O Capital

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Adam Smith sobre Tudo
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Professor Doutor em Marxismo sobre O Capital
Cquote1.png Esses quatro anos estudando Marx vai ser maaaaaassa. Cquote2.png
Aluno chapado-retardado de história sobre O Capital

O primeiro capítulo de O Capital.

Foi no seio do povo que nasceu O Capital, uma coleção de livros, considerada pela igreja um escrito sob a inspiração do São José, que contêm a palavra de Marx em forma de mensagem aos homens, mesmo eles se sentindo confusos ao ler. O Capital foi à suprema e única conquista de Marx, o centro da obra de sua vida. Seu objetivo era revelar a lei econômica do movimento da sociedade moderna, ou seja, Marx entendeu o capital sendo coerente com o método de análise e concepção da História como um modo de produção historicamente transitório cujas contradições internas o levariam à queda, o que, aliás até hoje só ele mesmo entendeu.

O termo Capital vem do latim Capitalis, que vem do proto-eletro-neutro-indo-vindo-arábico-africano-espano-russo-alemão-europeu Kaput' que quer dizer cabeça, em referência às cabeças de gado - vide Rede Globo 1996, Berdinazzi e Mezenga - como a era da riqueza nos tempos antigos.

A pouco menos de quatro mil anos, vários povos viveram às margens do mediterrâneo onde haviam duas grandes potências: Caldéia e Egito. Como desde a pré-história as pessoas vivem em tribos ali não seria diferente, apenas com a distinção de que agora a propriedade privada existia. Esse lugar era então habitado por várias tribos que viviam da cultura agrícola e de seus produtos artesanais. Em especial havia uma comunidade que com seu patriarca Karl Marx, eram comunistas e que migraram para Palestina no décimo nono século antes da nossa era, dado surgimento assim a história santa da qual O Capital nos conservou.

Antes mesmo que o homem pensasse em utilizar determinados materiais para escrever (como, por exemplo, fibras vegetais, tecidos, sangue, couro humano e etc), as bibliotecas da antiguidade estavam repletas de textos gravados em tabuinhas de barro cozido. Eram as primeiras edições do Capital, depois progressivamente modificados até chegar a serem feitos em grandes tiragens em papel impresso mecanicamente. Deixando então de ser apenas um livro, O Capital passa a ser um produto industrial, presente no moderno movimento editorial das chamadas sociedades de consumo, podendo ser considerado uma mercadoria cultural, com maior ou menor significado no contexto socioeconômico em que é publicado. Como mercadoria pode ser comprado, vendido ou trocado, mas tudo isso quem pode nos explicar melhor é Adam Smith, mas ele se encontra offline, então falemos apenas dos livros em si, os quais tornaram possível, ou não, em todas as épocas transmitir a ciência da economia, explicando no caso que, ou você tem dinheiro ou não é gente terá um dia.

Edições[editar]

O primeiro capítulo de O Capital.

Livro I - o processo de produção do capital 1867

Podemos entender o livro I como sendo a análise do trabalho gerando mais valia o melhor método para trucidar o pobre traalhador.

Um exemplo claro para podermos entender:

O Cafetão, Capitalista, se apropria do dinheiro, Mais Valia, que o cliente, Comprador, pagou pelo uso do Corpo, Mercadoria deixando a profissional do sexo, Trabalhadora, sem nada nem mesmo roupa.

Esta é a síntese feita através da produção e consumo, logo, o ato do coito, Força de Consumo é gerador do dinheiro, Mais Valia, pois de nada adianta Valer dar se não tem quem come Vender.

Sendo assim, Marx conseguiu provar que a prostituição, Força de Trabalho, é uma Mercadoria.

Livro 2 - o processo de circulação do capital 1885

Este movimento de ir e vir capital compreende a fase de Produção e de Circulação. A primeira fase começa com a antecipação duma determinada soma de dinheiro para adquirir os meios de produção e a força de trabalho com ou sem gemido. A segunda fase ocorre depois do processo de produção, ou seja, o Cafetão aplica o Capital recebido em novas profissionais do sexo para um bom desempenho de sua empresa. A Produção e a Circulação estão organicamente entrelaçadas, amarradas, sadomizadas e em qualquer posição, não podendo existir uma sem a outra. A primeira fase serve de ato preparatório para o introauto-incremento do capital; na segunda o ato do coito de produção e na terceira realiza-se o valor e a mais-valia criada na produção gozada pelo capital.

Livro 3 - o processo global da produção capitalista 1894

Como o fim insaciável da Produção Capitalista é sempre de obter mais-valia, este movimento de ir e vir capital não constitui um ato único, mas uma repetição ininterrupta desses processos, movimentando e abrindo os meios, efetuando-se assim uma constante Rotação dessa Produção e sendo assim o mercado se Abre para um Processo Global de produção.

Livro 4 - Teorias da mais valia 1905 “Pequenos Puteiros, Grandes Negócios”. Simples e dinâmico. O Empregador monta uma Casa de Damas de Companhia, mais conhecida como Zona, obtém muitos lucros pois a movimentação da Produção nunca para e com êxito ou não nos negócios ele não se preocupa, porque se ele falir ele ainda pode comer usar o estoque.

Livro 5 - Resultados do processo de produção imediata.

Traduzido como a famosa rapidinha, o processo de produção imediata é a Produção rápida, prática e convencional à empresa, dando satisfação e garantia ao cliente que goza dos serviços e do produto.

Capítulo VI inédito de O Capital.

Não podemos nos esquecer do já esquecido e ignorado capítulo que Marx excluiu provavelmente para não cansar o leitor com capítulos demasiadamente longos do Livro 1 que é analisado por conter notas de transição do Livro 1 e 2, sem contar as modificações que foram feitas a cada nova edição dos Livros.

Explicando Lutas de Classes[editar]

Dois advogados embarcaram em um voo em Seattle. Um deles sentou-se à janela, o outro se sentou no assento do meio. No momento da decolagem, um economista pegou o assento do corredor, próximo aos dois advogados.

O economista tirou os sapatos, mexeu os dedos do pé e estava se ajeitando quando o advogado na janela disse:

- Acho que vou me levantar e pegar uma Coca.

- Sem problemas, disse o economista, Eu pego para você.

Enquanto ele pegava a Coca, um dos advogados pegou o sapato do economista e cuspiu dentro dele.

Quando ele voltou com a Coca, o outro advogado disse:

- Parece boa. Acho que eu vou querer uma também.

Novamente o economista foi-se gentilmente para buscar outra Coca, e enquanto ele o fazia outro advogado pegou o outro sapato do economista e cuspiu dentro dele. O economista retornou e todos se sentaram e apreciaram o voo.

Quando o avião estava pousando, o economista colocou de volta seus sapatos e logo descobriu o que havia acontecido e disse:

- Até quando isto vai durar? - Perguntou ele. - Esta briga entre as nossas profissões? Este ódio? Esta animosidade? Estes cuspes nos sapatos e mijos dentro de Coca-cola?