Os Três Mosqueteiros

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Ué...mas não são só três?

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Didi Mocó sobre Os Três Mosqueteiros

Tabela de conteúdo

[editar] Introdução

Familia real e mosqueteiros fantasiados pelo autor

Os Três Mosqueteiros é um livro (ORLY?) de uma trilogia de quatro livros. Foi escrito por Alexandre Dumas porque naquela época um escritor era pobre e só escrevia o que lhe mandavam, explica se agora de onde surgiu essa merda de livro. Os livros não são muito conhecidos porque a maioria da população é burra e não sabe ler tem interesse algum pela leitura, mas foi pensando justamente neste fim, é que algumas personalidades do cinema fizeram o filme inspirado no livro. Já vamos deixar claro que assim como na maioria dos casos, o filme é uma porcaria perto do livro, até porque ele retrata apenas o primeiro volume da história... Mas agora imagina, se o livro já é ruim, o que seria esse filme então...

Apesar do título, o livro conta a história de quatro mosqueteiros e não de três, e mais, por mais que tenham alguns romancezinhos mela cueca acontecendo o tempo todo, a verdadeira história é mais política do que qualquer outra coisa.

Leia o livro, veja o filme, ou simplesmente leia este artigo, vai dar na mesma, se você gostar, bem, se não, foda se!

[editar] Visão do Autor

Estava claro que Dumas queria criticar tudo e todos escrevendo este livro, mas ele não podia fazer muita coisa já que estava sendo custeado para escrever e já é do conhecimento de todos que na França daquela época, quem tinha a língua muito grande passava fome ou ia parar na forca.

Como Dumas não podia fazer muita coisa, ele resolveu fazer o convencional mesmo, um livro contando da vida monótona e chata da alta sociedade, reis, cardeais e da guarda nacional. Vendo que a história ficaria muito insuportável e ninguém ia querer ler, tentou colocar um pouco de ação e inventou umas lutinhas piores do que aquelas daqueles deseinhos da TV Globinho, não era muito, mas já era o suficiente para animar o povo a comprar levando em consideração que naquela época também não havia muito o que ser lido.

