Palmas (Tocantins)

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Município de Aplausos
"A Pior das Capitais"
Bandeira de Palmas.png
Bandeira
Aniversário 1 de janeiro
Fundação 20 de maio de 1989
Gentílico aplausense
Lema Guarda-sol ou filtro solar pra mim tanto faz, eu quero é sombra porque aqui é quente demaaaaaaaaais!
Prefeito(a) Imperador Siqueira, o Grande
Localização
Localização de Aplausos
Estado link={{{3}}} Tocantins
Mesorregião TO-BA de Tocantins
Microrregião Zona Metropolitana de Porto Nacional e Plantações de Abacaxi
Municípios limítrofes Aparecida do Rio Negro, Lajeado, Miracema do Tocantins, Monte do Carmo, Novo Acordo, Porto Nacional e Santa Tereza do Tocantins
Distância até a capital Não disponível
Características geográficas
Área Não disponível
População Não disponível
Idioma Não disponível
Densidade hab./km²
Altitude metros
Clima Pegando fogo
Fuso horário UTC
Indicadores
IDH
PIB R$
PIB per capita R$

Cquote1.png Você quis dizer: Núcleo do Inferno Cquote2.png
Google sobre Palmas (Tocantins)
Cquote1.png Que clima gostoso!! Cquote2.png
Piauiense sobre Palmas
Cquote1.png Clap! Clap! Clap! Cquote2.png
Palmas sobre ela Mesma
Cquote1.png Se você está feliz, bata Palmas! Cquote2.png
Música em homenagem à cidade sobre Palmas
Cquote1.png Vou pegar o casaco. Cquote2.png
Palmense saindo de casa sob uma temperatura de 39ºC
Cquote1.png Palmas parece Brasília, só que habitada pelo povo de Guapó Cquote2.png
Goiano sobre Palmas
Cquote1.png Lugar quente pra C#%$*@. Cquote2.png
Você sobre Palmas
Cquote1.png É o paraíso!! Cquote2.png
Maranhense sobre Palmas
Cquote1.png Claro que conheço Palmas, é lá no Paraná! Cquote2.png
pessoal do sul sobre Palmas

Palmas... é uma cidade, e logo ela existe. É um município brasileiro, sendo a capital e também a maior cidade do estado do Tocantins. A cidade foi fundada às pressas em 20 de maio de 1989, logo após a criação do Tocantins pela Constituição de 1988. Palmas é o um dos círculos mais internos do inferno visto que quando Dante Alighieri foi dividir em lotes o inferno, Palmas foi o nome escolhido para o lote mais quente de todos. Antes do surgimento dessa cidade os termômetros mediam a temperatura até a níveis aceitáveis, com a fundação da cidade houve uma corrida no sentido de aperfeiçoar os mecanismos de medição para que temperaturas cotidianas dos palmenses pudessem ser registradas com perfeição. Caso nunca tenha contraído dengue, Palmas tem a solução, é só ficar por lá uns 20 minutos.

O habitante dessa grande e escaldante praça não faz a mínima ideia de qual é o seu CEP, e sempre o coloca como 77000-000.

Uma de suas grandes características é a possibilidade de sempre faltar água mesmo com a existência de um gigantesco lago de 170 km de extensão dentro da cidade. Da mesma maneira que possui um sistema de irrigação urbano que também serve para molhar os automóveis, motocicletas e pedestres na rua.

História[editar]

Quando por volta de 1980 começaram os primeiros rumores sobre a provável criação de um estado chamado Tocantins, os índios que viviam no centro de Tocantins foram todos desapropriados de suas antigas terras e banidos para o Jalapão, uma espécie de dimensão alternativa cujo portal se encontra nas proximidades. O então governador Siqueira Campos, em 1988, decide reunir toda a fortuna do estado (10 jegues, 50 abacaxis, 25 cocares de índios, 2000 km² de área de barro) e endividar eternamente o estado de Tocantins para que uma cidade fosse criada do nada em seu interior, e de tão genial foi essa ideia que o nome "Palmas" era o único possível para fazer jus à essa história de criação. Dezenas de peões maranhenses foram chamados para trabalharem como semi-escravos no calor infernal da cidade construindo todas suas ruas, rotatórias (queijinhos) e casas e prédios das quadras.

Palmas inicialmente foi chamada assim por causa da mosquitada que ali existia, então o pessoal batia palmas pra matar e assim ficou adotado o nome ainda mais porque a palavra "Palmas" em hebraico significa "COCMRNFPP", ou seja: cidade organizada com muitas rotatórias e nordestinos feios pra cacete.

Geografia[editar]

Palmas está cercada por um nojento lindo lago cheio de piranhas atrativos dentro ou fora da água infestada de tantas bactérias e vermes alegrias que tanto atrai os banhistas. Há também uma ponte que o ditador governador Siqueira Campos conseguiu endividando o estado para puxar saco do Fernando Henrique.

É a única cidade do Brasil que c* Chama a margem do rio de praia, e a represa de lago.

