Niterói

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O disco voador que pousou de cabeça-pára-baixo em Niterói

Nota: o trecho seguinte está "compactado" de modo a despoluir visualmente o contexto da página toda.

Cquote1.png "Você quis dizer doador de cú?" Cquote2.png
Google sobre Niteroiense

Cquote1.png "Pede pra sair, pede pra sair!" Cquote2.png
Capitão Nascimento sobre Niterói

Cquote1.png "AiAiAiUiUi!" Cquote2.png
Silvio Santos, após multa de velocidade em Niterói.

Cquote1.png "Moro em Niterói" Cquote2.png
Morador da cidade de Itaboraí ou São Gonçalo.

Cquote1.png "Niterói?Conheço de nome, já vi o ônibus 740D passando." Cquote2.png
Morador da zona sul do Rio.

Cquote1.png Rêê, cidade linda! É aqui que vou ficar. Cquote2.png
Miracemense sobre Niterói

Cquote1.png Eu tenho medo... Cquote2.png
Regina Duarte sobre Niterói

Cquote1.png Melhor que Niterói, só Niterói em dia de sol! Cquote2.png
Turista sobre Niterói

Cquote1.png Nunca antes, na História desse país, um presidente fez tanto pela população indígena. Cquote2.png
Lula sobre Niterói

Cquote1.png Evo, I'm your father! Cquote2.png
Arariboia sobre Evo Morales

Cquote1.png Mora mal Cquote2.png
Morador do Rio de Janeiro sobre Morador de Niterói

Cquote1.png Prefiro que me mandem pra China Cquote2.png
Jack Bauer sobre Niterói

Cquote1.png Prefiro que me mandem pra Inglaterra Cquote2.png
Ronald Biggs sobre Niterói

Cquote1.png Prefiro que me mandem pros EUA Cquote2.png
Osama Bin Laden sobre Niterói

Cquote1.png Prefiro a casa dos Dursley Cquote2.png
Harry Potter sobre Niterói

Cquote1.png As praias de Niterói são pelo Oceano Índico. Índico! Pegou o trocadilho? Cquote2.png
Palhaço Carequinha sobre Niterói

Cquote1.png Nunca senti tanto medo. Cquote2.png
Zé do Caixão sobre sua visita a Niterói

Cquote1.png Vamos processar por injúria, calúnia e difamação. Cquote2.png
Governador de Minas Gerais sobre o "refrigerante" Mineirinho

Cquote1.png É exatamente o que eu quis dizer com "Estado de Natureza" Cquote2.png
Thomas Hobbes sobre Niterói

Cquote1.png Ir pra lá? Cruz credo! Bate três vezes na madeira! Cquote2.png
Carl Sagan sobre Niterói

Cquote1.png Ao despertar de sonhos confusos, Gregor Samsa amanheceu transformado em um índio. Cquote2.png
Franz Kafka sobre Niterói

Cquote1.png O último e mais profundo círculo do Inferno. Cquote2.png
Dante sobre Niterói

Cquote1.png Por um lado é boa, pelo outro é Niterói Cquote2.png
Engenheiro sobre Ponte Rio Niterói

Cquote1.png Niterói só tem uma coisa. Uma ponte que a liga ao Rio. Cquote2.png
Prefeito do Rio sobre Niterói

Cquote1.png A coisa mais bonita em Niterói? A vista pro Rio, é claro!. Cquote2.png
Tio engraçadão carioca sobre Niterói

Cquote1.png A melhor vista é a sua mãe cavalgando com o Pão-de-Açúcar enterrado na vagina. Cquote2.png
Morador de Niterói em lan-house R$0,99 a hora sobre o comentário acima.

Cquote1.png É uma cilada, Bino! Cquote2.png
Pedro ao ver uma placa mandando seguir para Niterói

Cquote1.png Carregador, fone, bateria, cabo ÚESEEBÊÊÊÊÊÊ Cquote2.png
Camelo da entrada do Plaza sobre UFF.

Cquote1.png Ver o Rio de Niterói é como ver o Paraíso daqui. Cquote2.png
Diabo sobre Niterói

Cquote1.png Niterói? Isso non ecziste!!! Cquote2.png
Padre Quevedo sobre Niterói

Cquote1.png Era uma bela cidade até eu ir lá... Cquote2.png
Chuck Norris sobre Niterói

A máquina de viajar para o futuro sendo instalada, isso no tempo que a cidade se chamava Nycteroy.

Niterói é uma cidade do estado do Rio de Janeiro. Isolado do resto por uma poça de água suja conhecida como Baía de Guanabara, criada durante o Governo Brizola por motivos de higiene. Desta forma, os residentes da Cidade necessitam ficar em Quarentena, o quê fez com que os moradores não avançassem na idade moderna. Assim, quando contruída, a Ponte Rio-Niterói foi apelidada de "Máquina do Tempo". Então, quem quiser conhecer como os nossos ancestrais viviam, antes do advento da Modernidade (Eletricidade;Revolução industrial;Saneamento básico...), basta cruzar a ponte! Niterói é povoado majoritariamente por índios metidos a cariocas e pseudo-meliantes fumadores de Gudang Garam. Os Niteroienses são popularmente conhecidos com Papa-Goiabas,tendo em vista que este é o único alimento naturalmente encontrado por lá. Vale lembrar que em Niterói (conhecida também por Cocorói pela qualidade da água de suas praias) tem a maior concentração de gay, lésbicas e travestis do mundo, ou seja, toda a população. Acham também que moram num paraíso, mas tem favelas pra caraio lá!

