O Castelo

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Este artigo se trata de um LIVRO!

Ele tem dedicatória, uma introdução chata pra caralho e assinatura do autor, que com certeza usa gola rolê e um par de óculos.

Outras obras literárias que você tem preguiça de ler.
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O Castelinho
O Castelo.jpg
Versão de luxo do livro
Autor Franz Kafka
País Bandeira da República Tcheca República Tcheca
Gênero ficção nada a ver
Editora Livros do Brasil (?)
Lançamento 1926


O Castelo é um dos mais famosos livros de Franz Kafka, autor conhecido por escrever coisas sem sentido e histórias sem nexo ou significado, em O Castelo ele não decepciona seus fãs e entrega a sua obra prima em termos de história sem sentido, pois da primeira página à último, absolutamente nada faz sentido. Como sempre, pessoas que se dizem entendidas e intelectuais, especialmente aquelas que dissertam para a Wikipédia, insistem em interpretar as várias páginas de completo nonsense do livro criando da própria cabeça pseudo-intelectual alguma metáfora forçada sobre algo que envolva burocracia.

Tema[editar]

O livro trata de absolutamente nada, do início ao fim o leitor fica perdido e assim permanece sem explicações e sem entender a lógica por trás da história inteira que com muita forçação de barra parece tratar de teologia e burocracia, e como essas duas coisas representam um atraso para a humanidade, qualidades estas que talvez determinem Franz Kafka como o pai do neo-ateísmo.

Na construção de seu argumento, Kafka amplamente cita de maneira indireta a sua obra precedente "a lei do homem contra a lei divina", escrita pelo auto-declarado juiz Soren Kierkegaard. Os escritos de Kierkegaard eram densos e ninguém entendia, mas Kafka habilmente conseguiu fazer a sua obra ainda mais insuportável de se ler.

Enredo[editar]

Como toda obra de Franz Kafka, O Castelo é um livro que não faz o menor sentido, e justamente por este motivo, ser um livro surtado sem propósito, chato e sem sentido, que tornou-se um sucesso mundial, pois os críticos literários gostam de dizer que gostam de livros sem sentido para parecerem intelectuais e superiores diante de uma pessoa normal e sã que se depara com um livro desses e desiste nos primeiros capítulos de tão chato e sem sentido algum

Kafka nos apresenta o personagem anônimo apelidado de "K", que é um agrimensor e foi convocado a se apresentar num castelo para fazer alguma coisa de agrimensor, mas K nunca consegue o direito de lá entrar devido à excessiva burocracia existente. Explanações básicas são totalmente dispensáveis e ignorados pela narrativa esquizofrênica de Kafka, como porque K foi chamado a tal castelo, porque ele não pode entrar, e o principal que é o que diabos um agrimensor faz.

Assim, o homem em questão, que nunca recebeu um explicação de porque foi chamado para lá e de porque foi negada sua entrada no castelo, exigiu mesmo assim a sua entrada para o castelo. Enquanto K aguarda a aprovação para entrar no castelo, ele espera numa taberna qualquer do lado de fora do castelo onde começam a acontecer coisas absolutamente irrelevantes ao ponto em questão do livro, tomando pelo menos metade do livro com enrolações sem sentido dos frequentadores dessa maldita taberna.

K permanece continuamente aguardando as datas para ter uma audiência com a corte, data esta que é continuamente adiada até que K morreu esperando admissão à corte para permitir a admissão ao castelo.

Kafka posteriormente escreveu um particularmente longo argumento para explicar o seu livro, mas seus argumentos longos são extremamente chatos e tendem a ser ignorados, além de haver no meio todo tipo de depoimentos desnecessários.