Ofélia Anunciato

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Este artigo é relacionado à história.

Artigo tombado - Patrimônio histórico.

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Ofélia Anunciato já morreu!

Já estava na hora...

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Ofélia e sua escrava negra Cidinha Santiago, que atualmente é escrava de Edu Guedes.

Para outras Ofélias desse mundo, clique no meio dela, sem duplo sentido!

Cquote1.svg Você quis dizer: Irmã mais velha da Palmirinha Cquote2.svg
Google sobre Ofélia Anunciato
Cquote1.svg Aprendi tudo com ela! Cquote2.svg
Ana Maria Braga sobre Ofélia

Ofélia Ramos Anunciato (Itatiba, 27 de dezembro de 1924 — São Paulo, 26 de outubro de 1998) foi uma culinarista e cozinheira brasileira que sua mãe e sua avó viviam assistindo o programa dela na TV ou compraram o livro dela, sem dúvidas. Ok, eu, nascido nos anos 80, também assisti o programa dela algumas vezes na vida. Ela colocava receitas em muitos jornais, sendo provavelmente a primeira culinarista a ficar conhecidíssima nesse meio (outras da mesma época ficaram no máximo nos livros ou no Sítio do Picapau Amarelo - vide Dona Benta). Provavelmente ela foi a primeira a fazer um programa do gênero na TV, no caso na TV Santos, já falida a anos, em 1958.

Seu programa "A cozinha maravilhosa de Ofélia" passou em mais 2 canais, TV Tupi até a Band, onde ficaria por 30 anos ininterruptos de 1968 até 1998, quando finalmente morreu de congestão após um prato mal feito de chimarrão com gafanhoto.

A velhinha lançou uns zilhões de livros, sendo os mais conhecidos O Grande Livro da Cozinha Maravilhosa de Ofélia e Ofélia, o Sabor do Brasil, que chegou a ser lançado em mais de 300 línguas, para todos os paladares possíveis terem overdose com suas receitas envenenadas de uísque barato e vinho de posto.

Alguns dizem que na verdade ela simulou sua própria morte e continha viva, usando um novo nome e disfarce: Palmirinha Onofre, para continuar a fazer todas as mães do Brasil ficarem com o cu numa cadeira assistindo a tudo feito vagabas que nunca aprenderão nem a assar um pão.

Ver também[editar]