Etimologia[editar]

Pouco se sabe sobre a origem do nome "Niterói". A versão menos contestada (na verdade, a única existente) é baseada no depoimento de uma ex-secretária de um ex-prefeito do Rio de Janeiro:

  • Prefeito - Caralho, essa porra dessa aldeia de bugres só me dá dor-de-cabeça, eu preciso de um nome prá merda dessa cidade!
  • Secretária - Hum...
  • Prefeito - Me dá uma ideia aí...Vê se trabalha um pouco, cacete!
  • Secretária - Como os nativos chamam?
  • Prefeito - E eu vou saber? Mas tive uma ideia, liga aí pro cacique, o tal do Arariboiola.
  • Secretária - Lá não tem telefone, seu Prefeito.
  • Prefeito - Ah é, esqueci. Merda, é foda.
  • Secretária - Podemos tentar o sinal de fumaça. Se acendemos uma fogueira, significa que queremos falar com o cacique.
  • Prefeito - Ah é? Então prende um bandido qualquer aí pro tráfico queimar uns ônibus.
  • Secretária - Mais alguma coisa, senhor?
  • Prefeito - Em quanto tempo esse cara chega depois que receber o sinal?

Passaram-se cinco minutos. Ouve-se um barulho surdo, Arariboia acabou de aterrisar no pátio da Prefeitura, ele levanta-se, ajeita o cocar e vai até a sala do Prefeito:

  • Arariboia - Hihihi
  • Prefeito - Ih, gostei. Chegou rapidinho.
  • Arariboia - Sinal de fumaça de cara-pálida ser muito bom, índio ver de longe.
  • Prefeito - Tava subestimando minhas favelas é?
  • Arariboia - O senhor querer alguma coisa de mim?
  • Prefeito - Sim, sim. Como você chama lá na sua terra, a sua aldeia?
  • Arariboia - Índio chama aldeia de Aldeia.
  • Prefeito - Hum... Mas não tem um nome próprio?
  • Arariboia - Nome próprio?!
  • Prefeito - É. Você, se chama Arariboia, como você ganhou esse nome?
  • Arariboia - Mãe de índio deu pra ele.
  • Prefeito - Puta que o pariu, vai ser foda... Faz o seguinte. Secretária, me diz uma sílaba.
  • Secretária - Ni.
  • Prefeito - Você gosta de Monthy Python é? Então, eu escolho "Te". Me diz uma sílaba aí Araribola!
  • Araboia - Rói.
  • Prefeito - Pronto! Ni-te-rói. Secretária, manda publicar no DO de amanhã, sem falta!

História[editar]

Ao sair do Rio utilizando a ponte você paga o ingresso para conhecer este circo de horrores chamado Niterói onde habitantes vivem em harmonia com os índios.

Niterói era uma grande aldeia de bugres até o começo do século XX, quando um disco voador pousou no mirante da Boa Viagem e se tornou o ponto turístico do bairro. Através de escambo, o cacique da aldeia, chamado Arariboia, trocou com os ETs a alma de todos os moradores (índios) da cidade por uma máquina que os faria viajar para o futuro, chamada de Ponte Rio-Niterói.

A possibilidade de conhecer a civilização transformou a vida dos nativos da cidade. Atravessando a Ponte, eles puderam conhecer a língua portuguesa em sua plenitude, e criaram um dialeto próprio, totalmente ininteligível para os não residentes em seu território (Ex.: "Vou na casa DE Fulano", ao invés de "Vou na casa DO Fulano ou "Vou lá EM César" em lugar de "Vou lá NO César). Filólogos teorizam que esta disparidade advém do fato de o idioma Tupi-Guarani não conter contração das preposições de e em com os artigos definidos. De suas constantes viagens ao futuro também trouxeram o hábito usar roupas e de fumar (Gudang), mas também conseguiram desenvolver uma identidade própria.

Durante o Governo de Leonel Brizola, foi instalada uma grande poça entre Niterói e o Rio de Janeiro, onde antes havia um lixão. Os cariocas chamaram a poça de Baía, enquanto os niteroienses a chamaram de Guanabara, que em tupi significa "A Grande Poça". Uniram-se os dois nomes, passando assim a poça a ser chamada de Baía de Guanabara. Tal obra foi feita em virtude das epidemias causadas ao povo carioca pelas doenças da população primitiva de Niterói, que eram levadas pelo vento até o Rio de Janeiro, causando grandes perdas aos nobres habitantes da cidade, sem anticorpos àquelas sinistras patologias, tais como, verminose, unha encravada, piolhos (principalmente piolhos), sarna, bernes etc.

Hoje, Niterói está "integrada" ao Rio de Janeiro. Além da possibilidade de viajar no tempo pela Ponte Rio-Niterói, os silvícolas do bairro podem optar entre vários meios de transporte para visitar a civilização. Entre os mais populares estão o serviço de Barcas, que poupa os aldeões de ter que atravessar a Grande Poça nadando, correndo o risco de serem atacados por jacarés, e o serviço de Catapultas, que são grandes trebuchets instalados na praia de Icaraí, que arremessam os primitivos, digo, "niteroienses" para o outro lado da Baía. Tal serviço serviu de inspiração para criação da música "Iracema voou". Uma característica particularmente interessante sobre o papa-goiaba médio é que ele ODEIA que os cariocas falem a verdade que todo carioca sabe: que Niterói e São Gonçalo são a mesma coisa (afinal, passou da ponte, é Niterói). O perigo aumenta substancialmente se o carioca disser o que é ainda mais óbvio: Niterói é ainda menos que São Gonçalo, porque é caminho para São Gonçalo, Tribobó, Alcântara e toda a Região dos Lagos (e, se reparar, para a Região Nordeste. Logo, é caminho pra Paraíba). Já o alegre e receptivo povo de São Gonçalo se sente feliz em ser chamado niteroiense, ainda que isto signifique ser aparentado de um índio cuja estátua dá as costas para a própria cidade e ganhar o singelo apelido de papa-goiaba.

Grupo de migrantes niteroienses antes de tentar a travessia

O Problema da Migração Ilegal[editar]

Deve-se ressalvar, entretanto, o problema de migração ilegal de moradores de Niterói para o Rio de Janeiro. Muitos tentam nadar por debaixo d'água até as praias de cariocas usando snorkels para passarem despercebidos, morrendo atropelados pelas Barcas, contaminados pelas doenças venéreas e coliformes fecais da água da Baía de Guanabara, ou, na pior da hipóteses, conseguindo atingir sua meta. A Prefeitura do Rio já suspendeu a exportação de berkelianos, canudos de plástico e outros similares para Niterói, inclusive proibindo a plantação de bambu na cidade, para evitar a improvisação de snorkels.A partir daí, a concentração desse povo de origem indígena, aumentou, substancialmente, na cidade presa ao imperialismo do Gudang Garan. Sociólogos consideram, inclusive, que o abastecimento de água da cidade deveria ser cortado, para que seus pobres habitantes deixassem de sofrer bullying por parte dos verdadeiros cariocas e tivessem uma morte lenta e dolorosa.

