O Cortiço

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Atenção! O texto abaixo pode conter (ou não) um ou mais spoilers.
Ou seja, além de deixar o artigo com mais pressão aerodinâmica nas retas e mais estável nas curvas de alta, ele pode revelar, por exemplo, que Snape mata Dumbledore, ou que a Vespa irá morrer no final de Invasão Secreta.
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Cena comum no cortiço, que fazia fronteira com um bairro nobre

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Carla Perez sobre O Cortiço
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Seu Barriga sobre sobre inquilino caloteiro do Cortiço

O Cortiço é uma obra literária, escrita por Aluísio Azevedo. Sem dúvida foi uma das maiores perdas de tempo por parte dele, o livro em si até que seria legalzinho, mas ele tentou (e conseguiu) deixar o livro totalmente nojento, com cenas explícitas de porquice, a cada linha que se lê dá vontade de vomitar. Há poucas cenas que se salvam no livro, de trezentas páginas aproveita se dez (quando chega na parte lá das lésbicas e tal...).

Tabela de conteúdo

[editar] Visão do Autor

Leónie, Pombinha e Senhorinha em mais um programa coletivo

Só deus (ou nem ele) sabe o que Aluísio estava pensando quando resolveu escrever esse livro. Recentemente ele já havia escrito Casa de Pensão, que é um livro igualmente nojento e com um personagem principal totalmente tarado, pedófilo e sem escrúpulos. Em O Cortiço ele resolveu manter o mesmo estilo, mas dessa vez não só com um, mas com um monte de personagens que não valem nada e só aparecem na história para fazer alguma pouca vergonha.

Não se sabe se essa foi a intenção do autor, mas o Cortiço é sem dúvida o livro com mais personagens do mundo, tem mais de oito mil personagens envolvidos em diferentes histórias suspeitas, criminosas, homossexuais, de adultério e outras coisas do tipo, fora as questões de inveja, imoralidade, fingimento e interesse financeiro.

Além do livro, que está sendo tratado aqui, também há um filme do cortiço, Aluisio morreu sem saber desse tal filme, que provavelmente é coisa de algum cineasta corajoso que também morria de preguiça de ler o livro e teve piedade dos pobres leitores. O tal filme fala exatamente das mesmas coisas do livro, inclusive mostra todas as putarias, é muito recomendado para quem não se contenta em apenas ler pornografia e fica doidinho para ver, mas, porém, contudo, todavia, se a sua intenção é ver o filme apenas pra ver conteúdo adulto, recomendo que você não perca seu tempo e vá ver coisas melhores, como Memórias Póstumas de Brás Cubas (eu sei que você gostou da ideia).

[editar] Personagens

Brigas entre Miranda e Dona Estrela

O Cortiço: Apesar de parecer estranho, é isso mesmo que você leu, o cortiço em si já é uma personagem da história, e não apenas um qualquer, é o principal, já que segundo as teorias loucas do autor, ele tem uma influencia (obviamente negativa) em todos os outros personagens e tudo acontece por causa dele.

O Sobrado: Da mesma forma que o cortiço, o sobrado também é um importante personagem na história, por mais que isso pareça loucura (e é) tanto as pessoas como as coisas materiais neste livro tem o mesmo valor, ou seja, ninguém vale nada. Apesar de o sobrado parecer um lugar muito chique, ele na verdade esconde as coisas terríveis que se passam em seu interior.

João Romão: É um baixinho da cabeça chata que só pensa em trabalhar, é um crápula interesseiro, aproveitador, inconveniente e miserável que faz de tudo para tirar proveito dos outros e sempre busca se beneficiar em algo que não é seu. Mal come e bebe, se veste como um mendigo, não toma banho, não faz nada que não seja trabalhar e explorar os coitados que trabalham para ele. Começa a história como mocinho, um coitado trabalhador que quer subir na vida e termina a mesma como vilão hipócrita e sem escrúpulos.

