No Limite

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TV pós-Globo.

Este artigo é sobre mais um programa de tortura televisiva. Salve-se mudando para o Canal do Boi, ou leia sobre mais essa desgraça da TV.

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Este artigo discute coisas intrínsecas aos anos 2000!
Se você nasceu nessa época, não teve que temer a Skynet ou o Bug do Milênio.

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ONo Limite é um CLONE!O

...e aprova a pirataria!

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Participantes de No Limite, iludidos que iriam para uma festa a fantasia na floresta.

Cquote1.png Sua intenção era pesquisar: Survivor pirata Cquote2.png
Google dando uma de adivinho com a pesquisa de No Limite
Cquote1.png Experimente também: Ilha dos Desafios Cquote2.png
Sugestão do Google para No Limite
Cquote1.png É um lugar onde você passa fome por muito tempo, é mordido por escorpiões e ganha míseros R$ 500 mil. Cquote2.png
Capitão Óbvio sobre No Limite
Cquote1.png Essa galerinha vai comer muito olho de cabra cru e para ganhar o prêmio máximo vão se meter em muitas confusões! Cquote2.png
Narrador da Sessão da Tarde sobre No Limite

No Limite foi o primeiro maldito programa de Reality Show a ser exibido no Brasil, levando até hoje ao país ser escravo dessa atração imbecil que nunca termina nunca. Foi uma versão pirateada do Survivor, programa americano similar que já existia e que a Rede Globo simplesmente copiou na cara dura e apresentou a partir de 23 de Julho de 2000, abrindo a década de 2000 com muita nojeira e com essa tendência infernal chamada Reality Shows que permanecem até hoje.

Ficou marcado por sempre rolar em lugares exóticos, embora bizarríssimos, em que os participantes tinham que se virar pra poder sobreviver, ou então iriam se dar mal. No final, um ganharia o prêmio (nas três primeiras edições foi de meio milhão, depois passou pra um milhão na última, só pra imitar o Sílvio Santos).

História[editar]

O primeiro No Limite foi ao ar no dia 23 de Julho de 2000. Ou seja, há muitos anos atrás o Brasil parou para ver os primeiros anônimos virarem conhecidos nacionais...

Cquote1.png Você quis dizer: Subcelebridade Cquote2.png
Google sobre No Limite

Eu diria mais, Google. Eu diria CELEBRIDADES INSTANTÂNEAS.

Primeira Edição[editar]

A vencedora da primeira edição, com cara de pastel após perder toda a grana.

Na primeira edição, foram 12 pessoas que de princípio foram divididas em 2 grupos, feito índios: Sol e Lua. Mas o Sol não brilhou muito forte na competição, diferente (bem diferente), da Lua, já que logo de cara a primeira eliminada foi da equipe deles, uma gorda estranha chamada Hilca (vê se isso é nome de gente), depois nas duas semanas seguintes, mais dois: Amendoim (AMENDOIM! Parece nome de personagem de Malhação) e Marcus. Só na quarta semana enfim um da equipe Lua vazou: Chico, um velhote que durou até demais. Na seguinte, outra da equipe Sol, Hilma (mais uma do asilo que só Inri Cristo sabe como aguentou tanto) e na nona, foi Jefferson, esse da equipe Lua, que saiu. Por fim saiu Thiago da equipe Sol, sobrando apenas a... Pipa. Isso mesmo, esse é o nome da criatura. Essa ficou até a final e terminou em segundo lugar. Na equipe Lua saiu ainda mais duas: Juliana, que era uma bizarra gorda também, e a única que posou pelada pra Playboy, Andrea, que era a mais barraqueira de todas e já mostrava sinais e indícios do que viria a seguir com o BBB. Do grupo Lua saiu a vencedora do programa, a gorducha Elaine, que mesmo sendo uma rolha de poço grotesca, conseguiu vencer todas as provas até o fim. Pena que ela, pouco tempo depois, perdeu toda a grana, numa cirurgia mal sucedida para redução de estômago que deixou ela apenas mais gorda. Não é só dinheiro fácil que vai embora fácil, tá vendo aí!

Ao chegarem na Praia dos Anjos, os participantes foram divididos em seus grupos e tiveram que encarar a primeira prova: pegar em auto-mar os primeiros kits de sobrevivência jogados pela produção. Vanderson, da equipe Lua, quase se afogou feito um palerma.