Mapa do Estado do Rio de Janeiro antes da criação da Baía de Guanabara
Mapa do Estado do Rio de Janeiro depois da criação da Baía de Guanabara, com a localização do bairro de Niterói

Geografia[editar]

Vegetação[editar]

Nenhum cientista, nunca, nem sonhando, pensou em pesquisar sobre a Vegetação de Niterói. Eis o pouco que se sabe:

Em Niterói há mata. Muita mata. Para onde você olha há mata em Niterói, e índios escondidos atrás das árvores. E há alguns brejos também, onde a população de jacarés da Baía de Guanabara dorme e se reproduz.

Também há a mata dos campi universitários (UFF), onde os moradores por vezes dormem e se reproduzem.

Contudo, nos últimos anos, os ambientalistas têm alertado para a grande diminuição das matas nativas, que vêm cedendo espaço para a plantação da maconha e da erva do Gudang, com vistas a suprir a crescente demanda de Itacoatiara. Assim podemos nos lembrar que Niterói é uma cidade tranquila e rica em vegetação

Relevo[editar]

Nenhum cientista, nunca, nem sonhando, pensou em pesquisar sobre o Relevo de Niterói. Eis o pouco que se sabe:

Há quem diga Niterói está em um grande buraco e só não é invadido pelas água da Baía de Guanabara por causa de grandes comportas que foram instaladas por tiririca ao preço de um real.

Clima[editar]

Nenhum cientista, nunca, nem sonhando, pensou em pesquisar sobre o Clima de Niterói. Eis o pouco que se sabe:

O clima em Niterói é de tédio e chuva ácida, provocada pela precipitação da água evaporada da Grande Poça. Contudo, Rosinha Garotinho solucionou o problema de corrosão da pele da população niteroiense vendendo guarda-chuvas a ácido pelo preço de um real. Além da evaporação das águas da Baía, há uma lenda urbana que diz que a dança da chuva realizada pelos primeiros habitantes indígenas de Niterói foi responsável por chuvas recorrentes na cidade. Precipitações, estas, que ocorrem até os dias atuais e tem como consequência constantes alagamentos nas estreitas ruas do município e, porventura, deslizamentos no morro do Bumba meu boi.Niteroi tem um clima frio mais ou menos -2,-3 ou ate -7 no inverno e no verao 30,31 ou ate 34

Fauna[editar]

Nenhum cientista, nunca, nem sonhando, pensou em pesquisar sobre a Fauna de Niterói. Eis o pouco que se sabe:

Niterói é o único habitat remanescente de seres já extintos no resto do país como chupa-cabras, sacis, curupiras, maníacos do parque, maníacos da faca, mulas-sem-cabeça, mamutes e políticos honestos (não confirmado).

Rosinha Garotinho paga um real para quem matar um chupa-cabra, porém, estuda-se revogar a lei que instituiu esse pagamento, pois os índios estão ficando ricos criando chupa-cabras para vender.

Vale ressaltar também os porcos do Bairro de Fátima que transitam pelo Centro e os que habitam uma das áreas mais "ricas" da cidade, a Estrada Fróes.

Flora[editar]

Em Niterói, nem tudo são flores. Nada é flor. Na verdade, não há nada bonito nem cheiroso em Niterói. Estuda-se a instalação de um polo petroquímico ou um centro de destratamento de esgotos a fim de melhorar os odores da cidade. Com o aquecimento global, porém, tem florescido uma verdadeira floresta de multas naquela localidade, o que está preocupando os cientistas e ambientalistas. A florescer mesmo, só a ampla matriz de tratamento de esgoto que fica no final de Icaraí, perto da entrada do túnel para São Francisco. Sente-se no ar que a flora intestinal niteroiense é pródiga.

População[editar]

A população niteroiense é composta por índios metidos a cariocas, 49 portugas, 50 alemães, 39 africanos e 12 suecos. Os hábitos dos habitantes de Niterói foram objeto de estudo da UFRJ e deram origem a um documentário na Discovery Channel. Os nativos de Niterói, passam o dia na praia de Itacoatira, fumando um cigarro de cravo chamado Gudang Garam e se alimentam de "italiano" (no Rio lê-se Joelho), um salgado assado de massa enrolada com presunto e queijo cuja receita ainda é desconhecida. Pouco se descobriu sobre a vida sexual dos niteroienses, pois durante todo o período de observação dos hábitos deles não se viu ninguém pegando ninguém. As mulheres niteroienses ficam sentadas em cangas fumando gudang e comendo italiano, enquanto os homens niteroienses ficam isolados, brigando entre si, fumando Gudang Garan e comendo italiano. À noite os niteroiense se reúnem na praia de São Francisco, onde sentam em bares caros para fumar Gudang Garam, comer italiano, beber cerveja e não pegar ninguém. A população de Niterói é formada também por um gigante êxodo rural de caipiras vindos do interior do Estado para se refugiarem na cidade como: Santo Totonho de Pádua, Cachoeira de Macacu, a grande Natividade, Itaocara e Miracema (lê-se Miraciêma)ou Miraconha, que rapidamente se adaptam ao dialeto local. Em cerca de 15 dias seus sotaques mudam para o niteroiensês, tornando-se impossível notar a diferença entre o de um nativo e o de um refugiado; fato que já virou tese de Mestrado na UFF, pois é impressionante como o pessoal do interior adquire o sotaque de Niterói tão rápido. Foi feito um censo no ano de 1899 que relatou que 1 em cada 8 seres que vivem em Niterói veio da vársea do interior, principalmente de Miracema. Várias gírias dessas cidades já estão aporrinhando os ouvidos dos niteroienses como: rêêê, errenco, bitelo, erréia, fundura e gambiarra . É uma peste!!! Mas há que se destacar que a influência desses caipiras sobre os índios é tão grande que os próprios indígenas niteroienses já estão repentindo seus costumes e gírias rídiculas e é cada vez mais freqüente eles aproveitarem seus raros momentos de férias e lazer para visitar essas bandas interioranas e adquirir ainda mais os costumes capiais (isso quando não se dirigem a Búzios, cidade da Região dos Lagos que serve como ponto de encontro dos tupiniquins niteroienses, especificamente na praia de Geribá, o que afasta cada vez mais a população realmente civilizada de frequentar a cidade). Lamentável!!!

