Negro d'Água

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Tubarão.jpg Este artigo é aquático!

E é especialista em natação. Se você vandalizar, ele te joga uma tsunami, então cuidado com os tubarões e não leia sem usar uma máscara de oxigênio.


Rara foto de um exemplar durante seu nadar elegante.

Cquote1.png Você quis dizer: O saci aquático? Cquote2.png
Google sobre Negro d'Água
Cquote1.png Eu tenho medo. Cquote2.png
Regina Duarte sobre Negro d'agua
Cquote1.png Se eu pudesse, matarra miii Cquote2.png
Jeremias sobre Negro d'Água.

Negro d'Água é um tipo de peixe comum no Centro-Oeste brasileiro, e também uma das histórias criadas por pescadores para impressionar as pessoas comuns. É uma das raras lendas do Brasil que não foi inventada por indígenas do meio da floresta.

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A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: Negro d'Água.

Habitat e Alimentação[editar]

Monumento Ao Negro da Agua de Juazeiro, centro da Fé Negroaguoide

Rios, ribeirões, corregos, e "córgos" de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Vive principalmente na imaginação dos pescadores e caçadores da região, que afirma categoricamente que viram tal criatura, apesar de estarem bêbados e drogados, acreditam em tudo o que vêem, mesmo não vendo nada.

Se amarra em agua-de-cana, marvada, pinga, água-que-passarinho-não-bebe, cachaça, cagibrina.... Também se curte um tabaco e ovo frito com arroz, feijão e farofa de carne. Mas o que ele mais gosta mesmo, é de frutos do mar com um bom molho de pimenta.

Curiosidades[editar]

Nada nos corpos de água corrente atrás de pescadores e banhistas, importunando-os para que em troca receba uma garrafa de pinga, a dieta principal desta rara espécie de peixe-mamífero. Tem uma relação de amizade com o Boto, sendo comum acompanhá-lo em suas incursões à terra à procura de mulheres para a copula. Mas ao contrário do Boto que é bem apessoado, o Negro d'Água só consegue pegar mulher no final da festa, quando só sobrou mulher feia e bêbada.

É cultuado como uma divindade em algumas regiões do país, como a Bahia, onde Juazeiro é a capital mundial da Igreja do Negro d'água do Sétimo Litro. Se bem que na Bahia, qualquer coisa diferente é tratado como divindade, visto que baiano tem preguiça de pesquisar a fundo (ui!) a respeito do que realmente se trata.