[editar] Personagens

Oops, mosqueteiro errado...esse é o falso
  • Cardeal de Richelieu: É como qualquer outro personagem da igreja antiga, não fazia merda nenhuma, tinha frequentes manifestações e ações corruptas, queria mandar em todo mundo e outras coisas do tipo. Não tinha moral nenhuma para comandar ninguém, mas por ser poderoso, sempre conseguia o que queria. Representa bem a figura da igreja antiga e da atual também! Neste livro o cardeal não presencia um papel muito importante para a história, é apenas o cardeal e a parte em que mais se destaca é a que está arrumando intriguinhas com os calalheiros que no final trarão benefícios a ele mesmo.
  • Luís XIII de França: Rei fraco, chifrudo, covarde e idiota, é completamente ciumento, mas não demonstra nada na frente de sua mulher por ter um grande medo de apanhar dela. Não tem um papel muito destacado no livro levando em conta que o autor não gostava muito de sua personalidade. A única parte de sua aparição que interessa é na sua richa pessoal com o Cardeal, isso fica claro quando ele fica todo felizinho por seus mosqueteiros terem surrado os guardas do rival. Apesar de corrupto e inútil Luís era piedoso, sóbrio e gostava de ajudar, e essas qualidades de amadores misturadas à sua suposta castidade (ele era casado mas continuava um virgem) enojavam totalmente a Alexandre, que curtia - e muito - as farras e os puteiros.
  • George Villiers, 1.° Duque de Buckingham: É o suposto homem que está colocando chifres na cabeça do rei, é mostrado como um cavalheiro, fresco (típico francês), romântico e muito pegador. Apesar da nóia do rei, o Duque faz questão em conservar uma amizade entre os dois para que fique mais fácil frequentar o palácio e comer a rainha! Apesar de sua personalidade mazoquista é um cara decente!
  • A Rainha Ana de Áustria: Ela é simpática, bonita gostosa pra caramba (pelo menos no livro e no filme), está presa pelo casamento, já que naquela época casamento era política, foi prometida a um bundão que só sabe broxar e apesar de ter se casado com ele, trai sem limites. Pelas suas puladas de cerca é também perseguida pelo cardeal, que até tería uma queda por ela se não fosse um virgem homem casto. A maior trama que cerca sua personagem é a impossibilidade dela de gerar um herdeiro, até porque o rei tem nojinho de mulher e é muito ruim de cama (nem puta engravida desse jeito)
D'Artagnan enganando mais uma
  • M. de Tréville: Capitão dos mosqueteiros do rei, apesar de s dizer o comandante da trupe de luta, não mandava nada, era um frouxo e seu cargo lhe foi dado apenas dedido ao excesso de puxação de saco dele para com o monarca!
  • Mme de Chevreuse: Era uma duquesa, mais uma da trupe dos que não faziam nada da vida e viviam com o dinheiro dos pobres coitados que pagavam altos impostos, seu papel na trama é de total conspiração, contra o rei, o cardeal, a guarda e todo o resto. Ficou muito ligada a rainha Ana e sempre trocava cartas com esta para incentivá la a trair logo o marido e pegar o duque. A duquesa não era a mulher do duque, era solteira, ia ficar pra titia já que era uma vassourinha na qual todo mundo já passou a mão, mosqueteiros, não mosqueteiros, duques e todos os outros homens do livro. Morava em outra região da França (por isso trocava cartas ao invés de falar pessoalmente com a rainha).
  • D'Artagnan: Jovem briguento e marrento (pior que jogador de futebol). Só sabe brigar, qualquer coisa é motivo pra arranjar briga. Se achava muito lindo e gostosão e queria sair pegando a mulher dos outros. Também faz muita bobagem, muitas lutas são perdidas por causa das burradas dele, só faz coisas erradas...enfim, é um mala sem alça!
  • Athos: Outro briguento também, é um mandão que se acha o melhor em tudo que faz (coitado), é o mais nervosinho do grupo e se diz o líder entre os três, talvez esse seu nervosismo se deve por ele ter sido chifrado pela mulher, que era a vilã da história (saberemos mais disso depois). Ele não deixou isso pra menos e também chifrou a mulher e teve até um filho que as más linguas dizem ser de Mme de Chevreuse. Era muito rico e não precisava de nada daquilo, mas sentia grande prazer em ser mosqueteiro só para poder minimizar os outros (era um idiota).
  • Porthos: Mais bonzinho, mas não menos metido que o de cima, também era de família nobre e só entrou para a guarda por reconhecimento, honra e todas aquelas merdas inúteis que eram pregadas naquela época. Era muito grande e gordo, não tinha o mínimo de delicadeza, era muito guloso e comia como um avestruz qualquer coisa que aparecesse pela frente. Era muito vaidoso e fresco...No fim casa se com uma mulher muito rica, tão gorda e gulosa quanto ele!!
Duque se achando o gostosão - só apanha
  • Aramis: Delicado, elegante, bonito, cavalheiro, ou seja, um gay absoluto. Também é de família muito nobre. Não sabe se quer ser mosqueteiro ou se quer ser padre, chega a abandonar a espada para virar bispo, mas depois volta. Está em dúvida entre a espiritualidade e a putaria, é um ótimo mosqueiro, e gosta muito de pegar mulher, mas mesmo assim ainda quer ser padre...(que viado). Já pegou a Mme de Chevreuse e a Mme de Longeville e no final das contas ficou mesmo como mosqueteiro, mesmo que fazendo uma oração a cada um que matava na batalha...
  • John Felton: É um personagem que não teria importancia nenhuma, só aparece porque foi persuadido a matar um duque e acaba matando mesmo...
  • M. Bonacieux: É um velho burguês, pão duro, invejoso, corno (como muitos neste livro). Além disso é muito covarde e mesmo sabendo que está prestes a ser chifrado não move uma palha com medo de apanhar na briga.
  • Constance Bonacieux: Mulher do velho aí de cima, fica com ele só e somente só por dinheiro, não é exatamente bonita, mas é sempre cortejada por outros cavalheiros - inclusive por D'Artagnan.
  • Rochefort: É mais um da trupe de puxa sacos do cardeal.
  • Milady: É simplesmente a ex mulher de Athos, aquela que colocava chifres nele e também levava chifres adoidado. Era uma das vilãs da história. Após separada de Athos, Milady percebe que não foi feita para um só macho já que seu marido posterior, o Lord de Winter morre pouco tempo depois de ficar com ela.
  • Lord de Winter: Não é o Lord falecido, é o irmão dele que está sempre agradecendo a Milady pela morte do irmão, pois assim ele pôde assumir o posto. É mais um nobre chato que não tem importância alguma na história.
Cardeal safadão, só se escondendo atrás da batina
  • Planchet: Lacaio de Artagnan, não serve para nada já que seu mestre está o livro inteiro viajando (ainda não sei o porque de ele aparecer na relação dos personagens).
  • Mousqueton: É o lacaio de Phortos, é tão guloso quanto o mestre e os dois sempre aperem juntos em cena dividindo tal gula.
  • Bazin: Lacaio de Aramis, tenta (em vão) levar o mestre para a igreja, apesar de encher o saco com suas doutrinas é muito admirado por Aramis graças à sua religiosidade que não se perde.
  • Grimaud : Lacaio de Athos, chato e sistemático como o mestre. É sombrio e silencioso e se alguma coisa dependesse de suas palavras estava perdida.
  • Ketty: É a criada safadinha de Milady, também tão safada quanto a dona, é apaixonadíssima por D'Artagnan, que não dá a mínima para a coitada...
  • Jussac: É mais um oficial e puxa saco do cardeal, fica famosinho no filme por tomar uma grande surra dos mosqueteiros em uma das frequentes batalhas entre os guardas do cardeal e os mosqueteiros.