Além dos já citados índios e caipiras, há também os moradores do Rio de Janeiro que um dia resolveram conhecer a cidade. Só que, como a viagem para Niterói é um pé no saco, eles decidiram não fazer a viagem de volta e ficaram por lá mesmo e outra população que cresce a cada dia mais em Niterói são os Homossexuais, eles ja representam 24% da população e só não crescem mais porque ainda não encontraram modo de se reproduzir, apesar que estudos UFF dizem que esse numero é somente de assumidos, os enrustidos devem compor pelo menos 3/4 da população todal da cidade. As beeshas assumidas podem ser encontradas em dezenas nas imediações da Contax[1], lugar onde eles amplamente dominam e se encontram parar falar mal da vida alheia e marcar encontros cassuais.

Nota-se que os niteroienses tem um certo preconceito e desprezo pelos moradores da cidade vizinha de São Gonçalo. Preferem muitas vezes "morar" em áreas de risco como Cubango, Pendotiba, Barreto, Fonseca dentro de comunidades (favelas) em barracos e pala-fitas para encher o peito e dizer: MORO EM NIKITY! Um dos motivos seria que a cidade Niterói foi eleita a alguns décadas anos atrás a 2ª cidade no IDH Indice de Desenvolvimento Homossexual Humano do País. A maioria desses playboys e patis andam com roupa emprestada, ou vivem se endividando para comprar roupa da moda e parecer com o pessoal de Icaraí. As vezes estudam em bons colégios, mas vivem com a mensalidade atrasada. Tem carro mas adoram fazer um ra-tá-tá para colocar a gasolina, não pagam IPVA e não tem seguro. Nunca te convidam para conhecer a sua casa, pois tem vergonha da sua rua, ladeira, viela e inclusive da "casa" e da família que não sabe fingir ser de Icaraí tão bem quanto os próprios. Não adianta que nem no aniversário rola nada na casa deles. Preferem pegar cortesia de boates badaladas e cada um paga a sua. Adoram dormir na casa dos amigos e adotam os pais dos amigos ricos passando a chamá-los de TIOS.

Abduções[editar]

Têm sido registrados, desde que Niterói se civilizou, diversos casos de desaparecimentos de pessoas na cidade. Algumas pessoas somem por até vinte anos e voltam inesperadamente sem lembrar-se do que aconteceu enquanto estiveram fora.

Niteroiense sendo abduzido

O perigo de ataque de índios canibais e de bandos de pit-boys dificulta a investigação desses casos, mas as pesquisas já realizadas, mesmo que superficiais, associam esses desaparecimentos à chegada do disco voador no mirante da Boa Viagem. É sabido que na época da chegada dessa nave, os alienígenas que nela vieram fizeram um pacto com o então soberano de Niterói, Arariboia, no qual as almas dos niteroienses foram trocadas pela construção de um túnel do tempo. Suspeita-se que os desaparecimentos tenham a ver com tal acordo, tendo em vista que ao voltarem os abduzidos tomam gosto por hábitos incomuns até mesmo em Niterói, como necrofilia e bukkake.

A população de Niterói ingressou com uma ação no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro alegando descumprimento do contrato por parte dos ETs, considerando que ficou entendido no acordo que as almas seriam transferidas aos extraterrestres no ato da troca. Em sua defesa os ETs alegam que as abduções estão sendo feitas por outra raça de alienígenas, que não tem relação com eles. Apesar da polêmica o processo foi julgado improcedente e arquivado, já que o juiz não conhecia nenhum lugar chamado Niterói e presumiu que o processo estava na comarca errada.

Dialeto[editar]

A população de Niterói fala um dialeto próprio, derivado do português, o "niteroiensês". Como entre o português e o espanhol, apesar das grandes diferenças é possível um falante de niteroinsês entender um falante de português, e vice-versa. As principais diferenças estão no nome dado a alguns objetos e ao uso equivocado de preposição sem artigo pelos niteroienses. Veja exemplos:

1) Em niteroiensês:

Vou na casa de Maria, comer italiano.

Variação: "Vou em Maria, comer italiano.

Tradução:

Vou à casa da Maria, comer um joelho. Variação: Variação: "Vou lá na Maria, comer um joelho.

2) Em niteroiensês:

Me empresta a cafifa de João.

Tradução:

Empresta-me a pipa do João

3) Em niteroiensês:

Vou a Niterói.

Variação: Vou a cidade.

Tradução:

Vou ao Centro [de Niterói] (frase geralmente dita em Niterói, em outro bairro, dando a impressão a um interlocutor de fora de que ele é algum tipo de retardado ou bebeu demais e perdeu o senso de localização).

4) Em niteroiensês:

Eu viso fazer noitada.

Tradução:

Eu quero sair para me divertir na madrugada.

Roupas[editar]

Escambo entre cariocas e niteroienses

A população de Niterói, depois que abandonou o hábito de andar sem roupas criou um jeito peculiar de se vestir. Um niteroiense médio se veste com:

  • Camisa de marca de surf, por mais que não surfe
  • Cordão de prata de Bali
  • Bermuda de tactel de surfista
  • Tênis Reef
  • Meia no meio da canela
  • Eventualmente, cocares.

Os niteroienses são tão ortodoxos na maneira de se vestir que se tornaram os maiores importadores de Reef do mundo. 50% da produção de Reef é vendida para Niterói.

As mulheres de Niterói se vestem da mesma maneira, substituindo apenas os artefatos por correspondentes femininos, por exemplo, ao invés de bermuda de surfista, usam a saia de surfista, ao invés do tênis Reef usam a sandália Reef. E elas não fazem uso da meia. Todas usam franjas, afinal de contas, são índias.

