Olympique Merdique

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Olympique de Marseille
Escudo do Olympique de Marseille.png
Brasão
Hino '
Nome Oficial Olympique des Médiocres
Origem Bandeira da França França- Marselha
Apelidos
Torcedores
Torcidas
Fatos Inúteis
Mascote
Torcedor Ilustre
Estádio Félodrome
Capacidade
Sede
Presidente
Coisas do Time
Treinador
Pior Jogador Nuvola apps core.png
Melhor Jogador Crystal Clear action bookmark.svg.png
Patrocinador
Time
Material Esportivo
Liga Campeonato Francês
Divisão Ligue 1
Títulos
Ranking Nacional
Uniformes



Olympique de Marseille é um clube medíocre francês que representa a cidade de Marselha ao sul da França. O lema do clube, Droit au Bus, estampado no escudo, é gritado pela torcida nos estádios e significa "direto ao ônibus", frase proverida após toda derrota do time, quando os torcedores voltam ao ônibus pra voltar pra casa.

Com alguns títulos importantes como o campeonato francês, UEFA Champions League, Torneio Roberta Close Pedrosa e a Taça Bebin, o Olympique tem diversas estrelas (só uma) de títulos no escudo.

História[editar]

Fundação[editar]

O time foi fundado em 1892 ainda como um simples time de Ferret Legging, um esporte milenar onde uma fuinha é enfiada dentro das calças dos competidores e aquele que resistir mais tempo os arranhões e mordidas do animal vence. Este esporte todavia vinha se tornando extremamente impopular na medida que entidades preocupadas com direitos dos animais defendia que nenhuma fuinha merecia ser enfiada em calças francesas de culhões mal lavados. Assim em 1899 o clube Olympique de Marseille migra suas atividades para o futebol, o esporte modinha daquele momento. Como na França sempre só teve times ruins de futebol não foi difícil começar a se destacar e se estabelecer na primeira divisão.

Primeiros títulos[editar]

No começo do século XX o Olympique de Marseille conquistou uma série de vice-campeonatos e terceiras colocação, posições de tabela que a torcida sempre considerou com carinho, visto a capacidade do clube. Foi ainda campeão em 1942–43, no meio da invasão da Normandia na Segunda Guerra Mundial, sendo o time de futebol francês mais sem noção de jogar futebol enquanto o mundo ruía.

Jejum nas décadas de 50 e 60[editar]

Por 20 anos o Olympique de Marseille foi um Botafogo da vida. Era tradicional e conhecido, mas perdia tudo, rebaixava, ficou duas décadas sem ganhar nenhum mísero título e no máximo uma Série B da França.

O máximo que ganhou foi uma Copa Charles Drago em 1957, um campeonatinho que reunia os times eliminados nas quartas-de-final da Copa da França apenas para eles terem o que jogar depois de terem sido eliminados tão cedo.

Primeiros fiascos continentais[editar]

A estreia deste time na Liga dos Campeões foi na temporada de 1971–72, tomando goleada do Ajax e sendo eliminado logo de cara, como sempre.

Só foi aparecer depois na Liga dos Campeões de 1990-91, quando após uma tabela completamente montada, venceu nas primeiras fases times amadores como o KS Dinamo Tirana da Albânia, e o KKS Lech Poznań da Polônia, até atingir a final de Champions League mais moleza da história ao se deparar com o Crvena Zvezda. Todo o plano sórdido de compra de resultados e manipulações de tabela parecia estar dando certo e o primeiro título europeu para um time francês parecia encaminhado, afinal os rivais do Crvena Zvezda eram só um bando de bêbados que sabiam só dar porrada e mal sabia chutar uma bola. Todavia a final terminou em 0x0, mas graças ao jogador Manuel Amoros que errou um dos pênaltis, uma vez que ele chutou a bola displicentemente achando que o goleiro do Crvena Zvezda estava comprado como de todos outros times adversários anteriores, mas a cobrança foi defendida porque o time sérvio era proibido de receber dinheiro, afinal eram de um país comunista, e já estavam acostumados à pobreza e eram imunes à sordidez das propinas dos franceses.

A mesma tragédia aconteceu pela Liga dos Campeões de 1991–92, quando foi eliminado por mais um time comunista que não pode ser comprado por malas pretas. Dessa vez o Sparta Praga da República Tcheca logo lá nas fases preliminares.

Liga dos Campeões de 1992-93[editar]

O Olympique de Marseille sagrou-se detentor da maior glória entre os clubes franceses ao finalmente vencer a Liga dos Campeões da UEFA da temporada 1992-93. Na época, sabemos que o comunismo faliu, o que implicou que todos os times da Europa passaram então a serem passíveis de serem tentados pelo capitalismo do suborno. Aproveitando-se disso a equipe francesa venceu todos os times ex-comunistas possíveis ao longo da competição, que agora podiam entregar os jogos por valores módicos de dinheiro, até o Olympique atingir a final que foi realizada na cidade de Munique, na Alemanha, contra o AC Milan da Itália. A partida ocorreu no dia 26 de maio de 1993, e o resultado foi 1 a 0 para os franceses, com gol do zagueiro Basile Boli numa vitória que especialistas em geral definem como "cagada". O Olympique contava com jogadores como Fabien Barthez (quando ainda tinha cabelo), Jocelyn Angloma, Marcel Desailly, Rudi Völler, Alen Bokšić e o capitão Didier Deschamps.

Escândalo[editar]

Na temporada seguinte o Marseille foi impedido de participar da Liga dos Campeões devido a corrupção na Ligue 1, e seu título da Liga dos Campeões 1992-93 foi cassado e removido. Por dó dos franceses, todavia, toda a mídia européia decidiu manter o título da Champions para o Olympique de Marseille, e hoje em dia todos consideram que ele foi mesmo campeão de 1992-93, assim os franceses param de encher o saco que nunca ganharam alguma coisa.

O time porém foi rebaixado para a segunda divisão e impedido de subir. Por isso ganhou uma Ligue 2 num ano mas teve que jogar a Segundona de novo. Falhou (como sempre) em ser bi-campeão de Segunda Divisão, e ficou com o vice no ano em que pode voltar à Ligue 1.

Século XXI[editar]

Após o escândalo da década de 90, o Olympique de Marseille perdeu prestígio e sem conseguir mais comprar resultados pois a grana ficou curta, mal se dá bem no mero campeonato francês o qual ficou 18 anos sem ganhar. Fora esse título de pura sorte em 2010, foi tricampeão da Copinha da França (2010,2011 e 2012), por pura falta de concorrência a altura. A nível europeu teve que se contentar em disputar a Segunda Divisão da Champions League, o qual foi duas vezes vice, afinal os times franceses são proibidos de ganhar qualquer coisa continental.

Estádio[editar]

Estádio Lotado no clássico contra o Lyon.

O Stade Vélodrome é um caixote que está frequentemente vazio e único estádio no mundo com formato de escorrega de parque infantil.

Torcedores[editar]

Com um desrespeito e raiva intensa de clubes como Lyon e Bordeaux, e outros (provavelmente porque não conseguem ganhar deles assim como de ninguém), os torcedores fanáticos por esse clube só existem na cidade de Marselha e ainda é uma espécie em extinção.

Por incrível que pareça, ainda há meliantes torcendo para este péssimo clube. Antigamente, não se sabia bem sobre o motivo que leva almas humanas a torcer para um clube com escudo e uniforme tão feios, e ainda patrocinado pela Adidas. Fora, claro, o desempenho do clube, que era, é, e sempre será horrendo em campo.

Títulos[editar]