A dinâmica do programa consistia em desafios diários e, a cada três dias os grupos passavam por provas de imunidade. O grupo perdedor encontrava Zeca Camargo no portal. Ainda em sua primeira edição, No Limite mostrou a dinâmica de votos que consistia em escrever em um pedaço de papel o nome de quem você desejava eliminar e justificar o seu voto. Quando eliminado do jogo, Zeca Camargo pedia o cordão que o participante usava e o quebrava, já que eram propaganda dos Geloucos da Coca-Cola e sempre que um saia tinha que matar o Gelouco.

Não foram só provas de resistência fisíca. Existia a prova dos olhos de cabra. Acho que é a prova mais famosa do programa. Em um banquete servido, os participantes tinham que comer os olhos de cabra. Cada equipe escolhia uma vítima. Todos conseguiram comer a “iguaria”. Então o desempate foi feito com um chá, de gosto horrível. Juliana não conseguiu tomar o chá e a equipe Lua perdeu a prova.

Depois de cinco eliminações e mais uma prova que a equipe Sol perdia para a equipe Lua, aconteceu um “eclipse”. Todos se juntaram em um grupo só: Solua. Depois dessa união, todos os homens foram sendo eliminados, restando para a semifinal quatro mulheres: Juliana, Andréia e Elaine, sobreviventes do grupo Lua, e Pipa, única sobrevivente do grupo sol. Com um sorteio realizado, Andréia e Juliana concorreriam com Pipa e Elaine à vaga na final do programa. A prova era uma caça ao tesouro. Só que Andréia e Juliana viviam batendo boca por causa do penteado uma da outra e, por esse motivo, se atrasaram e perderam a vaga para Pipa e Elaine.

A prova final foi divida em quatro etapas: Água, Terra, Ar e Fogo. Os quatro elementos da Mandala. A primeira prova foi na água. Elaine e Pipa foram para alto-mar pegar, cada uma, a mandala da água. As duas tinham que voltar para a praia com a mandala e, quem completasse primeiro a mandala seria a vencedora. Como Pipa perdeu sua mandala quando o bote onde estava virou (por pura burrice), uma nova regra foi feita: Elaine e Pipa teriam que resgatar só 3 mandalas e não mais quatro. Enquanto Pipa foi para as falésias (e ficou por lá apenas pra choramingar), Elaine foi pegar sua mandala do Ar e do Fogo. Ao final da última prova, Elaine acendeu a palavra NO LIMITE e venceu o programa, embora tenha ficado feliz por pouquíssimo tempo...

Segunda Edição[editar]

Zeca Camargo mostrando pratos preparados por ele mesmo. 90% dos participantes ficaram em coma após esse banquete.

A segunda edição, sem Boninho (que foi dirigir o Bem Banana Brasil) e no seu lugar um diretor que ninguém lembra o nome, acabou que ficou ó... uma bosta. Invés daqueles desafios fodas, começaram a colocar os caras como coitadinhos fodidos que estavam lá contra a própria vontade. O desespero da Globo ao ver que o material tava ruim foi tanto que já na abertura, numa tentativa de enganar os telespectadores que naquela hora estavam é vendo Supla comendo a Bárbara Paz na Casa dos Artistas, colocaram reprises do primeiro programa, em vão, já que quem assiste Globo e SBT não é tapado como os que assistiam a antiga MTV Brasil.

Essa edição aconteceu na Chapada dos Ventos, no meio do matagal, e os participantes dessa vez foram divididos em 2 partes agora com nomes de animais: Araras Vermelhas e Lobos Guarás, como campanha do Ibama que não deu certo também, como todo o resto do programa.

A missão era a mesma: Completar a mandala em cada desafio e conseguir a imunidade, para não ir para o portal dos quatro elementos. Os novos elementos a serem conquistados eram: Passado, Presente, Futuro e o Infinito (criatividade linda!).

Nas Araras Vermelhas tinha uma gostosa que saiu logo chamada Roberta, uma coroa chamada Sônia (mó nome de tia mesmo) e uma mina que parecia uma faxineira chamada Rosa, cada uma saiu uma após a outra, depois saíram o pagodeiro Dadá e o modelo Danilo. Quem foi pra final aí foi o Leo, que mais parecia um médico e talvez por isso tenha sido quem faturou o tutu. Já nos Lobos Guarás saíram o primeirão, um cara-lisa leite com pera chamado Leon, um velhote chamado Antero e uma mina chamada... Lhitts. Sim, esse era o nome dela, e o pior é que ela pagava de machona (se revelou ser sapatão durante o programa), mas acabou saindo do programa como uma mulherzinha após passar mal e não querer voltar pro acampamento, sendo desclassificada do programa. Se fosse hoje em dia tinha processado a Globo por homofobia, mas foda-se. Pra terminar teve um tal de Sávio (não o jogador) e Eliana, que tentaram fazer um joguinho, sendo um dos primeiros casos de casalzinho de reality show do Brasil, mas nessa época o povo ainda percebia que isso era só jogada de marketing e expulsou os dois (embora tenha demorado pacas). Por fim sobrou apenas a gatinha Cristina, que só perdeu na final por pura cagada.

