O Gato Fedorento

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Richarlyson.jpg Ai amiga, esse artigo ficaria um loosho se tivesse uma imagem!
Bem que o bofe que criou essa coisa linda podia colocar uma imagemzinha somente pra esse artigo ficar um ar-ra-so!!!

Cquote1.png Você quis dizer: Casseta e Planeta sem palavrões Cquote2.png
Google sobre O Gato Fedorento
Cquote1.png Este é um programa excelente! Vá lá, é um bom programa... Pensando bem, é razoavelzinho... Fraquinho, sim, é bem fraquinho. Cquote2.png
Você sobre O Gato Fedorento

Cquote1.png Bué da fixe, pá! Cquote2.png
Adolescente português sobre O Gato Fedorento

Cquote1.png Fuck them! Cquote2.png
Alberto João Jardim sobre O Gato Fedorento

Cquote1.png Porreiro, pá! Cquote2.png
José Sócrates sobre O Gato Fedorento

Cquote1.png Ai, coloquem um perfume nesse gatinho, gente! Cquote2.png
Carla Perez sobre O Gato Fedorento

Cquote1.png O Gato Fedorento, Gato Fedorento é um programa que... efectivamente trabalhou bem, trabalhou bem, e com tranquilidade é um dos grandes, um dos grandes programas da... televisão portuguesa. Cquote2.png
Paulo Bento, Paulo Bento sobre O Gato Fedorento

Cquote1.png Alguns brasileiros não acham graça no Gato Fedorento. E o burro sou eu? E o ruim sou eu? Nheimnheimnheim! Cquote2.png
Felipão sobre O Gato Fedorento

Cquote1.png Não, concordo é um grande programa. Cquote2.png
Pessoa que tem o hábito irritante de começar todas as respostas com a palavra não, mesmo quando concorda com o que lhe foi perguntado sobre O Gato Fedorento

Cquote1.png A nossa doutrina é muito simples. À isenção respondemos com exagero e à imparcialidade respondemos com a descontextualização desonesta. Cquote2.png
Ricardo de Araújo Pereira sobre O Gato Fedorento

O Gato Fedorento é um felino que carece de banho...

Ah, e também é um grupo de comediantes de Portugal.

Diz que é uma espécie de História[editar]

Era uma vez Deus. Ele em sua onipotência criou todos os homens, animais e plantas. E também Portugal. Com o tempo, as coisas nesse pedaço (vá lá, pedacinho) de mundo foram degringolando, e assim surgiu o Gato Fedorento para debochar, escrachar e ganhar alguns milhões de euros.

Era uma bela tarde chuvosa em Lisboa. Um garoto, que em terras lusitanas diz-se puto, queria ser famoso. Para tanto, apareceu em vários programas de TV, na plateia, e, eventualmente, passando alguma vergonha ao fazer caretas e errar perguntas óbvias sobre o Benfica, seu clube de coração: era Ricardo Araújo Pereira. Tentou ser modelo, fazendo algumas propagandas para a Portugal Telecom, o que não deu muito certo. Sem outras alternativas menos difíceis, teve de ir para a universidade. E lá chegando, tratou de logo se introduzir nas atividades essenciais e cotidianas do universo acadêmico, ou seja, festa!!!

Nessas festas, Ricardo conhecia muita gente interessante, até um neto bastardo de seu bisavô, um sportinguista gordinho chamado José Diogo Quintela, descendente do Barão de Quintela, o que não quer dizer muita coisa. Depois de muitos cálices de vinho, piadas e sorrisos, os dois começaram a namorar surgiu uma bela suruba amizade.

Os dois, agora formados em jornalismo, saíram pelas rádios e canais de televisão de Lisboa buscando uma vaguinha. Estrategicamente, entre uma parada e outra, vinha uma Sagres em algum botequim, o que atrasou consideravelmente a entrada dos dois no mercado de trabalho. Porém, foi numa dessas aventuras etílicas que eles conheceram Herman José. Foi amor à primeira vista Esse encontro lhes proporcionou o primeiro contrato homossexual profissional, junto a Produções Fictícias, que diz que é uma espécie de produtora, responsável pela criação e produção dos programas de Herman na RTP.

Como a vida no universo televisivo é muito fácil, lhes sobrava muito tempo para o ócio. Muito mesmo. Então, eles seguiam passando as tardes nos botecos lisboetas. Dessa forma, encontraram outros dois boêmios, Tiago Dores e Miguel Góis, que coincidentemente também eram jornalistas. Não demorou muito tempo para os quatro começarem a trabalhar juntos.

