Oscar Maroni

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Oscar Maroni Filho (Jundiaí, 27 de janeiro de 1951) é um conhecido hoteleiro, na cidade de São Paulo, e grande filantropo. Dois dos seus empreendimentos na área de hotelaria situam-se no bairro de Moema. O Bahamas Hotel, conhecido por ser o primeiro da América Latina exclusivamente voltado para a hospedagem de mulheres, e recepção de eventos de grupos feministas, e o Oscar's Hotel, homenagem ao arquiteto Oscar Niemeyer.

Vida e Obra[editar]

Maroni's entertainment!

De quando da inauguração do Bahamas Hotel, no início da década de 90, Maroni, em tom de brincadeira, afirmou: "embora o movimento feminino mais bonito continue a ser o dos quadris, nossa casa passa a ser a grande parceira da libertação e emancipação das mulheres, ainda hoje exploradas pela indústria do sexo, por exemplo". "Como grupo politicamente minoritário", destacou Maroni, "as mulheres têm não apenas nosso respeito, mas o compromisso de apoiar suas lutas, não apenas no gel". De fato, diariamente, o Bahamas Hotel recebe centenas de batalhadoras, em diferentes frentes, e a Casa, como é carinhosamente chamada pelas militantes, coloca à disposição delas as luxuosas instalações de um verdadeiro balneário: 23 suítes, american bar, restaurante, saunas, duchas, jogos e um auditório para convenções com mais de 300 lugares.

Maroni e seus amantes: adepto da orgia.

Em 2007, depois do acidente com um Boeing, no Aeroporto de Congonhas, Maroni ficou particularmente tocado com o fato do prédio de um hotel das vizinhanças ter sido identificado como um elemento interferente no pouso das aeronaves. Ato contínuo, Maroni pôs-se à disposição do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, para integrar comissão de fiscalização das condições materiais dos imóveis da região, sobretudo do gabarito dos edifícios. A iniciativa de imediato foi bem recebida pela Prefeitura e o empresário juntou-se à comissão, coordenada por uma Madre Reitora. Na época, Maroni causou polêmica, entre empresários da noite paulistana, ao acusar o hotel em questão de ser uma casa de prostituição. O empresário afirmava ainda que o estabelecimento fazia filmagens de clientes em coitus ininterruptus com as profissionais do sexo, em flagrante reversão da conhecida expressão latina para o ato sexual interrompido. Maroni também não aceitou que o hotel fosse frequentado por "homens, mulheres e casais", segundo o dono da empresa, já que via nisso uma forma de se despistar a confluentiam corpora, junção de corpos, expressão que a sensibilidade humanista de Maroni prefere denominar em latim.

Obra[editar]

Oscar Maroni Filho é formado em Psicologia pela Universität Ziel, em Colônia, na Alemanha. É autor de "Fragmentos de fragmentos de um discurso amoroso" (Mafagafos, Manguinhos, 2003), em co-autoria com o cantor Wando; "Estilística da repetição ad nauseam" (Fatídica, São Paulo, 2006), sua autobiografia, "69 - O ano que deitou e rolou" (Miragem, Nova Floresta, 2007), memórias de um preso político, e o livro de poemas "Pássaros na boca", no prelo.


Planos[editar]

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Maroni pretende transformar sua Fazenda Santa Hermenegilda em "fazenda modelo" e a colocará à disposição de estudantes de zootecnia, agronomia e teatro. Com estudantes de teatro, Maroni pretende encenar "Fazenda Modelo", baseada na "novela pecuária", homônima, de Chico Buarque. A Fazenda modelo é uma comunidade bovina que começa a crescer e que se vê - através da liderança mansa do boi Juvenal, o bom - submetida a um processo radical de transformação, de "progresso": em que tudo que era natural é considerado "atrasado" ou "pecado" e passa a ser cientificamente regulado. Destroem-se todas as formas de auto-regulação do indivíduo, desde as alimentares até as sexuais: a procriação na Fazenda Modelo estava garantida através da inseminação artificial - do banco de espermas do touro Abá, o Grande Reprodutor. Juvenal abolira o relacionamento sexual do rebanho, totalmente voltado à reprodução. E o filho de Abá, Lubino, deveria suceder o pai nessa gloriosa tarefa de "rapador" da Fazenda Modelo. Admiradores de Maroni tentaram obter informações sobre seu interesse pela obra de Chico, mas o empresário foi reticente: "A vida imita a arte", afirmou com um risinho enigmático.

Oscar Maroni Filho já batizou mais de 2.500 mulheres junto com Larry Flint, seu sócio nos Estados Unidos, pré-candidato republicano à presidência e pastor presbiteriano.