Orlanda

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Google sobre Orlanda

Bandeira-orlanda-pequena.jpg

ORLANDA[editar]

País banhado pelo Mar Báltico, liberal como a Holanda e cervejeiro como a Irlanda.


Dados Principais[editar]

ÁREA: 52.300 km². Dividida em oito condados: Beerland, Gran-Marniê, Fen, Belvedere, Absolut, Gorall, Vazuar e a Ilha Smirnoff.

CAPITAL: Pilsen

POPULAÇÃO: 12 milhões

MOEDA: libra orlandesa

NOME OFICIAL: Nação da Orlanda

NACIONALIDADE: orlandesa

DATA NACIONAL: primeira quinzena de Canjebrim

LOCALIZAÇÃO: oeste da Europa

FUSO HORÁRIO: + 3 horas em relação à Brasília

CLIMA: temperado oceânico.

CIDADES DA ORLANDA (PRINCIPAIS): Pilsen, Santa Cana, Smirnoff Island (grande centro turístico), Pesticow, Paço de Lumiar e Mengov.

IDIOMAS: orlandês (oficial), além dos inúmeros dialetos populares dos condados.

DENSIDADE DEMOGRÁFICA: 120,06 hab./km².

CRESCIMENTO DEMOGRÁFICO: 0,2% ao ano (1995 a 2000).

EXPECTATIVA DE VIDA M/F: 75/81 anos (1995-2000).

MORTALIDADE INFANTIL: 6 por mil nascimentos (1995-2000).

ANALFABETISMO: não há.

IDH (0-1): 0,925 (1998).

RENDA PER CAPITA: US$ 21.410

ECONOMIA DA ORLANDA:

Produtos Agrícolas: trigo, cevada, cannabis, papoula.

Pecuária: bovinos.

Mineração: gás natural, petróleo (maior reserva do mundo), calcário.

Indústria: alimentícia, equipamentos de transporte, máquinas (não elétricas), química, metalúrgica. (cervejaria orlandesa EOEB é a maior produtora mundial).


FLORA E FAUNA
A fauna e flora orlandesa é muito variada, e prevalece como a da Europa Continental do Norte. Florestas de pinheiros, campos de flores nativas (como begônias e tulipas) dividem espaço com brezales e pântanos, o que possibilita a existência de muitos brejos.
Por um acaso na natureza, algumas praias orlandesas são banhadas por sol forte durante a primavera e o verão como a praia de Vadar Unrole Beach, o que atrai (além de turistas) uma grande quantidade de aves migratórias. Cachoeiras e rios se encontram do centro-oeste ao norte do país, com uma grande concentração de peixes de água doce como salmões e trutas, além de dezenas de famílias de lontras.

Para o norte, aves das terras altas, como o zarapito e o archibebe frequentam os páramos. O gato montês costuma habitar terrenos mais rochosos. Os peixes mais característicos são o arenque, a anguila, o eperlano, tainha e robalo. As aves mais comuns são a pomba zurita, a gaivota reidora, o pato real, a avefría, típica das pradeiras húmidas e dos pastizales, assim como a agachadiza dos pântanos, o escribano palustre e o soromuzo lavanco. Na costa existe a gaivota argentea, o ostrero e o carricerín comum. Também são abundantes os mamíferos como o morcego, a raposa vermelha, que vive em dunas e pântanos, a cierva e o corzo.

Na Ilha Smirnoff existem numerosas colônias de aves como albatrozes, gaivotas, fradinhos e araos. Marsopas, golfinhos e baleias podem-se ver com muita facilidade em volta da costa orlandesa. Também é possível encontrar a maior população de focas cinzas do mundo. E, por último, a ilha acolhe também o raro exemplar da àguia pescadora.


História da Orlanda[editar]

Ninguém sabe ao certo de onde surgiram as pessoas que habitam a Orlanda. Existem registros de humanos que viviam na Orlanda num período anterior a 4.000 a.C. Pinturas rupestres encontradas em uma variedade de cavernas por toda a Orlanda nos mostram cenas do cotidiano do orlandês pré-histórico. Além disso, também foram encontrados instrumentos de metal utilizados na era neolítica tais como lanças, ferramentas e machados, provando que nessa época o orlandês já se dividia em comunidades.