Bertoleza: É uma escrava fugida que pensa que está enganando alguém, mas no fim engana a si mesma. É trouxa o suficiente para comfiar em João Romão e passar a história toda morando com ele e trabalhando para que os dois enriqueçam. Apesar de sua tola ingenuidade, é muita trabalhadeira e assim como João faz de tudo para economizar, não come, não se veste decentemente, anda cheirando peixe para tudo que é lado, já que não toma banho etc...É explorada sem dó pelo companheiro, mas só percebe isso quando os chifres já não passam na porta. Quando cai em si e vê que João já não a quer por perto, deixa seu companheirismo de lado e passa a querer apenas o que lhe é de direito, mas logo se mata também, para não ser presa.

Miranda: Velho, gordo, corno, mas muito rico, o que ainda mantém a sua pseudo dignidade. É o vizinho mais próximo do cortiço e que com toda a razão detesta a vizinhança, começa a história como rival direto de João Romão, que lhe dá um baile por ter uma técnica de enriquecimento admirável (enriquecer explorando os outros é admirável?) e por conseguir tudo que quer, mas termina como sendo seu principal admirador e sogro, já que sede a sua filha de apenas 15 anos para o velho João, apenas por interesses.

Dona Estrela: Mulher adúltera do cara aí de cima, trai Miranda na cara dura com um menino que mora na casa deles mesmos, Henrique (que falaremos depois com mais detalhes). Diz sem hesitar que não gosta do marido mas que está com ele apenas pelo dinheiro para manter as aparências (e pelo dinheiro também). O papel dela na história não tem importância alguma, ela só serve para mostrar o quanto o marido era idiota e otário.

Brigas entre Bruno e Leocádia

Zulmira: Filha de Miranda e Dona Estrela, muito magra, pálida e mal amada, exerce um papel a princípio totalmente secundário na história, mas depois se torna o centro das atenções na união por interesses entre seu pai e o velho João. Seu maior sonho era se casar com Henrique, que era o amante da mãe, mas como as moças naquela época não escolhiam nada, acabou sendo forçada a se casar com João, que servia para ser seu avô!

Henrique: Playboy, se acha gavião, gostosão e bonito, é filho de um fazendeiro muito rico e vai de vez em quando ao cortiço para colocar chifre nos maridos que lá residem. Tem vários romances e não faz distinção de classe social. Mora um tempo na casa de Miranda e lá come a esposa dele, Dona Estrela e ao mesmo tempo frequenta o cortiço para dar uns pegas em Leocádia, esposa de Bruno.

Rita Baiana: Uma das moradoras do cortiço, bonita e muito atiradinha, já te um namorado fixo, mas vive causando a discórdia no cortiço por provocar os maridos das outras mulheres. É totalmente desavergonhada e acaba roubando o marido das moçar ingênuas que não percebem. É o que acontece com Jerônimo, que já era casado, mas ao ver Rita fica enfeitiçado e foge com ela. Rita apesar de desavergonhada é muito prestativa , mas o fogo dela não deixa com que ninguém veja ou destaque essa sua qualidade.

Firmo: Namorado de rita, é um caboclo a toa, que não faz nada e se diz capoeirista. Entra frequentemente em brigas por causa da namorada e é muito temido por onde passa. Não mora no cortiço, mas sempre fica sabendo de tudo que acontece por lá, já que não trabalha e tem tempo de sobra para ficar espionando os outros, fora o fato de ele ter uma cambada de vagaundos que trabalham para ele (que paradoxo) na ação de vigiar a namorada Rita. Por ser muito topetudo e enxerido, veste o paletó de madeira logo cedo. O responsável direto por sua morte foi Jerônimo, que o matou e os responsáves indiretos foram seus próprios capangas, que o trairam.

Jerônimo: Um imigrante portguês que vem para o Brasil para tumultuar ainda mais as coisas aqui, ele a princípio vem com o objetivo de trabalhar e viver em paz com sua mulher e sua filha, mas como já é de saber, é impossível viver em paz em um cortiço e dessa forma Jerônimo começa logo a causar. No começo se apresenta como um bom trabalhador que logo ganha a cofiança de João e toma o comando da pedreira, era bom marido e pai de família, mas logo que conhece Rita Baiana se desvirtua e vira um criminoso que trai a esposa. No final da história se torna mais um vilão, crápula, que abandona a esposa e a filha para fugir com a amante...