Por mais estranho e primitivo que pareça, para os seres evoluídos, os moradores dessa pacata cidade realizam uma espécie de escambo para adquirirem suas vestimentas. Ocorrido, na maioria das vezes, na Rua Moreira Cézar, os comércios de lá passaram a aceitar espelhos, escovas de cabelo e especiarias. Tudo isso em troca por roupas tingidas pela tinta vermelha do Pau-Brasil, árvore existente, somente, na, inexplorada, cidade de Niterói.

Alimentação[editar]

Típico Niteroiense comendo um 'Bigmac',era época da copa, por isso a falta dos trajes típicos da região

Os alimentos mais consumidos em Niterói são o italiano, um doce bizarro de gemas de ovos chamado chuvisco (chuvisco em português significa "doce bizarro de gemas de ovos"), um sanduíche natural vendido no piscinão de Itacoatiara e um refrigerante feito de uma erva chamada chapéu de couro, chamado Mineirinho.

Alguns restaurantes de comidas exóticas no exterior servem Mineirinho, mas poucos têm coragem de provar. Um reality show estilo "No Limite", de uma TV belga, tinha como uma das provas mais difíceis a ingestão de um copo de Mineirinho. Ninguém conseguiu e o programa não teve vencedor.

Para os índios só resta comer pessoas maconha com Guaravita, um bem-bolado criado pelo próprio Araribóia na vez em que ele atravessou nadando a lagoa de merda guanabara. Desde então o Guaravita foi legalizado em escolas públicas e a maconha pode ser encotrada em qualquer Campo de São Bento.

Vale ressaltar a existência de uma comida típica da região chamada "bolota". Sua receita é algo guardado por uma escolta dos índios mais fortes da aldeia liderados por seu chefe "parede". Especula-se que seu recheio é feito com ingredientes naturalmente encontrados por Icaraí e pelos campus do Gragoatá como ovos fritos de galinhas caipiras (moradoras de icarai), mandioca, milho, batata-doce e algumas sementes. Completa ainda essa gororoba carne moída restante do bandejão da rosinha no centro e leite de cabras criadas no morro do cavalão. Tal fonte alimentar é encontrada em um prédio lotado de baratas, inclusive nos apartamentos acima da padaria, onde gudanzeiros passam seu pós-night antes de voltarem para suas ocas arrancando em seus carros populares emprestados pelos pais.

Também são comuns em Niterói churrascos de carnes exóticas, os clássicos churrascos de filé miau, uma alternativa aqueles que preferem comer do que cheirar gatinhos. Servidos em espetinhos perto do Terminal Rodoviário e nas Barcas. Entre os cortes mais comuns estão a picanha angorá, costela de siamês, coração de chupa-cabra e o pé de saci. Alguns membros mais reacionários da aldeia comem churrasco de carne humana, mas esse hábito diminui cada vez mais devido ao risco da hanseníase.

Alguns jovens mais ousados optam por uma dieta restrita à ingestão de Gudang. Todavia, por não possuírem os nutrientes e vitaminas necessários para a sobrevivência, esses indivíduos falecem após atingirem a idade adulta.

Transportes[editar]

‎Integração entre Barcas e ônibus que não deu certo
‎O cara que chegou para solucionar os problemas dos transportes em Niterói
  • Inferno Ônibus

O serviço de ônibus é o único meio de transporte público que não há 1000 problemas na cidade, ou seja algo que se supere as barcas. Todos os ônibus são operados por falsos médicos empresas particulares, sendo assim o início do fim do monopólio. Entendeu? Não? Nem eu.

A maior parte das linhas de ônibus municipais têm ponto final no Centro (no Terminal Rodoviário João Goulart), ou passam pelo Centro, fazendo assim das ruas de Niterói cada vez piores, com acidentes que não param mais e enormes congestionamentos.

O Terminal João Goulart se pudesse falar já teria dito as empresas gonçalenses: SAIAM DAQUI PELO AMOR DE DEUS! Porque nenhum Niteroiense aguenta mais tantos ônibus que vem de São Gonçalo pra causar tanto engarrafamento naquela merda. A um fato de Niteroienses e Gonçalenses de ter ido no terminal apenas para pegar o Jornal de graça. Isso mostra o quanto o povo tem dinheiro para comprar suas necessidades.

Com a falência da "Ju boquete", as Barcas S/A ficou com esse prêmio essa bomba de ter que levar tanto favelado para o outro lado da poça que não dá conta do recado.

Por isso, inúmeras reclamações ocorrem diariamente nas estações de Arariboia e charitas, mesmo assim transporte preferido dos Niteroienses e gonçalenses, pois sabem que não é qualquer cidade que tem esse luxo de ter um transporte marítimo com tantos problemas como essa.

Durante o governo de Garotinho houve o Catamarã, uma espécie de lancha que tinha ar-condicionado, janelas, poltronas e motores no lugar dos remos. Porém, quem não podía pagar 30 reais para atravessar ficou revoltado, e em vez de remar ficar quieto na barca se rebelou na revolta do terreno baldio onde o catamarã se perdeu pra sempre.

  • Museu de Arte Contemporânea

Com seu voo inaugural já previsto para o dia 07/06/2014, o mais novo transporte de Niterói será responsável por levar centenas de passageiros ao infinito e além. Ou só ao além mesmo.

  • Transporte ferroviário

Existe por enquanto um ramal ferroviário, com 33 km de extensão, ligando Niterói ao município de Itaboraí, passando por São Gonçalo. A linha que ja foi desativado há seculos, apenas serve para passagem de pedestres e para os pobres brincarem de trem.

Enquanto a linha 3 do metrô não sai do papel e nem sairá, o povo ta adorando poder brincar nas passagens de níveis.

Política[editar]

Antes de ser descoberto e submetido ao Rio de Janeiro, a cidade de Niterói era uma aldeia, que tinha como sistema de governo uma Monarquia Teocrática. O grande Deus Tupi era o Rei de Niterói e seu representante na Terra e rei absoluto era Arariboia. TOF TOF TOF, é a principal frase falada pelos políticos de Niteroi, antes de fazerem seus discursos. E para variar, são todos esquerdistas.