Aparentemente desde o seu início, a Orlanda tem sido uma nação pacífica. Não existem nem lendas sobre guerras ou grandes conflitos entre orlandeses e muito disso se deve a preocupação que sempre ocorreu na população de se manter inteligente o suficiente para poder se relacionar respeitosamente com todos os habitantes do país. Dessa forma, cultura e educação orlandesa sempre foram indispensáveis para o país, tão importantes quanto alimentos e cerveja.


Por parecer apenas mais uma pequena ilha européia, a Orlanda não foi incomodada por seus vizinhos, como a Inglaterra. Todos os países vizinhos haviam assinado o Tratado Frizante, declarando que a Orlanda não oferecia lucro algum para as outras nações e reinos e que não havia porque invadi-la ou iniciar guerras. Dessa forma, a Orlanda pode desenvolver-se sob suas próprias leis e costumes, tornando-se completamente diferente de todo o resto do globo.


Enquanto no resto da Europa os reis absolutistas tinham o poder político centralizado em suas mãos, garantindo os privilégios da nobreza proprietária de terras que favoreceram o enriquecimento da burguesia mercantil e manufatureira, na Orlanda existia o Regime Legalaize.

Regime Legalaize[editar]

O Regime Legalaize é legitimamente orlandês, apesar de ninguém se opor se quiserem utilizá-lo em outros países. Neste regime, que existe até hoje com algumas adaptações, todo e qualquer orlandês é responsável por suas ações, tem como punição sua própria consciência e todo o comércio interno é baseado em escambo equilibrado.

Comércio Interno[editar]

O escambo equilibrado se iniciou quando a Orlanda ainda vivia apenas da produção própria de alimentos para o corpo e mente e de bebidas alcoólicas. Enquanto na região sul se concentrava a fabricação dos primeiros tipo de cervejas utilizadas em rituais, vinhos e destilados, as regiões norte e oeste já possuíam uma grande produção de toda variedade de alimentos. A região leste (como todo seu litoral) detinha a produção de alimentos para a mente de toda a sorte.
Dessa forma, quando era necessário cerveja para os rituais, todo o país enviava mantimentos para o sul, e vice-versa, criando assim o escambo equilibrado.

Comércio Externo[editar]

Como grande parte do planeta vive sob o regime capitalista, a Orlanda resolveu se utilizar de suas reservas naturais de petróleo (as maiores do mundo) e da fabricação de cerveja para importar produtos não fabricados no país, como canetas marca-texto. Ou seja, a Orlanda não precisa muito do que existe do lado de fora.

Costumes e Religião[editar]

Quase todos os costumes orlandeses giram em torno de uma bebida milenar, hoje chamada de Cerveja. A tradição conta que o antigo deus máximo orlandes, o Deus Sol Borbulhante, era cultuado em grandes templos chamados Botecos, localizados nos antigos círculos sagrados do Brejo. Desses cultos ainda permanece o costume das reuniões nos templos Botecos, além de vertentes modernas, como os Bares, Barzinhos, Budegas e Baladas.

Mitologia[editar]

  • Deus Sol Borbulhante - antigamente os orlandeses simbolicamente ofereciam seus fígados ao Deus Sol Borbulhante, bebendo durante todo o dia o que hoje chamamos de cerveja.
  • Lumiar - deusa celebrada em todas as noites de lua cheia, em batizados estomacais de destilados incolores de vários tipos.
  • Marr'Lei - nas festas desse deus, que originalmente ocorriam apenas nas praias, os fiéis fumavam ervas curativas para a mente e faziam saraus sagrados.


Calendário[editar]

O calendário orlandês é composto por um ano de 12 meses, dividido em 4 trimestres, contendo cada um 91 dias, num total de 364 dias. O primeiro mês de cada trimestre tem 31 dias e os outros dois meses 30 dias cada.

Existem dois dias complementares, um logo após do dia 30 de Trebiano, um sábado extra no mês, e outro utilizado apenas em anos bissextos, após o dia 30 de Nicotima, também como um sábado extra no mês. Ambos os dias são apenas considerados dias, nunca sendo agregados ao calendário, somando assim os 366 dias.

calendorlanda.jpg


Feriados e Datas Comemorativas[editar]

A maior parte dos feriados orlandeses ocorre em datas que marcam os dias de celebração de suas figuras mitológicas. Desde a época dos matutos e pensadores livres, essas datas foram registradas e se mantém até os dias de hoje.