Piedade: Esposa portuguesa de Jerônimo, totalmente idiota e burra, depende totalmente do marido e mesmo ao perceber que ele a estava traindo continua para tentar manter as aparências. Ela era muito feia, entendia se o porquê de ela estar sendo trocada por Rita. Apesar de cuidar bem da filha, demostrava fraqueza e total dependência, dessa forma passou a ser rapidamente odiada pelo próprio marido e logo foi abandonada por ele.

O trabalho escravo na pedreira de João Romão

Botelho: Era um pobre-diabo caminhando para os cem anos, tinha cabelos e barbas brancas ambos muito grandes e descuidados, era totalmente antipático, rude, grosso (esses velhos que nunca transaram na vida), então, ele morava no cortiço (óbvio). Participara da guerra do Paraguai e já fora muito rico, mas como pobre é uma desgraça, perdeu tudo que tinha sabe se lá como e agora vagava pelos cantos e se apresentava sempre como um abutre.

Pombinha: Pombinha é uma das moradoras mais cobiçadas do cortiço, por ser bonita e ainda virgem, a única. No começo Pombinha se mostra muito boa moça, obedece à mãe e até aceita se casar com um cara idiota lá que se acha por ser um soldadinho. Ao longo da história ela começa a ser influenciada por Leónie, que é uma péssima influência, já que esta não passa de uma prostituta barata; logo Pombinha passa a ser assediada por Leónie e acaba seguindo o mesmo caminho, tem relações frequentes com a amiga e no final acaba indo ser prostituta também...Resumindo: Pombinha voou, voou

Leónie: Era uma prostituta que não morava no cortiço, mas mesmo assim influenciava negativamente todas as moças que lá viviam. A vida de Leónie era muito invejada pelas outras moças, já que sempre trabalharam honestamente e nunca tiveram nada, enquanto esta sempre fora uma putinha de quinta categoria que tinha vários relacionamentos homossexuais e tinha boa vida. Tinha a maioria de seus prazeres sexuais com Pombinha, de apenas 18 anos (WTF), Leónie não era bonita e nem gostosa, mas como naquela época as mulheres eram muito feias, conseguia ganhar muito dinheiro com a prostituição.

Senhorinha: Filha de Jerônimo e Piedade, Senhorinha é mais uma das seguidoras de Leónie, não era bonita também, mas assim como a de cima era mestra na arte da putaria. Após a fuga do pai com uma desavergonhada, Senhorinha não via mais o porquê de manter a decência no cortiço e nem era preciso, já que os moradores de lá não viam a prostituição como algo indecente, mas condenavam as atitudes de adultério.

Libório: Velho pão-duro que esmolava entre os outros moradores do Cortiço e se apresentava sempre como um andarilho, mas quando o cortiço pega fogo pela segunda vez, João descobre que ele guardava uma grande fortuna debaixo de seu colchão e aproveita para deixar com que o velho morra e pegar todo seu dinheiro.

Albino: Era uma bicha do cortiço, bicha não, pois para ser bicha ele tería de evoluir muito. Se comportava como se fosse uma diva, andava sempre vestido de são paulino gazela e sempre queria ser mais mulher que o resto da mulherada. Era também muito frágil, estava sempre doente e ninguém suportava quando ele dava a bunda de contar suas doenças.

Marciana: Era uma velha, cheia de manias de limpeza, não dava sossego pra ninguém já que o cortiço é um lugar sujo e jamais poderá ser limpo não importando a dedicação dos moradores. É muito ranzinza já que é uma solteirona que já faz tempo que não experimenta os prazeres da carne. Já é louca por natureza, mas fica ainda mais desnaturada quando a putinha de sua filha Florinda (falaremos dela em seguida) foge de casa pra morar com um homem que ninguém sabe de onde surgiu.