Realmente, a falta do que fazer era algo endêmico, deveras preocupante. Passar as tardes bebendo e jogando paciência no computador estava se tornando algo muito chato. Zé Diogo, o burguês da trupe, gostava muito dos assuntos relacionados à internet, e sugeriu aos amigos a criação de um blog. Inicialmente, a ideia pareceu ser cansativa demais, e efetivamente era. Contudo, após muita insistência, muita mesmo, eles concordaram. Mas e o nome, qual seria? Vários nomes foram sugeridos. Pequenos Putos Tristes, Comer tatu é bom, que pena que dá dor nas costas, Diz que é uma espécie de blog, Nós amamos o Ricardo Pereira (a mais criticada de todas as sugestões), e por aí vai. Passaram-se vários meses, e o blog não saía do mundo das ideias. Eis que, certa feita, Zé Diogo trouxe consigo até a produtora um gato, chamado Liédson. O bichano estava cheirando muitíssimo mal. Vá lá, era um odor fortezinho... Bem, médio, uma catinga média... Enfim, um fedorzinho. Eis que Ricardo, ao ver, ou melhor, sentir o gato, teve a ideia de batizar o blog como O Gato Fedorento, apenas para dar a referida página um ar mais jovem e moderno, e como tentativa de conferir mais cor aos textos sem alguma substância.

E não é que o blog deu certo? Contudo, ele provocou a primeira grande crise na família fedorenta. Apenas Zé Diogo e Ricardo foram convidados pela SIC para participar do programa Perfeito Anormal, que diz que era uma espécie de Zorra Total lusa. Miguel e Tiago ficaram muitíssimo tristes, cogitando inclusive mudarem-se para a Madeira, e viverem do plantio de bananas e kunamis, ou como assessores de Alberto João Jardim.

Mas, como em uma boa telenovela mexicana, o amor falou mais alto, quer dizer, a amizade. A SIC resolveu dar (ui!) um programa para os quatro. Surge assim a Série Fonseca. Depois desta, são criadas a Série Meireles e Série Barbosa. As menininhas portuguesas tinham novos sex simbols. O grupo fez um sucesso enorme! Ou melhor, um sucesso considerável... Corrigindo, um sucesso mediano, medianinho... Falando a verdade, um sucesso muito fraquinho.

A RTP, que não é boba nem nada, atentou para o potencial sexual financeiro da trupe, e resolveu gastar um mol de dinheiros para trazê-los. Nem foi tanto assim, mas tudo bem. Em 2006, lançaram a Série Lopes da Silva, que nada mais é que uma cópia dos trabalhos feitos para a SIC. O formato já estava enchendo o saco, e os Gato já não eram os homens mais desejados de Portugal, perdendo essa posição para João Kléber. Portanto, viram-se obrigados a pensar em algo novo, o que implicava em trabalho, coisa que não lhes apetecia muito. Aí surge Diz que é uma espécie de magazine, uma mistura de Programa do Jô, CQC e Casseta e Planeta. Os quatro, sentados em confortáveis poltronas, diante de uma plateia, comentavam as notícias do país, falavam mal do governo e traziam uns artistas em crise para se apresentarem. Deu certo, tanto que fizeram outra temporada do programa.

Eis que a SIC resolveu tê-los de volta. Pagaram-lhes 30 milhões de euros, mais o território de Algarve e Estoril para contratá-los, e evidentemente conseguiu. Zé Carlos surge, e, logo a seguir, Gato Fedorento esmiuça os sufrágios, onde Ricardo Pereira enfim toma o lugar que sempre quis, o de único âncora do programa, tendo os outros como repórteres e comentaristas. Mesmo assim, os quatro seguem sendo amigos e amantes. Ou não.

O Gato Fedorento por Paulo Bento[editar]

O Gato Fedorento foi fundamentalmente começando aos poucos, aos poucos, mas com muita tranquilidade. Parou de tomar banho, errr, tomar banho...com tranquilidade, contou histórias fundamentalmente com tranquilidade, revelou o segredo... errr, o segredo do esporte é trabalhar bem, e com tranquilidade... Deu entrevistas que ninguém entende o que se fala com tranquilidade, ....errr, com tranquilidade e manteve este amplo trabalho com tranquilidade, dando pra compraire o cacete do dia na pastelaria da esquina... com tranquilidade, e sempre esperando, errr... sempre esperando numa bicha de se emputeceires. Se quer continuar a ler este artigo, leia com tranquilidade, ou vai se ver com os zbortinguistas

Pinto da Costa[editar]