Interligado com o rio Aqueronte, o Rio Tocantins passa a oeste da cidade, sendo ele o único meio do povo palmense poder se refrescar. Mas todos devem ter o maior cuidado, já que piranhas e jacarés gigantes famintos são comuns no rio. Além de ser objeto de um dos ditados locais que diz "nadou e depois coçou, é porque pegou (esquistossomose)".

Clima[editar]

Dia mais frio já registrado desde 1998 na cidade de Palmas

Em Palmas você pode fritar um ovo na rua e comê-lo com farinha junto com os milhões de maranhenses que ali residem, refugiados do continente de origem (com IDH próximo ao do Haiti). As estações do ano são bem definidas: verão seco e quente pra cacete, verão inverno molhado e quente pra cacete!

Quando o termômetro marca 30 C°, é a época do povo sair de casa todo agasalhado para tomar café quente com pão de queijo.

Economia[editar]

Centro de Palmas, o mato comercio cresce 9315% ao ano

Economia totalmente atrasada e sem dúvida a capital mais pobre do Brasil. O seu povo acha totalmente normal vender galinha, cabra e porco vivo na feira como também acha normal ver gente andando no shopping igualzinho a um fazendeiro, com bota, chapéu, espora, cinto de fivela larga e tudo mais.

Para cada uma das pessoas que se acha chique porque mora em uma cidade com McDonalds, tem um cidadão decente que sabe que aquilo é comum em um shopping, que é tratado como a maior maravilha da suposta prosperidade econômica de Palmas.

Palmas é um monopólio, assim como várias cidades do nosso amável Brasil democrático. A cidade serve como um muro que se não existisse iria lotar cidades como São Paulo de nordestinos sangue-sugas. (o curioso é que Palmas está cheia de paulistas).

População[editar]

Os palmenses natos morrem de vergonha de afirmar sua naturalidade, geralmente dizem que vieram de Minas Gerais ou Goiás, exceto os maranhenses, estes são os únicos que dizem que são palmenses mesmo.

O palmense é um ser acostumado a viver entre as temperaturas de 40°C a 75°C. O Palmense, de acordo com a evolução natural, sobrevive em temperaturas elevadas e umidades baixas, no entanto, a sua resistência a temperaturas abaixo de 39°C depende do uso de casacos, sobretudos, luvas e botas.

O palmense normal sofre ataque de "piranhas" dentro e fora d'água e sempre tem algum amigo que é parente do governador ou do prefeito.

A população é portanto formada em 70% por maranhenses e 30% por goianos.

Segurança[editar]

Todos em Palmas sempre tem um parente na Polícia, ou então algum amigo que tem parente na polícia. Sempre que alguém é pego em uma blitz policial já vai logo dizendo uma frase tipicamente palmense: "Ê sinhor, quebra meu galho aí, sou parente do policia fulano".

Transportes[editar]

O palmense está totalmente acostumado e habituado a ver 3 acidentes na hora de ir almoçar. A urbanização da qual tanto se orgulham na verdade não passa de uma cópia mal feita de Brasília com ruas mal sinalizadas e propícias a incentivar acidentes de automóveis.

Todo palmense acha normal ter rotatória a cada 500m na rua, andar em linha reta é impossível na cidade. Chamam essas mesmas rotatórias de "queijinho" e passam o dia inteiro girando nelas. Acorda às 7 da manhã com um carro de som gritando as últimas promoções de algum armazém local e tocando "Esse cara sou eu", e espera todo dia o sorveteiro passar num carro de som dizendo "Traga a vasilha, traga a sua vasilha".

Quanto ao transporte público, só porque precisa pegar 4 ônibus para ir ao trabalho, escola ou casa do amigo, todos acham que é uma cidade grande, quando na verdade a sua péssima urbanização é que obriga todos a ficarem andando em círculos (literalmente, nos queijinhos) por horas presos dentro da cidade.

Também é normal ver gente andando de carroça em pleno centro da cidade (afinal, é tudo do interior) e quando passa por uma poça enorme depois da chuva, acha que Palmas "tá ficando chique", porque "tá quase igual São Paulo".

O excêntrico Aeroporto de Palmas, considerado o único aeroporto internacional do mundo que não opera voos para o exterior.

Quanto às ciclovias, elas são todas em cima das calçadas, incentivando o atropelamento de pedestres por bicicletas.

Cultura[editar]

Sendo habitada somente por índios antes da colonização siqueirista, a região não tinha uma cultura própria suficientemente suficiente para exploração da grande mídia, fato este que perdurou mesmo após a colonização nazi-fasci-siqueirista. Diante desse fato, foi imediatamente implantada uma larga base de exploração do tapa-buraco da "cultura" nacional: o forró. Graças à grande (e desgraçadamente infeliz) influência e suporte do povo maranhense (111,8% da população de Palmas), o forró se tornou mania praga regional, se tornando unanimidade sonora destrutiva em rádios, festas, baladas, serestas, bares, festejos, domingueiras, casamentos, missas, funerais e qualquer outro evento festivo e/ou comemorativo que se possa pensar. A contaminação é tão brutal que até mesmo os indivíduos sem futuro da região acham que isso pode dar futuro (sendo por este fato denominados sem-futuro). A partir deste fenômeno temos diversas bandas regionais de forró/brega (não tente entender a diferença, pois são a mesma coisa) que estragam animam os eventos palmenses, trazendo alegria à população trouxa civilizada deste lugar.