[editar] Resumo

D'Ártagnan e os trés mosqueteiros em versão Pokémon (e de se esperar que sejam lendários).

O livro conta inicialmente a história de D'Ártagnan, que assim como muitos jovenzinhos idiotas que não tinham o que fazer queriam fazer parte da guarda do rei, os mosqueteiros, não se sabe o que os jovens da época tinhm na cabeça (provavelmente nada), mas todo mundo queria defender o imbecil do rei. Sua viagem é bem conturbada, já que ele arma um quebra pau por cada província que passa antes de chegar à Paris. Chegando à Paris ele vai direto procurar algum atoa que diz representar o rei para se dizer interessado em fazer parte da guarda, mas ainda no caminho, arruma mais três confusões, a primeira com Athos, ao atropelar o coitado, depois com Phortos, por pisar em sua capa e por fim com Aramis, por pegar do chão um lenço que o comprometia. Por não ter tempo para discutir na hora, marca os três duelos para mais tarde (incrivelmente na mesma hora).

Na tal hora marcada todos os mosqueteiros citados se encontram no mesmo lugar e acham muito esquisito que D'Artagnan tenha sido retardado o suficiente para provocar três duelos de uma só vez, então os quatro chegam ao concenso de que tudo fora um acidente provocado por um demente (não ficaria nada bem aos guardas do rei duelarem com qualquer um). De qualquer forma os duelos eram mesmo proibidos e eles não iam conseguir duelar, para piorar mais ainda o constrangimento do dia os guardas do cardeal os pegaram em flagrande e assim foi a primeira batalha do livro, os mosqueteiros venceram. E aí papo vai, papo vem e eles acabam se tornando amiguinhos do jovem perdido ali mesmo e o levam pra sei lá onde (sai fora). E assim se iniciam as aventuras dessa turminha que vai fazer de tudo para proteger a França e se meterá em muitas encrencas a serviço do Rei.

Depois disso, D'Artagnan entra como cabo para a guarda, faz algumas bobagens, mas isso nem importa; presta serviços à rainha, comete crimes, a mando da rainha, se apoixona pela mulher de seu tutor a mando da rainha, pela Mme de Cherevuse a mando da rainha e por muitas outras a mando da rainha, mas, como qualquer mosqueteiro, não fica com nenhuma.

Depois de um tempo, ele conhece Milady, uma espiã e fica sabendo que ela era a ex mulher de Athos, tenta levá presa, mas esta foge e apronta por ser muito mais esperta. Ela manda matar o Duque de Buckinghan e mata a mulher que D'Artagnan gostava (não sei mais qual delas). No fim ela é presa novamente pelos mosqueteiros, sentenciada à pena de morte e executada (quem dera se a justiça brasileira fosse assim...

No fim, D'Artagnan é promovido a tenente da guarda e faz as pazes tanto com o cardeal quanto com Rochefort e assim todos ficam muito bem, em paz e vivem felizes para sempre.

[editar] Análise

Verdadeira rainha da França

Sinceramente essa papelada que se diz livro não pode nem ser considerada como crítica social, já que na época em que foi escrita, todo mundo puxava o saco dos monarcas e da igreja, logo tudo que está presente é dado como verdade mesmo sendo a maior asneira. As palavras de Dumas não sevem nem para conto de fadas.

De qualquer forma, é válido lembrar que cada personagem representa algum inútil da sociedade da época, logo, fingimento é a lei no meio dessa livraiada toda...Segundo dizem, o coitado e pobre autor fora intimado a escrever bem das autoridades da época; como todo revoltado daquela época dava algum jeito aproveitando se da falta de inteligencia dos contemporaneos, eles sempre enganavam e conseguiam desde então escrever uma coisa querendo dizer outra; quando o livro foi escrito não se entendia isso, mas quando a ténica passou a ser copiada pelos músicos brasileiros, tais como Chico Buarque, Caetano Veloso e outros, logo passou se a entender tal estratégia barata.