Feriados Nacionais

  • 28 de Lúpula: Cervegeral.
  • 13 de Lagermalte: Supercana Açucarada.
  • 15 de Lagermalte: Orlambra.
  • 20 de Lagermalte: Campeonatos de Goldschlago.
  • 30 de Lagermalte: Tira-Gosto Nacional.
  • 14 de Nicotima: Dia de Lumiar.
  • 8 de Canjebrim: Dia de Marr'Lei.
  • 7 de Lumiar: Dia de Vitis.
  • 12 de Brejaboa: Pira-Pirá-Pirô.
  • 2 de Lambrusque: Dia de Sol Borbulhante.
  • 25 de Trebiano: Final dos Campeonatos de Bilhar.
  • dia imaginário depois do dia 30 de Trebiano.


Orlanda Hoje[editar]

Bandeira Orlandesa[editar]

A bandeira orlandesa é composta pelas cores amarela, preta e branca, simbolizando um copo de cerveja. A força da cevada está representada pelo braço que ergue um ramo do cereal. Abaixo do brasão oficial da Orlanda está a inscrição "fermentum, sorbeo, libertas", que pode ser interpretado como "Cerveja para beber em liberdade".


fermentum, sorbeo, libertas.

Mapa da Orlanda[editar]

Oeste Europeu e Orlanda.

Guia Turístico[editar]

Nesse Guia Turístico simplificado, você fica sabendo dos principais pontos que deve visitar quando for pra Orlanda.

Condado de Beerland[editar]

Além da capital do país, a cidade de Pilsen, o condado é a casa da maior cervejaria do mundo, produtora da famosa cerveja Orland. Ou seja, no condado você encontra as melhores baladas, os grandes centros culturais e, literalmente, rios de cerveja.
É o maior centro urbano da Orlanda.


Pilsen: na capital do país, você encontra o Museu da Língua Orlandesa, o Teatro Solar com apresentações diárias musicais e teatrais, o Parque do Condado, com mais de 879.972 m² de área verde no coração da metrópole, além de poder aproveitar da melhor vida noturna orlandesa.

Em números:

  • 98 teatros
  • 60 museus
  • 200 salas de cinema
  • 132 bibliotecas
  • 239 centros culturais
  • 285 casas noturnas
  • 4 casas de espetáculos
  • 78 parques
  • 6.288 praças
  • 8 mil restaurantes
  • 115 mil bares
  • 250 churrascarias


Bombrandão: cidade onde está a cervejaria EOEB, produtora da cerveja Orland (considerada de altíssima qualidade) e maior produtora de cerveja do mundo. É possível agendar passeios e fazer um tour, além de degustação ilimitada.


Condado de Gran-Marniê[editar]

Condado que se divide entre grandes centros empresariais e industriais e enormes plantações de uva. Gran-Marniê é o grande produtor de vinhos da Orlanda, além de possuir o maior porto do país, o Porto Carnelós. É por ele que são exportados todos os produtos genuinamente orlandeses: cerveja Orland, vinhos, vodkas, alimentos, além do Vinho do Porto Carnelós.

Vinho do Porto Carnelós[editar]

Sendo o maior símbolo do Condado de Gran-Marniê, o Vinho do Porto Carnelós tem uma história antiga e forte. Os vinhedos que propiciam este produto final sensacional forma originalmente plantados por tribos de mulheres que povoavam a região por volta de 200 d.C. Como cultuavam a Deusa Lumiar, criaram um néctar de uvas utilizado em seus rituais, tornando-se tão famoso que desde aquela época foi considerado o melhor vinho de toda Orlanda. Hoje em dia, em anos especiais e com técnicas apenas conhecidas pelas mulheres decendentes da tribo Vrouwelijk, é separado um lote muito restrito, do melhor vinhedo da Gran Calderan, proveniente de vinhas com idade média superior a 200 anos. A nota dominante é a delicadeza. Frutado intenso, aromático e complexo, taninos ultrafinos com final de prova muito longo. Vale uma viagem de trem pelos vales de Fen até lá para conhecer.