Palácio e Jardins de Schönbrunn

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Este artigo é da ÁUSTRIA! Ele fala alemão e pensa como alemão, mas NÃO É ALEMÃO! O autor dança valsa, bebe Red Bull, pratica esqui alpino e é fã do Gerhard Berger, além de visitar Viena todos os dias. Se você vandalizar, Arnold Schwarzenegger vai voltar...

Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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Leitura recomendada apenas para
pessoas com cultura.

A UNESCO monitora este artigo.


Cquote1.png Você quis dizer: Cópia fajuta do Palácio de Versalhes Cquote2.png
Google sobre Palácio e Jardins de Schönbrunn
Cquote1.png Prefiro me mudar para a República das Bananas Cquote2.png
D. Leopoldina sobre Palácio e Jardins de Schönbrunn

O Palácio e Jardins de Schönbrunn, também conhecido como cópia pirata do Palácio de Versalhes, é uma das maiores velharias da Áustria, que atrai milhares de turistas em busca de construções mais antigas do que a própria tataravó. Esse palácio era tão bonito e de bom gosto que a rainha austríaca preferiu se mudar para a República das Bananas e morar no meio da violência e miséria de lá.

História[editar]

O Palácio de Schönbrunn, com uma amarelada nas paredes.

Os monarcas gostavam de modificar o palácio conforme o humor no dia. De tantas reformas para isso, o Schönbrunn está ligeiramente deformado, mas nada que o Paint Photoshop não resolva. O terreno em volta do palácio foi comprado pelo imperador que dominava Viena. Ele simplesmente ameaçou o antigo proprietário de prisão se ele não cedesse vendesse as terras para o imperador, mas isso não interessa. Esse terreno era usado para o plantio de plantas (???) exóticas.

Os monarcas sempre tiveram gostos esquisitos. O rei da época gostava de plantar plantas carnívoras apenas para observar elas matando e comendo os animais pequenos. Aquela região foi um parque de plantas carnívoras até que o frio na Áustria matou todas. Para aproveitar o terreno, o rei ordenou a construção de um palácio. Como os arquitetos não tinham inspiração nem criatividade, eles copiaram o desenho do Palácio de Versalhes, na França, e fizeram um palácio igual.

Como a grande maioria das cópias, o novo palácio ficou bem distorcido. A arquitetura ficou bem um pouco errada, e os construtores foram presos mas os bondosos imperadores não se importaram. O problema no palácio veio alguns dias depois, quando a família real se instalou nele. Ninguém entrava em acordo sobre como deveria ser o palácio. Um queria um estilo, o outro queria um estilo diferente, e por aí vai.

Quando alguém se tornava imperador austríaco, a primeira providência tomada era mudar o palácio. O rei que governava na época ordenava a reforma do palácio, que durava décadas. Quando a reforma acabava, o rei já tinham morrido, e outra pessoa ocupa o cargo de imperador. Esta não gostava do novo desenho, e ordenava outra reforma. Essa reforma novamente durava décadas, e quando acabava, o rei havia morrido.

Outra pessoa assume, e assim ficava 666 vezes. Isso era tão chato que uma princesa chamada Dona Leopoldina ficou de saco cheio disso e se mudou para a República das Bananas, o que demonstrava que ela estava bastante louca. O palácio abrigava também falsas ruínas. Os imperadores, por incrível que pareça, achavam chique um monte de ruínas velhas prestes a desabar. Tanto que faziam ruínas falsas no jardim do palácio.

Hoje[editar]

Quando o reinado acabou e a Áustria mudou de governo, o palácio não foi demolido para dar lugar a prédios mais úteis. Os novos governantes alegaram que transformaram esse palácio num museu, mas relatos afirmam que o palácio se tornou a sede do novo governo, mantendo esse trambolho do mesmo modo que estava antes. Os jardins do palácio são piores ainda. Eles só tem grama e algumas árvores, ocupando um grande espaço na cidade.