O Palácio de Governo era um oca de quatro metros quadrados, ornamentada com folha de bananeira e cascas de coco, onde Arariboia dormia e tomava decisões importantes.

Uma revolta de sacis ameaçou o poder de Arariboia uma vez, mas habilmente o Rei mudou sua oca para uma árvore em que só era possível subir através de uma escada vertical (experimente subir uma escada vertical com uma perna só e você vai entender porque Arariboia saiu vitorioso). Além do quê, não existe escada horizontal.

Com o primeiro contato com a civilização, através de escambo, Arariboia trocou o trono pela confecção de uma estátua sua em ferro, ficando Niterói submetido ao Município do Rio de Janeiro na condição de bairro. A estátua de Arariboia se situa no Centro de Niterói e é lar para dezenas de famílias de pombos.

O funcionário responsável pela administração de Niterói é o Sub-secretário de Saúde e Higiene da Sub-prefeitura do bairro de Mesquita, já que o presidente do Sindicato dos Camelôs de Mesquita abdicou do cargo (posteriormente descobriu-se que ele usou um atestado médico falso para se livrar do cargo em um escândalo que ficou conhecido como "Máfia do Toma que o Filho é Seu").

Depois dessa fase bandeirante e de formação, ocorreu em Niterói um fato marcante no cenário político da cidade- o nascimento de Jorge Roberto Silveira, ou Jorginho como os moradores preferem o chamar. Filho do ex-governador do Estado do Rio de Janeiro, Roberto Silveira, sem dúvida ele é o maior e mais antigo monarca que esta localidade já teve desde sua fundação. Seu reinado sobre a província perdura desde 1952 - ano de seu nascimento. Sua primeira obra foi nomear, junto ao seu pai, a principal via de acesso à Ponte Rio-Niterói com o próprio nome da família para "Av. Roberto Silveira". Jorginho se destaca também pelo alto número de eleições conquistadas nas disputas de carros-propaganda, que ocorrem de 4 em 4 anos, que é uma tradição do bairro. Mesmo proibido pela lei eleitoral, suas inúmeras re-eleições foram conquistadas graças ao famoso "golpe do laranja" - invetado por ele mesmo aos 12 anos, já em sua 3ª candidatura.

Devemos destacar também o eterno candidato a vereador Issaaaaaaaá!, que circula com sua Kombi em época de eleição, incomodando os moradores da cidade com uma insuportável música de campanha. Muitos pensam que se trata de algum tipo de lavagem cerebral.

Alguns acreditam, inclusive, que a cidade está fadada ao imperialismo dos irmãos, educadores e comandantes da instituição de ensino chamada Instituto Abel. Alguns sociólogos consideram que o Prefeito é apenas uma fachada para que autoridades não interfiram no monopólio de poder dos falsos padres abelianos. Dessa forma, o colégio possui total poder de manipulação sobre a venda de Guaravita e italiano dentro de suas extensas dependências. Vendas, estas, que são mais importantes que o próprio sistema de ensino aplicado pelo colégio.

Economia[editar]

Niterói é sustentado pelas milhares de multas aplicadas pelos pardais espalhados na cidade. Um levantamento feito pelo Ministério dos Transportes concluiu que Niterói é a localidade nº 1 no ranking de multas de trânsito por metro quadrado - superando, inclusive, o próprio Detran.

Em segundo lugar vem a famosa produção de italianos, um monopólio concentrado nas mãos da grande multinacional produtora desses tijolos com os recheios mais exóticos conhecidos, que utiliza a fachada de Ponto Jovem. Faz uso de receitas secretas (que há pelo menos duas décadas tentam ser adquiridas pelo Mc Donald's e pela Microsoft) de salgados e sucos artesanalmente feitos pelos Oompa Loompa revoltados despedidos da Fantástica Fábrica de Chocolate e atualmente moradores do Engenho do Mato.

Dizem tambem que a secreta organização dos King Size do Rio de Janeiro ajuda Niterói financeiramente, já que a cidade abriga o mais novo líder King-Size(Alexandre Santos Lima) que será dono de muiiito em pouco tempo. Alexandre Lima fugiu do estado do Rio de Janeiro para Niterói pois a máfia chinesa havia escalado sua existência.

Diversão[editar]

Os niteroienses já acostumados com pouca coisa, se contentam em ir pro Saco de São Francisco nas sextas, sábados e domingos à noite, nos outros dias da semana também no caso dos niteroienses mais desocupados (que não são poucos). Já nem queiram saber o porquê do nome Saco. Você paga pro flanelinha por volta de 5 a 10 reais (dependendo do movimento do Saco), depois dá 6 voltas naquela calçada altamente disputada por mesas lotadas, ambulantes vendedores de gudang e pessoas com seus respectivos automóveis em pé estrategicamente apoiados nos mesmos na tentativa de chamar alguma atenção (e óbvio com o som do carro ligado) e no final voltar pra casa sem ter pegado ninguém. Completas as 6 ou mais voltas, o niteroiense ou qualquer outro infeliz percebe que todos os bares estão mega lotados de figurantes com suas roupas recém adquiridas no último ponto mix do Plaza Shopping (de R$350,00 por apenas R$23,00), então resolve se contentar com um cachorro-quente de qualquer uma das dezenas de barraquinhas localizadas no outro lado da rua. Barraquinhas com um atendimento de primeira, funcionários uniformizados (com o jaleco branco que usou durante o dia no curso de técnico em enfermagem em São Gonçalo) e com exclusivas cadeiras de plástico sem encosto.

Outro lugar muito conhecido e bastante frequentado é o famoso motel a céu aberto vulgarmente denominado de estacionamento do Clube Naval. Se tornou muito famoso dentre todas as tribos nictheroyenses, mesmo porque após todos os gastos em cachorro-quentes, bolotas, italianos, gudangs e as repetitivas figurações em boates, o indivíduo depois de ter conseguido pegar alguém (algo muitíssimo raro de acontecer), se vê com o p** na mão e nenhum no bolso pra variar. Logo se vê na única opção de lazer sexual (grátis) nas redondezas, com direito a uma magnífica vista da praia de Charitas e seus respectivos cachorros-mutantes comedores de camisinha.

