Novo Oriente de Minas

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Novo Oriente de Minas é uma cidadezinha insignificante localizada lá nos confins de Minas Gerais.

Apesar de ser uma bostinha, sem nenhum ponto turístico, puteiro ou qualquer outra coisa interessante para se ver, Novo Oriente de Minas se destaca das demais cidadezinhas roceiras porque possui mais de 10.000 habitantes vivos, o que é bastante raro, visto que todas as outras cidadezinhas conseguem contabilizar apenas oito habitantes, contando com os animais e com os defuntos que ainda não foram enterrados.

História[editar]

O moderno campo de futebol de Novo Oriente de Minas, em que o time da cidade manda todos os seus jogos.

Nos primórdios, Novo Oriente de Minas era apenas um matagal abandonado que servia como moradia para os mosquitos transmissores da malária.

Através de métodos de grilagem, no século XX, Tomás Turbando Pinto e o seu filho, Jacinto leite Aquino Rego, tomaram posse dessas terras, e construíram uma pequena fazenda que serviria para o cultivo da mandioca.

Alguns anos após a fundação dessa fazenda, Tomás e Jacinto acabaram se desentendendo, pois um achava que merecia mais mandioca do que o outro. Por conta desses desentendimentos quanto à partilha da mandioca, Tomás resolveu vender aquela fazenda para qualquer doido que se interessasse.

Novo Oriente de Minas é conhecida por ser uma cidade radical: Para se entrar nela, é necessário ter grandes conhecimentos de Le Parkour.

Como existe doido para tudo, Tomás conseguiu vender a fazenda para um sujeito chamado João Roque, que pretendia transformar aquela fazenda em uma verdadeira cidade. Como podemos ver atualmente, ele falhou em sua missão.

Como não tinha a ajuda de ninguém (até porque ele era o único louco da época que se atrevia a morar naquele fim do mundo), João Roque começou a construção da cidade sozinho. Enquanto cortava alguns bambus para construir algumas cabanas para o futuro povo ribeirinho, ele acabou encontrando um pedaço de... Ouro!! Sim, por mais incrível que pareça, existia ouro em Novo Oriente de Minas.

Como todos sabem, a palavra "ouro" se espalha mais do que epidemia. Por conta disso, em muito pouco tempo (mais precisamente 24 minutos), apareceram milhares e milhares de mineiros na região, crentes que conseguiriam ouro também. Como tinham muitas esperanças de conseguir ouro, esses mineiros ajuadaram na construção de Novo Oriente de Minas, até porque eles pretendiam ficar naquele fim do mundo por muuuuuito tempo.

Obviamente, junto com os mineiros,. também vieram os comerciantes exploradores, que tinham certeza que conseguiriam arrancar muito dinheiro dos mineiros que ali estavam. E eles estavam certos. Com a abertura de diversos comércios, bebércios e puteiros, eles conseguiram arrancar muita graa dos mineiros, e já conseguiram se garantiram pelo resto da vida.

Alguns anos após a começada da exploração do ouro, todos os mineiros viram que estavam perdendo tempo, pois naquele latifúndio não existia sequer uma mísera amostra de ouro. Provavelmente, a amostra que João Roque tinha encontrado tinha sido apenas uma coincidência muito grande.

Já que não existia ouro por lá mesmo, todos os mineiros resolveram ir embora. Com isso, todos os comércios acabaram ficando abandonados, transformando Novo Oriente de Minas e uma verdadeira cidade-fantasma, situação esta em que a cidade permanece até hoje.

Turismo[editar]

De vez em quando quase nunca acontecem algumas festas aleatórias na cidade, mas ninguém se importa - Talvez porque os únicos que se interessem por essas festas sejam os velhos que sequer conseguem mais empinar uma pipa.

Para falar a verdade, a única festa existente nesse buraco chama-se inFest de Julho, que de tão insignificante tiveram de batizar o nome da festa com o mês em que ela acontece, numa tentativa desesperada de fazer com que alguém se lembrasse da data. Nos poucos instantes em que é realizado essa bagunça, a cidade é infestada por todo tipo de bichos e péstes provenientes do *TREM, a saber: Córgo do Mutum, Córgo do Mosquito, Córgo da Onça, Córgo Seco, dentre outros.

* TREM, ver nota ao final da página.

Economia[editar]

Em baixa (para não dizer inexistente)

Transportes[editar]

Não é necessário. Indo a pé, dá para se atravessar a cidade em menos de cinco minutos.