Terceira Edição[editar]

Alguns prisioneiros no vale dos exilados. Tentaram roubar a mandala do mesmo jeito que roubaram a Taça Jules Rimet e se deram mal.

Em Outubro de 2001, Boninho voltou ao cargo de diretor do No Limite. Com isso, voltaram a praia e os desafios escabrosos no lugar daquela simulação de seca do Nordeste ou da seca em São Paulo (ops, deixa essa pra lá). Com uma nova mandala, feita de metais preciosos (ouro, prata, bronze e adamantium cobre), e novos desafios, o programa fez um sucesso até melhor que o antecessor, obviamente nem tanto assim porque na época já tinha rolado o primeiro BBB e muita gente sei lá porque começou a achar mais legal ver 12 imbecis coçando o saco numa piscina do que pessoas realmente em situação fudida tentando sobreviver e vencer.

Novamente, 2 equipes surgiram: Água e Fogo. A de água era formada por Bisteka (pelo nome, deve ser uma funkeira), a primeira a sumir, o pastor Pedro, que foi o quarto a sair e nem Jesus o salvou, Rodrigo, que foi parar no Vale dos Exilados e foi o oitavo a sair, mas acabou voltando e mais, vencendo todo mundo, o regueiro Peterson, que também parou no vale e pediu pra sair, sendo o nono a cair fora do programa, Hérica, que mesmo sendo triatleta ficou só com a medalha de prata do programa, e a gatinha MILF Adriana, que eu não lembro quando foi eliminada. Na de fogo, que mais se queimou que queimou alguém, tiveram Rogério, o segundo eliminado, Janaina, a terceira, Cláudia, que foi parar no Vale dos Exilados e não voltou mais, sendo eliminada lá mesmo, o sushiman Diuari, o sexto a vazar, também no vale, Fábio (sempre tem um pagodeiro nesse programa) o sétimo e a única sobrevivente, Tati, ficou com a medalha de bronze do programa. Não sei quem ficou com a de cobre. Deixa pra lá.

Quarta Edição[editar]

Após um hiato de oito longos anos, devido a processos que a Globo tomou da produtora do Survivor e também pra ver se depois de um tempo iria dar alguma audiência (FAIL), veio a quarta e última edição em 2009. Essa eu não lembro direito quem participou, quem apresentou nem quem ganhou. Na verdade eu nem sei que horas isso passava, eu assistia 24 Horas e depois ia dormir. Acho que nenhum leitor desse artigo estúpido deve se lembrar. Paciência. Dizem que passava não só nos domingos, mas nas quintas também. É, quem sabe né.

Quinta Edição[editar]

Em 5 de abril de 2010 a Globo confirmou que faria um quinto No Limite, fora do Brasil e o vencedor ainda iria ter a chance de ganhar mais um prêmio, agora no Big Brother Brasil 11. Mas sobre esse No Limite ninguém sabe, ninguém viu, provavelmente ou virou lenda ou todos os participantes foram devorados pelos indígenas de Holocausto Canibal.

O que aprendemos em No Limite[editar]

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A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: No Limite.
  • Olho-de-cabra é comestível, embora nojento pacas e tem sangue preto;
  • Testículos de búfalo, fígado cru, ovo de camaleoa e cérebro de boi são iguarias perfeitas para oferecer a sua sogra;
  • Ficar com roupas curtas pra floresta não dá audiência. O que dá audiência é personagens seminus na praia;
  • Ser gordo não impede você ganhar um programa de resistência (edição 1);
  • Nem ter cara de retardado (edição 2);
  • Ou ser feio e quase ter perdido (edição 3);
  • Já disse, eu não assisti a quarta edição, foda-se quem ganhou lá;
  • Se revelar homossexual num programa de reality show pode (ou não) te deixar famoso. Até hoje tem imbecis que fazem isso e até dá certo;
  • Ganhar 300 mil não te garante viver uma vida boa. Pergunte a Elaine, seja lá em que favela ela esteja morando hoje em dia...

Vídeos (prepare o saco de vômito)[editar]

v d e h
This is reality show, baby! You gonna die!!
O Fim dos Tempos está próximo!!
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