Em seu tempo vago, o jovem, ou aspirante a jovem(le-se coroa), niteroiense endinheirado se dirige à Búzios, cidade da região dos lagos do estado do Rio de Janeiro. Estima-se que 99% da população de Búzios seja composta por papa-goiabas durante o período de férias escolares. Em tal localidade, é possível encontrar indivíduos que têm o hábito de se encontrarem no Saco, na Waxy e curtir uma praiana em Itacoatiara. A ida à Búzios é uma necessidade para o jovem da classe-média niteroiense.

Curiosidades[editar]

  • Segundo estudos comprovados da Sociedade dos Observadores de Pássaros, Niterói é o único lugar do mundo em que urubu voa de costas.
  • O menor livro do mundo é o "Guia Turístico de Niterói", seguido pelo de São Paulo.
  • A população de São Gonçalo é constituida de pessoas que não conseguiram pagar todas as multas.
  • Ninguém sabe explicar o motivo do apelido "Cidade Sorriso", dado a Niterói. A tradição tribal explica o apelido "Cidade Sorriso". Os índios Habitantes de Niterói tem por tradição exibir um belo sorriso ao verem ou pensarem em coisas belíssimas, justamente por elas não existirem serem frequentes em Niterói. Assim, como Niterói está sempre querendo ser vendo o Rio de Janeiro, tornou-se a "Cidade Sorriso". Segundo o profeta Gentileza, o título surgiu com os primeiros espelhinhos e colares trazidos para a aldeia de Araribóia.
  • A FUNAI é o orgão competente pela administração pública em Niterói.
  • Ao tentar celebrar a primeira missa em Niterói um padre jesuíta foi comido vivo por uma sucuri.
  • Telefone celular não têm sinal em Niterói.
  • Televisões idem, à exceção do Canal 18 UHF (Futura) que, misteriosamente (ou não) só pega em Niterói.
  • Niterói é a maior audiência mundial do Canal Futura.
  • Nove entre dez fãs de Osvaldo Montenegro moram em Niterói.
  • A única parte urbanizada de Niterói é a avenida que dá acesso à Região dos Lagos.
  • Os prédios, construções, pedestres e mendigos dessa avenida são cenográficos.
  • O Botafogo quando deixou de ser time, passou a mandar suas peladas em Niterói.
  • Os Habitantes de Niterói sempre encontram aos trios... Por isso dizem que Niterói só tem três pessoas: Eu, você e alguém que a gente conhece.
  • George Lucas plagiou o slogan da cidade em seu filme. A citação original é "O Lado Negro da Poça", e não "O Lado Negro da Força".
  • A menor ciclovia do mundo é a da Praia de Cocoraí Icaraí, em Niterói. Com a marca de 300m de comprimento ela bate o recorde no Livro dos Récordes!
  • Niterói é a única cidade do Brasil que tem dois santos protetores, ambos nascidos (e só conhecidos) por lá: São Boaventura e São Gonçalo.

A questão do Barreto[editar]

O Barreto é um bairro de Niterói, mas os niteroienses negam que o Barreto pertença a eles e afirmam que ele faça parte de São Gonçalo, que por sua vez não faz a menor questão do bairro e se esforça em provar que ele pertence a Niterói.

Os moradores do Barreto preferem dizer que moram em Niterói do que em São Gonçalo, já que São Gonçalo é uma cidade na qual a população é 154% pobre e que vem para Niterói trabalhar nas kombis de cachorro quente tentando fazer concorrencia com a produção de italianos.

Já houve alguns casos de guerras entre Niterói e São Gonçalo para adquirir a formula do italiano. A população do Barreto ficou muito pobre depois que os soldados sãogonçalenses tiraram todos os bambus(antiga fonte de renda do Barreto) na fabricação de snorkels para poderem batalhar nas ruas alagadas de Icaraí e do Ingá durante a Guerra do Italiano e para tentarem invadir o Rio de Janeiro pela Grande Poça. Hoje os moradores do Barreto viajam com os moradores de São Gonçalo até Niterói durante a madrugada e fazem uma tortura aos moradores de Icaraí tocando Arraza Nem no som de suas carroças emprestadas dos Oompa loompas.

Como ninguem admite o Barreto como bairro se tornando assim uma terra-sem-leis, o suposto governo do Acre decidiu tomar o Barreto para si. Um dia a elite de cientistas acreanos deixaram um Mafagafo escapar nesta terra-de-malboro, e com medo do mafagafo abandonaram esta terra. Um dos ajudantes da organização secreta dos king-sizes (Arariboiola) enviou um relatório para as milicias de São Gonçalo(maior poder de São Gonçalo) relatando que os mafagafos se reproduziram com os chupa-cabras, surgindo uma nova raça de mutantes denominada "Nem". Hoje o Barreto pertence ao não existente estado do Acre, ou seja, um mero buraco entre os dois Municípios, já que Niterói fez uma ação conjunta com as Milícias de São Gonçalo para que o Acre reconhecesse Barreto como uma parte dele, já que haviam aberrações decendentes do Mafagafo que é um deus único do Acre.

O visitante pode experimentar a sensação de estar no chamado Nexus Atemporal, alimentado pelo paradigma da localização inexistente. Esse Nexus caracteriza-se pela indefinição de localidade, já que o Bairro apresenta características apocalípticas de São Gonçalo. mas com algum grau de ordenação urbana lógica existente em Niterói ou qualquer outra cidade normal. O ponto marcante que divide a ordem e o caos, ou seja, o limite das cidades, é o Sinal do Barreto. Uma área de cruzamento de fluxos automobilísticos, onde não existe direção e sentido, algo muito parecido com um Buraco Negro, onde vale a perícia do astronáutica do condutor para tentar chegar em algum outro lado, se é que se aplica esta definição à São Gongalo.

