Nossa Senhora do Socorro

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Nossa Senhora do Socorro é o maior bairro de Aracaju, afastado apenas 8km do centro da capital de Sergipe. Por ser uma cidade-dormitório e que não foi planejada no ridículo formato de xadrez, foi expulsa para ser um município a parte e por isso alguns veículos informam erroneamente que Nossa Senhora do Socorro é a segunda maior cidade de Sergipe, quando na verdade é na prática visivelmente apenas um grande bairro de periferia de Aracaju.

História[editar]

As primeira habitações na região surgiram por volta de 1575, ano em que a coroa portuguesa ordenou que o interior de Sergipe fosse melhor e mais explorado. Como na época o Sergipe não existia e aquilo tudo era apenas a Bahia e controlado por baianos, o máximo que os baianos conseguiram ir para o interior, devido à sua baianice, foi subir um pouquinho o rio Sergipe e desistir ali mesmo, onde decidiram fazer um vilarejo e alegar que já havia explorado o bastante. Por sorte, nunca houve algo realmente de útil no interior de Sergipe, então nunca puniram a preguiça dos primeiros exploradores da região e fundadores de Nossa Senhora do Socorro.

No século XVIII o vilarejo já era líder produtor de mandioca e cana-de-açúcar, motivos de seu subdesenvolvimento até hoje, e com uma população de 3 mil habitantes bóias-frias já era a maior cidade do Brasil Colonial de sua época.

Sabe-se que em 1832 é criado ao norte o povoado de Laranjeiras, e estes protestaram violentamente quando o governo define que Nossa Senhora do Socorro deveria pertencer a eles, estourando assim a famosa Guerra dos Vagabundos, quando os laranjeirenses deitaram em suas redes e passaram a cagar solenemente, ignorando totalmente os socorrenses, até que em 1868 fosse concedido autonomia para que Nossa Senhora do Socorro pudesse se tornar um bairro-dormitório de Aracaju.

Economia[editar]

A economia de Nossa Senhora do Socorro é totalmente dependente de Aracaju, capital cujo fiapo de terra em que se encontra não tem espaço para mais nada ser construído ali, ainda mais porque o Aeroporto de Aracaju ocupa metade de seu território, então quando surgiu a ideia de criar um terceiro shopping em Aracaju, por exemplo, eles tiveram que erguer o Shopping Prêmio em Nossa Senhora do Socorro por falta de espaço em Aracaju. Os socorrenses, claro, não frequentam o shopping ("chópis" no dialeto local) que serve apenas para os aracajuenses.

No setor primário, destaca-se a produção de produtos sem valor agregado de mercado e de plantio simples e fácil que qualquer agricultor consegue produzir, como banana, coco-da-baía, manga, batata-doce, cana-de-açúcar, mandioca e feijão. Até possui uma zona industrial, mas ninguém sabe o que é produzido lá ou quem trabalha lá.

Porém, notadamente, a economia de Nossa Senhora do Socorro é 99% baseada no setor de serviços, no qual quase que toda a população vai trabalhar de garçom, faxineiro, ambulante, vendedor na praia, atendente, balconista e caixa em Aracaju. Na própria cidade os serviços mais comuns são de garçom, faxineiro, ambulante, vendedor na praia, atendente, balconista e caixa no Shopping Prêmio.

Turismo[editar]

Um desconcertante ponto turístico da cidade.

Não há turismo em Nossa Senhora do Socorro, estrangeiros ali só quem se perdeu muito da Praia do Atalaia ou da Praia 13 de Julho. O máximo que a cidade oferece é um mangue cheio de mato que chamam de Prainha do Porto Grande, que na verdade serve apenas à população local, que tem preguiça de se locomover para uma praia mais decente na capital.

Por muitos séculos nunca houve algum ponto turístico na cidade, mas algum gênio teve a ideia de criar uma escultura que posteriormente viria ser considerada por unanimidade como a escultura mais ridícula do mundo, que trata de um caranguejo de 2 metros de altura tocando um acordeão no meio do gramado. Toda pessoa que passa pelo local e se depara com uma escultura de tamanho mal gosto não resiste tirar uma foto e rir sobre como os sergipanos não possuem senso do ridículo na hora de criar um monumento.