Mas não é só os maranhenses que exercem sua influência poluidora sobre a (des)cultura musical local. Há também muito funk (também conhecido como fuck, verbete da língua inglesa que significa "queremos foder com seus ouvidos"), que não se sabe de onde veio, porque coisa de gente isso não é. Não é possível nem arremessar os MC nas águas do lago de palmas, porque este já recebe em suas águas toda variedade de porcarias (vide tocantinenses leprosos, piranhas e aquelas algas que queimam) o suficiente.

Um dos principais hábitos dos palmenses é o de adorar falar mal de maranhense. E se não está reclamando do calor infernal está reclamando das chuvas.

Gastronomicamente, ficam super ofendido se dizem que pequi é horrível, e inclusive acha, que galinhada caipira com pequi é a oitava maravilha do mundo. Mas quando pedem uma pizza, a entopem com ketchup e maionese sem esquecer da pimenta vencida que tem em tudo quanto é lugar.

Palmas tem muito mais bares por habitante do que em Belo Horizonte. Afinal, pra todos os lados da cidade, só se vê buteco aberto e gente enchendo a cara.

Idioma[editar]

Os habitantes desse pacato vilarejo falam o palmês, um dialeto local que ao contrário da crença popular não é praticado apenas por linguagem gestual efetuada através de aplausos, mas sim um intrincado idioma que mistura maranhês e goianês.

Algumas regras gramaticais básicas são:

  • Tudo o que você vai fazer tem que ser "bem" feito: "Olha bem isso aqui", "me empresta bem tal coisa", "olha bem aquilo".
  • Chamar todo mundo de "rapaiz", "moço", "nego véi", "fi", "liderança", "patrão" ou "chefe".
  • Quando alguém te xingar de alguma coisa, a resposta padrão é "é tu!"
  • Colocar a negação depois do verbo... Formando frases do tipo "vô não", "fui não", "quero não", "minha mulher não deixa não"
  • Falar que está "caçando" alguma coisa, quando na verdade está tentando descobrir onde ela está.
  • Tudo que você não sabe o nome vira "trem" (herança mineira).
  • Chamar meliantes de "mala".
  • Chamar homens de "us cara" e as mulheres de "as muié".
  • Responder a maioria das perguntas com um simples 'marrr moço' ou 'marrr rapaz', sendo concordando e negando dependendo do contexto e tonalidade da voz.
  • Nunca conjugar corretamente o "tu". Resultando em "Tu vai... Tu foi... Tu é doido..."

Lazer[editar]

Em Palmas há dois shoppings. Um que na verdade é um mini shopping, porque tem apenas meia-escada rolante (porque é muito pequena) que nem presta. E o outro recém construído que é o orgulho dos palmenses (ou não).

Recentemente foi construída uma filial das Lojas Havan em Palmas. Muitos palmenses vão à loja somente para ver os preços e ir embora (já que não podem comprar nada dali) e as vezes tirar uma foto com a excelente mega Estátua da Liberdade Falseta. Portanto, se você olhar um perfil no Facebook de um palmense provavelmente terá ele ao lado dessa estátua alegando que esteve no exterior, mas não se engane!

Os funkeiros de Palmas, por sua vez, adoram pegar um Eixão lotado e ficar escutando seu lixo ambulante com o ouvido dos outros.

Pelo fato de o Tocantins já ter sido Goiás, tem muito goiano que fala de Goiânia como se fosse Nova York como um centro mundial de compras e divertimento.

Para um programa mais natural, os palmenses preferem nadar na beira do lago, com toda a sujeira, piranhas e arraias, usando o bronzeador "Tom Tom", formando aquela mancha de óleo, ao invés de ir para Taquaruçu curtir uma água de cachoeira.

Mas o principal lazer do palmense é comparar Palmas com Brasilia em todos aspectos possíveis!

Turismo[editar]

Palácio Araguaia: Estima-se que no subsolo há 1000000 ogivas nucleares escondidas a pedido do governo americano Exército Neo-Fasci-Siqueirista.

Todos em Palmas acham o palácio do governo a coisa mais linda do mundo, mas não passa de uma praça tediosa qualquer imitação barata da Praça dos Três Poderes em Brasília que é igualmente quente e tediosa.

Como Palmas situa-se no estado mais miserável novo do país, não há grandes obras arquitetônicas para mostrar aos idiotas de outros estados turistas que lá visitam. Porém há o Palácio Araguaia com seu tamanho perfeitamente proporcional aos 3 funcionários que lá trabalham com o ladrão grande Governador do Estado.