Os Lusíadas

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Recomendamos também a leitura
d'Os Deslusíadas, uma tradução descíclope trazendo
um pouco de cultura às pessoas acéfalas.

Cquote1.png Não faz parte da minha cultura!!Que tal Hamlet?? Cquote2.png
Leandro Karnal sobre Os Lusíadas

Cquote1.png È louco!! Cquote2.png
Luiz Vaz De Camões sobre o "bagulho"

Cquote1.png quem vai ler isto? Cquote2.png
Você sobre Os Lusíadas

Cquote1.png ...tente usar maiúsculas, por exemplo A Cor Do Meu Destino... Cquote2.png
Wikipédia sobre Os Lusiadas

Cquote1.png " Cantando espalharei por toda parte" Cquote2.png
Camões Emo sobre Os Lusíadas

Os Lusíadas, Os Portugueses ou até mesmo Manuel e Joaquim é um livro de piadas da coleção Vaga-Lume, escrito pelo brilhante poeta português Com as Mãos, que tinha como principal objetivo, na altura em que escreveu a obra (p'rai há 500 anos atrás), fazer da vida dos alunos do 9º ano e agora também do 12º ano um 'living hell', inferno vivo, a partir início do século XX.

Um dos maiores legados literários da história da humanidade.

A composição do Livro[editar]

Esta gigantesca obra é constituída por milhares de estrofes decassilábicas de rima cruzada ou emparelhada, não sei, sem que uma palavra esteja corretamente conectada à prévia ou à seguinte, fazendo com que seja impossível ao ser humano normal se interessar por ler metade de uma estrofe, quanto mais fazer um resumo de um episódio, como o da Inês de Castro, o qual mesmo sendo considerado o mais belo, é fonte infinita de aborrecimento. Aliás é da mais profunda compreensão, que Luís Vaz de Camões é considerado disléxico. Para exemplificar isto, a sua escrita pode ser equiparada àquela dos adolescentes viciados em SMS's e MSN - komx xtax??!! tudo bem... na seh... oixxxxz... olax... amut..., etc.

História e narrativa[editar]

se vc esta lendo isto saiba que e falso e procure num saite mais seguro....... heterosexual-num-épico-dado-a-alunos-do-decimo-segundo-ano-que-ja-leram-a-obra-no-nono-ano'.

Com o tempo, o texto foi adaptando-se aos novos públicos. Foto: Capa da edição em Miguxês.

1ª Parte[editar]

Proposição[editar]

Essa primeira parte conta piadas sobre os reis e nobres, também com militares e um pouco sobre padeiros. Talvez seja uma tese científica, já que demonstra todos os aspectos de jumento do povo lusitano. O poeta começa a contar que havia em Portugal um certo militar. Ele cuidava da entrada de um quartel militar quando se aproxima um ginete à distância. O militar brande sua lança em direção à cabeça do cavaleiro e pergunta rispidamente:
- Sabes a senha?
- Sei.
- Então, podes entrar!

Depois ele conta sobre um rei português. O rei foi visitar um outro nobre português e o vê amigo saindo com um pergaminho debaixo do braço.
- Que pergaminho é esse? - ele pergunta, curioso.
- É um tomo sobre lógica.
- Lógica?! O que é isso?!
- Vou dar-vos um exemplo. Tendes um aquário no teu castelo?
- Tenho! sim senhor e a proposito,
- Então, se tendes aquário no castelo, logicamente há água dentro!
- Há, sim!
- Se tendes o aquário e nele há água, logicamente há um peixe a nadar lá dentro!
- Acertaste de novo!
- Se tendes um aquário com água e peixes, é provável que tenhas uma ou mais crianças em casa.
- Sim, tenho dois filhos!
- Então, se tendes filhos, logicamente, não sois gay! Entendestes, Majestade?
- Entendi! Que legal! - E fica tão entusiasmado que acaba emprestando o pergaminho.
Voltando para o castelo, encontra a carruagem de um outro amigo:
- Que pergaminho é esse, Majestade?
- É um tomo sobre lógica!
- Lógica?! Podeis vós explicar-me que é isso?
- Pois bem, dar-te-ei um exemplo: tens um aquário em casa?
- Não!
- Então, logicamente, és um viado!

Note que aí o portuga foi tão lógico que deduziu à frente do portuga anterior. Se não tem aquário, nem água e nem peixe, não tem filho; e se não tem filho, é um viado!

2ª Parte[editar]

Invocação[editar]

Essa parte o autor dá indícios de que é um português invocando os deuses para lhe ajudar, a ter uma inspiração e poder terminar essa merda esse livrinho de piadas.

Dedicatória[editar]

Outro indício do portuga: Ele agora inverte a ordem do livro. Coloca aqui o índice, o prefácio e para quem tanto ele escreve o livro. Oferece para a tua mãe, a tua prima e para todo mundo que for da tua família. Também dedica ao rei Dom Sebastião.

Narrativa[editar]

É aqui que começa a história, a Viagem do Vasco à Segunda Divisão e um português às Índias.

Excerto do episódio do Gigante Adamastor adaptado aos alunos do nono ano.[editar]

estavamus viajanu em plenu mah,
imersus na fumassa d 1 bagulhu,
qdu em frenti eu vi c apresentah,
1 giganti ronaldu du entulhu......
us manus veiu eu vi disesperah,
sainu du armariu venu barulhu......
i u giganti olho p genti
pondu medu dentru d minha menti......

i eu peguei meu pimpaum d minha kama,
i falei que meu miguxus xorariam......
u giganti viu i respondeu: a fama,
dus lusitanus eh d que sairiam
komu rosas...1 bixa que mama
na bunda d otra bixa que voariam......
i entaum kom medu u giganti me komeu,
i foi embora...... i u viadu naum me deu!!!!!


Camões também foi um grande visionário, a ponto de, 400 anos antes do advento da internet, ter escrito esta ode, que prova quão excelente desciclopediano ele seria se estivesse vivo:

Pra fugir da cruel melancolia
Que a estragada cabeça me atropela
E fugir ao mau tempo que fazia
Fui sentar-me num canto da janela.
Ali pela Internet todo o dia
Vadiando - mas quanta putaria! -
De tudo quanto vi vos darei parte
Se a tanto me ajudar engenho e arte.

Os Lusíadas Virou Música[editar]

Eis aqui transcrita a letra do maior sucesso Funk do verão passado: Os Lusíadas - MC Camões

(cujo ritmo foi posteriormente plagiado em Ela Só Pensa em Beijar)

Portugal no avanço
Portugal no avanço
Portugal no avanço
Em nome do Rei, Seguiram em Frente
Saíram de Lisboa para conquistar
Vasco da Gama queria, encontrar as Índias
Em quatro navios saiu a buscar
Portugal no avanço, nas ondas, no balanço
Os muçulmanos e Deuses a olhar
Na divina dança, em Boa Esperança
Os portugueses, sempre a velejar
Sempre a cruzar o mar, o mar, o mar, o mar
A navegar e lutar, lutar, lutar, lutar
Na África, Moçambique, Mombaça, Melinde
Passaram por Quiloa e Madagascar
Foram muitos dias, chuva, ventania,
E a agonia de no oceano andar
Cruzaram a Pérsia, cruzaram o mar,
Até Calicute, Reino de Malabar
Foram simplesmente, seguindo em frente
Chegaram no oriente, a Índia estava lá
Sempre a cruzar o mar, o mar, o mar, o mar
A navegar e lutar, lutar, lutar, lutar
Portugal no avanço
Portugal no avanço
Portugal no avanço

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