O Cravo e a Rosa

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Carroca1.jpg Enxada-2.pngEsti artigu é caipira, sô!!Enxada-1.png

Este tar di artigu pareci caipira, foi escritu purum caipira, ô ele é de fato
CAIPIIIIRRA!!!

Num istraga eli naum, si não nóis crava a inxada pra riba docê!


Petruchio mostrando pra Catarina como que um machão faz com mulher braba...

O Cravo e a Rosa é uma telenovela que passou na Globo entre 26 de junho de 2000 e 9 de março de 2001, em 221 capítulos, no horário das seis, ficando no lugar de Esplendor e substituída pela Novela da Sandy, sendo a quinquagésima sétima "novela das seis" da emissora, um marco que não quer dizer porra nenhuma na verdade.

Foi "escrita" por Valcira, a Carrasca, junto com Duca Rachid e dirigida por um monte de zeros à esquerda e pelo Walter Avancini, conhecido diretor de novelas que faliram as suas emissoras (Drácula, uma História de Amor na Tupi e Brida na Manchete, além de Dulcinéa Vai à Guerra, que quase faliu a Band por usar a Dercy Gonçalves como musa da novela...). Sendo assim uma bela receita de desastre, por incrível que pareça foi talvez o maior sucesso da história do horário (alguns dizem que Êta Mundo Bom! vai superar, mas com NetFlix acho bem difícil...).

As aspas em "escrita" têm uma razão óbvia: na verdade a novela é uma enorme salada de plágios, tendo sido plagiados a peça de teatro A Megera Domada de Cheiquixpir, as novelas A Indomável de Ivani Ribeiro na falida Excelsior e O Machão de Sérgio Jockyman na Tupi, sendo que essas duas novelas também eram plágios da peça de Cheiqui, portanto, foi um plágio de um plágio de um plágio de... não, não, não é de outro plágio, até que se prove que Cheiquixpir plagiava alguém, claro. Ele também deu uma chupinhada na peça Cyrano de Bergerac, mas ninguém dá a mínima pro papel da Leandra Leal nessa novela, o importante mesmo é ver a Julião e o Catarina... ops, O Julião e A Catarina.

O sucesso dessa novela foi tamanho que a Globo e o Viva já reprisaram ela mais vezes que a RedeTV! reprisou Betty a Feia e o SBT, A Usurpadora, juntas. Sério.

História[editar]

Catarina "Favo de Mel" Batista (Adriana Esteves) é uma mulher-macho filha de banqueiro que em plena década de 1920 quer mandar em todos os machos da terra. Julião "Arriégua" Petruchio (Eduardo Moscovis) é um camponês fedorento que acha que mulher tem mais que pilotar fogão, senão não é mulher, sendo portanto um homem sério e de bem...

Cquote1.png O AUTOR DESSE ARTIGO SÓ PODE SER UM MACHISTA, UM PORCO CHAUVINISTA! Cquote2.png
Catarina sobre meu comentário acima.

Calma, calma, não tá mais aqui quem falou...

O fato é que o Batista (Luis Melo), cansado de ver a filha mais velha por lá estragando sua campanha para prefeito, decide casar ela com o primeiro demente que tivesse disposto a enfrentar a "fera", por literalmente mandar todos os pretendentes irem para Portugal de navio com seu gênio maligno. Petruchio, entusiasmado pelo dote que o banqueiro oferece e completamente entupido de dívidas até o pescoço com outro banqueiro, o poderoso Joaquim (Carlos Vereza), ele topa o desafio, fazendo de tudo pra conquistar essa mulher, até enfim casar com a mesma, após muita teimosia. Embora com o passar do tempo ambos comecem a realmente gostar um do outro, eles passam a novela inteira dizendo que não, para deixar todas as mães do início dos anos 2000 desesperadas com a possibilidade de dar merda no casório deles.

Ao mesmo tempo, Bianca (Leandra Leal), a irmã mais nova de Catarina, quer muito se casar, com o Heitor (Dança Gatinho), forte, musculoso, atlético, mas burro pra cacete e muito interesseiro, que por não saber fazer nem mesmo uma despoesia, pede a ajuda do professor Edmundo (Angelo Antônio), que acaba por se apaixonar no processo pela Bianca, apesar de ser BEM MAIS VELHO que ela e também um pobretão sem eira nem beira.

Tem um monte de outros personagens, mas nenhum realmente é muito importante, exceto a filha do Joaquim, Marcela/Muriel (Drica Moraes), que deu pro Petruchio quando mais moça e agora voltou pra Sampa afim de estragar o casório dele com a "Fera" e ficar com aquele "caipirão barbudo" só pra ela (cada doida com sua mania, cruz-credo...).

AH SIM... já ia me esquecendo do Cornélio (Gay Latorraca), que tinha um dos nomes mais perfeitos para um personagem de novela, pode perguntar à Dinorá "Divina" (ou "Diaba", depois da galha, Maria Padilha)...

Trilha Sonora[editar]

  • Lançada em setembro de 2000, a trilha sonora da novela conta com treze composições, algumas delas compostas especialmente para a novela, como as de Jair Rodrigues e Sérgio Saraceni. Lançada na mesma época que os álbuns internacionais de Uga Uga e Laços de Família, esta foi a mais bem-sucedida das três. Ainda temos Zeca Pagodinho, Joanna, Guy Lombardo e outros contemplando o repertório, meio contemporâneo a nível nacional, meio de época a nível internacional.

Capa: Leandra Leal como Bianca
1. Jura - Zeca Pagodinho (tema de abertura)
2. Olha o Que o Amor me Faz - Sandy & Junior
3. O Cravo e a Rosa - Jair Rodrigues
4. Nada Sério - Joanna
5. Tristeza do Jeca - Sérgio Reis
6. Mississipi Rag - Willian Krell, interpretado por Claude Bolling
7. Quem Toma Conta de Mim (Someone to Watch Over Me) - Paula Toller
8. Lua Branca - Quem não sabe quem foi Chiquinha Gonzaga? O autor do artigo, que colocou quem interpreta a canção: Verônica Sabino
9. Odeon - na verdade foi Ernesto Nazareth, mas algum filho da puta me fez o desfavor de colocar o intérprete, Sérgio Saraceni
10. Coquette - Guy Lombardo
12. Tea for Two - Caesar & Youmans. O mesmo filho da puta que fez o artigo insiste em colocar os intérpretes, Ella Fitzgerald & Count Basie
13. Rain - Sérgio Saraceni
14. On the Mississipi - Claude Bolling

Este artigo é ridiculamente pequeno e imaturo.
Ajude esta porcaria a amadurecer!!