O Príncipe

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O Príncipe, de Nicolau Maquiavel, escrito em 1513, é considerada a obra-prima deste autor.

Foi o primeiro livro a expressar a noção de Estado, conforme a conhecemos hoje. Foi também a primeira obra a desafiar a velha ordem mundial e negar a existência do estado do Acre.

Na época em que foi escrita, teve por objetivo ensinar um novo príncipe a se manter no poder, conseguir puxa-sacos com grande sutileza, e expandir seus domínios através de trollagem, perfis falsos no orkut e panelinhas.

Prefácio[editar]

Nicolau Maquiavel era filho de um padeiro português, fato que fica claro pelo seu primeiro nome, e, apesar de falar pouco da língua de seu pai, participava de uma wiki humorística losófona, da qual pretendia ser Moderador Malvado.

Lourenço de Médicis tatatatatatatatatatatatatatatatatatatatataravô do General Emílio Garrastazu Médici era burocrata desta wiki, e Maquiavel resolveu badalar seu saco escrotal, para ver se conseguia favores do chefinho. Resolveu então escrever um manual maquiavélico de trollagem, e enviar por anexo no MSN.

No prefácio do manual, intitulado Nicolaus Maclavellus ad Magnificum Laurentium Medicem (em latim o mesmo que "Nicolau Maquiavel add[1] o MSN de Lourenço de Médicis"), Maquiavel diz que não tem nada melhor para dar para Médicis, então envia este manual de trollagem, baseado nas suas experiências em ownar blogs, salas de bate-papo do UOL e fóruns da internet, chamados por Maquiavel "Principados".

Capítulo I[editar]

O primeiro capítulo, intitulado Quot sint genera principatuum et quibus modis acquirantur (ou "Como se origina um principado como kibeloco e como são adquiridos") define as formas como se consegue chegar ao poder em um blog ou site da internet qualquer.

Segundo Maquiavel, eles podem ser criados, hackeados, tomados por trollagem, ou após terem sido abandonados pelo criador (no caso de comunidades do orkut).

Capítulo II[editar]

De principatibus hereditariis ("Dê principalmente pelo que é hereditário") é dedicado à técnica de flertar para ownar. O que só é possível, infelizmente, entre pessoas de sexos opostos (ou não). Depois de se fisgar o príncipe, fica fácil tomar o principado ou mantê-lo por simples herança.

Segundo Maquiavel, muitas vezes uma boa maneira de se conquistar um principado é herda-lo. Maquiavel acha fácil manter o poder em um principado herdado, pois assim como o principado, os bajuladores vêm de mão beijada, e a panelinha já está formada.

Capítulo III[editar]

Intitulado De principatibus mixtis ("Os principados michos[2]), o capítulo terceiro trata de principados que são, tanto herdados como, em parte, conquistados... mas que são muito pequenos, michos...

O melhor jeito de tomá-los seria se infiltrar e criar mais de oito mil fakes. Trollar com os fakes e desestabilizar o principado com pequenas revoltas.

Capítulo IV[editar]

O quarto capítulo é praticamente só o título: Cur Darii regnum quod Alexander ocupaverat a sucessoribus suis post Alexandri mortem non defecit.

Na verdade esse capítulo, cujo título prefiro não comentar, mas fala sobre um rego, algo sobre ocupar o "Cur" do Alexandre, o Grande, e sobre um "post" comprometedor, não passa de um exemplo dos cuidados em se jogar truco valendo o toba, ou valendo a administração de um principado.

Capítulo V[editar]

Outro com um título maior do que o conteúdo: Quomodo administrandae sunt civitates vel principatus qui, antequam occuparentur, sus legibus vivebant ("Como administrar wikis que já tinham regras antes de serem tomadas").

Para Maquiavel, uma vez tomado o principado, mais especificamente uma wiki, nesse caso, não precisa-se mais esforçar-se para mudar muita coisa, fazendo flamewar, mas há três alternativas:

A primeira é sair apagando os artigos e bloqueando geral, o que é engraçado no início, mas quando tudo estiver acabado, o príncipe não vai ter o que fazer. A segunda opção é realmente estar entre os usuários, participar da wiki ativamente... blá, blá, blá... fazer de conta que se importa. Muito chato! A terceira é escolher entre os puxa-sacos uma meia dúzia de administradores e que se explodam.

Capítulos de VI a XXVI[editar]

Estes capítulos são muito chatos. Exceto pela parte em que se planeja a tomada da Desciclopédia.

Segundo Maquiavel, para se tomar a Desciclopédia seria necessário o empenho de diversos recursos, como panelagem, fakes (chamados sockpuppets), intrigas via MSN e no Boteco, e tudo isso para dominar uma wiki com um servidor fail.

Maquiavel sugeriu a Lourenço que, ao em vez de tentar tomar a Desciclopédia, criasse um plágio na Wikia.

Atualmente, Lourenço de Médicis é o dono e único editor da "Gargalhadopédia – a enciclopédia livre de MWAHAHAHAHAHA!", e se sente realizado em criar artigos to tipo copiar/colar da Desciclopédia. A Gargalhadopédia tem dois artigos, contando com a página principal, página de usuário e de discussão de Lourenço.

Lourenço de Médicis está consultando um ortopedista para tratar da coluna, chutada quatro vezes antes de ser banido da Desciclopédia.

Ver também[editar]

Referências

  1. Do internetês, adicionar
  2. O mesmo que michuruca, sem valor.