Lugares Mais Conhecidos[editar]

  • Icaraí: Bairro da playboyzada filhinha de papai que ou é viciada em vídeogame ou fuma maconha na praia, geralmente estudam no PH,PENSI ou São Vicente ou Abel,geralmente fazem cursinho de inglês por ali mesmo e só lancha no BK,tem assalto as vezes mais na área do cavalão.As novinhas mesmo frequentam só a Moreira César ou Miguel de Frias por medo.
  • Santa Rosa: Icarai versão mais fudida, tem o Salesiano que é o colégio de ladrões, mas concentra uns riquinhos cristãos e marrentos,mas 50% do bairro é desertão e rola arrastão.
  • Vital Brazil : Deserto pra crlh, mora muito jovem e velho por ali, e os assaltos são constantes.
  • Plaza Shopping: Local de predomínio de Jovens, pais com seus filhos birrentos e casais jovens que não tem muito dinheiro e fazem um lanche de 1,50 no sorvetinho do Bob´s. O Shopping tem bastante variedades até de Lojas de roupas, Lojas de bijoteria, Demonstração de comida(geralmente é ruim pra caralho) e a Praça de Alimentação que é o mais povoado empatado com o Cinema.
  • Barcas: Um dos locais mais sufocantes de Niterói, concentram uma multidão ali de favelados, pobretões e mendigos e uma pequena parte de gente da alta sociedade, lá a gente diz que se você tá se achando feio dê uma volta por ali que passa KKKKKK, Brincadeiras a parte.
  • Estádio Caio Martins: Um complexo esportivo que pertence ao timeco do Botafogo Regatas,e o campo é todo fodido com copo de guaravita jogados e neguinho ainda tira onda que treina lá. O ComplexoMartins foi um negócio criado por Zico junto de Romario na intenção de ajudar os favelados a entrarem na vida dos esportes sem cobrar um centavo, lá oferecem aulas de Capoeira,Brigas de Rua e Natação numa piscina que lembra muito o valão da Ary Parreiras, então é como se fosse uma central esportiva de caridade.
  • Praia de Itacoatiara: Praia mais pica de Niterói, tem o famoso costão que é uma montanha grande pra caralho e que cansa subir, mas é uma das poucas coisas bonitas da cidade, quando se fala da praia se pensa nas ondas potentes e a água limpinha do oceano atlântico, tem também bastante novinha nesse local, mas recomenda-se que você saiba nadar pra entrar na porra da água ou então contente-se na prainha que se assimila bastante á São Gonçalo, Nova Iguaçu dentre outras favelas....
  • Praia de Icaraí: Praia mais suja que o Esgoto de Ramos, a água tem gosto de sal grosso com xixi e é foda de aturar. Não é muito frequentada não, só aos doidos que praticam Velejo ou Pesca ou então os corajosos que entram na porra da água imunda. Lá até aparecem umas novinhas, por que Icaraí é um bairro de muita novinha, mas nem se compara com Itacoatiara.
  • MAC : É o museu de Arte Conterrâneo, foi criada por Oscar Niemyer lá em 1900 e tantos, mas é um bem pra cidade e isso que importa, dentro tem várias pinturas que fizeram lá e de vez em nunca rola um evento famoso.
  • Campo de São Bento: Já foi um lugar tranquilo, hoje é habitado pelos favelados do Cavalão que ficam de bike lá 24h vigiando se tem algum locka pra ser roubado, o local geralmente tem um ou dois policiais e pelo menos 6 desses favelados, daí é fácil de ter um roubo por lá. Antigamente era um local para as crianças brincarem de balanço, escorrega, casinha, bate-bate, minhocão etc... Hoje é quase um confronto de Policia x Bandido.
  • Praia de São Francisco: Pior praia de Niterói, é deserta, mais suja que Icaraí, ainda é num bairro bem localizado, pois quando vai chegando perto do forte, já tem um povinho favelado ali que ouve um Joelma e bebe todas, sem contar que quanto mais longe mais a areia lembra barro ou merda, ali as vezes rola Lual de adolescentes, mas tirando isso é péssimamente habitado, só pelos malucos que não sabem o que é praia descente e vem lá de Rio Bonito ou SG ainda sorrindo com uma desgraça dessa.
  • Escola Baltazar: Mais conhecido como Zoológico, ali é mais possível ser estuprado do que numa cadeia, os riscos de briga ali são 100% e o povo que passa fica assustado com a vagabundagem, os típicos de alunos são faveladas do Cavalão ou do Sapê que não fazem porra nenhuma á não ser ouvir funk o dia inteiro e fazer filho no fim de semana.
  • Praia de Piratininga: Praia boa também, é mais tranquila que Itacoatiara, mas tem suas ondas tbm, não brota tanta novinha quanto Itacoatiara, talvez menos que Icaraí(não sei). E também é habitada por um povinho favelado, mas nada contra eles.
  • Praia do Forte: Essa praia é bolada tbm, ali que é o exército de Niterói, então você só tem direito de entrar nessa praia se vc for militar e/ou estiver com algum militar contigo.
  • Praia Clube São Francisco: Clubezinho da alta sociedade de Icaraí e de São Francisco(90%),só tem filhinho de papai irritadinho ali e na verdade esse clube atualmente só recebe umas 100 pessoas no fim de semana, ou seja está em baixa.
  • Clube Country : Esse ultrapassou o Praia Clube, ele não tem nem tantas coisas surpreendentes, mas recebe a alta nobreza da Região Oceânica e vira luxo, recebe umas 450 pessoas por fim de semana e os assinantes de lá são muito mais ricos que os do Praia Clube.
  • Clube Central: É o clube da Praia de Icaraí que os filhinhos de papai esportistas jogam lá e competem chorando e saem se achando o tal porque fazem a porra de um esporte qualquer.
  • Clube Naval: É um clube de maioria Idosa, tem uma praça de alimentação gigante onde só tem terceira idade cansada e rica, o clube deve ter sido fundado em 1749 por aí....
  • Clube Aftae: É um clube pelego pra caralho pois é da CEDAE, Só jogam os cervejeiros e pedreiros lá, é um local bem desgastado, mas dá pra aproveitar se você for humilde.