Nióbio

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Cquote1.png É a solução para todos os problemas do Brasil! Cquote2.png
Fã do Bolsonaro sobre nióbio.
Cquote1.png Concordo! Cquote2.png
Fã do Enéas sobre citação acima.
Cquote1.png Não é bem assim... Cquote2.png
Fã do Pirulla sobre a mesma citação.

Jair Bolsonaro exibindo um pedaço do Acre, o mítico nióbio, como comprovação da existência do 26º estado brasileiro.

Nióbio é um tipo de metal muito raro, inventado por conspiracionistas brasileiros para, basicamente, fingirem conhecer a solução de todos os problema da América Latina. É um metal que possui mais de 1001 utilidades catalogadas, e exatamente por isto não pode existir na natureza, porque nada no mundo real pode ter tanta utilidade assim, como os metais mágicos dos quadrinhos, tais quais o adamantium, o vibranium e o tantalum, todos igualmente inexistentes.

O nióbio na verdade é o colúmbio, o nome verdadeiro do material existente que é extraído na Colômbia, sob a forma de um pó branco de propriedades alucinógenas e estimulantes. Este, porém, foi banido pela União Internacional de Tóxicos Puros e Injetáveis, por isso a Polícia Federal não quer saber de sua exploração e as universidades chamam o elemento de nióbio, a sua variável que pode salvar, teoricamente, a economia do Brasil.

Descoberta e pesquisas[editar]

Descoberto acidentalmente em 1801 pelo inglês Charles Hatch Egg, quando, em um de seus programas de culinária matinais enquanto tentava ensinar uma receita de omelette du fromage, sem querer deixou uma panela no forno, que derreteu e formou um metal estranho e supercondutor, que logo foi aceito como sendo o tântalo, excelente para a fabricação de panelas anti-aderentes.

Nióbio sendo utilizado pelos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial para a fabricação de escudos teleguiados. Por questões de direitos autorais com a FOX, precisaram usar o nome de "vibranium" na época.

O problema é que os químicos, que só não são mais desocupados que os geólogos ou biólogos, passaram os seguintes 50 anos da descoberta de Hatch Egg discutindo se o nióbio era nióbio, ou se nióbio era tântalo, mas afinal é basicamente isso que os químicos fazem. E quem decidiu que o nióbio era nióbio, foi o químico Jean Maricón, em 1866, como parte crucial de um grande plano maçônico brasileiro de dominação mundial através do monopólio de um elemento fictício.

Inicialmente o plano de dominar o mundo através do nióbio não deu muito certo, pois não havia nada de útil a ser fazer com esse metal. Até tentaram utilizá-lo para compor os filamentos das lâmpadas, mas logo isso foi substituído pelo tungstênio, um metal que pode ser encontrado em qualquer lugar e não apenas no Acre. Foi necessário a NASA inventar os foguetes para dar alguma utilidade ao nióbio.

Características[editar]

Na natureza nas condições PQP o nióbio encontra-se sólido, inerte, inodoro e cinza, podendo ser facilmente confundido com qualquer outra porra de metal, mas como não podem fazer turbina de foguete com vanádio, tem que ser com nióbio mesmo.

É antioxidante e não serve de moradia para o clostridium tetani, que não gosta de habitar supercondutores.

Reservas[editar]

O nióbio é um metal extremamente raro na natureza, existe só no Acre e alguns locais igualmente isolados do Canadá (mas nessa segunda opção, em poucas quantidades) e da Austrália (em tão pouca quantidade que os australianos nem se importam de ir minerar). O Acre, todavia, devido ao seu atraso inerente, não compreende que possui um monopólio de um dos metais mais essenciais da humanidade, e vende o mineral para os Estados Unidos com base no preço da banana na tabela do CEASA.

Além do Acre onde se encontra nióbio puro na natureza, é possível encontrar em algumas outras cidades brasileiras o nióbio compondo o mineral pirocóptero, lugares tais como São Gabriel da Cachoeira, Araxá e Niquelândia, onde a Companhia Brasileira de Monopólio de Metais (CBMM) define que estas cidades são obrigadas a vender o metal pelo mesmo preço da banana no Acre.

Aplicações[editar]

O nióbio não é comestível, então a população de baixa classe não compreende como esse metal poderia salvá-los da miséria, por isso os vendem por centavos para aí sim comprar seu arroz com feijão e poderem sobreviver. Já os países desenvolvidos, todavia, conhecem as utilidades do nióbio como um metal hipoalergênico (que não causa alergias) e que portanto serve de modo ideal para a construção de órgãos genitais artificiais.

Além disso, o nióbio serve para compor as ligas de ímãs supercondutores, essenciais para o funcionamento de máquinas causadoras de câncer e também da máquina do apocalipse. Outros usos mais secundários incluem a fabricação de superligas de turbinas de foguetes.

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