não participou da sofrida vitória.

Catar[editar]

Após a copa, Naturezza era herói e ídolo nacional. O Barcelona e o Manchester United tentaram sua contratação, mas atraído pelos milhões de petrodolares oferecidos por um sheik árabe, assinou contrato com o Al Bilal, do Catar, numa manobra bastante criticada pela mídia especializada. Fora dos holofotes, nunca mais fora chamado a seleção brasileira, e teve seu nome esquecido pela mídia ocidental, mas conquistou estabilidade financeira no país árabe, tendo o maior salário já registrado por um jogador de futebol (estima-se que recebia cerca de um bilhão de dólares por ano), construindo um império. Casou-se com a modelo romena Ibia Petrisca, considerada uma das mulheres mais lindas do mundo. No Al Bilal, foi artilheiro por quatro anos, levando o time a conquista de títulos importantes, como três ligas árabes, quatro ligas qtarenhas e a um inédito vice-campeonato no mundial de clubes da Fifa, apesar do time ter sido eliminado nas semifinais. Porém, Naturezza estava longe dos holofotes, fato que lhe custou à vaga na seleção de 98. Essa perca somada ás fortes dores e convulsões que ainda sentia graças à trapaça argentina de 94 tornavam o maestro cada vez mais debilitado e desmotivado. Em 99, em meio a essa turbulência, outro fato abalou a carreira de Naturezza: o fim de seu casamento. Após passar um péssimo ano, onde não marcou nenhum gol, jogou apenas cinco jogos no ano, Naturezza decide dar a volta por cima e voltar ao Brasil, buscando reencontrar seu futebol e tratar de seus problemas de saúde. Infelizmente, sem volta por cima, teve que se contentar com o Palmeiras mesmo...

Bohemia e bebedeiras[editar]

Não é segredo que Naturezza sempre foi rebelde, temperamental e desobediente, tudo junto. O fato ficou claro quando foi suspenso por Roberto Hondo, então técnico da seleção de juniores brasileira, por ser apanhado com 7 prostitutas, 2 travestis, Chimbinha, um jumento, a atriz Rita Cadillac e 3 anãs numa orgia, dentro de seu quarto na concentração, às vésperas do fatídico jogo contra a seleção japonesa, liderada por Oliver Tsubasa.Tal comportamento lhe rendeu o apelido de "Bohêmio da Bola", apelido que carregara por toda sua carreira. As constantes bebedeiras acabaram por resultar apenas numa sombra do brilhante e jovem camisa 10 que comandava o histórico XV de Jaú.

O retorno, o Palmeiras e a tragédia. E a tragédia da morte também...[editar]

Naturezza assina então contrato com o Palmeiras. Recebido por uma multidão no Palestra Itália, ganhou as capas de vários jornais e revistas esportivas pelo mundo. Na sua chegada ao time, deu a seguinte declaração a Gloria Maria, do Fantástico:

“Nunca estive tão feliz. Finalmente volto a pisar na minha terra, volto a ver minha gente. Desde que cheguei, minhas dores sumiram, sinto mais vontade de jogar. Sei que aqui vou reencontrar a felicidade e vou mostrar que ainda posso ir a Copa. Vou mostrar que ainda posso jogar futebol a grande nível, e a torcida do Palmeiras irá se orgulhar”.

É fato que o time-árvore do Palmeiras foi rebaixado de forma vexatória, mas Naturezza ainda dizia: "Melhor jogar na 2ª divisão do que jogar no time da Bixarada!". Naturezza sempre demonstrou seu ódio mortal para com o Tricolor Paulista. Ingênuo, esperava fazer história assim como na Juventus e conquistar o título da série B, que seria um marco na história alvi-verde e quebraria o jejum de sei lá quantos anos já. Vestindo a camisa 0, que o consagrou em terras madrilhenhas, e jogando pela esquerda, chega a tão esperada hora da redenção.

Porém, o destino lhe preparava uma ingloriosa armadilha. Após a brilhante estréia, no clássico da segundona contra o XV de Catorze, onde além de marcar um belo gol de bicicleta do meio de campo (ao melhor estilo Allejo) e dar cinco assistências, Naturezza saia de campo como herói, ao conquistar o suado empate em 6x6 contra o poderoso time de Catatau, o notável camisa 7 catorzense! Depois do jogo, foi até o Bar do Zangão, conhecido bar da zona norte de São Paulo. Por volta das 11 horas da noite e completamente bêbado, caminhava até seu carro, quando foi abordado por um grupo de 15 homens encapuzados e vestidos com camisas de torcida organizada. Sem defesa, Naturezza foi espancado, torturado e esfaqueado, não resistindo aos ferimentos e morrendo horas depois. A polícia suspeita que o assassinato de Naturezza esteja ligado com vingança de torcedores corinthianos. Mas não tem certeza... Em meio a grande comoção, seu velório e enterro teve a participação de milhões de pessoas, e no seu cortejo em carro publico Allejo, Janco Tianno, Da Silva, Rico Salamar, Beranco, Oliver Tsubasa e outros craques deram adeus. Janco Tianno inclusive descreve o seu sentimento durante o velório em sua auto-biografia. A polícia nunca conseguiu prender os acusados, pois um vídeo feito por câmeras de segurança mostravam um grupo com camisetas da Gaviões da Fiel e máscaras, o que dificultou a identificação. A morte de Naturezza comoveu o mundo, e ganhou destaque na Itália, Japão e principalmente na Espanha, onde ele foi ídolo. Naturezza foi aclamado recentemente pela revista France Football como o melhor armador da história do futebol de sua geração, superando nomes como o próprio Oliver Tsubasa. Ainda bem que não era uma revista japonesa. Naquele dia, o mundo chorou o adeus do grande "Bohêmio da Bola". Janco Tianno e Allejo o incluíram naquela que consideram ser a melhor seleção brasileira de todos os tempos.

Ver também[editar]