Florinda: Filha de Marciana, não é lá das mais bonitas moças do cortiço, mas sempre fora um orgulho para a mãe por se conservar virgem (coisa difícil no cortiço). Mas, isso tudo dura muito pouco, já que ela se cansa da vida monótona dentro daquele ambiente ao lado da mãe e resolve sair dando pra qualquer um até que um a engravida e ela foge com este!

Incêncio abençoado que incendiou e findou com o Cortiço

Paula: É mais uma das (muitas) bruxas do cortiço, era solteira, muito velha e feia e não tinha filhos. Todos a conheciam por suas muitas feitiçarias, mas de tempo em tempo dá a louca nela e ela resolve colocar fogo no cortiço (ela o fez duas vezes). Na primeira vez do acontecido, João Romão tentou dar lhe uma advertência, mas não teve coragem já que ela é uma bruxa e poderia enfeitiçá lo; na segunda vez, ela estava tão perturbada que acabou morrendo no incêndio. Ninguém nem sentiu sua falta após a morte já que ela era realmente odiada.

Leocádia: Esposa safadinha de Bruno, é muito feia, mas se diz muito boa de cama e isso é a única coisa que ainda mantém ao lado do marido, que é um frouxo, mas isso não vem ao caso (não agora). Trai o pobre homem com Deus e o mundo, e ainda por cima sai falando que traiu, é expulsa de casa várias vezes, mas sempre volta. Não tem filhos, o que facilita o ato da traição.

Bruno: Marido frouxo de Leocádia, é tão chifrudo que foi proibido de andar pelo cortiço para que seus chifres não arranquem a fiação aérea. Gosta da mulher, a ponto de sempre expulsá la de casa e sempre aceitá la de volta (corno gosta de ser corno). Não tem filhos com Leocádia e talvez para evitar a solidão não deixa com que a mulher vá embora para sempre (balela, ele gosta de ser corno mesmo).

Lembrando que esses são apenas os personagens principais, já que o livro tem mais de oito mil personagens que eu não vou perder meu tempo colocando aqui e que se você quiser conhecer, terá de ler!

Outra coisa, a divisão aqui não está como na maioria dos livro com essa balela toda de personagens principais e secundários, pois tem muita gente, cada um tem uma história diferente e quase nenhum deles está diretamente ligado para que se crie qualquer tipo de importância de um em relação ao outro.

[editar] Resumo

Cena do livro e da vida real também.

O livro conta exatamente a história da vida imunda de um cortiço, se você não sabe o que é, saiba que é mais ou menos como uma favela, um monte de barracos amontoados em um lugar completamente sujo, com um só banheiro para os trilhões de moradores, um monte de rolos e fofocas que não acabam mais.

Enfim, a história se inicia com João Romão, que é um desgraçado, pão duro, oportunista e que só pensa em si mesmo, ele engana uma escrava fugida dizendo que havia lhe comprado a alforria e assim os dois vão morar juntos, mas eles nem fazem nada de mais, João não quer nada de Bertoleza além de seu trabalho praticamente escravo.

E dessa forma esse infeliz vai juntando dinheiro, ele mal come e bebe, não dorme e se veste em farrapos, tudo para economizar. Após juntar algum dinheiro, ele constrói um monte de casinhas amontoadas e as aluga e assim se inicia de fato o cortiço; sem dúvida, logo lá se torna o pior lugar do mundo para se morar, já que as condições de higiene são péssimas e os barracos são constantes. Ao contrário do que se pensa, João ganhou muito dinheiro com o cortiço (fica a ideia, se você quiser ficar rico...) e começou a expandi-lo. Agora imagine um espaço do tamanho de um bairro cheio de casas imundas com um monte de ratos cobras e lagartos rondando para tudo que é lado.

Felizmente ou não, chega uma hora em que os muros do cortiço se encontram com os limites de um bairro nobre, cheio de gente rica que não tem nada para fazer, em maioria os puxa sacos do imperador. Os moradores desse bairro começam a ficar muito incomodados por morarem ao lado de um cortiço (e com toda razão), mas o dono do cortiço arruma uma richa com um dos moradores em especial, o senhor Miranda (falaremos mais dele quando for a hora) e assim vão até o final da história, quando um fato cheio de interesses político e financeiro une os dois.

