Olavo Bilac

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Olavo Bilau foi um engomadinho, muito famoso nos fins do século XIX por suas incapacidades poéticas. Isso mesmo. Naquela época, não se acreditava que um brasileiro pudesse fazer coisa que prestasse; por isso, quando um nativo conseguia escrever um soneto, por exemplo, era considerado um gênio. Olavo Bilau foi o Gonçalves de Magalhães do Parnasianismo.

Começou sua carreira como jornalista, sendo uma espécie de Pedro Bial da parada, inclusive na presunção. Depois se familiarizou com a estética parnasiana, talvez sendo o único dentre seus camaradas que já começou desse jeito: chatérrimo impassível. Se uniu aos seus amiguinhos de pseudo-poesia, e eles ficaram brincando de pseudo-elite com sua pseudo-erudição, até se cansarem e fazerem alguma coisa que prestasse. Com efeito, Olavo se meteu a fazer poesia com matizes simbolistas, embora não gostasse dessa corrente por considerar seus membros todos uns insensatos, ao contrário dele, que era sensatíssimo. Era um poeta tão bom da cabeça que morreu metendo um tiro nela -ou seja, com uma surpreendente chave-de-ouro.

Olavo Bilau foi eleito a princesa dos poetas parnasianos, já que era o mais talentoso deles e o mais gay também. Esteve também envolvido com política, exercendo algum cargo que eu não sei qual é -ou não. Escreveu alguma coisa como um hino ou sei lá o quê.

No campo da poesia, Bilau escreveu alguns dos mais célebres sonetos da literatura nacional. Um, que fala sobre como é bom ser lunático, encontrado em "Via Láctea", uma de suas primeiras obras. Outro, de título "Nel Mezzo del Cammin..." (ou não), mais tarde plagiado por Drummond de Andrade ("No meio do caminho encontrei uma pedra...").


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