O Leopardo

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Este artigo se trata de um LIVRO!

Ele tem dedicatória, uma introdução chata pra caralho e assinatura do autor, que com certeza usa gola rolê e um par de óculos.

Outras obras literárias que você tem preguiça de ler.
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Il Gatitto
Livro O Leopardo.jpg
Capa do livro
Autor Autor de um livro só
País Bandeira da Itália Itália
Gênero Game of Thrones sem zumbis de gelo, com mais putaria e mais política
Editora Feltrinelli
Lançamento 1958


O Leopardo é mais um desses livros extremamente chatos pra porra que ninguém entende como pode ser considerado uma obra-prima da literatura, tudo porque algum filho da puta em algum momento da história disse que esse livro é grandes coisas, e aí um bando de poser vai lá e copia dizendo que o livro é o máximo sem nem se dar ao trabalho (tedioso) de lê-lo. O Leopardo é a versão italiana do Viva o Povo Brasileiro, um livro que consegue ser ao mesmo tempo tempo e contra-didático sobre a história de uma nação.

Lançamento[editar]

Giuseppe Tomasi di Lampedusa escreveu lá sua fanfic em 1957, falando de seus próprios antepassados com páginas e páginas de suas rotinas idiotas cuja leitura é uma completa perda de tempo, uma história tão chata que nenhuma editora em sã consciência da época aceitou publicar essa porcaria. di Lampedusa morreu de desgosto, mas foi explorando exatamente isso que o livro foi ressuscitado e lançado postumamente em 1959, assim ninguém ganharia direitos autorais e todo lucro ficaria com a editora, que vendeu o livro como obra-prima d aliteratura italiana contemporânea.

Para se ter uma ideia de como o livro foi lançado de qualquer jeito, o título escolhido foi "O Leopardo" mesmo que este animal absolutamente nada tem a ver com o enredo, nenhum leopardo é mencionado uma vez sequer, no máximo há a jaguatirica-da-áfrica que é o brasão da família de degenerados que foram o núcleo do enredo.

Enredo[editar]

Não bastasse a história do livro já ser chata pacas, ele acontece ainda durante o Risorgimento que é a parte mais chata de toda a história da Itália. Nem para o autor ter escolhido o Império Romano, o Renascimento ou tantas outras épocas legais, escolheu logo esta parte que ninguém se importa.

O livro narra a rotina do príncipe Don Fabrizio, uma vida tão entediante que torna a leitura do livro uma tarefa excruciante. Fabrizio é um renomado nobre do Reino das Duas Sicílias, e que como um bom nobre é um grande fanfarrão, sendo um merdeiro de primeira qualidade, que quando não está cagando com o nome de sua família, está brincando com o cachorro.

Fabrizio faz porra nenhuma, fica comendo prostitutas, fazendo porra nenhuma com seu cachorro Bendicò, sendo mulherengo com mulheres comprometidas, fazendo nada. Enquanto algum figurante ora o terço.

Volta e meia surge uma cena aleatória de gore com tripas, pedaços humanos e tudo mais só pra chocar o leitor gratuitamente. E assim o livro vai avançando sem pé nem cabeça, até terminar do nada e sem explicações, como uma boa fanfic.