Em Os Três Mosqueteiros não é preciso explicar muito quem representa quem já que está muito explícito no próprio nome e descrição das personagens. Neste livro, como era de costume nos da época, alguns valores da sociedade em questão são bem revelados, alguns são fantasiados mas através de algumas verdades dá para perceber o quanto o pessoal era parado e conformista, primeiro, davam um valor indescritível a coisas de honra e essas outras balelas, depois achavam perfeitamente normal subordinar se a um palhaço gay que se dizia rei (sim, estou falando do Luis XV), e por fim jogavam a vida fora por qualquer bobagem, tudo era motivo de duelo, prova disso é que D'Artagnan arranja três duelos em um só dia!

[editar] Curiosidades

Rainha da França no filme...bem mais gostosinha, não?

Curiosamente, essa foi uma das obras antigas mais adotadas pelos autores da época, o que não era muito comum já que um tinha invejinha do outro e jamais usava ou citava qualquer coisa alheia só para tentar não dar credo, mas Alexandre Dumas era foda e não houve inveja que impedisse que suas obras durassem até hoje para que pudéssemos estar perdendo nosso tempo lendo, estudando e escrevendo artigos sobre!

Várias obras utilizaram a ideia principal do livro de dumas, dos dois livros, Vinte Anos depois (de onde surgiu Os Três Mosqueteiros e O Visconde de Bragelonne (acho que é assim que escreve, deste livro foi retirado o Homem da Máscara de Ferro).

É fato que todo mundo fica se perguntando o porque de "três mosqueteiros" se na verdade eles são em quatro, acontece que o nome original, como já foi dito é "Vinte Anos Depois", tem nada a ver com quem está de três ou de quatro (sai fora), só que parece que já naquela época havia um ímã que puxava o povo para as coisas genéricas e pirateadas, uma das adaptações ganhou o nome de Três Mosqueteiros, e assim a moda pegou...

Outra adaptação louca foi em relação ao próprio Homem da Máscara de Ferro, que já era uma adaptação. Depois do Titanic o Homem da Máscara de Ferro foi o filme a terminar de consagrar Leonardo de Caprio, quando duplicou o ator e deixou um monte de guria retardada achando que ele realmente tinha um irmão gêmeo...No filme ele representava o rei Luis, que assim como ele era uma tremenda bicha. Neste filme é revelado também que o rei é filho de D'Artagnan, o mosqueteiro que se achava gostosão e pegador.

Outras adaptações que surgiram do livro principal, mas que também não tem muito a ver são:A Esposa de Phortus, O Filho de Phortus, O Marido Oculto de Phortus, As Amantes de d'Artagnan e outras coisas do tipo que tentam se aproveitar do excesso de criatividade do autor principal para arrumar novas versões da estória!

Uma outra coisa muito interessante é que apesar de a estória ser baseada em personagens verdadeiros, todas as representações televisivas são totalmente infiéis às características verdadeiras das personagens em questão...Primeiramente, não havia muita gente bonita naquela época, mas todas as atrizes são impecáveis de gostosas, só pra dar audiência!

[editar] Conclusão

Nova rainha da França na versão moderninha do livro

Concluindo, o livro é um saco muito interessante, através dele é possível perceber o quanto a sociedade da época era idiota e nçao tinha o que fazer os costumes da época! Vale a pena ler, mesmo se você estiver sendo intimado pela sua professora chata de português. Para sua infelicidade não há pornografias no livro, não há imagens, mas se ainda sim você for louco e gostar de sofrer um pouco sem precisar ver o jogo do Corinthians, sinta se apto a ler!

Para quem não gosta de ler e muito menos de se envolver com coisas velhas há uma boa notícia. Uma boa alma compreende o espirito pobre e sem cultura do mundo atual e fez o favor de fazer uma versão moderna para o tão antigo livro já tão adaptado e readaptado. Segundo ele isso seria um filme um pouco mais fiel ao enredo original do que os filmes atuais que não incluem veracidade. Para ele também é importante mostrar melhor as cenas acontecendo ao invés de deixá las apenas subentendidas, ou seja, ele quer msotrar cenas de sexo, balela isso de subentendimento, para ele nada dá tanta audiência quanto sexo não muito explícito, afinal de contas o filme não é só para os punheteiros.

Eu sei que após as informações dadas sobre a versão moderninha com cenas picantes você ficou mais curiosinho para saber sobre o livro, mas isso é bom, mostra que sexo também é cultura e por muitas vezes torna as coisas muito mais interessantes!


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