Os Dias Eram Assim

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Os Dias eram Assim é uma série da Globosta, cujo único objetivo é atingir hipsters e esquerdistas burros. A novela série retrata os anos da Ditadura Militar no Brasil, mas na verdade não mostra nada sobre isso, pois todos os episódios são clichês e iguais à qualquer novela tosca das 9. Além, é claro, dos personagens se vestirem como hipsters viciados em Instagram e agirem como esquerdistas vagabundos sustentados pelos pais.

Personagens[editar]

Alice é uma patricinha, rica e mimada, que não faz nada da vida além de viver às custas do pai rico. Ela quer dar uma de Paris Hilton e fica indo em baladinhas, se embebedando e mostrando os peitos como sempre, e um dia encontra um pobretão chamado Renato. Ela não perde tempo e já dá pra ele, e os dois se apaixonam e começam a ter um romance proibido, porque o pai dela fica puto e quer que ela se case com um empresário brocha rico, mas ela resiste e prefere ficar com o favelado, só pra deixar o pai mais frustrado do que ter uma filha ativista. Na outra fase da novela, ops... série, ela vira atriz pornô fotógrafa e vai viver nos Estados Fudidos.

Renato é o boiola galã da novela, mas na verdade é feio pra caralho e ainda é pobre, mas consegue comer a Alice e fica de olho na enorme herança da garota. Mas o que ele não sabe é que essa puta menina coincidentemente é filha de um antigo caso dele, um ricão que tinha fetiche em garotos favelados e esquerdistas. Ele, então, cansa de dar o cu pra ele, e começa a comer a filha, então o ricão fica puto e começa a sabotar o relacionamento dos dois. Depois disso, acontece um monte de merda inútil e ele vai pro Chile, e encontra coincidentemente (de novo) NO CHILE uma brasileira e, na mesma hora, já come ela e os dois se casam e tem um filho, tão feio quanto o pai.

Vitor é o corno que é apaixonado pela Alice, mas nunca conseguiu comer ela. Ele é rico para caralho, mas mesmo assim não consegue pegar ninguém, além do pai de Alice. Depois, ele consegue finalmente comer ela, e a garota fica grávida, e eles se casam, mas na hora do nascimento, a criança sai feia pra caralho, e todos percebem que, na verdade, o filho é de Renato, o favelado que comeu a Alice. O corno ignora esse pequeno detalhe, e assume a aberração criança.

Gustavo é o favelado, ativistinha radical, irmão do Renato. A única diferença entre os dois é que esse pelo menos é bonito. Esse retardado não faz nada, além de ficar pichando muros e fazendo protestinhos contra, coincidentemente, o pai de Alice. Ele não trabalha (assim como todos os outros personagens dessa bosta) e se junta com um figurante qualquer, que só aparece uma vez na série, pra protestar em frente à empresa do ricão. Só que o figurante retardado joga uma bomba, e os dois acabam presos e torturados. Depois, na outra fase da novela, ele continua vagabundeando em protestos, e fica tentando comer a esposa do irmão.

Rimena é uma brasileira que mora no Chile, e que entrou na série só pra ser corna e chorar. Ela ajuda Renato a se comunicar, mas na verdade, isso é só desculpa pra poder dar pra ele. Eles acabam namorando e, logo depois, se casando, e tendo um filho (que também não serve pra nada, porque mal aparece, e se teve duas falas na série toda, é muito). Ela passa a maior parte do tempo sendo corneada. Certa vez até achou uma foto de Alice na carteira de Renato e descobriu que ele guardava aquilo pra bater punheta.

Arnaldo Cezar Coelho é o pai de Alice, um empresário rico e que tenta parecer malvado, e que tem um esquema com militares. Ele fica a primeira fase inteira enchendo o saco de todo mundo, mas não consegue botar medo em ninguém. Como você já deve ter percebido, ele tá metido em tudo, porque nessa superprodução global TODO MUNDO se conhece de alguma maneira. Ele e o Vitor ficam tentando fazer Alice esquecer do tal pobretão inimigo dele, e dizem pra ela que ele morreu, mas na verdade ele tá no Chile, capinando terrenos baldios.

Vera é uma veia mãe do Renato, que era coincidentemente (sim, de novo!) ex-amante de Arnaldo. Os dois brigaram e ficaram com uma rixa milenar. Ela não serve pra nada na série, pois é velha e ninguém quer ver peitinho de velha. Ah, e ela tem uma livraria, onde TODOS os personagens dá serie acabam aparecendo pra bater ponto, mas o estranho é que nunca tem cliente naquela birosca.

Maria É a zé-droguinha da série e irmã de Renato. Assim como todos da família, ela só sabe vagabundear, pintando o corpo todo e ficando pelada no meio da rua, ou então fumando maconha junto de hippies. Ela é outro exemplo de personagem inútil. Na verdade, ela só ta lá porque tem uns peitão mesmo e pra fazer garotas retardadas quererem copiar seu visual hipster. Depois, na outra fase, ela simplesmente continua a mesma bosta de sempre e COINCIDENTEMENTE se envolve com o irmão daquele famoso Arnaldo, pai de Alice (sim, de novo ele).

Nanda é a irmã mais nova de Alice. Na primeira parte da série, ela era só uma pirralha chorona e intrometida, e não servia pra porra nenhuma na história. Porém, na segunda parte, ela cresceu e ficou gostosinha, então obviamente os tarados roteiristas deram um jeito dela virar uma patricinha doida, onde tudo o que sabe fazer é mostrar os peitos, ir em baladas e se drogar, dar pra todos do elenco e participar de inúmeras orgias. Depois, ela pega AIDS (era de se esperar).

Trilha sonora[editar]

  • Lançada em CD duplo com dois CDs, foi lançada também em LP, com 11 das canções abaixo.

CD 1[editar]

  1. Aos Nossos Filhos – Sophie Charlotte, Daniel Oliveira, Renato Góes, Gabriel Leone e Maria Casadevall (abertura da bagaça)
  2. Linguagem do Alunte – Novos Baianos
  3. Divino, Maravilhoso – Gal Costa
  4. Sangue Latino – Secos & Molhados
  5. Deus lhe Pague – Chico Buarque
  6. Atômico Platônico – Vanusa
  7. A Lua Girou (Sobre Tema Folclórico) – Milton Nascimento
  8. Nossa Canção – Roberto Carlos
  9. Tempo Perdido – Tiago Iorc
  10. Como Vai Você – Johnny Hooker
  11. Eu te Amei Como Pude (Feito Gente) – Walter Franco
  12. Ando Meio Desligado – Os Mutantes
  13. Flores Astrais – Secos & Molhados

CD 2[editar]

  1. AmorSecos & Molhados
  2. É Preciso Dar um Jeito, Meu Amigo – Erasmo Carlos
  3. Índios – Legião Urbana
  4. Menino do Rio – Baby do Brasil
  5. Mixturação – Walter Franco
  6. Não Sei Dançar – Marina Lima
  7. 20 e Poucos Anos – Fábio Jr.
  8. Joana Francesa – Chico Buarque
  9. Deus Lhe Pague (ao vivo) – Elis Regina
  10. Aquele Abraço – Gilberto Gil
  11. Fala – Secos & Molhados
  12. Podes Crer, Amizade – Toni Tornado
  13. Sociedade Alternativa – Raul Seixas
  14. Cálice – Chico Buarque e Milton Nascimento