O que foi contado é parte do começo e parte do fim, se você por acaso quiser saber do resto, digo, do meio da história, leia o livro, só vou avisando que são quase trezentas páginas de fofocas e porquices...

[editar] Análise

A figura de João Romão em forma de desenho

Analisando o livro podemos perceber o quanto a espécie humana é inútil e gosta de se aproveitar dos semelhantes. Primeiro o caso de João Romão, que se aproveitou de Bertoleza e de outros moradores chegando a deixar um deles morrer por causa do dinheiro que este guardava, depois com Jerônimo, que foi covarde o suficiente para se aproveitar de um momento em que Firmo estava embriagado e praticamente inconsciente para matá lo.

Temos também os grandes casos de traição, de Jerônimo que abandonou a mulher com a filha para fugir com a vagabunda da Rita Baiana, temos Dona Estrela que traía o marido com um moço que servia para ser filho dela, temos Leocádia que traia o marido com Deus e o mundo e assim vai, não falaremos de todas as traições pois senão isso aqui viraria um testamento.

Além dessas questões morais, temos outra que é muito mais forte, como o interesse, tudo no livro funciona a base de interesse, seja financeiro ou não; um grande exemplo disso é Bruno, que não manda a mulher definitivamente embora porque gosta de ser corno não quer viver só, outro exemplo é Miranda, que entrega sua filha a João Romão para selar uma (pseudo) amizade entre os dois. João Romão como sempre é o campeão dos interesses, pois além de trair a confiança de Bertoleza, ele muda totalmente seu estilo de vida e a aparência do cortiço para se tornar um homem fino e elegante como Miranda.

[editar] Crítica

A imagem de Miranda e sua mulher Estela

Está muito claro que esse negócio que insistem em chamar de livro não foi muito bem aceito pela sociedade, afinal de contas ele fala umas verdades que não devem ser ditas em uma sociedade que vive à base da mentira. Aluísio foi muito criticado principalmente por animalizar os homens, e ele não mentiu em nada, não haveria outra classificação para aquele bando de animais - personagens do livro.

Fora as críticas da classe burra e da classe que se diz muito inteligente, todos os analistas de agora dizem que este é um livro genial, mas isso nem importa já que esses analistas ganham é para isso mesmo.

Curiosamente, Aluisio tinha um pensamento totalmente oposto ao de Machado de Assis, para ele as pessoas eram o que o ambiente as fazia ser, ou seja, se os moradores do cortiço eram um bando de animais, era porque eles viviam em um cortiço, se vivessem em um bairro nobre, eles seriam civilizados, Já Machado de Assis era mais realista um pouco, acreditava acertadamente que pobre é uma desgraça, e que pobre é pobre em qualquer lugar, na rua, na chuva, na fazenda, ou numa casinha de sapê. (essa parte deveria fazer parte das curiosidades, mas eu não vou abrir uma sessão de curiosidades só para colocar isso, então fica aqui mesmo)!

[editar] Conclusão

Concluindo, o Cortiço é um livro (ORLY), ele não é dos mais legais mas é sem dúvida muito melhor que muita coisa por aí que chamam de literatura... Com certeza você será forçado a ler no colegial, pois todos os professores vão insistir que é essencial para o vestibular, por isso é melhor já ir se preparando.

Finalizando, o livro trás uma coisa muito importante que poucos autores além de Aluízio Azevedo foram capazer de retratar, que é a animalização do homem, ou seja, o quanto a espécie humana é irracional e se comporta como animais selvagens, nessa parte, você, leitor, se empolgará muito, já que vai ter umas ceninhas bem sugestivas, que vai dar pra imaginar bastante bobeira, assim como você gosta (a parte das lésbicas é legal). Mesmo assim já vou avisando novamente, se quer ver putaria, vá ver um hentai direto, não perca seu tempo com literatura.

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